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O Benfica venceu o Rio Ave por 3-2 e regressou à liderança do campeonato português, numa altura em que falta disputar apenas uma jornada para terminar a prova.
O conjunto de Bruno Lage chega à última jornada na liderança, com 84 pontos, mais dois do que o FC Porto, segundo classificado.
Isto significa que na ronda derradeira, o clube da Luz precisa apenas de um ponto para chegar ao título, já que mesmo que o FC Porto consiga vencer na receção ao Sporting, os dois clubes ficam com 85 pontos, mas o Benfica segura a vantagem no confronto direto.
Em Vila do Conde, Rafa inaugurou o marcador com um golo madrugador. Aos três minutos, a águia já estava em vantagem e, em cima do intervalo, foi João Félix a dilatar a vantagem da águia, num lance em que os vila-condenses pediam penálti na área oposta.
No arranque da segunda metade, Tarantini ainda reduziu para 2-1, mas Pizzi, pouco depois, fez o 3-1 para os encarnados com um remate colocado que bateu no poste. Já nos últimos instantes da partida, Ronan fixou o resultado final em 3-2, com o Benfica a sofrer nos últimos minutos para segurar a vantagem.
#RumoAo37
O Benfica recuperou a liderança da Liga, mas perdeu a vantagem de dois pontos que tinha sobre o FC Porto, ao desperdiçar uma vantagem de dois golos na Luz diante do Belenenses.
A vencer por 2-0, a equipa de Bruno Lage consentiu dois golos caricatos, separados por apenas três minutos, e deixou escapar uma vitória que parecia certa. Jonas, apesar do regresso discreto, desbloqueou o marcador já na segunda parte, Samaris aumentou a vantagem logo a seguir, mas depois o Benfica deitou quase tudo a perder. Um jogo intenso, com quatro golos concentrados num curto período de quinze minutos, a ditar a interrupção da série de nove vitórias de Bruno Lage na Liga.
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Dois erros crassos. O primeiro foi, acima de tudo, caricato. Um livre de Diogo Viana que tentou colocar a bola na área, ninguém se fez ao lance, nem Vlachodimos que a viu entrar, impávido, na sua baliza. O Benfica ainda estava a recuperar do choque quando Rúben Dias, com a bola controlada, ofereceu-a a Kikas que não se fez rogado e voltou a bater o guarda-redes alemão, com classe, com um remate em arco. Tal como na primeira volta, o Belenenses voltava a marcar dois golos ao Benfica e, num ápice, o jogo voltava a ficar empatado e frenético.
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O Benfica voltou a puxar pela adrenalina e voltou à carga, num jogo que estava agora aberto, com um Belenenses com a confiança em alta pelos dois golos marcados. Silas prescindiu de Kikas para lançar Vélez, enquanto Lage refrescava o ataque com as entradas de Zivkovic e Jota. O Benfica fez o que lhe competia e carregou com tudo nos últimos minutos, mas o Belenenses também cerrou os dentes determinado a não desperdiçar o que tinha conquistado.
O empate não se desfez até final e, feitas as contas, o Benfica regressa ao topo da classificação, mas agora com os mesmos pontos do FC Porto.
No final do desafio, André Almeida, que envergou a braçadeira de capitão, foi eleito o Man of the Match e lamentou que, face às oportunidades que construiu, o Benfica não tivesse conquistado os três pontos.

“O Benfica fez um bom jogo! O Belenenses teve uma proposta de jogo bastante defensiva, foi uma equipa muito organizada, com bons jogadores e defendeu-se com as armas que tem. Na primeira parte tivemos o domínio total do jogo e criámos algumas oportunidades, o Belenenses também soube defender bem e fomos para o intervalo com um empate. Na segunda parte entrámos muito, muito fortes, fizemos dois golos e, quando estávamos por cima, mais perto de fazer o 3-0, e contra tudo o que era expectável, em dois minutos eles fizeram dois golos e empataram o jogo. Depois, criámos ainda mais duas ou três oportunidades e poderíamos ter saído daqui claramente com a vitória. A haver um vencedor teria de ser o Benfica”, analisou André Almeida.

