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Bancadas bem preenchidas no estádio António Coimbra da Mota. Adeptos Benfiquistas em maioria a criarem o ambiente de um mini-Estádio da Luz.

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Apostando na mesma equipa que rendeu duas goleadas nas duas jornadas anteriores, frente ao Marítimo (6-0) e Nacional (1-4), Rui Vitória teve, desta vez, que sofrer frente ao Estoril. Mas tudo poderia ter sido diferente se o ataque do Benfica tivesse sido mais eficaz nos primeiros instantes da partida.

Entre os oito e os nove minutos, foram três as soberanas oportunidades criadas pelas "águias", uma delas com o poste a evitar mais um golo de Jonas. Era o resultado de uma entrada determinada dos “encarnados”, que sofreram um duro revés pouco depois, fruto de uma maior eficácia da equipa da casa. No primeiro lance ofensivo dos “canarinhos”, Anderson Luís cruzou da direita para a área, onde o inevitável Léo Bonatini antecipou-se a Lisandro e rematou para golo.

Começava mal o jogo para o conjunto de Rui Vitória, que passou a acusar alguma intranquilidade e precipitação colectiva e individual. Mesmo assim, procurou responder prontamente à desvantagem, mas, mais uma vez, faltou inspiração atacante, nomeadamente a Jiménez, que desaproveitou um brinde da defesa estorilista, permitindo a defesa de Kieszek, quando se encontrava isolado, aos 14’.

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Apesar de ter mais posse de bola, a verdade é que as “águias” sentiam dificuldades nas transições defensivas e não raras vezes o contra-ataque da formação da casa punha os da Luz em sentido. Com o passar dos minutos, o Benfica subiu as linhas, optou por uma pressão alta na primeira zona de construção do Estoril, que perdeu capacidade ofensiva.

O cerco à área adversária ia dando golo de Jonas num cabeceamento perigoso aos 41 minutos. Ao intervalo, o Benfica saía a perder.

Para a segunda metade, Rui Vitória trocou Jiménez por Mitroglou e foi bem-sucedido. Depois de uma primeira ameaça do grego, aos 49’, o ponta-de-lança empatou o encontro, aos 52’. Um cruzamento atrasado de André Almeida foi transformado em golo por Mitroglou, num remate à meia-volta, com a bola a tocar ainda em Diogo Amado e a trair Kieszek.

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Um golo que premiava a avalanche atacante dos lisboetas nos instantes iniciais do reatamento. A pressão “encarnada” anunciava o segundo golo e ele surgiu mesmo aos 68’, após Jonas assistir Pizzi que bateu o guarda-redes “canarinho” pela segunda vez, com um remate rasteiro cruzado. Instantes antes, no lance mais caricato do encontro, os benfiquistas já tinham reclamado o segundo, quando Kieszek retirou uma bola que poderá ter ultrapassado a linha de baliza.

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O Estoril raramente conseguia estender o seu jogo pelo campo e só aos 70’ fez entrar o guarda-redes Júlio César em acção, pela primeira vez em toda a partida (a segunda foi já nos descontos).

A vitória foi plenamente justificada pelo Benfica, essencialmente por aquilo que fez no segundo tempo, e a equipa da Luz voltou a depender de si própria para poder festejar o título.

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O Benfica começou com Júlio César; André Almeida, Lisandro, Jardel, Eliseu; Fejsa, Renato Sanches, Pizzi (Talisca, 88’), Carcela (Gonçalo Guedes, 90'+5); Jonas e Raúl Jiménez (Mitroglou, 45’).

 #RumoAo35

 

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Antevisão do jogo com o Estoril

por João Silva, em 16.01.16

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O Benfica pode ficar hoje a dois pontos do Sporting, líder da I Liga de futebol, caso vença em casa do Estoril-Praia, em jogo da 18.ª jornada da prova, a primeira da segunda volta. Segundos classificados com menos cinco pontos do que os 'leões', os ‘encarnados’ podem assim tirar proveito do resultado surpreendente de sexta-feira, quando o Sporting cedeu um empate 2-2 em casa diante do Tondela, lanterna-vermelha do campeonato.

