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O Benfica ganhou terreno para o líder, o FC Porto, ao esmagar o Nacional da Madeira por uns expressivos 10-0. A goleada começou a ser construída logo aos 35 segundos, mas só ganhou contornos verdadeiramente avassaladores no decorrer da segunda parte, na qual a formação de Bruno Lage marcou por sete vezes. Ao todo, foram oito jogadores a marcar, mas o destaque vai por inteiro para o médio Pizzi que, com um golo apontado, três assistências e quatro ocasiões flagrantes criadas.

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Uma goleada (da equipa mais realizadora da prova: 57 golos) fabricada a 10 de fevereiro, na data em que Chalana, um mágico 10 do passado, completou 60 anos e foi homenageado na Catedral, concluída ao minuto 90 por Jonas, o camisola 10 do elenco! Tudo alinhado, um desfecho que não acontecia há 55 anos e o primeiro lugar do Campeonato a apenas um ponto de distância.

No centro de uma moldura humana espetacular no Estádio da Luz, que teve lotação esgotada no jogo dedicado às Casas do Clube, a equipa do Benfica deu o pontapé de saída, fez circular a bola até à direita, voltou ao centro, derivou para a esquerdo e lançou o primeiro ataque letal da partida.

Gabriel espreitou a movimentação de Seferovic e projetou a bola ao longo do corredor esquerdo. O camisola 14 recebeu e, percebendo a entrada de Grimaldo no espaço aberto, tocou curto para dentro da área, onde o lateral-esquerdo dominou e chutou rasteiro para as redes (1-0). Estavam decorridos apenas 33 segundos de jogo – este foi o segundo golo mais rápido na corrente edição da Liga NOS.

Benfica-Nacional

Os jogadores orientados por Bruno Lage estavam ligados à corrente e ao bom futebol, costurando ataques atrás de ataques. O 2-0 aconteceu com naturalidade, aos 21': Gabriel, no espaço ofensivo, pressionou Alhassan e este perdeu a bola para João Félix, que logo fez um passe comprido a desmarcar Seferovic, e este, perante Daniel, atirou de pé esquerda para o segundo festejo do clube da Luz.

As oportunidades de golo sucediam-se e a bola encontrou as malhas da baliza do Nacional aos 27': Rúben Dias, descaído para a direita, executou um passe a rasgar, para André Almeida furar a linha defensiva e cruzar rasteiro na direção dos pés de Seferovic, que usou o esquerdo para assinar o 3-0.

Só dava Benfica, um vendaval ofensivo, mas o resultado apenas voltaria a mexer após o intervalo. E foi logo aos 50': Pizzi, sobre a esquerda, bateu um livre e a bola viajou até ao segundo poste, onde João Félix cabeceou para o 4-0. Foi o primeiro passe para golo neste desafio do rei das assistências da Liga NOS.

Benfica-Nacional

A encher o campo, Pizzi infiltrou-se pela esquerda, serpenteou entre dois contrários e acabou derrubado por Kalindi (53') no interior da grande área. Penálti!!! Na conversão do castigo máximo (54'), o camisola 21 das águias chutou para a direita e Daniel estirou-se para o lado oposto, nascendo assim o 5-0.

As ofensivas da equipa benfiquistas não paravam e o 6-0 foi consequência de um canto batido à esquerda por Pizzi. A bola caiu perto da pequena área e Ferro foi mais forte na disputa aérea, cabeceando para as redes (56'). O central "Made in Seixal" estreou-se a marcar na tarde/noite em que debutou como titular na equipa principal.

Ferro

A terceira assistência de Pizzi deu-se aos 64', dois minutos volvidos sobre a entrada de Florentino em jogo (rendeu Samaris), uma estreia absoluta de mais um jogador formado no Caixa Futebol Campus. Nesta fase da partida, as águias tinham sete portugueses em ação (André Almeida, Rúben Dias, Ferro, Florentino, João Félix, Pizzi e Rafa), quatro dos quais formados no Seixal.

Festejos

Num livre executado à esquerda, Pizzi fez então a bola pingar junto à entrada da pequena área e Rúben Dias foi mais forte na luta com o marcador de circunstância, tocando na direção da baliza para o 7-0.

Krovinovic substituiu João Félix (68') e Jonas, de regresso à competição após mais de um mês de ausência, ocupou o lugar de Seferovic (73'). Com unidades mais frescas, o Benfica aumentou a diferença. Aos 85', Jonas, de livre direto, disparou para o 8-0. Pouco depois, aos 88', Pizzi recebeu de Rafa na direita da área e de pronto desenhou a quarta assistência na partida, devolvendo a bola ao camisola 27 para este faturar o 9-0.

