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O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, manifestou-se no final do jogo “severamente preocupado” com a arbitragem portuguesa, revelando que há juízes que estão a ser “ameaçados” e que “ninguém quer apurar a verdade”.

 

“O que se passou deixa-nos preocupados e de que maneira. (…) Quando assistimos alguém com câmara de televisão à frente, é arbitro e não consegue distinguir em lance de TV se é fora de jogo ou não… se não consegue distinguir, no lance do primeiro golo do FC Porto, se é falta ou não, este homem não pode arbitrar mais”, sentenciou.

 

O Presidente do Benfica, que falava após a derrota com o FC Porto, por 3-1, em Braga, nas meias-finais da Taça da Liga, manifestou-se cáustico com a equipa de arbitragem liderada por Carlos Xistra, bem como com o videoárbitro Fábio Veríssimo.

 

“Quando [videoárbitro] ainda tem a lata de dizer ao árbitro para anular o primeiro golo do Benfica - curiosamente depois o arbitro teve a coragem de o validar – fico preocupado. Um homem destes com duas, três, quatro câmaras não consegue distinguir um fora de jogo ou não… Na dúvida, hoje é fácil castigar o Benfica, penalizar o Benfica”, lamentou.

 

Luís Filipe Vieira aludiu ainda à expulsão de Rui Costa do banco do encarnado, quando o administrador já estava a substituir como delegado Tiago Pinto, a cumprir castigo.

“Depois assistimos impávidos e serenos ao que é o banco num lado e no outro. Alguém que é expulso não sei se é castigado ou não. O que é certo é que qualquer pessoa nossa é castigada severamente. Mas vamo-nos distraindo”, completou.

 

Revelou ainda que já disse “cara a cara” ao presidente do conselho de arbitragem, José Gomes, que a culpa é do órgão que dirige.

“Basta ver o que se passou com a história dos emails para ver que há determinados árbitros que foram praticamente escorraçados, corridos da arbitragem. Nem sabemos porquê. Hoje ele sabe e eu sei que há árbitros que estão condicionados. Foram ameaçados e as suas famílias também. Eles sabem. Não querem descobrir a verdade não sei porquê. Agora alguma coisa se está a passar em todo o lado que é penalizante. Estamos a ficar severamente preocupados”, insistiu.

 

Luís Filipe Vieira, que lembrou que o clube foi condenado na praça pública, mas que até ao momento nenhum tribunal o castigou, garante que “ninguém vai vergar o Benfica”.

“Não podemos ter papas na língua: ninguém nos vai vergar e hoje ficou aqui demonstrado neste campo que a tal equipa que era para abater levantou-se novamente. Deu show de bola nos primeiros 30 minutos e não virou o resultado por má sorte”, opinou.

 

O presidente asseverou que o Benfica não precisa de reforços, pois considera que o atual plantel tem todo o “valor para subir muito mais”.

“Todos temos falhas, eu também, como todo o ser humano. No caso do apoio ao Benfica, há um chapéu por cima que é uma bandeira, que representamos e tenho de defender. Tenho orgulho tão grande de ser do Benfica, da obra feita invejada por muita gente. Querem destruir-nos, mas fiquem cientes que vamos crescer ainda mais, fazer muito mais e ganhar muito mais”, concluiu.

O Benfica vai pedir ao Conselho de Arbitragem a divulgação pública das comunicações entre a equipa de arbitragem no jogo com o FC Porto, das meias-finais da Taça da Liga.

 

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Vieira vai falar com Mourinho

por João Silva, em 10.01.19

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Luís Filipe Vieira vai, nos próximos dias, encontrar-se com José Mourinho para ouvir da boca do treinador português quais as condições em que colocaria a possibilidade de orientar o Benfica na próxima temporada.

É a consequência natural de uma semana que começou com Mourinho a não fechar a porta a essa hipótese - tal como A BOLA revelou na sua edição de sábado - e o presidente encarnado a abrir-lhe a porta da Luz, na entrevista que concedeu a Cristina Ferreira na segunda-feira: «Se Mourinho disser que sim, vem logo. Dinheiro não é problema.»

 

Luís Filipe Vieira sabe que não será fácil convencer José Mourinho a regressar de imediato ao Benfica. Não apenas porque o treinador português continua a ser muito cotado no estrangeiro - ainda nos últimos dias o Real Madrid tem sido apontado como estando muito interessado no seu regresso à capital espanhola -, tendo por isso a possibilidade de abraçar projetos bem mais vantajosos, tanto a nível desportivo como financeiro.