O Benfica visita a Amoreira no melhor período da temporada. No campeonato, as águias somam quatro vitórias consecutivas e andam com pé quente. Nos últimos dois jogos marcaram 10 golos. Ainda assim, fora de portas o Benfica não consegue por vezes ser tão eficaz como nos jogos na Luz. Dos oito encontros, a equipa de Rui Vitória já perdeu dois e empatou outro. Os encarnados são atualmente vice-líderes do campeonato, com 40 pontos, os mesmos que o FC Porto e agora a cinco do primeiro, o Sporting.

Para Rui Vitória «É um jogo contra uma boa equipa. Na primeira volta sentimos dificuldades para vencer. É revelador do valor do Estoril. Temos consciência de que é um adversário difícil. Não há outro caminho que não seja pensar em ganhar. As características do adversário são boas mas acreditamos muito em nós, e vamos lá para ganhar. Prevemos que esteja um estádio cheio de benfiquistas e que isso nos ajude a mais uma vitória».

Esta jornada é a oportunidade do Benfica, em caso de vitória, voltar a depender dele próprio para conquistar o tão desejado TRICampeonato.

#CarregaBenfica

#RumoAo35

 

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O Benfica venceu o Estoril, por 4-0, no Estádio da Luz, e entrou desta forma a ganhar na Liga. Foi o primeiro triunfo deste arranque de temporada sob a orientação de Rui Vitória e o início perfeito para o sonho encarnado do ‘tri’. Os golos de Mitroglou, Jonas (2) e do jovem Nélson Semedo ditaram uma vitória que apenas se escreveu nos últimos 20 minutos.

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Com os regressos de Luisão, Eliseu e Pizzi ao onze e a estreia de Mitroglou, o Benfica acusou a surpresa de enfrentar uma boa entrada do Estoril. A formação comandada por Fabiano Soares entrou desinibida e nos primeiros minutos dominou mesmo a partida, empurrando o jogo para junto da baliza de Júlio César. 

Por sua vez, um Benfica desconexo e sem ligação entre os sectores pouco conseguia fazer para travar a boa atuação estorilista na Luz. Foi preciso esperar quase 15 minutos para os bicampeões se começarem a soltar, mas sempre num voo baixinho e sem grande espectáculo. Aos 25', Mitroglou começou a dar nas vistas, colocando a bola na baliza de Kieszek, mas o lance foi anulado por fora de jogo do grego. O melhor momento dos encarnados sucedeu aos 40’, quando Luisão quase fez golo, ao atirar à trave depois de uma assistência de Gaitán.

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No entanto, a melhor ocasião do primeiro tempo pertenceu mesmo ao Estoril, quando Léo Bonatini surgiu já em pleno período de descontos isolado perante Júlio César. O guardião brasileiro fez uma mancha perfeita e negou o golo, segurando assim o 0-0 ao intervalo.

A façanha conseguida por Júlio César teria direito a repetição logo no segundo minuto da segunda parte, com uma defesa por instinto a remate de Sebá. O Benfica mostrava grandes dificuldades para construir o seu jogo ofensivo e consentia igualmente algumas investidas de um Estoril cheio de personalidade. Foi então que Rui Vitória sentiu a necessidade de agitar o jogo e lançou aos 61' os brasileiros Talisca e Victor Andrade, com este último a fazer a sua estreia oficial pelo clube da Luz. E foi uma primeira impressão positiva, com o jovem a ocupar o lugar de Ola John e a corresponder bem.

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Rui Vitória prometera na véspera que a equipa encarnada ia entrar nos eixos, depois de uma má pré-época. Só não tinha avisado que seria preciso esperar 74 minutos para ver o clube da Luz a finalmente acertar o rumo. Depois de duas ocasiões clamorosas desperdiçadas, o estreante Mitroglou fez de cabeça o 1-0 e deixou a Luz respirar de alívio, na sequência de um cruzamento de Gaitán. Estava feito o mais difícil, como se veria nos minutos seguintes.

Com efeito, no espaço de 15 minutos o Benfica acabaria por construir uma goleada. Jonas elevou para 2-0 quatro minutos depois, na conversão de uma grande penalidade por mão de Mattheus na área. Logo de seguida, aos 81', Jonas mostrou novamente pontaria afinada e finalizou de cabeça um bom passe de Victor Andrade. Por fim, aos 89', o jovem Nélson Semedo, um dos melhores na noite encarnada, colocou um ponto final no resultado, após uma excelente assistência de Gaitán.

