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Liga dos Campeões: Celtic 0 - SL Benfica 0

por João Silva, em 20.09.12

O Benfica alcançou um empate com o Celtic, na estreia da edição da Liga dos Campeões 2012/13.

Não se pode considerar um mau resultado, tendo em conta a revolução que Jorge Jesus teve de fazer. Mas também é verdade que a equipa da Luz deixou de conquistar dois pontos perante um adversário que é bastante mais fraco e que quase nunca incomodou a baliza de Artur.

E se empatar fora na estreia na Liga dos Campeões nunca é mau, sair de Glasgow com apenas um ponto sabe a pouco. Até porque o Celtic mostrou muitas limitações.



Em Glasgow, o Benfica até começou por resistir bem a uma das grandes "armas" do adversário, o público, que puxa muito pelos jogadores e estes correm, empurram, saltam, sabendo que o contacto físico intimida, mostram que, mais do que talento, é preciso ter alma para representar esta equipa escocesa. 

Mesmo sem Maxi Pereira, Luisão, Javi García e Witsel, o Benfica soube resistir a este primeiro impacto. E no resto do jogo André Almeida (que jogou como lateral-direito) e Jardel (o parceiro de Garay no centro da defesa) deram boa conta de si. E até Enzo Pérez, adaptado a médio-centro, soube proteger-se e fazer um jogo competente, sem se transformar num defeito a explorar pelo adversário.



Este bom desempenho defensivo resultou em parte da inoperância do Celtic, que nem no jogo aéreo criou muito perigo. E nasceu também da inteligência da equipa do Benfica na hora de defender, concedendo poucos espaços ao adversário. Este, aliás, terá sido um dos jogos mais cautelosos de Jorge Jesus no Benfica.

Foi no ataque que a equipa da Luz ficou mais aquém das expectativas. Jesus apostou em Rodrigo em vez de Cardozo, esperando tirar proveitos da sua velocidade. Só que raramente a equipa foi capaz de sair rápido para o ataque. Mesmo com Aimar em campo, faltou capacidade criativa à formação lisboeta.



Embora com menos posse de bola (47 contra 53%), as melhores tentativas foram do Benfica. Num dos poucos lances de contra-ataque, Rodrigo falhou o remate (32’), após um bom passe de Enzo Pérez — neste lance ainda se reclamou penalty, mas o contacto ocorreu já depois da tentativa de remate.

Já na segunda parte, Jesus fez mudanças, lançando Cardozo, Bruno César e Nolito, mas o melhor que a equipa conseguiu foi engrossar o número de remates, que parou nos 11.



Deste primeiro jogo pós-Javi García e Witsel, sobram ainda algumas dúvidas do que poderá ser o novo Benfica. O tempo dirá como poderá evoluir esta equipa. 

Destaques

André Almeida e Enzo
Foram lançados às feras em situações complicadas. O jovem português (22 anos) saiu-se bem frente a Commons, um dos menos maus do Celtic, e ainda teve oportunidade de fazer alguns bons cruzamentos. E Enzo Pérez, não fazendo esquecer Witsel, foi disciplinado tacticamente e ainda isolou Rodrigo na melhor oportunidade do jogo. Matic agradou.

Garay
Na ausência de Luisão, foi o líder da defesa benfiquista. E com sucesso. Porque o Celtic nunca criou perigo, nem no jogo aéreo.

Ficha de jogo
Celtic, 0
Benfica, 0

Jogo no Celtic Park, em Glasgow (Escócia).
Cerca de 60 mil espectadores

Celtic Forster, Matthews, Wilson, Mulgrew, Izaguirre (Hooper, 66), Lustig (Rogne, 63), Commons, Wanyama, Brown, Forrest e Fedor. Treinador: Neil Lennon
Benfica Artur, André Almeida, Jardel, Garay, Melgarejo, Matic, Enzo Perez, Aimar (Cardozo, 63), Salvio, Gaitan (Nolito, 83) e Rodrigo (Bruno César, 70). Treinador: Jorge Jesus.

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SLBenfica 4 - Nacional 1

por João Silva, em 12.02.12

 

Um Benfica demolidor venceu, este sábado, o Nacional por 4-1, em encontro da 18.ª jornada da Liga de futebol, no qual os "cinco magníficos" do seu ataque "abriram o livro" e atestaram o bom momento de forma da equipa.

 

Em vésperas de defrontar o Zenit, para a Liga dos Campeões, o Benfica deu uma demonstração de poder, pela dinâmica que impôs ao jogo desde o primeiro minuto, exibindo frescura física, velocidade, automatismos, improvisação e soluções ofensivas para todos os gostos, que proporcionaram lances de futebol de grande espectacularidade e qualidade.

 

Quando o Benfica joga desta maneira, não há em Portugal adversários capazes de travar a equipa, que abordou o jogo de uma forma determinada e agressiva, disposta a resolver a questão o mais cedo possível.

 

Jorge Jesus apostou nos "cinco magníficos" no ataque, comandados pelo "maestro" Aimar, com Gaitán e Nolito nas alas, e Rodrigo e Cardozo no eixo, tendo sido o espanhol uma unidade mais móvel e com liberdade para cair sobre as faixas laterais ou para recuar e romper de trás para a frente, criando desequilíbrios por essa via.

 

 

A verdade é que o Nacional, pese embora a sua boa organização defensiva, foi impotente para suster a "avalanche" ofensiva dos encarnados, sobretudo numa fase em que Nico Gaitán e Rodrigo, que foram os dois melhores jogadores em campo, estão em grande momento de forma.

 

 

 

O argentino, que atravessou um período menos bom, está de novo ao seu melhor nível, enquanto o espanhol se afirma a cada jogo que passa como um avançado de categoria mundial, acompanhados de perto por Nolito e Aimar, e de mais longe por um Cardozo que, desta vez, até nem revelou a eficácia do costume, caso contrário o Nacional teria saído da Luz com uma derrota bem mais pesada.

 

 

 

 

Viva o Maior Clube do Mundo!

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