De qualquer forma, pretende conversar com Mourinho para perceber quais são as reais possibilidades de garanti-lo como treinador para a época 2019/2020 - pegar de imediato na equipa é cenário, como escrevemos no sábado, colocado de parte. O local do encontro entre os dois é incerto - Mourinho, sabe o nosso jornal, está em Londres mas não é de descartar a hipótese de vir a Portugal nos próximos dias -, mas certo é que se irá realizar em breve.

 

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Os cânticos vindos da bancada, durante a partida de domingo frente ao Rio Ave, não caíram bem a Luís Filipe Vieira. Convidado na estreia do novo programa de Cristina Ferreira na SIC, admitiu que ficou “magoado” com os adeptos que pediram a demissão do presidente das “águias”.

Vivi e vivo o Benfica de forma intensa. As pessoas vivem muitas emoções e têm reacções que não deviam ter. Porque, não podemos, debaixo de um mau resultado, dar a ideia de que vamos caminhar para um suicídio. Ainda ontem, as pessoas gritaram o meu nome de uma forma que não deviam ter feito. Não tenho de dar provas a ninguém de uma casa que não existia e foi transformada. Uma casa que não pagava salários, atrasava-se nove meses. Hoje paga a tempo e horas”, reiterou Luís Filipe Vieira, reagindo aos cânticos proferidos pelos membros dos No Name Boys, localizados no topo Sul do Estádio da Luz.

Outro dos assuntos abordados por Cristina Ferreira prendeu-se com a mudança de treinador. Rui Vitória deixou o comando técnico e Bruno Lage, treinador da equipa B, assumiu o controlo da equipa principal. Luís Filipe Vieira não escondeu a tristeza pela saída de Rui Vitória, elogiando a forma cordial como o treinador saiu: “As pessoas ainda vão ter muitas saudades dele. O Rui achou que não era a pessoa certa para o Benfica e colocou o lugar à disposição. A saída foi pacífica”.

Quanto a um substituto definitivo, o líder das “águias” preferiu não comentar, garantindo que a decisão será conhecida na próxima semana: “Nunca houve interesse dos treinadores [que têm sido apontados ao Benfica]. Ainda noutro dia telefonei ao presidente do Vitória de Guimarães [para o tranquilizar], por causa do Luís Castro”. Uma das hipóteses apontadas ao clube da Luz foi José Mourinho, recentemente despedido do Manchester United, com Luís Filipe Vieira a afirmar que o “special one” tem portas abertas na Luz: “Mas que equipa não quereria o José Mourinho? Se ele dissesse que sim, vinha já. O dinheiro não é problema”.

O presidente do Benfica abordou ainda a difícil vitória​ frente ao Rio Ave, jogo que marcou a estreia de Bruno Lage no banco dos "encarnados". As "águias" encontraram-se em desvantagem muito cedo na partida, mas, com quatro golos sem resposta, conseguiram dar a volta ao resultado (4-2) e conquistar os três pontos. “A perder por 2-0 ficamos preocupados, mas demos uma boa resposta”, afirmou​ Luís Filipe Vieira.

Bruno Lage, treinador interino, espera para saber se conseguirá ficar como treinador definitivo dos “encarnados”, hipótese que o presidente não põe inteiramente de lado: “Já conheço o Bruno há muitos anos. Se ele tem perfil para ser treinador do Benfica? Sim. Temos um projecto que não queremos alterar. O futuro do Benfica vai passar pela formação”.

Fonte: Publico.pt

 

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Discurso de LFV durante o jantar de Natal

por João Silva, em 14.12.18

Luís Filipe Vieira proferiu um discurso otimista durante o jantar de Natal em que estiveram funcionários, atletas, equipas técnicas e colaboradores do Benfica.

O presidente dos encarnados elogiou o trabalho desenvolvido pela sua direção e não escondeu que ao nível desportivo o objetivo das águias é a reconquista do título já esta época.

"Ficamos orgulhosos pelo reconhecimento que existe relativamente ao trabalho que foi desenvolvido pelos benfiquistas nestes últimos 18 anos.

No campo desportivo voltámos aos tempos do tri, até de um único tetra, de novas finais europeias, de grandes vitórias nas modalidades de pavilhão e projeto Benfica olimpico", constatou o líder benfiquista.