Futebol

Ao minuto 90, Jonas, enérgico na pressão sobre a bola, ganhou-a no corredor central e avançou na direção do golo, batendo sem chances de defesa para o guarda-redes Daniel. Estava feito o 10-0, a maior goleada no novo Estádio da Luz. Resultado igual, a favor do Benfica no Campeonato, só se vê recuando 55 anos, até 2 de fevereiro de 1964 (frente ao Seixal FC).

 

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Bruno Lage, treinador do Benfica, olha para a evolução da equipa, o caminho feito no último mês e aquele que ainda falta percorrer, sempre com o propósito e a ambição de alcançar mais e melhor, começando pelo próximo desafio, com o Nacional, na 21.ª jornada da Liga NOS, marcado para as 17h30 de domingo no Estádio da Luz.

Em conferência de Imprensa de antevisão, no Caixa Futebol Campus, Bruno Lage falou ainda de João Félix, anunciou o regresso de Jonas às convocatórias e lembrou que a presença das Casas do Benfica na Catedral para assistir a este duelo com os madeirenses "só por si tem de ser uma grande motivação".

 

É sabido que gosta de analisar os adversários ao pormenor. Que Nacional é que o Benfica vai ter pela frente?

É um adversário que normalmente joga em 4x3x3, mas que também domina o 4x4x2. Constrói muito bem por trás, sai a jogar pelo seu guarda-redes, pelos defesas, tenta ligar com os médios; tem uma boa dinâmica nos corredores, trocas posicionais entre os médios-ala e os interiores para procurar a profundidade. Antevejo um Nacional que goste de ter bola e que tente criar-nos as maiores dificuldades, mas estamos preparados para isso. Conta também olhar para aquilo que é nosso. Estou satisfeito com a evolução que temos tido. Vamos ter um jogo entre duas equipas competitivas, ambas à procura de ter bola, e nós com essa ambição e de controlar o jogo com bola.

 

O empate do FC Porto em casa do Moreirense (1-1) constituiu um fator de motivação extra para este desafio com o Nacional?

Não, a motivação tem de ser máxima. A nossa direção é olhar para aquilo que é nosso. Ainda agora no último jogo com o Sporting, importante porque era um dérbi a seguir a outro, a pressão colocada por mim nos atletas incidia na tarefa, naquilo que é a nossa forma de jogar. O nosso caminho tem de ser este. Ainda estamos em desvantagem para o FC Porto, essa desvantagem é de quatro pontos. Temos de olhar para a nossa evolução, apresentarmo-nos em campo determinados, a jogar bem, para conseguirmos os pontos que nos levem a chegar à frente. A nossa orientação, repito, tem de ser para aquilo que é nosso. Essa é a maior pressão que coloco em mim e nos jogadores.

Bruno Lage

Tendo em conta os resultados e as exibições das últimas semanas, considera que, neste momento, o Benfica, entre as equipas grandes, é quem pratica melhor futebol?

É uma pergunta difícil... Fujo sempre às comparações, eu olho é para nós. O que eu tenho visto é a nossa evolução, e isso deixa-me satisfeito. Aquilo que foi o nosso primeiro jogo com o Rio Ave e estes últimos com o Sporting deixa-me feliz porque fizemos uma boa evolução num mês. Com um calendário muito apertado, conseguimos fazer a equipa crescer e os jogadores evoluir, e isto tudo com vitórias e poucos dias para treinar. Esta é a comparação que faço, desde o jogo com o Rio Ave até ao último com o Sporting.

 

Nas últimas semanas temos visto inúmeras notícias sobre João Félix, que apenas tem 19 anos. O jogador, neste momento, está nas nuvens ou com os pés bem assentes na terra?

Vendo o registo dele tanto em treino como em jogo, acho que lhe está a passar tudo ao lado. Sinto-o determinado, entra em campo como se estivesse a jogar desde sempre com os colegas, completamente à vontade. Por isso nem o sinto nas nuvens nem com os pés bem assentes na terra; sinto-o com um à-vontade muito grande, nem parece um menino de 19 anos, mas, sim, já um homem completamente pronto para aquilo que aí vem. É verdade que está a crescer, mas sinto-o com uma mentalidade e uma maturidade muito acima da média para a idade dele.

