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GoalPoint-Porto-Benfica-LIGA-NOS-201819-Ratings.jp

Grande jogo de Rafa Silva no Dragão. O extremo do Benfica já havia marcado ao Porto na meia-final da Taça da Liga, que os portistas venceram, e desta feita, em jogo da Liga, o internacional português foi verdadeiramente decisivo, sendo o melhor em campo com um GoalPoint Rating de 7.4Rafa fez o golo que deu o triunfo às “águias”, registando no final três remates, um passe para finalização, seis dribles completos em nove e dez acções defensivas, algo pouco habitual num jogador a actuar na sua posição – quatro desarmes e três bloqueios de remate foram os principais momentos defensivo do benfiquista.

Vlachodimos 6.6 – Grande exibição do grego, em especial na segunda parte, altura em que segurou a vantagem benfiquista. Ao todo, Odysseas registou seis defesas, duas a remates na sua área, teve duas saídas eficazes pelo ar e teve eficácia em dez dos 16 passes longos que efectuou.

Ferro 6.5 – O central é jovem, com poucos jogos ao mais alto nível em termos sénior, mas no Dragão não tremeu. Ao todo, Ferro somou 16 acções defensivas, sendo que dez delas foram alívios, e falhou apenas dois de 28 passes.

João Félix 6.0 – Jogo esforçado do jovem benfiquista, que acabou por deixar uma marca forte no jogo pelo golo que marcou. Tirando isso, esteve muito preocupado em ocupar os espaços nas faixas, para fugir às marcações, pelo que pouco mais mostrou, para além de um passe para finalização.

Gabriel 4.4 – O rating do brasileiro não tem explicação apenas na expulsão evitável que protagonizou, ainda aos 77 minutos. O brasileiro acertou apenas 63% dos seus passes, perdeu 16 vezes a posse (recuperou apenas uma), foi o mais driblado no clássico (4) e o que mais maus controlos de bola somou (4). Não sabemos explicar quais os critérios que estiveram na base da sua eleição televisiva (talvez os sete desarmes, registo esse sim positivo), mas conseguimos assim explicar-lhe porque foi o menos produtivo neste jogo, numa abordagem estatística.

 

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Liga NOS: FC Porto 1-2 SL Benfica

por João Silva, em 03.03.19

A equipa de Bruno Lage não se atemorizou na deslocação ao dragão e fintou o medo cénico que atormentou tantos Benficas de outrora.

Reviravolta no marcador e ultrapassagem na tabela classificativa. Um 2-1 em casa do campeão nacional, que chegava ao duelo com um ponto de vantagem e sai dele dois pontos atrás. Para Bruno Lage, era difícil aspirar a melhor.

Porto_Benfica.jpg

Sérgio Conceição arriscou na véspera adivinhar o onze do Benfica e acertou em cheio. Para lá disso, o técnico portista fez regressar Marega, recuperado de lesão, e surpreendeu ao lançar de início Adrián no lugar de Tiquinho Soares e Manafá, quando se esperava o regresso de Éder Militão.

Lage apresentou a equipa esperada, com seis portugueses – metade deles made in Seixal  –, e surgiu no Dragão disposto a repartir o domínio com o FC Porto.

Entraram forte os dragões: pressão alta, privilégio do flanco esquerdo para atacar, com Brahimi a combinar bem com Telles ou a tentar resolver sozinho. Foi assim que sacou a Rúben Dias o único amarelo da primeira parte e conquistou o livre à entrada da área que valeu o golo a Adrián. Depois de bater contra a barreira, o espanhol aproveitou a recarga para rematar cruzado para surpreender Vlachodimos.

Se há coisa que torna distinto este Benfica é a segurança e velocidade com que troca a bola ao primeiro toque; ou com que varia o jogo de flanco em dois ou três toques.

A perder, o Benfica estendeu-se mais no relvado. Pressionou e colheu os frutos de um aparentemente inexplicável descontrolo emocional do FC Porto. Foram dez minutos de domínio claro imposto pelo conjunto do clube da Luz, com o empate a surgir aos 26’.