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O 4-0 final esconde as dificuldades sentidas pelo Benfica na finalização e na construção do jogo ofensivo, mas não deixa de ser inequivocamente justa. O bicampeão nacional conquistou os primeiros três pontos, que permitiu assim apanhar os rivais FC Porto e Sporting no topo da Liga.

 

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Antevisão ao início da Liga NOS 2015/16

por João Silva, em 15.08.15

O Benfica dá o pontapé de saída na Liga NOS 2015/2016 este domingo, com a receção ao Estoril. Rui Vitória promete respeito pelo adversário e muita vontade de entrar com o pé direito no Campeonato Nacional.

As expetativas são enormes e a vontade de ganhar é muito grande. Vamos entrar claramente para ganhar, respeitante muito o adversário – que é uma equipa com muito valor. Queremos que seja um arranque de campeonato auspicioso e com uma vitória”, começou por dizer na conferência realizada no Seixal.

A minha grande preocupação é o Estoril, que nos merece muito respeito, como todos os outros adversários. Vai ser uma equipa difícil, com jogadores de qualidade, uma equipa moralizada de certeza forma e acredito que queira vir à Luz dividir o jogo e jogar o jogo pelo jogo. Temos que nos concentrar em nós próprios. Estamos preparados para aquilo que o jogo nos vai trazer. Os meus jogadores sabem o que têm a fazer e a forma como nós queremos jogar. Têm brio, compromisso e profissionalismo", assegurou.

Quanto às dúvidas para o encontro, Rui Vitória esclareceu: “Luisão está apto para o jogo, Carcela está reintegrado mas possivelmente não irá a jogo, Mitroglou poderá ir a jogo.”

Já sobre Nico Gaitán, o treinador revela que “tem trabalhado de forma afincada, com uma grande vontade de ajudar. Tem uma grande disponibilidade para trabalhar e sobretudo para ganhar. Amanhã vai a jogo e está preparado.

Na noite em que fará a sua estreia na Luz, esperam-se cerca de 50 mil espectadores. Rui Vitória pede o apoio dos adeptos e promete trabalho e dedicação rumo ao grande objetivo da temporada. “Agora vai começar a nossa história. Vamos partir todos em pé de igualdade - com 0 pontos – e com muito respeito por todos os adversários. Os jogadores do Benfica estão envolvidíssimos com o objetivo da conquista do Tricampeonato. A família Benfiquista vai ser parte integrante do nosso sucesso. O Benfiquista é um adepto especial, que gosta de ganhar, e tenho a certeza que que os adeptos vão estar connosco. Vamos entrar com muita vontade e determinação”, garantiu.

Com uma pré-época abaixo das expectativas, com a derrota na Supertaça com o rival Sporting, é crucial que a equipa do Benfica comece com o pé direito no arranque do Campeonato. Com a perspectiva de estarem cerca de 50 mil espectadores na Luz, é um sinal claro que os adeptos estão com a equipa e que confiam na nova equipa técnica, liderada pelo Rui Vitória.

Carrega BiCampeões!!!

 

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SL Benfica 6-0 Estoril

por João Silva, em 01.03.15

Em dia de festa, celebração do 111.º aniversário, o Benfica deu aos 46.712 adeptos uma vitória como prenda, complementada com uma exibição muito positiva, com alguns momentos de “nota artística.

Na busca pelo golo desde o apito inicial, Jonas esteve em plano de evidência nos primeiros minutos. Aos 10’, o avançado brasileiro atirou ao poste e aos 16 minutos, após cruzamento de Gaitán, obrigou Kieszek a estirada em grande estilo para evitar o tento inaugural das “águias”. Na sequência do pontapé de canto, Luisão, ao primeiro poste, de cabeça, deu a primeira alegria às bancadas da Catedral.

O Estoril foi tentando responder com transições rápidas que obrigavam Artur Moraes e seu pares a estarem em constante sentinela. Porém, estes pequenos sustos não conseguiram travar o maior ímpeto ofensivo dos da casa que chegaram ao 2-0, aos 25’, através de Salvio que encostou após passe com peso e medida de Lima.

A exibição Benfiquista era de alto calibre e os “canarinhos” estavam resignados a tanta superioridade. À passagem do minuto 33, Pizzi num remate de ressaca, forte e colocado, fez o 3-0 e dois minutos depois foi Jonas a lograr o tento da goleada ao finalizar uma jogada mágica de um coletivo muito forte.