O Benfica recebe hoje o Belenenses no jogo de encerramento da 25.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, na expectativa de reassumir a liderança da prova, a qual foi provisóriamente ocupada pelo FC Porto, que venceu o Feirense neste Domingo.
O clube da Luz chega a esta jornada, depois da vitória no Dragão, frente ao FC Porto, e numa série de nove jogos consecutivos a vencer na Liga. Série que coincide com a troca de Rui Vitória por Bruno Lage. Já o Belenenses SAD, por seu lado, que vem de duas vitórias consecutivas e de dois jogos sem sofrer golos. Mais: vem de uma goleada ao Feirense, por 4-0, e de um triunfo surpreendente em Braga.
Na antevisão do jogo, Bruno Lage confirmou que Seferovic, lesionado, não irá a jogo, mas não confirmou a presença de Jonas: “A gestão dele é igual à dos outros jogadores. Se tem de jogar, joga. Se tem de ficar no banco e entrar, fica. Se tem de ficar de fora dos convocados, fica também”, explicou.
Relembrou que o adversário do jogo de hoje venceu na 1.ª volta, e isso, por si só, revela a sua qualidade. "É uma equipa com boa organização e com uma vontade enorme de jogar bem e ter a bola. É uma equipa muito competente, com bons jogadores, bom treinador. Vai ser um desafio muito interessante e para vencermos temos de estar ao nosso melhor nível".
Já Silas garantiu que vai levar um Belenenses “atrevido”. “Não quero travar o Benfica, mas pretendo que eles não nos travem. Vamos para ganhar e não apenas para não perder”, disse.
Bruno Lage convocou 18 jogadores para a receção ao Belenenses SAD, referente à 25.ª jornada da Liga NOS.
Lista de convocados:
Guarda-redes: Mile Svilar e Odysseas;
Defesas: Yuri Ribeiro, André Almeida, Rúben Dias, Ferro e Grimaldo;
Médios: Zivkovic, Krovinovic, Florentino, Samaris, Pizzi, Gedson Fernandes, Rafa e Cervi;
Avançados: Jonas, João Félix e Jota.
O jogo entre Benfica e Belenenses SAD, está marcado para esta segunda-feira (20h15), no Estádio da Luz.
#Reconquista
A equipa de Bruno Lage não se atemorizou na deslocação ao dragão e fintou o medo cénico que atormentou tantos Benficas de outrora.
Reviravolta no marcador e ultrapassagem na tabela classificativa. Um 2-1 em casa do campeão nacional, que chegava ao duelo com um ponto de vantagem e sai dele dois pontos atrás. Para Bruno Lage, era difícil aspirar a melhor.

Sérgio Conceição arriscou na véspera adivinhar o onze do Benfica e acertou em cheio. Para lá disso, o técnico portista fez regressar Marega, recuperado de lesão, e surpreendeu ao lançar de início Adrián no lugar de Tiquinho Soares e Manafá, quando se esperava o regresso de Éder Militão.
Lage apresentou a equipa esperada, com seis portugueses – metade deles made in Seixal –, e surgiu no Dragão disposto a repartir o domínio com o FC Porto.
Entraram forte os dragões: pressão alta, privilégio do flanco esquerdo para atacar, com Brahimi a combinar bem com Telles ou a tentar resolver sozinho. Foi assim que sacou a Rúben Dias o único amarelo da primeira parte e conquistou o livre à entrada da área que valeu o golo a Adrián. Depois de bater contra a barreira, o espanhol aproveitou a recarga para rematar cruzado para surpreender Vlachodimos.
Se há coisa que torna distinto este Benfica é a segurança e velocidade com que troca a bola ao primeiro toque; ou com que varia o jogo de flanco em dois ou três toques.
A perder, o Benfica estendeu-se mais no relvado. Pressionou e colheu os frutos de um aparentemente inexplicável descontrolo emocional do FC Porto. Foram dez minutos de domínio claro imposto pelo conjunto do clube da Luz, com o empate a surgir aos 26’.

