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Era o primeiro derby da Segunda Circular de Bruno Lage, assim como o era de Marcel Keizer. O treinador do Benfica, que chegou para ser interino e acabou por segurar o lugar que era de Rui Vitória, saiu da visita a Alvalade com uma goleada por 2-4, uma exibição em tudo superior à do adversário e uma vitória que valeu o regresso ao segundo lugar e a certeza de que ainda está na luta pelo Campeonato.

Com os golos de Seferovic, João Félix, Rúben Dias e Pizzi, o Benfica venceu o Sporting num daqueles jogos que podem valer bem mais do que três pontos.
Com esta goleada, Bruno Lage conseguiu ainda alcançar um dado histórico e estatístico: o Benfica igualou o número de vitórias que o Sporting tem em derbys em Alvalade a contar para a Primeira Liga (32).

Na flash interview já após o apito final, o treinador do Benfica voltou a mencionar algo que tem sido recorrente nas conferências de imprensa que tem dado – Lage tem falado constantemente do treino e da importância do mesmo, lembrando sempre o que disse aos jogadores na antevisão das partidas e garantindo que o que se vê dentro do relvado é treinado, organizado e pensado durante a semana. “Na antevisão o que fizemos foi pedir aos jogadores que colocassem em prática o que temos feito nos treinos com qualidade. Senti que, independentemente do resultado, o nosso jogo ia sair. Estou muito satisfeito com a exibição. Tivemos 40 minutos fantásticos e isso foi o ponto de partida para este resultado”, explicou o técnico, referindo-se aos 40 minutos iniciais, em que o Benfica marcou dois golos (mais um anulado a João Félix) e não deu grande espaço ao Sporting.

Bruno Lage, que apesar de ter apenas cinco jogos na Primeira Liga continua a ser o único treinador do Benfica só com vitórias no Campeonato (Jimmy Hagan é o que mais se aproxima, com 83% de vitórias em 89 jogos), garantiu ainda que anular o Sporting era “a estratégia do jogo”.

 

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Bruno Lage, treinador que assumiu provisoriamente o comando da equipa principal do Sport Lisboa e Benfica, após a saída de Rui Vitória, vai manter o cargo de treinador principal. Depois de comunicar à CMVM a decisão, Luís Filipe Vieira disse à imprensa que Lage era a “primeira opção”.

"A Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD informa, nos termos e para o efeito do disposto no artigo 248.º-A do Código dos Valores Mobiliários, que Bruno Miguel Silva do Nascimento assume, a título definitivo, as funções de treinador da equipa principal de futebol", pode ler-se na nota publicada na Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Esta oficialização teve lugar minutos antes da declaração à imprensa de Luís Filipe Vieira, pelas 15:30, na conferência de antevisão do encontro entre as águias e o Vitória de Guimarães para a Taça de Portugal, onde o presidente benfiquista fez uma curta declaração em que abordou o "passado, presente e futuro" do clube.

"O que está para trás é passado, mas entretanto dizer que estamos bastante gratos a Rui Vitória pelos títulos que conquistou no Sport Lisboa e Benfica e pelos títulos que nos deu", disse.

No entanto, acrescentou, ao contrário do que veio a ser notificado nos meios de comunicação, a direção encarnada "nunca contactou com nenhum empresário, nem com treinador algum". E disse ainda que "não poderá haver ninguém que possa dizer que o Sport Lisboa e Benfica contactou A, B e C".

Por fim, antes de se despedir dos jornalistas e de abraçar Bruno Lage, clarificou a escolha: "É um homem identificado com a nossa casa, conhece a formação, sabe quais são os objetivos que o Benfica tem e é dentro desse espírito que vamos estar".

O treinador interino, que assumiu o comando técnico após a saída de Rui Vitória, garantiu vitórias frente ao Rio Ave (4-2) e Santa Clara (2-0), mantendo o Benfica no segundo lugar da tabela classificativa, com 38 pontos no campeonato nacional, a cinco do líder Futebol Clube do Porto.