Bruno Lage

Ferro estreou-se na equipa principal do Benfica no dérbi. Vai manter a titularidade? É um jogador que já lhe dá totais garantias? É um facto que estava habituado a jogar ao lado de Rúben Dias, o que pode facilitar...

Sim, está habituado, mas já não joga com o Rúben há dois anos. O trabalho da linha defensiva é muito importante em qualquer equipa. Imaginem quatro pessoas a andar e a pensar, a correr para a frente, para trás ou para os lados, os quatro à mesma velocidade, à mesma distância e sempre em linha. Se deixarem de treinar durante dois anos, isso perde-se. Fazemos esse tipo de treino todas as semanas. É ali que os nossos adversários vão procurar espaços entre os defesas, à frente e atrás da defesa. Tem de ser um trabalho com enorme organização. Quando passa uma semana e não fazemos esse tipo de treino, sentimos que se perdem coisas, por isso imagine um intervalo de quase dois anos sem isso. Ferro dá totais garantias. Se vai jogar ou não, isso digo primeiro ao jogador. Está convocado.

 

Com os jogos da Liga Europa o calendário vai ficar mais denso. Vai ter de rodar mais os jogadores a partir de agora?

Temos de crescer no outro lado, que é ter mais bola. Se tivermos mais bola, vamos defender menos tempo. Evito sempre as perguntas do "se" e do "quando". Temos de viver o dia a dia. Para já, a avaliação tem de ser: quem está disponível para jogar amanhã [domingo]? A seguir temos mais quatro dias para preparar o próximo jogo. Esta tem de ser a nossa visão. Responder ao "se" e ao "quando" é tocar em situações que não são concretas, que ainda não aconteceram. O que me deixa muito satisfeito é que está toda a gente empenhada, dedicada, a pensar mais no "nós" do que no "eu".

Bruno Lage

Esperava, ao fim de tão pouco tempo ao comando da equipa, uma resposta tão positiva?

O caminho faz-se caminhando. Importante foi tentarmos perceber o que cada um dos jogadores poderia valer, e ainda não os conheço na sua totalidade, porque só conhecemos um jogador ao detalhe quando ele joga e nem todos tiveram oportunidade de jogar. Procurámos perceber como poderiam contribuir no novo sistema tático e também a ligação entre eles em campo. Este é o caminho que os treinadores fazem para construir a equipa. O que senti foi uma dinâmica muito boa. Dividindo este primeiro mês, houve uma fase com quatro jogos em que quase não tivemos tempo para treinar. Após o jogo com o FC Porto tivemos uma semana para treinar, o que deu para conhecer e criar ligações e dinâmicas.

 

Jonas e Fejsa já contam para este encontro?

Fejsa está fora, Jonas está dentro da convocatória.

 

Espera-se um Estádio da Luz repleto no Benfica-Nacional, que é também um jogo especial para as Casas do Benfica. Sentem este apoio no dia a dia e também quando jogaram fora?

Respeitar o público e olhar para ele tem de ser um dos objetivos para quem trabalha nesta casa. Se conseguimos fazer este percurso no último mês, foi essencialmente porque houve uma primeira reação do público, que nos apoiou e que sentiu que a equipa poderia dar a volta a uma situação difícil. Os adeptos juntaram-se à equipa e esta deu uma boa resposta, tem jogado bem. Amanhã [domingo], por aquilo que tem sido a qualidade exibicional da equipa, porventura mais pessoas virão ao Estádio. É um domingo, um dia de família, e as Casas do Benfica também são a nossa família, vão estar presentes para nos ver jogar e isso, por si só, tem de ser uma grande motivação.

Fonte: SLBenfica.pt

Texto: João Sanches

Fotos: Isabel Cutileiro / SL Benfica

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O Benfica está de regresso às vitórias e à liderança da Liga NOS após vencer o Nacional, este domingo, no Estádio da Luz, perante 48.638 espectadores, por 3-0.

De Setúbal para a Luz, duas mudanças no onze inicial. Salvio e Eliseu nos lugares de Franco Cervi e André Almeida. De resto tudo na mesma.

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Interessantes 20 minutos do Nacional, mormente do ponto de vista defensivo. Os comandados por Predrag Jokanovic juntaram as linhas defensiva e intermediária, e o Benfica sentiu algumas dificuldades de construção em ataque continuado; os perigos advinham de transições rápidas que apanhavam os madeirenses em contrapé.