Se é verdade que Adrián falhou a receção, Manafá falhou a disputa de bola e Pepe falhou o corte, há sobretudo muito mérito dos jogadores do Benfica no golo. A recuperação de bola de Gabriel, o cruzamento de Seferovic e a classe com que João Félix domina e não treme na cara de um guarda-redes histórico, com quase o dobro da sua idade.
As melhores faces da equipa de Sérgio Conceição eram Brahimi e Óliver. Do lado do Benfica, Pizzi mostrava-se decisivo: um dínamo nas transições rápidas. Numa delas, aos 45’, colocou Seferovic na cara de Casillas, que defendeu a punhos.
Ameaçava o Benfica ainda antes do intervalo o que haveria de consumar logo a abrir a segunda parte: combinação à entrada da área entre Pizzi e Rafa, que disparou rasteiro e colocado para a reviravolta no marcador.

Aos 52 minutos estava dada a cambalhota no marcador, mas havia quase meio clássico por jogar. E, aí, houve mais FC Porto. Em particular desde a expulsão de Gabriel, por atirar-se a Otávio depois de o derrubar.
Com os dragões atrás do prejuízo, Conceição tirou Óliver para meter Danilo próximo de Felipe e Pepe e fez subir os laterais como se fossem alas.
Conceição arriscou, Lage, com menos um, ajustou.

O terinador do Benfica fez o que lhe competia. O FC Porto foi farejando o golo do empate, sem nunca lhe poder tocar.
A dez jornadas do fim do campeonato, o Benfica ultrapassa o rival e campeão nacional, com mais dois pontos e vantagem no confronto direto.
Faltam 30 pontos, é certo, mas este Benfica de Lage sai reforçado do clássico ao ter ultrapassado a maior prova de fogo que teve até ao momento. Em nove jornadas com Bruno Lage no comando técnico, o Benfica recuperou nove pontos, a ponto de destronar da liderança um FC Porto que comandava desde a 8.ª jornada.
Após as mudanças feitas na partida frente ao Galatasaray, na Liga Europa, Bruno Lage recuperou o onze que tem sido a sua primeira escolha, apostando exactamente nos mesmos jogadores que entraram de início na recepção ao Nacional. E não se arrependeu, porque o Benfica teve o jogo controlado desde o início e precisou de menos de três minutos para se colocar em vantagem no marcador.
O Desp. Aves vinha numa trajectória ascendente, em recuperação classificativa, traduzida pelas três vitórias obtidas nos quatro jogos disputados desde que Augusto Inácio assumiu o comando técnico da equipa.
Mas o Benfica entrou muito forte na partida, a asfixiar o Desp. Aves, e quaisquer aspirações que a equipa de Augusto Inácio tivesse caíram por terra logo aos três minutos. Na primeira situação de real perigo que criaram, a equipa de Bruno Lage colocou-se em vantagem no marcador. Com um grande passe, Samaris fez a bola sobrevoar a defesa do Desp. Aves e encontrar Seferovic. O suíço recebeu de peito e, com um toque subtil, desviou a bola do guarda-redes. Foi o 14.º golo de Seferovic no campeonato, igualando Bas Dost e Dyego Sousa no topo da tabela dos melhores marcadores.

O Dep. Aves ainda esboçou uma reacção, mas o Benfica consegue ampliar a vantagem numa grande jogada que começou na esquerda, Grimaldo passou para João Félix, que com um toque deixou a bola para Rafa — este tirou Jorge Fellipe do caminho e disparou para o segundo golo (36’).

A equipa de Augusto Inácio despediu-se da primeira parte com duas ameaças à baliza de Vlachodimos, mas nem Jorge Fellipe, de livre (39’), nem Rodrigo, com um remate potente de muito longe (41’) conseguiram reduzir a diferença.
E o início do segundo tempo viria contrariar a reacção avense, com o terceiro golo do Benfica a ser assinado por Ferro: na sequência de um canto, Beunardeau saiu muito mal da baliza e a bola chegou ao jovem defesa, que a colocou por cima de toda a gente para mais um golo. Logo a seguir, Pizzi surgiu pela direita e teve nos pés o 0-4, mas o remate em jeito saiu alguns centímetros ao lado do alvo.

