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Seferovic bateu o seu recorde individual

por João Silva, em 31.01.19

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Haris Seferovic que contribuiu com dois golos para o triunfo do Benfica sobre o Boavista, bateu também o seu recorde individual, uma vez que nunca tinha apontado tantos remates certeiros por um clube ao longo de uma temporada: já leva 13 de águia ao peito em 2018/2019.

O anterior marco do atacante era de 11 golos, ao serviço do Eintracht Frankfurt, na época 2013/2014.

 

O primeiro golo do avançado helvético surgiu à passagem do minuto 54 e teve direito a dedicatória: assim que a bola encontrou o fundo das redes axadrezadas, ampliando a vantagem do Benfica para 3-1, o jogador de 26 anos correu na direção do banco de suplentes para festejar com Rui Costa, diretor desportivo e administrador da SAD benfiquista.


Seferovic acabaria por ampliar a conta pessoal minutos depois, bisando aos 73’, atingindo o 13.º golo pelas águias na presente temporada - o décimo remate certeiro no campeonato - antes de ser substituído por Ferreyra (76’).


Depois de ter estado entre as eventuais saídas no mercado de transferências de verão do ano passado, o avançado voltou a ser aposta regular no Benfica, com desempenhos positivos.

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Na antevisão do encontro frente ao Boavista, que tem novo treinador, Bruno Lage foi questionado sobre as ausências de alguns jogadores da sua lista de escolhidos, como é o caso de Gedson e Krovinovic.

Para Bruno Lage a qualidade a vontade demonstrada nos treinos é passe garantido para entrar na convocatória para os jogos do Benfica.

“Só podem jogar 11, na semana passada perguntaram pelo Gedson, na próxima semana será sobre outro... Temos muitos jogadores, eles têm de continuar a trabalhar, com uma atitude tremenda, e esperar pela oportunidade. E quando ela surgir, têm de corresponder, respondeu Bruno Lage depois de ser questionado sobre a ausência de Krovinovic.

“O treino é que faz evoluir”

O treinador do Benfica insiste na qualidade e intensidade dos treinos, e diz que é nesse momento que a equipa pode evoluir.

“Há questões sobre treinar uma equipa como o Benfica, que joga de 3 em 3 dias. Desde agosto até agora tem sido constantemente a competir e algumas coisas vão-se perdendo, é normal. O treino é que faz evoluir. À medida que se vai jogando vão-se perdendo coisas e tem de se treinar, mas com jogos de 3 em 3 dias é difícil. Por vezes usa-se o exemplo do futebol inglês, é verdade. Eles competem de 3 em 3 dias, mas semana sim, semana não. O treino é muito importante para qualquer treinador. As coisas que vão acontecendo num jogo, no outro já não acontecem e o treino é muito importante."

 

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Os dois golos apontados no jogo deste domingo somam-se aos que haviam sido conseguidos nas receções ao Sporting e ao Aves, tudo isto em oito presenças na Liga NOS 2018/19. João Félix tem uma média de 0,5 golos por jogo, só superada por Suleymanov (Krasnodar) entre os Sub-19 das 10 melhores ligas da Europa.

O jovem do Benfica já leva cinco ações para o golo (quatro tentos e uma assistência) em menos de 250 minutos na Liga NOS, o que dá uma média de uma ação decisiva a cada 50 minutos de jogo. João Félix faturou, ainda, na Taça da Liga e regista 15 jogos pela equipa principal do Clube.

A atuar na frente de ataque, no apoio a Seferovic, fez mossa na defesa do Rio Ave. Para além dos golos, participou com um pormenor delicioso – abriu as pernas e deixou o esférico seguir para o avançado suíço – no primeiro tento das águias.

Os dois golos trazem à tona, segundo o portal Playmakerstats, algumas marcas: João Félix é o mais jovem de sempre a bisar pelo Benfica no novo Estádio da Luz; há 55 anos que ninguém tão jovem bisava em representação dos encarnados em casa. Félix Guerreiro, em 1964, fora o último.

Os quatro golos apontados nesta edição do Campeonato Nacional colocam o atacante formado no Caixa Futebol Campus entre os cinco melhores marcadores da equipa na prova, atrás de Jonas, Seferovic, Pizzi e Rafa.

 

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“A renovação, para mim, foi um momento lindo. Mais um, a juntar a tantos outros que já vivi neste Clube. Estou muito feliz.”

“Já estou no Benfica há muitos anos, conheço muito deste Clube. Não só o Seixal, mas também o Benfica enquanto Clube. Deu-me tudo. Tive a oportunidade de estar fora, noutro clube, o Atlético de Madrid e pude ver outro clube e comparar. O Benfica está entre os maiores. Temos tudo, não nos podemos queixar. O Benfica não falta com nada aos jogadores ou à sua família. Estamos muito bem e sou feliz aqui.”

“Quero superar-me todos os dias, crescer. Vivo muito o dia a dia, desfruto dos treinos, dos meus companheiros. Quero ganhar mais títulos, pois é o que mais me faz feliz e aos adeptos. A mim e aos meus colegas, o objetivo é conquistar tudo.”

Entrevista completa

 

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Pizzi carrega o Benfica às costas

por João Silva, em 14.11.18

Suplente utilizado no desafio com o Ajax, Rui Vitória promoveu o regresso de Pizzi ao onze no embate com o Tondela e o camisola 21 justificou a opção tomada pelo treinador do vice-campeão nacional. Num meio-campo a três com Fejsa e Gabriel por perto, Pizzi deu profundidade ao ataque encarnado e, apesar de não ter marcado, somou mais uma assistência.

