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Fim de ciclo para Rui Vitória no Benfica

por João Silva, em 04.01.19

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A Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD informa que chegou a um princípio de acordo com o treinador Rui Vitória com vista à rescisão do seu contrato com efeitos imediatos ao dia de hoje.
Ao treinador Rui Vitória fica o público reconhecimento de todos os Benfiquistas pelo valioso e meritório trabalho efetuado, que permitiu a conquista dos mais diversos títulos (2 Campeonatos, 1 Taça de Portugal, 2 Supertaças e 1 Taça da Liga).

Informamos que a orientação da equipa principal do Sport Lisboa e Benfica será assegurada de imediato e provisoriamente pelo treinador Bruno Lage.

SLBenfica

 

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A SAD do Benfica foi ilibada nesta sexta-feira de todos os crimes de que era acusada no caso e-Toupeira. As acusações a um dos funcionários judiciais, Júlio Loureiro, também caíram.

Por outro lado, Paulo Gonçalves, ex-assessor jurídico do Benfica, e José Silva, outro funcionário de justiça, vão a julgamento por crimes de corrupção. Este segundo estava em prisão domiciliária e vai aguardar julgamento em liberdade, disse o advogado Paulo Gomes.

O Ministério Público pode recorrer da decisão sobre a não pronúncia de alguns dos arguidos pelo Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) no prazo de 30 dias.

Estamos satisfeitos. Era exactamente esta a expectativa que tínhamos. Era aquilo que queríamos estávamos convictos disso. Foi uma decisão juridicamente correcta. Se o MP recorrer, nós responderemos", disse aos jornalistas o advogado que representou a Benfica SAD neste caso à porta do TCIC, Rui Patrício.

Os representantes jurídicos da Benfica SAD escusaram-se a comentar se está em cima da mesa processar Paulo Gonçalves ou se foi exigida uma indemnização após a queda da acusação.

 

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Com a confirmação que a SAD do Benfica foi constituída arguida no processo e-toupeira, os encarnados já preparam a defesa no processo.

Adianta o jornal A Bola, que o clube da Luz considera que a acusação foi incapaz de apresentar qualquer facto ou prova concreta sobre os crimes imputados à SAD. O Benfica pretende assim desmontar a acusação.

Um dos objetivos da defesa será tentar provar que a acusação não apresenta concretamente uma relação entre os factos imputados aos arguidos e o Conselho de Administração da SAD. Também considera que a acusação não conseguiu relacionar que tipo de uso foi dado às informações, que alegadamente, elementos da SAD terão tido acesso.

Em relação aos crimes imputados, cerca de 30, e de acordo com a referida fonte, o Benfica entende que a acusação dá como provado que os diretores da primeira linha do Benfica estão autorizados a pedir bilhetes e oferecer artigos de merchadising sem necessitar de autorização por parte de Luís Filipe Vieira. As águias consideram que a acusação se contradiz ao referir que estas ofertas foram feitas com autorização da SAD em contrapartida de informações, servindo esse dado para uma acusação por corrupção.

Em relação ao eventual "ok" dado por Luís Filipe Vieira para a cedência das águias, a defesa sustenta que o presidente das águias recebe milhares de emails com pedidos semelhantes.

Em relação às eventuais contrapartidas que o Benfica teria recebido por tais ofertas, o Benfica considera que a acusação ainda não se mostrou capaz de provar qual foi o uso ou vantagem que as águias retiraram, uma vez, que um dos arguídos já não exercia a função de observador de árbitros.

Em relação ao crime informático, o Benfica ironiza e considera "caricato que tendo sido o Benfica vítima do maior roubo e divulgação de correspondência privada", possa ser acusado pelo mesmo facto.

A Bola adianta ainda que em relação às sanções propostas pelo Ministério Público - que vão desde seis meses e três anos de suspensão de participação em competições oficiais -, não são proporcionais e não têm fundamento e enquadramento legal.