Muito perto da “manita” esteve Nico Gaitán aos 40 minutos que após receber um passe assombroso de Samaris atirou um pouco ao lado da baliza adversária quando estava sozinho na área. Ao intervalo, o 4-0 era o espelho de uma exibição de luxo, com um Futebol rendilhado do SL Benfica em dia de aniversário.

Na etapa complementar, o jogo parecia estar algo morno, mas o ascendente Benfiquista continuou e aos 56 minutos, Lima, através de uma grande penalidade cometida sobre Jonas, completou a mão cheia. Motivado, o camisola 11 tentou bisar com um bonito toque de calcanhar mas a bola saiu à figura de Kieszek (64’).

Minutos depois, João Capela expulsou o médio Eziti por alegada mão na bola e o que já era difícil tornou-se inglório para a equipa da Linha de Cascais. Porém, aos 78 minutos, Leo Bonatini quase marcou ao aparecer isolado frente a Artur que foi rei e defendeu para canto. Respondeu o Benfica por Salvio que disparou aos 82 minutos e testou a atenção do guardião estorilista.

Da mão cheia à meia-dúzia distam 30 minutos com Jonas a bisar numa recarga a remate de Ola John (86’).

 

Num jogo em que tem de ser elevada a excelente capacidade do Benfica enquanto equipa, os médios argentinos, Salvio e Gaitán – este num regresso após lesão –, “pincelaram” o jogo com magia, velocidade, técnica, golos e muita capacidade de desequilíbrio em ambos os flancos. Pizzi também esteve em evidência pelo golo, pelo que jogou e fez jogar, nomeadamente na primeira parte.

O SL Benfica segue líder da classificação com 59 pontos em 23 jogos.

O Sport Lisboa e Benfica alinhou de início com Artur Moraes; Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Eliseu; Samaris (Cristante, 85’), Pizzi (Talisca, 67’), Salvio, Gaitán (Ola John, 73’), Lima e Jonas.

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Estoril 2-3 SL Benfica

por João Silva, em 28.09.14

O Campeão Nacional alcançou uma importantíssima vitória na deslocação ao campo do Estoril. Era fundamental o Benfica conquistar os três pontos nesta jornada para reforçar a sua liderança no campeonato, tendo em conta o empate verificado entre os rivais FC Porto e Sporting.

A equipa de Jorge Jesus teve uma entrada demolidora na partida, logo aos três minutos, Talisca com uma jogada brilhante abriu o marcador, depois de uma iniciativa individual em que arrancou do meio campo, deixando para trás vários adversários. Cinco minutos depois já ganhava por 2-0, mais um Golo de Talisca que só teve de encostar para o golo após uma brilhante iniciativa de Gaitán. Tudo se encaminhava para uma vitória tranquila...

Mas não, o Estoril começou a crescer e já perto do intervalo reduziu para 1-2, estava dado o mote para a reação canarinha no segundo tempo.
No inicio da segunda parte surgiu o segundo golo do Estoril, um pouco por culpa de um aparente adormecimento dos jogadores do Benfica. Nesta fase a equipa da casa parecia querer pelo menos conquistar um ponto, mas viu-se reduzida a dez unidades depois da expulsão do seu jogador Cabrera, segundo cartão amarelo, após falta sobre Enzo Perez.

Jorge Jesus mexeu na equipa, Derley entrou na equipa e foi decisivo no golo que deu os três pontos, apontado por Lima.
Missão cumprida!

Destaques:
Talisca– Rubricou mais uma grande exibição. Marcou dois golos, um deles numa jogada individual em que deixou para trás vários adversários e frente ao guarda-redes não vacilou.
Gaitán– Em grande forma, técnica apurada, assistiu Talisca para o 0-2. Teve uma série de pormenores de classe ao longo dos 90 minutos e ia marcando um golo de outro mundo.

Salvio– Tal como Gaitán, também Salvio esteve em evidência com a sua velocidade, força e técnica. Assistiu Derley no lance do terceiro golo.

O Sport Lisboa e Benfica alinhou com o seguinte onze inicial: Artur; Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Eliseu; Salvio, Samaris (Ola John, 69’), Enzo, Gaitán; Talisca (Derley, 62’) e Lima (André Almeida, 90+3').

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