Porto_Benfica_João Félix.jpg

Se é verdade que Adrián falhou a receção, Manafá falhou a disputa de bola e Pepe falhou o corte, há sobretudo muito mérito dos jogadores do Benfica no golo. A recuperação de bola de Gabriel, o cruzamento de Seferovic e a classe com que João Félix domina e não treme na cara de um guarda-redes histórico, com quase o dobro da sua idade.

As melhores faces da equipa de Sérgio Conceição eram Brahimi e Óliver. Do lado do Benfica, Pizzi mostrava-se decisivo: um dínamo nas transições rápidas. Numa delas, aos 45’, colocou Seferovic na cara de Casillas, que defendeu a punhos.

Ameaçava o Benfica ainda antes do intervalo o que haveria de consumar logo a abrir a segunda parte: combinação à entrada da área entre Pizzi e Rafa, que disparou rasteiro e colocado para a reviravolta no marcador.

Porto_Benfica_Rafa.jpg

Aos 52 minutos estava dada a cambalhota no marcador, mas havia quase meio clássico por jogar. E, aí, houve mais FC Porto. Em particular desde a expulsão de Gabriel, por atirar-se a Otávio depois de o derrubar.

Com os dragões atrás do prejuízo, Conceição tirou Óliver para meter Danilo próximo de Felipe e Pepe e fez subir os laterais como se fossem alas.

Conceição arriscou, Lage, com menos um, ajustou.

Porto_Benfica_Bruno Lage.jpg

O terinador do Benfica fez o que lhe competia. O FC Porto foi farejando o golo do empate, sem nunca lhe poder tocar.

A dez jornadas do fim do campeonato, o Benfica ultrapassa o rival e campeão nacional, com mais dois pontos e vantagem no confronto direto.

Faltam 30 pontos, é certo, mas este Benfica de Lage sai reforçado do clássico ao ter ultrapassado a maior prova de fogo que teve até ao momento. Em nove jornadas com Bruno Lage no comando técnico, o Benfica recuperou nove pontos, a ponto de destronar da liderança um FC Porto que comandava desde a 8.ª jornada.

 

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O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, manifestou-se no final do jogo “severamente preocupado” com a arbitragem portuguesa, revelando que há juízes que estão a ser “ameaçados” e que “ninguém quer apurar a verdade”.

 

“O que se passou deixa-nos preocupados e de que maneira. (…) Quando assistimos alguém com câmara de televisão à frente, é arbitro e não consegue distinguir em lance de TV se é fora de jogo ou não… se não consegue distinguir, no lance do primeiro golo do FC Porto, se é falta ou não, este homem não pode arbitrar mais”, sentenciou.

 

O Presidente do Benfica, que falava após a derrota com o FC Porto, por 3-1, em Braga, nas meias-finais da Taça da Liga, manifestou-se cáustico com a equipa de arbitragem liderada por Carlos Xistra, bem como com o videoárbitro Fábio Veríssimo.

 

“Quando [videoárbitro] ainda tem a lata de dizer ao árbitro para anular o primeiro golo do Benfica - curiosamente depois o arbitro teve a coragem de o validar – fico preocupado. Um homem destes com duas, três, quatro câmaras não consegue distinguir um fora de jogo ou não… Na dúvida, hoje é fácil castigar o Benfica, penalizar o Benfica”, lamentou.

 

Luís Filipe Vieira aludiu ainda à expulsão de Rui Costa do banco do encarnado, quando o administrador já estava a substituir como delegado Tiago Pinto, a cumprir castigo.

“Depois assistimos impávidos e serenos ao que é o banco num lado e no outro. Alguém que é expulso não sei se é castigado ou não. O que é certo é que qualquer pessoa nossa é castigada severamente. Mas vamo-nos distraindo”, completou.

 

Revelou ainda que já disse “cara a cara” ao presidente do conselho de arbitragem, José Gomes, que a culpa é do órgão que dirige.

“Basta ver o que se passou com a história dos emails para ver que há determinados árbitros que foram praticamente escorraçados, corridos da arbitragem. Nem sabemos porquê. Hoje ele sabe e eu sei que há árbitros que estão condicionados. Foram ameaçados e as suas famílias também. Eles sabem. Não querem descobrir a verdade não sei porquê. Agora alguma coisa se está a passar em todo o lado que é penalizante. Estamos a ficar severamente preocupados”, insistiu.