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As medidas de coação dos arguidos no caso "e-toupeira" já foram anunciadas. Ao contrário daquilo que era pretendido pelo Ministério Público, Paulo Gonçalves vai ter permissão para frequentar o Estádio da Luz e a continuar no exercício das suas funções, todavia, está proibido de contactar com os restantes arguidos da operação.

O outro detido no processo, José Silva, funcionário do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, a trabalhar no departamento de informática dos tribunais de Fafe e Guimarães, está indiciado por corrupção passiva e ficou em prisão preventiva.

Na terça-feira, a Polícia Judiciária deteve José Silva e Paulo Gonçalves, assessor jurídico do Benfica, no âmbito da operação "e-toupeira", depois de ter realizado 30 buscas nas áreas do Porto, Fafe, Guimarães, Santarém e Lisboa, que levaram à apreensão de relevantes elementos probatórios.

Após o primeiro interrogatório judicial, o assessor jurídico da SAD benfiquista está indiciado por corrupção ativa e quatro crimes de violação do segredo de justiça, estes em co-autoria com o técnico informático José Silva.

José Augusto Nogueira da Silva está indiciado, na operação "e-toupeira", de um crime de corrupção passiva, favorecimento pessoal, peculato, burla informática, falsidade informática, nove crimes de acesso ilegítimo e mais quatro crimes de violação de segredo de justiça, estes em co-autoria com Paulo Gonçalves.

Sobre as eventuais implicações que a operação "e-toupeira" poderá ainda ter para o Benfica, parecem-me completamente absurdas, se assim fosse, provavelmente a SAD do Benfica já teria sido constituída arguida. Face aos indícios, não me parece. É a minha opinião.

A SAD do Benfica reiterou "total disponibilidade" para colaborar com as autoridades judiciais sobre o processo.

"A Sport Lisboa e Benfica SAD reitera a sua total disponibilidade para colaborar de uma forma empenhada com as autoridades judiciais para o cabal esclarecimento deste processo, e reafirma a sua convicção e confiança de que o Dr. Paulo Gonçalves poderá no decurso do processo demonstrar a licitude de todos os seus procedimentos e condutas", lê-se no comunicado do Benfica.

 

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Processo E-Toupeira

por João Silva, em 06.03.18

 

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Paulo Gonçalves, diretor do departamento jurídico do Benfica, foi detido pela Polícia Judiciária sob suspeita de ter subornado três funcionários judiciais para lhe fornecerem peças processuais do chamado "caso dos mails" - em que o Benfica e os seus dirigentes são investigados, no DIAP de Lisboa, por corrupção desportiva, num alegado esquema com árbitros e observadores dos mesmos.

A detenção de Paulo Gonçalves por suspeitas de corrupção e as buscas ao Estádio da Luz feitas pela Polícia Judiciária, esta terça-feira, colocam o Benfica novamente a contas com a justiça, agora no âmbito da denominada operação "e-toupeira".

Trata-se da terceira investigação a envolver o Benfica ou elementos ligados ao clube num curto espaço de tempo, depois da abertura, pelo Ministério Público, dos processos "Operação Lex" e ainda o relacionado com o "caso dos emails" (a que se juntou posteriormente o caso dos vouchers, numa investigação única).

Segundo a comunicação social, as contrapartidas oferecidas por Paulo Gonçalves aos oficiais de justiça, que alegadamente lhe terão dado informações sobre o caso dos e-mails, passavam por convites VIP para assistrem a jogos do Benfica, na Luz e fora de casa, bem como a oferta de produtos de merchandising, como camisolas da equipa principal.

Nesta altura, há quatro arguidos: Paulo Gonçalves, José Silva (técnico de informática do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça) - ambos detidos -, Júlio Loureiro (funcionário judicial no Tribunal de Fafe) e Óscar Cruz (empresário de futebol). 

Paulo Gonçalves passará a noite nos calabouços da PJ e amanhã será ouvido no Tribunal de Instrução Criminal.