Sem conseguir construir lances de perigo, o brasileiro Jonas foi, todavia, a referência com os remates a saírem sem perigo. Apenas aos 19’, o camisola 10 testou a atenção de Adriano Facchini. O Benfica parecia libertado da teia do Nacional e no minuto seguinte, Salvio remata para defesa de Adriano Facchini após contra-ataque conduzido por Zivkovic.

Estava dado o mote para o que se seguiria até ao intervalo: golos e várias oportunidades desperdiçadas. Os primeiros festejos surgiram aos 25’. Zivkovic descobriu Jonas na área, e o brasileiro, de cabeça, inaugurou o marcador na Luz.

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O avançado Benfiquista tem uma predileção por marcar aos alvi-negros e o bis apareceu aos 35 minutos. Nélson Semedo conduziu o ataque, deixou o esférico à entrada da área e Jonas desferiu um remate de belo efeito. Estava feito o 2-0!

Já só dava Benfica e o Nacional sentia dificuldades em acercar-se da área encarnada. Aos 40’, Pizzi rematou para defesa do guardião nacionalista após passe de Zivkovic. O sérvio estava mesmo endiabrado e volvidos cinco minutos colocou o esférico na cabeça de Mitroglou que saiu um tudo-nada ao lado.

Com 2-0 ao intervalo, as águias vieram mais pressionantes no reatamento, com o Nacional a ficar cada vez mais remetido ao seu meio-campo. A controlar o jogo com posse de bola, o Benfica foi gerindo a vantagem com segurança, dinâmica e maturidade. Em contraciclo esteve o árbitro, Luís Godinho. Aos 59 minutos deveria ter expulsado Rui Correia por entrada grosseira por trás e sem bola sobre Salvio, e minutos depois não amarelou Adriano Facchini por ter atirado a bola para longe depois de o ter feito a Jonas e Ederson.

De regresso ao futebol jogado, destaque para o cabeceamento de Mitroglou aos 69’ para defesa de Facchini. O passe foi de Nélson Semedo. Com o jogo controlado, Arnado Teixeira, treinador-adjunto de Rui Vitória, permitiu a estreia de Filipe Augusto, um dos reforços de inverno.

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Não satisfeito com o 2-0, o Tricampeão queria mais e o 3-0 surgiu aos 81 minutos por Mitroglou, que concluiu uma bela jogada coletiva.

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A turma da Luz lidera a classificação da Liga NOS, com 48 pontos. Na sexta-feira recebe o Arouca, às 20h30.

O Benfica alinhou com Ederson; Nélson Semedo, Luisão, Lindelöf, Eliseu; Fejsa, Pizzi (Filipe Augusto, 78’), Salvio (Rafa, 70’), Zivkovic; Jonas e Mitroglou (Carrillo, 82’).

 

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TRIcampeões

por João Silva, em 16.05.16

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Estádio da Luz completamente cheio numa romaria das antigas até à Catedral, com a fé no 35! Às 17h00 as bancadas deram a conhecer a coreografia para o jogo com o Nacional. Estava tudo a postos para o apito inicial do encontro da 34.ª jornada da Liga NOS.

No momento da grande decisão, o Sport Lisboa e Benfica mostrou ter estofo de… Tricampeão! Venceu o Nacional por 4-1 e consumou com a renovação do título uma recuperação extraordinária na tabela classificativa até à liderança depois de muita luta e união.

O Benfica termina a edição 2015/16 da Liga NOS com 29 vitórias em 34 jogos, 88 golos marcados e 88 pontos. Impressionante!

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O Benfica alinhou com Ederson (Paulo Lopes, 81’); André Almeida, Lindelöf, Jardel, Grimaldo; Fejsa (Samaris, 52’), Talisca, Pizzi, Gaitán; Jonas e Mitroglou (Raúl Jiménez, 72’).

 

VIVA O BENFICA!!!

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O Benfica viajou até à Pérola do Atlântico, tendo a partida, inicialmente agendada para as 20h30 de domingo, sido adiada devido ao intenso nevoeiro que cobriu o recinto… uma situação que se repete e que, mais uma vez, impossibilitou a visibilidade e consequente decorrer do encontro.

Reinício de jogo com um canto e bem animado… contra-ataque rápido das “águias”, com Carcela, lançado por Pizzi, a permitir a defesa de Rui Silva. Instantes depois nova oportunidade de golo, desta feita por Lisandro, após um livre, de cabeça, a dar o mote.