 

Luís Filipe Vieira, que lembrou que o clube foi condenado na praça pública, mas que até ao momento nenhum tribunal o castigou, garante que “ninguém vai vergar o Benfica”.

“Não podemos ter papas na língua: ninguém nos vai vergar e hoje ficou aqui demonstrado neste campo que a tal equipa que era para abater levantou-se novamente. Deu show de bola nos primeiros 30 minutos e não virou o resultado por má sorte”, opinou.

 

O presidente asseverou que o Benfica não precisa de reforços, pois considera que o atual plantel tem todo o “valor para subir muito mais”.

“Todos temos falhas, eu também, como todo o ser humano. No caso do apoio ao Benfica, há um chapéu por cima que é uma bandeira, que representamos e tenho de defender. Tenho orgulho tão grande de ser do Benfica, da obra feita invejada por muita gente. Querem destruir-nos, mas fiquem cientes que vamos crescer ainda mais, fazer muito mais e ganhar muito mais”, concluiu.

O Benfica vai pedir ao Conselho de Arbitragem a divulgação pública das comunicações entre a equipa de arbitragem no jogo com o FC Porto, das meias-finais da Taça da Liga.

 

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O #PortoAoColo derrotou ontem por 3-1 o Benfica e qualificou-se pela terceira vez na sua história para a final da Taça da Liga em futebol, na primeira meia-final, em Braga.

Num jogo vibrante e intenso, que o árbitro Carlos Xistra não conduziu da melhor forma, Brahimi, aos 24 minutos, Marega, aos 35, e Fernando Andrade, aos 86, selaram o triunfo dos portistas, que bateram pela primeira vez o clube da Luz, na única prova do calendário nacional que nunca conquistaram.

RAFA_BENFICA.jpg

Por seu lado, Rafa apontou, aos 31 minutos, o golo do Benfica, que construiu várias oportunidades claras, mas falhou na hora de finalizar, sendo que ainda marcou um segundo tento, anulado a Pizzi, no final da primeira parte.

O jogo ficou marcado por alguns erros de arbitragem e com muitos protestos dos benfiquistas.

Aos 24 minutos o #PortoAoColo inaugurou o marcador, num lance onde o Benfica pediu falta de Óliver sobre Gabriel no início da jogada. Xistra, após conversa com o vídeo-árbitro, optou por validar a jogada e dar golo.

O Benfica empatou aos 31 minutos por Rafa, em recarga a uma defesa de Vaná. O golo só foi validado depois de Carlos Xistra ter visto a jogada num dos monitores, após alerta do VAR. Havia a dúvida se Seferovic tinha dominado a bola com a mão antes de rematar para defesa de Vaná, mas Xistra entendeu que foi com o peito. 

O lance mais polémico aconteceu aos 47 minutos da 1.ª parte, na compensação. O Benfica fez o 2-2 num lance de contra-ataque de três para um,  mas o árbitro auxiliar assinalou fora-de-jogo. Xistra, após conversa com o VAR na cidade do futebol, acabou por aceitar a decisão do seu árbitro auxiliar e anular a jogada por fora-de-jogo.

 

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Rumo à reconquista da Taça da Liga

por João Silva, em 22.01.19

O Benfica tem sete triunfos na Taça da Liga e vai disputar a 10ª meia-final em 12 edições da prova - só não esteve entre os quatro primeiros na edição de arranque e na época passada. O FC Porto vai para a oitava presença na meia-final mas só chegou por duas vezes à final e nunca ganhou.

A história comum de ambos na Taça da Liga é vermelha. Foram até agora três duelos, duas vitórias do Benfica, na final de 2010 (3-0) e na meia-final de 2011/12 (3-2) e um empate na meia-final de 2014 (0-0) que acabou decidido nos penáltis a favor das águias.