 

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O ano da conquista do tricampeonato, 39 anos depois da última ocasião em que a Luz tinha comemorado tal feito, foi também aquele em que a SAD do Benfica registou resultados positivos pelo terceiro exercício consecutivo. Fecha as contas relativas à temporada 2015-16 com um recorde de receitas (211,9 milhões da SAD e 236,6 milhões do grupo SLB) e regista o maior resultado líquido da história da SAD, com ganhos de 20,4 milhões de euros. Os prémios obtidos pelo desempenho na Liga dos Campeões, competição na qual a equipa de Rui Vitória atingiu os quartos-de-final, tendo sido eliminada pelo Bayern Munique, “tiveram um incremento muito significativo” e foram “o maior contributo” para este desfecho, sublinhou Domingos Soares de Oliveira, administrador da SAD benfiquista, em declarações aos jornalistas.

As receitas da Liga dos Campeões foram o maior contributo, apesar de termos crescido em todos os canais da nossa actividade. O segundo aspecto é o crescimento dos resultados: a SAD apresentou lucro líquido superior a 20 milhões de euros, e isso permite-nos ter um crescimento muito significativo nos capitais próprios, com capitais próprios positivos [de 20,9 milhões de euros]. O terceiro aspecto é o crescimento das receitas internacionais: o Benfica tem hoje mais de 60% das suas receitas no mercado internacional. É dinheiro que o Benfica traz de fora para Portugal”, enunciou Domingos Soares de Oliveira, em declarações aos jornalistas.

No exercício 2015-16 a SAD do Benfica registou ainda um aumento de 25,8 milhões de euros no passivo consolidado, que passou a cifrar-se em 455,5 milhões de euros. “Esta variação é essencialmente explicada pelo aumento dos compromissos com fornecedores e outros credores, face aos investimentos realizados na aquisição de direitos de atletas, que permitiram reforçar o valor do activo da Benfica SAD”, pode ler-se no comunicado enviado pela sociedade à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Com a conquista do campeonato e da Taça da Liga e a presença nos quartos-de-final da Liga dos Campeões, o Benfica registou um crescimento de 3,1% nos gastos com pessoal, que atingiram os 61,4 milhões de euros – uma subida explicada pelo aumento da componente variável (ou seja, o pagamento de prémios de desempenho decorrentes dos bons resultados desportivos).

A temporada 2015-16 também marcou, em termos financeiros, a redução da dependência da SAD do Benfica relativamente à banca. A dívida bancária conheceu uma diminuição de quase 50 milhões de euros. “Uma parte da dívida que tínhamos com o sistema financeiro nacional foi substituída por [dívida] obrigacionista. É uma tendência que eu acredito que vai manter-se ao longo dos próximos anos, no sentido de reduzirmos a dependência da banca nacional", notou Domingos Soares de Oliveira.

O posicionamento do Benfica no mercado de transferências é que não vai mudar. “No nosso modelo, para além das três receitas tradicionais (bilhética, patrocínios e direitos televisivos), criámos uma quarta componente que é a detrading de jogadores. Para nós, um bocadinho à imagem daquilo que o FC Porto fez durante alguns anos, é muito importante podermos realizar mais-valias com a venda de jogadores”, admitiu o administrador da SAD do Benfica. Em 2015-16 os rendimentos obtidos em transacção de jogadores atingiram os 81,9 milhões de euros, “sendo de destacar os ganhos obtidos com as transferências de Renato Sanches, Gaitán, Ivan Cavaleiro e Lima”, acrescenta o comunicado à CMVM.

Para pagarmos bons salários e fazermos os investimentos que estamos a fazer neste momento, em termos de infra-estruturas, é muito importante que a transacção de jogadores se mantenha”, sublinhou Domingos Soares de Oliveira, rejeitando porém qualquer necessidade de vender em Janeiro: “Não é preciso. Nós fazemos a planificação das nossas necessidades de tesouraria com bastante antecedência relativamente a cada ano, e não temos nenhuma necessidade específica de vender jogadores em Janeiro.”

Fonte: Publico.pt

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