O único contratempo ao plano do Benfica surgiu aos 64’, com a expulsão de Ferro. Derley, rápido a fugir à defesa benfiquista, foi agarrado no ombro e derrubado. Hugo Miguel assinalou livre junto à área do Benfica e mostrou o cartão vermelho directo ao central. Foi uma injecção de confiança para o Desp. Aves, que conseguiu levar perigo à baliza de Vlachodimos num par de situações. Rodrigo, no livre a castigar a falta de Ferro, viu a bola desviar na barreira e depois ser defendida para canto pelo guarda-redes. E, aos 69’, Mama Baldé apareceu a cabecear, na sequência de um canto, para Vlachodimos agarrar.
Nesta partida que encerrou a 22.ª jornada da I Liga, o Benfica mantém a perseguição ao líder FC Porto (um ponto de desvantagem) e afastou-se do Sp. Braga (quatro pontos de avanço). O bom período que a equipa da Luz atravessa conheceu mais um capítulo — foi a décima vitória em 11 jogos sob o comando de Bruno Lage. Segue-se a Liga Europa a meio da semana.
#Reconquista
MOMENTO:
Desp. Aves: José Mota saiu e chegou Inácio. As melhorias na equipa avense não tardaram em fazer-se notar: três vitórias em quatro encontros, duas delas na casa de Tondela e Marítimo. A única derrota aconteceu em Braga, o que espelha um pouco do crescimento do detentor da Taça de Portugal. No entanto, os resultados positivos não revelaram um salto por aí além na tabela: o Desp. Aves está em posição descida antes da receção ao Benfica. É, por isso, importante amealhar pontos para sair da zona vermelha.
Benfica: a águia segue num voo bem alto desde que Bruno Lage chegou. Desde a saída de Rui Vitória, os vice-campeões nacionais venceram nove dos dez jogos realizados. A única derrota foi sofrida ante o FC Porto nas meias-finais da Taça da Liga (3-1). Um mero percalço no percurso do Benfica de Bruno Lage que em duas jornadas encurtou para um a distância para o líder FC Porto. Contudo, os dragões já venceram o Vitória de Setúbal nesta ronda. Será, portanto, preciso repetir o que o rival fez para continuar bem dentro da luta pelo título.
AUSÊNCIAS:
Desp. Aves: Falcão lesionado; André Ferreira não pode ser opção por estar cedido pelo Benfica.
Benfica: Ebuehi, Conti, Fejsa, Jardel e Salvio, lesionados.
DISCURSO DIRETO:
Augusto Inácio: «Cabe-nos atrapalhar o jogo do Benfica, tentar sermos rigorosos como temos sido, tentar o ataque quando houver possibilidade e tentar surpreender. Cabe ao Benfica assumir as rédeas do jogo e tentar marcar o mais cedo possível. A nós cabe-nos defender, mas nunca tirando os olhos da baliza do Benfica, senão quem defende, defende, defende, acaba por perder o jogo, nem que seja no último minuto.»
Bruno Lage: «A dor de cabeça vai no sentido de percebermos a dinâmica do Desp. Aves e definirmos a nossa estratégia. O Desp. Aves é uma equipa que joga com cinco defesas, mas é ofensiva, ou seja, joga em 5-4-1, com os laterais em profundidade e em largura, que joga muito bem a construir, com dois médios que gostam de jogar e que tem três homens na frente que são perigosos.»
HISTÓRICO DE CONFRONTOS:
Este será o jogo número dez para a Liga entre os dois conjuntos. A história mostra uma superioridade quase total do Benfica que nunca perdeu contra o Desportivo das Aves: venceu em oito ocasiões e empatou apenas por uma vez. A igualdade (a quatro golos) aconteceu em maio de 2001, precisamente na Vila das Aves.
Fonte: https://maisfutebol.iol.pt