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Champions: SL Benfica 1-2 Nápoles

por João Silva, em 07.12.16

Assim que se iniciou a partida, o que se viu foi um Nápoles personalizado nos primeiros minutos, a jogar de forma apoiada e a trocar a bola no meio-campo Benfiquista.

Talvez algo surpreendido, o Benfica demorou algum tempo a encontrar-se, mas acabou, com o passar dos minutos, por crescer no encontro. Porém, o primeiro remate perigoso foi de Hamsik para defesa de Ederson (20’). Aos 21 minutos, Gonçalo Guedes fica com o esférico beneficiando de um ressalto, mas, na área, o remate saiu um pouco ao lado. Mais Benfica no jogo e Raúl Jiménez teve o golo no pé direito. Arrancou que nem uma flecha para a área e disparou com Reina a sacudir para canto (23’).

Porém, o equilíbrio foi a nota que torneou os primeiros 45 minutos, com as equipas a arriscarem pouco de forma a não se descompensarem no setor mais recuado. Antes do descanso, o Nápoles voltou a testar a atenção de Ederson com um remate de Gabbiadini já dentro da grande área. O intervalo chegava com o nulo a permanecer no marcador.

O Nápoles regressou ao relvado melhor do que o Benfica, mas cedo o jogo ficou equilibrado. Rafa entrou aos 57’ e no minuto seguinte levou perigo à área italiana. Do susto ao golo foi um pulo. Callejón apareceu isolado frente a Ederson, pica-lhe o esférico e inaugurou o marcador na Luz.

O Nápoles ia controlando o jogo com bola no meio-campo. Apenas de bola parada, num livre direto, a equipa de Rui Vitória voltava a criar perigo. Pizzi aos 76 minutos. Novo susto, novo golo! Martens trabalhou bem na área e rematou colocado (78’). O 0-3 não surgiu aos 83 minutos porque Ederson negou os intentos a Zielinski.

Não marcou o Nápoles, reduziu o Benfica através de Raúl Jiménez, à passagem do minuto 87. Até final, o resultado não mais se alterou.

Apesar da derrota por 1-2, o Benfica segue para os oitavos de final da Liga dos Campeões pelo segundo ano consecutivo. O sorteio tem lugar na segunda-feira, dia 12 de dezembro.

 

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Benfica no Play-off da UEFA Youth League

por João Silva, em 07.12.16

Frente ao Nápoles, os Juniores do Benfica venceram por 2-0 e garantiram a presença no play-off da competição.

Primeira parte de sentido único com o Nápoles a remeter-se às tarefas defensivas. Duas linhas bem juntas – a mais recuada e a intermédia – a deixarem pouco espaço entrelinhas para os jogadores do Benfica criarem lances de perigo.

No ataque, os transalpinos foram praticamente inexistentes durante os primeiros 45 minutos. Não estranha, portanto, que tenha havido apenas uma flagrante oportunidade de golo. Aos três minutos, João Félix rematou à base do poste.

Na etapa complementar, as águias entraram praticamente a ganhar. 47 minutos e João Félix marcou o primeiro do jogo. Dois minutos depois, o mesmo jogador esteve perto de bisar após excelente jogada coletiva.

A perder, o Nápoles tentou ser mais assertivo e acutilante, acabando por atirar uma bola ao poste da baliza de Fábio Duarte aos 72 minutos, através de Ligouri. Ao lance dos italianos respondeu o Benfica com o segundo golo. Esposito fez grande penalidade aos 74 minutos que João Carvalho bateu a preceito.

Antes do apito final, Rúben Dias esteve perto de fazer o 3-0, mas o esférico saiu ao lado.

Os Juniores terminam na 2.ª posição do grupo B, com 10 pontos.

Fonte: SLBenfica.pt

 

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O Benfica decide hoje o futuro na Champions

por João Silva, em 06.12.16

Benfica_Nápoles.jpg

O Benfica recebe esta terça-feira os italianos do Nápoles no Estádio da Luz para um jogo que irá colocar frente a frente os dois primeiros classificados do Grupo B da Liga dos Campeões.

Com três pontos em disputa na última jornada, Benfica e Nápoles somam ambos oito pontos, mais um do que o Besiktas.
Num grupo que tem três candidatos para os dois lugares em aberto, as contas do Benfica são simples de fazer: basta fazer o mesmo que o Besiktas em Kiev frente ao Dínamo para chegar pela segunda temporada seguida aos oitavos-de-final. Se fizer pior, cai para a Liga Europa.

E até pode perder este jogo, se acontecer o mesmo aos turcos na Ucrânia, mas a última coisa que Rui Vitória quer é ter a equipa a jogar com o que se passa a milhares de quilómetros da Luz: “Se quisermos jogar dois jogos num só, estamos no caminho errado. Dependemos de nós, tal como o Nápoles. Só depois faremos essas contas, não vale a pena distrairmo-nos com isso”. Não entrar para ganhar, na perspectiva do técnico, seria trair a identidade da equipa: “Temos a noção clara do que temos de fazer. Andamos a trabalhar com uma identidade e isso não vai mudar neste jogo”.