"Consolidámos a estratégia de aposta nos atletas formados no Benfica. Para este ano o mote é a reconquista, para consolidar uma hegemonia que muito trabalho nos deu a conquistar", prosseguiu.

Vieira anunciou, ainda, a expansão do Caixa Futebol Campus, cuja conclusão das obras está prevista para o próximo mês. "É o nosso presente de Natal e de Ano Novo. 

Um Caixa Futebol Campus ainda mais forte, apetrechando o clube com um dos mais avançados complexos desportivos de futebol do mundo. Que faremos questão de abrir e mostrar a todos os benfiquistas."  Ler discurso completo.

 

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Luís Filipe Vieira deu uma conferência de Imprensa no Estádio da Luz na noite de quinta-feira para falar exclusivamente sobre a temática "treinador". O presidente do Sport Lisboa e Benfica explicou as suas convicções e esclareceu como se processou a tomada de decisão da permanência de Rui Vitória no comando da equipa.

«Rui Vitória continuará a ser o nosso treinador. Não vou esconder que falámos sobre a sua continuidade ou não. Rui Vitória é um treinador comprometido com o projeto do Benfica, que assenta muito na formação dos nossos jovens no Seixal. Rui Vitória lançou jovens como Ederson, Lindelof, Nélson Semedo, Renato Sanches. E agora, numa fase em que estamos a reter talento, lançou Gonçalo Guedes, Rúben Dias, Iuri Ribeiro, Gedson e João Félix», afirmou.

«Há um descontentamento generalizado nos benfiquistas, os resultados não têm sido os melhores, mas para o projeto do Benfica é importante que o Rui Vitória continue. Todos os títulos em Portugal estão em aberto. Nos dois primeiros anos conseguiu ganhar seis títulos, nesses dois anos foi eleito treinador do ano e garantiu um lugar nos oitavos de final da Liga dos Campeões. No terceiro ano as coisas não correram pelo melhor, esta época ainda não acabou», realçou Luis Filipe Veira.

«Nos últimos dez anos o Benfica teve dois treinadores que conquistaram dez títulos. Basta comparar com os nossos rivais e ver quantos treinadores tiveram…», referiu, destacando a «estabilidade» como mais-valia do emblema da águia.

Luís Filipe Vieira relatou a conversa que manteve com Rui Vitória na manhã desta quinta-feira, no Seixal.

«Foi uma decisão muito amadurecida durante a noite. Comuniquei-a ao Tiago Pinto numa primeira fase. Depois foi esperar que o Rui Vitória chegasse e falámos um pouco. Disse-lhe o que pensava do Benfica e da sua continuidade no Benfica, se ele estava preparado e motivado para continuar face ao que tinha acontecido. Perante a opinião pública, Rui Vitória parecia uma carta fora do baralho».

«A responsabilidade da decisão assenta em mim. Houve um grupo de pessoas reunidas no dia anterior e a decisão apontava para um sentido. Depois de refletir muito durante a noite, decidi noutro sentido. Veremos se o tempo me dá razão ou não. Temos uma SAD e administradores, nem todos alinhamos, mas depois de as decisões estarem tomadas, estamos todos de acordo», frisou.

Vieira deixou o aviso: «No dia em que o Benfica for comandado de fora para dentro alguma coise está mal. Fui eleito para tomar decisões.»

E recuou à noite mal dormida no Seixal. «Dormi no Seixal. Horas de sono foram poucas. Meditei bastante. A primeira pessoa a quem comuniquei a decisão foi o Tiago Pinto, que ficou um pouco perplexo. Também já li no passado que Vieira ficou isolado e depois ficámos isolados no primeiro lugar do campeonato.»

A reconquista, acredita, continua a ser possível. E com Rui Vitória ao leme da nau encarnada.

«Achamos que temos plantel suficiente para fazer a reconquista. Rui Vitória será de certeza o treinador até final da época, salvo algum imprevisto que possa surgir de um momento para o outro», ressalvou.

Ler mais aqui.

 

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Luís Filipe Vieira, presidente do Sport Lisboa e Benfica, marcou presença no Auditório António Almeida Santos, na Assembleia da República, onde decorreu, esta quinta-feira, uma homenagem aos Campeões Europeus de 1961 e 1962, organizada pela Associação de Benfiquistas no Parlamento.

O líder dos encarnados recordou a preservação da história feita diariamente pelo Clube através do Museu Benfica – Cosme Damião; reconheceu a importância do feito alcançado pelos homenageados – e muitos outros – na globalização do futebol português e do Benfica; apontou para o futuro, projetando novos feitos do ponto de vista desportivo, mas também na sustentação da instituição ao nível das infraestruturas.