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Com o passe para o terceiro golo, apontado por Rafa, Pizzi fez a sétima assistência na presente temporada, algo sem precedentes, em comparação com períodos homólogos desde 2014/15, quando trocou o Atlético de Madrid pelas águias. Aos passes mortíferos, nesta altura da época, Pizzi junta seis tiros certeiros, o que equivale a 37,1 por cento da produção ofensiva do emblema da Luz, que totaliza 35 golos apontados em 20 desafios oficiais.

Numa análise às temporadas anteriores, em 2015/16, o internacional português ainda não tinha qualquer golo ou assistência em igual período e ainda com Jorge Jesus ao leme, o jogador transmontano limitou-se a uma percentagem residual no que respeita ao contributo efetivo no ataque: 2,7 por cento, fruto de uma única assistência para golo. O registo que mais se aproxima do atual aconteceu na segunda época de Rui Vitória aos comandos. Nos primeiros 20 jogos, Pizzi fez cinco assistências e atirou para o fundo das balizas contrárias também por cinco vezes, o que resulta num rácio de 21,3 por cento de participação nos golos encarnados.

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Melhor marcador do Benfica, em igualdade com Rafa, Pizzi registou elevados índices de êxito no capítulo do passe. Em 52 tentativas, o camisola 21 fez 39 passes corretos (75 por cento), errando somente um dos três passes longos efetuados com o Tondela. Segundo dados da plataforma Wyscout, no processo ofensivo, Pizzi levou a melhor em cinco dos seis duelos disputados, sendo bem-sucedido em 75 por cento dos dribles efetuados (três em quatro). Polivalente, o jogador de 29 anos que derivou do corredor central para o flanco direito com a saída de Cervi lidera o ranking dos passes em profundidade na liga (24), como passes para o último terço (100), dividindo o primeiro lugar das assistências com Otávio e Pedro Nuno (4).

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Além do contributo na frente, o jogador que agora está ao serviço da seleção evidenciou igualmente taxas de sucesso no plano defensivo. O médio recuperou cinco bolas no meio-campo do Tondela e apenas por três vezes perdeu o esférico no meio-campo encarnado. Nesta fase, Pizzi está a quatro assistências de igualar o melhor desempenho de águia ao peito (11 em 2017/18) e, no que toca a golos, o internacional luso persegue a marca de 13 tentos em 2016/17.

Dados: Jornal "O Jogo"

 

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Aimar, que representou o Benfica entre 2008/09 e 2012/13, garante que o Estádio da Luz provocou nele "enorme impacto", destacando o momento em que os adeptos cantam o hino. "Nessa altura o relógio parece parar no tempo. Ver todas as pessoas cantando a música com os seus cachecóis é maravilhoso", disse o agora treinador, um dos antigos jogadores do Benfica que falou para os vários meios do clube sobre o 15º aniversário do recinto.

Nuno Gomes, que bisou na inauguração do Estádio da Luz, destaca a festa do título, em maio de 2005. "Não deixa de ser engraçado que um dos meus melhores momentos no Estádio da Luz não tenha sido em dia de jogo. Tínhamos jogado com o Boavista, no Bessa, mas viemos fazer a festa ao estádio. Era um momento com o qual eu sonhava muito, poder festejar um título na Luz. As pessoas não arredaram pé do estádio, esperaram pela equipa."

"Há alguns jogos que me marcaram, como é o caso do Benfica-FC Porto logo após a morte de Eusébio. Foi uma partida diferente, muito intensa, e vivemo-la de forma muito especial. Sentia-se a energia positiva no estádio"
Gaitán, extremo do Dalian Yifang

"Um dos melhores momentos foi quando marquei os primeiros golos, contra o Twente, na segunda mão do playoff da Liga dos Campeões. Ganhámos 3-1 e fiz um golo de pontapé de bicicleta. Esse foi o momento dos momentos" 
Witsel, médio do B. Dortmund

"Aquele golo que marquei contra o FC Porto foi provavelmente o meu melhor momento [remate à meia-volta, de pé esquerdo]. Os adeptos são espetaculares, passam uma força incrível aos jogadores"
Matic, médio do Man. United

"O meu último jogo no Estádio da Luz, contra o V. Guimarães, tem um sabor mais especial. Uma vitória e éramos campeões nacionais. Vencemos e acabei por fazer uma assistência para o Raúl [Jiménez]. Foi a primeira da minha carreira como profissional. Poder despedir-me da Luz com o tetracampeonato foi muito especial" 
Ederson, guarda-redes do Man. City

"[O jogo com o Rio Ave, em 2009/10] é, sem dúvida, um momento emblemático. Marquei os dois golos na partida em que conseguimos o título nacional. E aqueles três golos ao Sporting na Taça de Portugal... Ganhámos 4-3 após prolongamento. Não me esqueço dos adeptos. Ficava arrepiado quando cantavam a minha canção"
Cardozo, avançado do Libertad

"Tenho saudades do Estádio da Luz, vou ser eternamente grato a Deus por tudo o que vivi ali. Foi um período na minha vida em que sempre reinou o sorriso, a alegria e o amor. Devo muito a esse palco, a essa casa, a esse lugar, que é um dos mais especiais da minha vida" 
David Luiz, defesa do Chelsea

"A melhor memória de todas foi quando ganhámos o campeonato, com aquela equipa que fazia felizes os adeptos, com jogadores de uma qualidade e um nível espetaculares. Essa é a recordação mais bonita. Foi uma temporada grandiosa"
Saviola, treinador da seleção de sub-17 de Andorra

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