Depois de um Outubro só com vitórias, o Benfica teve alguns percalços em Novembro (empates no Dragão e em Istambul) e iniciou Dezembro com um desaire no Funchal. Um dado estatístico desta época que joga a favor da equipa de Rui Vitória é que, a cada empate ou derrota, seguiu-se sempre uma vitória.

O Nápoles apresenta-se na Luz após uma vitória moralizadora sobre o Inter por 3-0, mas, ao contrário do Benfica, tem tido uma época bastante irregular (apenas quatro vitórias nos últimos 12 jogos em todas as competições) e está bastante longe da liderança da Série A – sexto, com 28 pontos, a oito do líder Juventus. Não terá em Lisboa um dos seus principais goleadores, o polaco Arkadiusz Milik, lesionado desde o início de Outubro, mas continua a ter um grande potencial ofensivo, com jogadores da qualidade de Hamsik, Callejón, Insigne ou Mertens.

A nível de ausências, o Benfica não vai poder contar com os lesionados Eliseu e Grimaldo para o lado esquerdo da defesa, e com Jonas, que está a recuperar de uma longa ausência e ainda não tem ritmo competitivo para o jogo com o Nápoles.

Estão convocados:

Guarda-redes – Ederson e Júlio César;

Defesas – Lisandro, Luisão, Lindelöf, Jardel, André Almeida e Nélson Semedo;

Médios – Fejsa, Samaris, Carrillo, Salvio, Pizzi, F. Cervi, Rafa e Celis;

Avançados – Raúl, Mitroglou e Gonçalo Guedes.

 

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Champions: Nápoles 4-2 SL Benfica

por João Silva, em 29.09.16

Com três alterações na equipa titular em relação ao triunfo em Chaves, o Benfica apresentou-se em Nápoles com Júlio César, André Almeida e Carrillo no onze. Mitroglou foi a referência num ataque constituído por Pizzi, André Horta e André Carrillo. No meio campo, André Almeida regressou à titularidade no Benfica com Fejsa e enquanto que na defesa Lisandro López e Lindelof fizeram parelha com Grimaldo e Nélson Semedo nas alas.

Nápoles_Benfica_3.jpg

Com um arranque prometedor, o Benfica colocou em sentido a formação do Nápoles que tinha alguma dificuldade em penetrar na área do Benfica nos instantes iniciais. A equipa de Rui Vitória desperdiçou duas grandes ocasiões de golo para se colocar na frente, por intermédio de Mitroglou, numa fase inicial de jogo que lhe permitiria margem para 'segurar' o ambiente de Nápoles.
E como no futebol há aquela 'máxima' de quem não marca sofre, o Nápoles adiantou-se no marcador aos 20 minutos de jogo na sequência de um pontapé de canto marcado por Ghoulam e finalizado pelo capitão Hamšík.

Nápoles_Benfica_1.jpg

Ao intervalo, o golo de Hamšík continuava a dar vantagem ao Nápoles apesar da boa exibição do Benfica no São Paolo.

No segundo tempo, a equipa comandada por Maurizio Sarri entrou forte no jogo e aproveitou alguma desorganização defensiva por parte do Benfica para marcar 'de rajada' três golos em menos de 10 minutos. Aos 51 minutos, Lisandro López comete uma falta à entrada da área e cedeu um livre ao Nápoles. Chamado à conversão do pontapé de livre, Mertens rematou e não falhou, fazendo o 2-0 com a bola a entrar muito perto do poste. Júlio César nem se mexeu. Três minutos depois, o guarda-redes do Benfica tentou compensar um ressalto em Lindelof e na 'mancha' sobre Callejón acabou por cometer grande penalidade. Chamado à conversão, Milik fez o 3-0 e sentenciou aí quaisquer aspirações do Benfica em lutar pela vitória. Moralizados pelo resultado dilatado, e perante um adversário que acusou os dois golos sofridos no arranque do segundo tempo, o Nápoles acabaria por marcar o 4-0 aos 58 minutos por internédio de Milik num lance em que Júlio César falhou por completo uma saída à bola.

Já com Salvio em jogo desde o minuto 56, Rui Vitória lançou Gonçalo Guedes e tirou André Carrillo aos 67 minutos e o futebol do Benfica melhorou bastante com a velocidade de Gonçalo Guedes e a experiência objectiva de Salvio. As duas apostas de Rui Vitória no segundo tempo ainda conseguiram reduzir para 4-2 e mostrar que o resultado final poderia ter sido outro.