Taça da Liga Benfica 2010.jpg

O clássico chega no meio de um ritmo alucinante de jogos para ambas as equipas, que até agora fizeram alguma gestão na Taça da Liga, uma prova que tem condicionantes em relação à utilização de jogadores, nomeadamente a obrigatoriedade de utilizar em cada partida dois atletas formados localmente, mas que terão seguramente outra abordagem para um duelo que tem outra dimensão e uma final em jogo.

O Benfica tem cinco golos marcados e dois sofridos até agora na Taça da Liga, o FC Porto marcou sete e sofreu quatro. Ambos têm como melhores marcadores na competição dois avançados que estão em maré alta. De um lado Seferovic, que marcou quatro golos nos últimos quatro jogos, três rondas seguidas a marcar na Liga, do outro Soares, que acaba de assinar um hat-trick na vitória sobre o Desp. Chaves na última jornada. Dois jogadores com registos goleadores semelhantes esta época: cada um com oito golos apontados no campeonato, sendo que Soares tem 12 no total da época e Seferovic 11.

Seferovic, que decidiu o clássico de campeonato, o 1-0 de outubro na Luz, deverá ser opção no duelo desta terça-feira, num Benfica que, com Bruno Lage, voltou a jogar em 4x4x2 e tem como principal novidade a aposta em João Félix, titular desde a chegada do novo treinador. Fejsa está seguramente fora, por lesão, tal como Jonas, que é o atual jogador do Benfica com mais golos em absoluto na Taça da Liga, 10 no total.

Seferovic Porto.jpg

O Benfica tem esta noite a possibilidade de dar um passo importante rumo à concretização de um dos seus objetivos para a temporada em curso: a conquista da Taça da Liga, agora denominada Allianz Cup.

Na realidade, o verdadeiro propósito é, também aqui, a Reconquista – porque se trata de uma prova que o Benfica não ganha desde 2015/16.

Bruno Lage convocou 19 jogadores para o clássico com o FC Porto referente às meias-finais da Taça da Liga.

Lista de convocados:

Guarda-redes: Svilar e Odysseas;

Defesas: Conti, Grimaldo, Rúben Dias, Jardel e André Almeida;

Médios: Gabriel, Cervi, Alfa Semedo, Zivkovic, Salvio, Pizzi, Samaris, Rafa e Gedson;

Avançados: Seferovic, Castillo e João Félix.

O pontapé de saída está marcado para as 19h45 desta terça-feira, no Estádio Municipal de Braga.

 

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Bruno Lage

Em conferência de Imprensa no Caixa Futebol Campus, Bruno Lage, treinador do Benfica, fez a antevisão do jogo frente ao FC Porto, das meias-finais da Taça da Liga, que se disputa às 19h45 de terça-feira no Estádio Municipal de Braga. Prevê um clássico equilibrado e quer uma equipa focada e determinada para aceder à decisão da prova.

Como perspetiva este clássico com o FC Porto?

Estamos a encarar o jogo como uma final. É uma final para chegarmos a uma final e é com esta determinação que vamos encarar o jogo.

O Benfica já venceu o FC Porto nesta época. O adversário, porém, poderá partir com alguma vantagem para este encontro tendo em conta que tem vindo a realizar uma época mais sólida?

Cada jogo tem a usa história. Este será um jogo diferente, numa competição diferente. É, como disse, uma final para chegar a uma final. A determinação, o foco e a atitude vão estar nos dois lados.

O Benfica encontra aqui alguma vantagem por Sérgio Conceição, treinador do FC Porto, conhecer menos daquilo que é o Benfica de Bruno Lage?

Penso que não. Neste tipo de situações não há vantagens nem desvantagens. As análises às equipas são profundas, vão ao máximo detalhe. O conhecimento de ambas as equipas é mútuo.

Que detalhes podem fazer a diferença neste clássico?