 

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Vieira vai falar com Mourinho

por João Silva, em 10.01.19

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Luís Filipe Vieira vai, nos próximos dias, encontrar-se com José Mourinho para ouvir da boca do treinador português quais as condições em que colocaria a possibilidade de orientar o Benfica na próxima temporada.

É a consequência natural de uma semana que começou com Mourinho a não fechar a porta a essa hipótese - tal como A BOLA revelou na sua edição de sábado - e o presidente encarnado a abrir-lhe a porta da Luz, na entrevista que concedeu a Cristina Ferreira na segunda-feira: «Se Mourinho disser que sim, vem logo. Dinheiro não é problema.»

 

Luís Filipe Vieira sabe que não será fácil convencer José Mourinho a regressar de imediato ao Benfica. Não apenas porque o treinador português continua a ser muito cotado no estrangeiro - ainda nos últimos dias o Real Madrid tem sido apontado como estando muito interessado no seu regresso à capital espanhola -, tendo por isso a possibilidade de abraçar projetos bem mais vantajosos, tanto a nível desportivo como financeiro.


De qualquer forma, pretende conversar com Mourinho para perceber quais são as reais possibilidades de garanti-lo como treinador para a época 2019/2020 - pegar de imediato na equipa é cenário, como escrevemos no sábado, colocado de parte. O local do encontro entre os dois é incerto - Mourinho, sabe o nosso jornal, está em Londres mas não é de descartar a hipótese de vir a Portugal nos próximos dias -, mas certo é que se irá realizar em breve.

 

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Luís Filipe Vieira deu uma conferência de Imprensa no Estádio da Luz na noite de quinta-feira para falar exclusivamente sobre a temática "treinador". O presidente do Sport Lisboa e Benfica explicou as suas convicções e esclareceu como se processou a tomada de decisão da permanência de Rui Vitória no comando da equipa.

«Rui Vitória continuará a ser o nosso treinador. Não vou esconder que falámos sobre a sua continuidade ou não. Rui Vitória é um treinador comprometido com o projeto do Benfica, que assenta muito na formação dos nossos jovens no Seixal. Rui Vitória lançou jovens como Ederson, Lindelof, Nélson Semedo, Renato Sanches. E agora, numa fase em que estamos a reter talento, lançou Gonçalo Guedes, Rúben Dias, Iuri Ribeiro, Gedson e João Félix», afirmou.

«Há um descontentamento generalizado nos benfiquistas, os resultados não têm sido os melhores, mas para o projeto do Benfica é importante que o Rui Vitória continue. Todos os títulos em Portugal estão em aberto. Nos dois primeiros anos conseguiu ganhar seis títulos, nesses dois anos foi eleito treinador do ano e garantiu um lugar nos oitavos de final da Liga dos Campeões. No terceiro ano as coisas não correram pelo melhor, esta época ainda não acabou», realçou Luis Filipe Veira.

«Nos últimos dez anos o Benfica teve dois treinadores que conquistaram dez títulos. Basta comparar com os nossos rivais e ver quantos treinadores tiveram…», referiu, destacando a «estabilidade» como mais-valia do emblema da águia.

Luís Filipe Vieira relatou a conversa que manteve com Rui Vitória na manhã desta quinta-feira, no Seixal.

«Foi uma decisão muito amadurecida durante a noite. Comuniquei-a ao Tiago Pinto numa primeira fase. Depois foi esperar que o Rui Vitória chegasse e falámos um pouco. Disse-lhe o que pensava do Benfica e da sua continuidade no Benfica, se ele estava preparado e motivado para continuar face ao que tinha acontecido. Perante a opinião pública, Rui Vitória parecia uma carta fora do baralho».

«A responsabilidade da decisão assenta em mim. Houve um grupo de pessoas reunidas no dia anterior e a decisão apontava para um sentido. Depois de refletir muito durante a noite, decidi noutro sentido. Veremos se o tempo me dá razão ou não. Temos uma SAD e administradores, nem todos alinhamos, mas depois de as decisões estarem tomadas, estamos todos de acordo», frisou.

Vieira deixou o aviso: «No dia em que o Benfica for comandado de fora para dentro alguma coise está mal. Fui eleito para tomar decisões.»