Nápoles_Benfica_2.jpg

Este jogo mostrou que há erros que não se podem cometer, ainda mais quando se defronta um adversário que revelou uma grande eficácia.
A passagem do Benfica aos oitavos-de-final da Champions está perfeitamente em aberto, os próximos jogos serão decisivos, mas com o regresso de alguns jogadores que têm estado lesionados, a equipa de Rui Vitória estará muito mais forte.

 

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Youth League: Benfica vence em Nápoles

por João Silva, em 28.09.16

A equipa de sub-19 do Benfica alcançou a primeira vitória da época na fase de grupos da Youth League, ao vencer em Nápoles, por 3-2.

João Félix inaugurou o marcador aos 24 minutos, colocando as águias em vantagem. Aos 55, Filipe Soares converteu uma grande penalidade e ampliou o resultado. No entanto, o Nápoles iria surpreender e, mesmo com 10 jogadores, chegou ao empate, graças a um bis de De Simone, que marcou aos 79 e 85 minutos.

Contudo, apenas um minuto depois, Florentino marcou, de cabeça, o golo que iria selar a vitória encarnada.

O Benfica está agora no segundo lugar do grupo B da Youth League, com quatro pontos, os mesmo do Dínamo de Kiev, que empatou 3-3 com o Besiktas.

O SL Benfica alinhou com: Fábio Duarte (c); Diogo Cabral, Soares Silva, Pedro Álvaro e Ricardo Mangas; Diogo Mendes e Florentino; Banjaqui, Soares e Félix Sequeira; Tiago Dias.

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Benfica contra tendência negativa em Itália

por João Silva, em 28.09.16

Quando enfrentar o Nápoles esta quarta-feira, em Itália, no Grupo B da UEFA Champions League, o Benfica não vai tentar apenas bater um adversário de peso na luta pelo apuramento, mas também contrariar uma tendência desfavorável.

Napoles_Benfica.jpeg

Os duelos com equipas transalpinas nas competições de clubes da UEFA têm sido uma constante na história dos "encarnados", contabilizando-se 29 jogos, entre 1963 e 2014, nas mais diversas provas e fases, incluindo finais. A regularidade também é um facto, excepção feita para o maior período entre jogos, de quase 15 anos, de 1968 a 1983.

O problema para o Benfica é que o saldo global é negativo, com nove vitórias, cinco empates e 15 derrotas. E se em casa o registo é positivo, com seis vitórias, quatro empates e três derrotas, fora é bastante desfavorável, com somente três triunfos, uma igualdade e nove desaires. Se a isto juntarmos os encontros em terreno neutro (finais), o cenário é ainda mais desanimador, com três encontros decisivos perdidos em igual número de jogos.

Este é o segundo duelo entre as duas equipas e, apesar do primeiro ter sido favorável ao Benfica, não começou da melhor maneira e serviu para alargar esta tendência negativa. Na primeira ronda da Taça UEFA 2008/09, a formação lusa perdeu a primeira mão em Nápoles, por 3-2. No entanto, no segundo jogo conseguiu dar a volta e seguir para a fase de grupos graças a um triunfo por 2-0.

Benfica_2-0_Napoles.gif

Ao contrário dos jogos da presente época, todos os outros, com excepção de um, aconteceram em fases a eliminar e também aí o Benfica não teve motivos para sorrir. Em 2007/08, na fase de grupos da UEFA Champions League, teve pela frente o Milan: empatou em casa e perdeu fora, acabando por terminar o grupo no terceiro posto e falhar o apuramento para os oitavos-de-final.

Com jogos em três competições diferentes, a maior parte aconteceu na Taça dos Clubes Campeões Europeus/UEFA Champions League, na qual o saldo como visitante é o mais desfavorável aos "encarnados", com uma vitória e três derrotas. Na Taça UEFA/UEFA Europa League o Benfica soma uma vitória, um empate e três derrotas, enquanto na Taça dos Vencedores das Taças regista-se uma vitória e duas derrotas.

O emblema de Lisboa pode moralizar-se com o facto de, apesar de poucos, as vitórias e o empate fora terem sido quase todos globalmente positivos, mesmo não ganhando desde 1997 em Itália. Aliás, nesse ano, na edição 1996/97 da Taça das Taças, foi a única vez em que uma vitória ou empate não deram o apuramento às "águias", eliminadas diante da Fiorentina. De resto, os triunfos frente a Juventus (Taça dos Campeões, 1967/68) e Roma (Taça UEFA, 1982/83), bem como o nulo igualmente com os "bianconeri" (UEFA Europa League, 2013/14), ditaram a passagem à fase seguinte.

Apesar da prova ainda ainda estar no início, à luz desta estatística o Benfica sabe quão importante é para o futuro conseguir um resultado positivo em Nápoles, frente a uma equipa que em quatro duelos com conjuntos portugueses venceu dois e empatou outros outros tantos, e só por uma vez foi eliminada.

Fonte: http://pt.uefa.com 

 

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