“Não há futuro sem memória e no Benfica sabemos bem o quanto isto é verdade. Há quase duas décadas iniciámos um processo de valorização da nossa história, da história do Sport Lisboa e Benfica, do seu património ímpar de vitórias e de conquistas, mas, também, de apoio a quem as concretizou”, começou por afirmar.

O Museu Cosme Damião é a face mais visível desse esforço de constante valorização da memória do Clube, dos seus símbolos e dos seus feitos. Um esforço de reconhecimento do passado e de apoio no presente. Saudamos, por isso, a Associação de Benfiquistas no Parlamento por esta justa homenagem aos Campeões Europeus de 1961 e 1962 e aos participantes de outras finais dessa década de ouro: Ângelo Martins, António Simões, Artur Santos, Fernando Cruz, José Augusto e Mário João, aqui presentes e homenageados, representam juntos a conquista de 82 títulos de Campeões Nacionais e Europeus. Feito absolutamente notável. Vocês, os seis, são os justos homenageados desta noite”, considerou.

“Mas é justo que se recordem aqueles que, de igual forma, contribuíram para essas conquistas: Costa Pereira, Cavém, Germano, José Neto, Joaquim Santana, Mário Coluna, José Águas, capitão nas duas finais, e Eusébio, símbolo maior de todos nós e que aqui também já homenageámos. O treinador Béla Guttmann e os presidentes Vieira de Brito e Fezas Vital. As vossas conquistas pioneiras confirmaram o Benfica como referência desportiva nacional e internacional”, lembrou Luís Filipe Vieira.

“Portugal foi pioneiro da globalização, através dos descobrimentos. O Sport Lisboa e Benfica foi pioneiro da globalização do futebol português. O Benfica é uma instituição que sempre soube projetar, dignificar e honrar o nome de Portugal. Quando pensamos sobre as instituições que mais se identificam com o País, que mais o representam, que maior ligação genuína têm ao seu povo, o nome do Sport Lisboa e Benfica surge naturalmente à cabeça. Foi graças ao nosso património de valores, de conquistas e de articulação entre a memória e o presente que o Benfica em muitos pontos do mundo é Portugal”, enfatizou.

Homenagem aos Campeões Europeus

Foi o vosso exemplo desportivo excecional que nos levou a querer ter no Benfica melhores condições de trabalho para a formação, para as várias modalidades e para uma crescente participação desportiva através de equipas masculinas e femininas. Nos últimos anos é reconhecido por todos o crescimento que o nosso Clube tem tido em infraestruturas, património, consolidação financeira e resultados desportivos. Hoje, o Benfica é visto como um exemplo de gestão desportiva em termos internacionais. Reconhecimento só possível devido ao ciclo de estabilidade e crescimento que criámos”, enalteceu.

“Na última década invertemos o ciclo de vitórias existente no futebol português, conquistando 17 títulos, mais do que qualquer outro clube. Para isso, muito contribuiu a estabilidade que imprimimos a este projeto, bem exemplificado pelo facto de o Benfica, nesse período, apenas ter tido dois treinadores. Entrámos agora num novo ciclo, com novos projetos e obras que são garantia de um Benfica ainda mais forte, sólido e ambicioso no futuro”, vaticinou o presidente das águias.

“Foi a memória dos vossos feitos que nos desafiou a querer transformar a excecionalidade das vossas conquistas em algo estrutural. Portugal é hoje uma referência internacional em várias áreas. O futebol é uma das maiores manifestações sociais, uma relevante indústria da economia nacional e uma plataforma para a internacionalização do país. E estando na casa da democracia, gostaria de realçar e relembrar o contributo absolutamente decisivo e único que os clubes, nas mais diferentes modalidades, têm dado ao desporto nacional”, destacou.

As instituições desportivas prestam um serviço à comunidade, sem paralelo na afirmação conjunta da promoção do desporto, responsabilidade social e afirmação do país”, acrescentou.

Termino, reafirmando que, no Benfica, sabemos de onde partimos, onde estamos e onde queremos estar. Com memória. Com presente. E com sentido de futuro. Obrigado à Associação de Benfiquistas no Parlamento. Parabéns aos homenageados! Viva o Sport Lisboa e Benfica! Viva Portugal”, assegurou Luís Filipe Vieira. Ler mais em SLBenfica.pt

 

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