Os detalhes são parte da base daquilo que é a nossa estratégia para o jogo. Aproveito para refletir sobre aquilo que é o nosso trabalho ao termos três dias para preparar um jogo. Se numa equipa os comportamentos já estão solidificados, ou seja, já há uma base de trabalho, para nós é mais difícil e é isso que temos vindo a fazer ao longo destes 12 dias em que estamos à frente da equipa, em que temos de, primeiro, tentar evoluir o que é nosso e, simultaneamente, preparar uma estratégia para o jogo. Passámos de uma base de um 4x3x3 para um 4x4x2 e o que pretendemos fazer é construir jogo de uma maneira diferente daquela que se fazia anteriormente. Não quer dizer que seja melhor ou pior, mas tem de ser diferente para termos mais bola, mais jogo, mais controlo com bola e domínio.

Tentamos defender de outra maneira, porque estamos a jogar em 4x4x2. E também queremos ter uma transição defensiva diferente. São comportamentos que queremos dar à equipa. Paralelamente, temos de preparar uma estratégia. Este tem sido o desafio, tendo a preocupação de fazer uma recuperação adequada dos jogadores que jogam e, após isso, como foi o caso do dia de hoje, não lhes tirar energia para o encontro de amanhã [terça-feira]. O nosso jogo, neste momento, está em processo de evolução. Fundamental é dar tranquilidade e conforto aos jogadores, para que estes se sintam confortáveis nas posições e nas decisões a tomar dentro de campo.

Bruno Lage

Que dinâmicas de jogo vai apresentar neste jogo? E, neste particular, o que espera do FC Porto?

Passámos de um 4x3x3 para um 4x4x2, logo aí o posicionamento é diferente. Em função disso, queremos que a nossa construção seja feita de maneira diferente. Volto a repetir: diferente não é melhor nem pior, é diferente. Acredito que o FC Porto também se apresente em 4x4x2 e o desafio vai ser nós tentarmos explorar as fraquezas do FC Porto, tendo em atenção os seus pontos fortes, e o nosso adversário certamente vai fazer o mesmo. Acredito que vai ser um jogo muito equilibrado. Acima de tudo, que seja um bom jogo de futebol.

Fejsa e Jonas já estão aptos para este jogo?

Não, nenhum deles está disponível.

É ingrato para um treinador que acaba de chegar ter desafios tão importantes como este com o FC Porto e os que se seguirão com o Sporting para o Campeonato e para a Taça de Portugal?

É o que temos. Ao mesmo tempo, é uma experiência gratificante, porque já passei por isto enquanto adjunto. Agora, como treinador principal, é tentar evoluir aquilo que é nosso, preparar a estratégia e, ao mesmo tempo, conhecer o plantel e a equipa. É verdade que são competições muito importantes e, por aquilo que é a nossa condição no Campeonato e pelo facto de os primeiros quatro classificados estarem a disputar as duas Taças, todos os jogos têm de ser encarados como finais. É pensar treino a treino, jogo a jogo, aquilo que podemos controlar, que é o nosso trabalho, e ir a jogo com muita determinação.

Bruno Lage

Gedson não tem jogado muito ultimamente. Por alguma questão física, ou porque Gabriel ganhou o lugar?

Eu já sabia que você me ia fazer essa pergunta... Não podemos jogar com 12. Mas Gedson está a fazer um trabalho fantástico.

Como é que os jogadores têm reagido às mudanças?

Quando acontece uma mudança é normal que as pessoas tentem acordar um pouco para criar uma dinâmica positiva, e é isso que tenho sentido da parte de toda a gente. Sinto que estão agradados com a nossa forma de trabalhar, treinar e de preparar os jogos.

Rui Vitória trouxe o Benfica até à final four da competição. Bruno Lage quer levar a equipa até onde?

Até à final, para já. É jogo a jogo. Primeiro temos de passar esta meia-final. Não posso dizer que vou ganhar uma competição sem passar esta semifinal. É o meu foco, jogo a jogo. Quem representa este emblema tem implícita a ambição de vencer sempre. Aquilo que me interessa agora é preparar o jogo da melhor maneira possível, como já o fizemos com os jogadores, e amanhã [terça-feira] estarmos focados e determinados para vencer esta final e no sábado podermos estar noutra final.

Pode constituir uma desvantagem jogar esta final four da Taça da Liga no terreno de um dos competidores [Braga] pelo triunfo?

Não, não creio que isso seja uma desvantagem.

 

Fonte: SLBenfica.pt

 

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