O Benfica carregava e o golo adivinhava-se! Aos 22’, grande jogada do jovem, Renato Sanches, a cruzar para o coração da área. Jonas surge no local certo, encosta, mas a bola acaba por subir e passar a trave… Incrível!

No minuto seguinte o “Jonas Pistolas” redimiu-se! Enorme cruzamento de Carcela e Jonas, de cabeça, a colocar a bola no fundo das redes. Estava feito o 0-1.

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O jogo estava aberto e o Nacional respondeu! Minuto 28’ e Soares, com um remate poderoso testou Júlio César que respondeu com segurança. Na sequência do lance, canto, e o mesmo jogador surge solto a cabecear perigosamente.

Ao intervalo, o SL Benfica estava em vantagem, mas o resultado pecava por escasso…

A segunda metade começaria “espevitada”… e com o empate! A defesa “encarnada” tardou em limpar a bola de zona perigosa e Soares, o mesmo que ameaçara o empate nos primeiros 45’, rematou para o 1-1.

Os “encarnados” reagiram prontamente! Cinco minutos volvidos, lançamento lateral de Eliseu, Raúl cruza para a área e Jonas, agora de pé direito, a fazer o 1-2 e a recolocar justiça no marcador.

O melhor marcador das “águias” estava inspirado e não tardou em surgir o “hat-trick”. Minuto 62, assistência de Pizzi e Jonas – de cabeça – a dilatar a vantagem para 1-3.

Em cima do apito final, Mitroglou, recém-entrado na partida, com um remate colocado, sentencia o marcador num 1-4 final.

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Vitória justa, da melhor equipa em campo, frente a um adversário que nunca deitou a “toalha ao chão”, num desafio animado e com golos!

Numa jornada em que os principais rivais também somaram três pontos, os “encarnados” mantêm o 2.º lugar da classificação geral, somando 40 pontos (13V,1E,3D), com 45 golos marcados e 11 sofridos.

O SL Benfica alinhou com o seguinte onze: Júlio César; André Almeida, Jardel, Lisandro e Eliseu; Fejsa, Pizzi, Renato Sanches e Carcela (Gonçalo Guedes, 84’); Raúl (Mitroglou, 72’) e Jonas (Talisca, 86’).

#RumoAo35

 

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O Bicampeão Nacional defronta a formação do CD Nacional, numa partida relativa à 17.ª jornada do Campeonato Nacional.

Depois da vitória dos “encarnados” frente a este mesmo adversário mas para as contas da Taça da Liga, Rui Vitória quer repetir a dose e manter desta forma a senda de triunfos.

Do outro lado está uma equipa bem montada por Manuel Machado, com um “miolo” combativo e extremos abertos a tentar aproveitar todas as transições para surpreender.

Prevejo um jogo difícil. As equipas do Nacional dificultam sempre a vida às equipas do topo da tabela. Há dias tivemos aqui o Nacional, em contextos diferentes, mas é uma equipa que nos vai querer ganhar e tem essa ambição. Tem um jogo a seguir para a Taça, e vai, com certeza, querer ganhar estes dois jogos. Agora, nós só temos um propósito, que é o mesmo de sempre: vamos à Madeira para ganhar e continuar nesta senda vitoriosa”, começou por dizer Rui Vitória, na Conferência de Imprensa de antevisão à partida.

Numa Choupana onde muitas vezes as más condições climatéricas impossibilitam os desafios, o treinador deixa uma certeza: “É evidente que esta questão do mau tempo pode acontecer em qualquer lado. Mas amanhã logo veremos. Seja no pelado, no alcatrão, na relva com nevoeiro, sem nevoeiro, nós vamos para ganhar. É esse o nosso foco!

Ainda acerca do adversário…

Vamos defrontar uma equipa chata, difícil e com um bom treinador. Temos que marcar e não sofrer. É uma verdade de La Palice. Comparativamente ao último desafio, são jogos diferentes, com jogadores diferentes, com histórias diferente e nós temos é de manter o nosso nível e sempre com a mesma visão: ela tem é que entrar na baliza do Nacional e não pode entrar na nossa. Nós estamos a fazer o que sempre dissemos. Estamos a lutar pela aproximação ao 1.º lugar, já estamos em 2.º e é esse o nosso foco. Vamos fazer tudo para ganhar. Vai haver muito campeonato, ainda se vão perder muitos pontos e no final fazem-se as contas”, argumentou o técnico.

 

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