E recuou à noite mal dormida no Seixal. «Dormi no Seixal. Horas de sono foram poucas. Meditei bastante. A primeira pessoa a quem comuniquei a decisão foi o Tiago Pinto, que ficou um pouco perplexo. Também já li no passado que Vieira ficou isolado e depois ficámos isolados no primeiro lugar do campeonato.»

A reconquista, acredita, continua a ser possível. E com Rui Vitória ao leme da nau encarnada.

«Achamos que temos plantel suficiente para fazer a reconquista. Rui Vitória será de certeza o treinador até final da época, salvo algum imprevisto que possa surgir de um momento para o outro», ressalvou.

Ler mais aqui.

 

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Rui Vitória de saída do Benfica

por João Silva, em 29.11.18

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O fim da linha de Rui Vitória na Luz está iminente. E a saída pode ser anunciada já esta quinta-feira ou nos próximos dias. A cúpula dirigente do Benfica, com Luís Filipe Vieira à cabeça, reuniu quarta-feira, na Luz, após o regresso de Munique, para analisar o momento da equipa e, naturalmente, a situação do treinador. Ao que o JN apurou, a conclusão tirada foi no sentido de não existirem condições para a continuidade do treinador.

Internamente, a decisão política de despedir está tomada e faltará agora comunicar a situação ao técnico, sendo que, na quarta-feira à noite, ainda estava previsto que este se iria apresentar no Seixal esta quinta-feira de manhã para orientar o treino.

Recorde-se que Rui Vitória tem contrato até 2020 com o Benfica, pelo que a rescisão custará às águias cerca de 2,2 milhões de euros. Um valor que Luís Filipe Vieira não desejará assumir.

O técnico chegou ao Benfica em 2015/16 e, ao serviço das águias, conquistou dois campeonatos nacionais, uma Taça da Liga, uma Taça de Portugal e duas Supertaças.

A goleada (5-1) sofrida frente ao Bayern Munique, na Alemanha, que ditou a eliminação dos encarnados da Liga dos Campeões, foi a gota de água e Rui Vitória estará mesmo de saída.

 

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Jorge Valdano: «Quando ganhar não chega»

por João Silva, em 18.11.18

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Ganham jogos equipas com menos posse de bola e, como a França ganhou o Mundial, fala-se de tendência. A França foi campeã legítima pela qualidade e pelo imponente talento físico dos seus jogadores. Também pela táctica ao serviço do mínimo risco. Não tenho como prová-lo, mas creio que sendo mais ousados teriam conseguido o mesmo com mais reconhecimento público.
 
O Barça de Guardiola foi contagiante. Tivesse ou não os jogadores, dessem-se ou não as condições, havia que sair a trocar a bola e chegar trocando a bola. Um movimento paralelo buscou antídotos contra semelhante máquina de jogar. Mourinho foi o seu profeta com um futebol especulativo e sacrificado que necessitava de um exército que não abrisse brechas. Esta semana defrontaram-se na Premier com uma clara diferença na abordagem. Mourinho precisava de ganhar para ter razão. Guardiola, de ganhar e jogar muito bem. Uma questão de expectativas.
 
Diverte-me Klopp, proveniente de um país que chegou a potência através da disciplina e da ordem; gosto de Sarri, que vem de um futebol amigo do calculismo; interessa-me Guardiola, que cresceu vendo que futebol se escrevia com F de fúria. Encanta-me comprovar, no final, que em todos os lados surge gente que não ignora a coragem e a beleza.
 
Honra a Menotti, a Sacchi, a Cruyff, pioneiros de um jogo que aspira à grandeza (ao triunfo cultural acima de um simples triunfo) e que nunca morrerá. Respeito também o futebol com menos posse, mais sistematização, mais bola parada. Mais contenção do sentido natural de aventura que têm todas os futebolistas. Mais bolas longas, mais recuperação, mais contra-ataques. Mais área, menos campo. Dizem que mais interessante. Creio que, tratando-se de um jogo, e menos interessante o que é mais aborrecido.
 
 

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