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Rumo à reconquista da Taça da Liga

por João Silva, em 22.01.19

O Benfica tem sete triunfos na Taça da Liga e vai disputar a 10ª meia-final em 12 edições da prova - só não esteve entre os quatro primeiros na edição de arranque e na época passada. O FC Porto vai para a oitava presença na meia-final mas só chegou por duas vezes à final e nunca ganhou.

A história comum de ambos na Taça da Liga é vermelha. Foram até agora três duelos, duas vitórias do Benfica, na final de 2010 (3-0) e na meia-final de 2011/12 (3-2) e um empate na meia-final de 2014 (0-0) que acabou decidido nos penáltis a favor das águias.

Taça da Liga Benfica 2010.jpg

O clássico chega no meio de um ritmo alucinante de jogos para ambas as equipas, que até agora fizeram alguma gestão na Taça da Liga, uma prova que tem condicionantes em relação à utilização de jogadores, nomeadamente a obrigatoriedade de utilizar em cada partida dois atletas formados localmente, mas que terão seguramente outra abordagem para um duelo que tem outra dimensão e uma final em jogo.

O Benfica tem cinco golos marcados e dois sofridos até agora na Taça da Liga, o FC Porto marcou sete e sofreu quatro. Ambos têm como melhores marcadores na competição dois avançados que estão em maré alta. De um lado Seferovic, que marcou quatro golos nos últimos quatro jogos, três rondas seguidas a marcar na Liga, do outro Soares, que acaba de assinar um hat-trick na vitória sobre o Desp. Chaves na última jornada. Dois jogadores com registos goleadores semelhantes esta época: cada um com oito golos apontados no campeonato, sendo que Soares tem 12 no total da época e Seferovic 11.

Seferovic, que decidiu o clássico de campeonato, o 1-0 de outubro na Luz, deverá ser opção no duelo desta terça-feira, num Benfica que, com Bruno Lage, voltou a jogar em 4x4x2 e tem como principal novidade a aposta em João Félix, titular desde a chegada do novo treinador. Fejsa está seguramente fora, por lesão, tal como Jonas, que é o atual jogador do Benfica com mais golos em absoluto na Taça da Liga, 10 no total.

Seferovic Porto.jpg

O Benfica tem esta noite a possibilidade de dar um passo importante rumo à concretização de um dos seus objetivos para a temporada em curso: a conquista da Taça da Liga, agora denominada Allianz Cup.

Na realidade, o verdadeiro propósito é, também aqui, a Reconquista – porque se trata de uma prova que o Benfica não ganha desde 2015/16.

Bruno Lage convocou 19 jogadores para o clássico com o FC Porto referente às meias-finais da Taça da Liga.

Lista de convocados:

Guarda-redes: Svilar e Odysseas;

Defesas: Conti, Grimaldo, Rúben Dias, Jardel e André Almeida;

Médios: Gabriel, Cervi, Alfa Semedo, Zivkovic, Salvio, Pizzi, Samaris, Rafa e Gedson;

Avançados: Seferovic, Castillo e João Félix.

O pontapé de saída está marcado para as 19h45 desta terça-feira, no Estádio Municipal de Braga.

 

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Estádio Municipal de Braga vai ser o palco do 14.º clássico entre Benfica e FC Porto em campo neutro. E, pela primeira vez, não será uma final, pois esta terça-feira (19.45 horas) disputa-se a meia-final da Taça da Liga, que dá direito a discutir o troféu no sábado.

A história diz-nos que os encarnados levaram a melhor por sete vezes, contra seis dos dragões, sendo que os lisboetas têm mais dez golos marcados nestas partidas disputadas em "terra de ninguém" (21-11). Estes duelos estão cheios de histórias que marcaram o futebol português.

Um dos mais emblemáticos confrontos entre Benfica e FC Porto em terreno neutro foi a final da Taça de Portugal de 1982/83, que acabou por ser disputado no início da época seguinte no... Estádio das Antas. Sim, nessa tarde, aquela que era a casa do dragão virou terreno neutro por ordem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF). E tudo porque a direção portista, já liderada por Pinto da Costa, se recusou a jogar no Estádio Nacional, o habitual palco da final da Taça.

O problema começou quando a FPF marcou as Antas como palco do jogo decisivo, bem antes de saber quais seriam as equipas que iriam disputá-lo. Quando Benfica e FC Porto eliminaram, respetivamente, Portimonense e Académica nas meias-finais, estava criado um problema. Os dirigentes federativos resolveram então remarcar a final para o Jamor, uma decisão causou revolta entre os portistas, que em Assembleia Geral decidiu não comparecer à partida se a FPF mantivesse o Estádio Nacional como palco. Pois bem, a federação demorou depois bastante tempo a emitir uma decisão final e quando o fez os jogadores das duas equipas já tinham ido de férias, optando então marcar a final para as Antas no dia 21 de agosto, uma semana antes da 1.ª jornada do campeonato da época seguinte.

Na Luz, Sven-Göran Eriksson, treinador dos encarnados, afirmou para não se preocuparem que o Benfica ia ao Porto para trazer o troféu. E assim foi. Um remate de Carlos Manuel a 30 metros da baliza bateu o guarda-redes Zé Beto aos 20 minutos e valeu a conquista do troféu.

A fuga de José Pratas

Bem quentes foram as Supertaças disputadas no início dos anos de 1990. Na altura, o troféu era disputado a duas mãos e nas três épocas que os dois rivais disputaram este troféu foi sempre necessário realizar uma finalíssima, que é como quem diz um terceiro jogo para desempatar.

Foi assim em 1992, pois o Benfica tinha ganho na Luz por 2-1 e o FC Porto nas Antas por 1-0. Como os golos fora não contavam para o desempate, reencontraram-se a 9 de setembro, em Coimbra. A partida estava a ser bastante quentinha no relvado, mas o caldo entornou-se definitivamente aos 72 minutos quando Isaías abriu o marcador, na recarga a uma defesa de Vítor Baía nas alturas perante Rui Águas. De imediato, os jogadores portistas correram na direção do árbitro José Pratas, que não foi de modas e fugiu deles a sete pés.

18 anos depois, numa entrevista, o árbitro de Évora justificou aquele momento caricato. "Não foi uma fuga, foi uma reação natural de quem se sente atacado e ameaçado. Devia ter acabado com o jogo por insubordinação da equipa do FC Porto", explicou José Pratas que terá mesmo ficado marcado por aquela perseguição: "Nem preguei olho! Cada vez que fechava os olhos lá vinham o Couto e o Paulinho Santos direitos a mim..."

O certo é que o FC Porto acabou por empatar essa finalíssima aos 84 minutos graças a um penálti marcado pelo capitão João Pinto, remetendo a decisão para as grandes penalidades. E aí o Benfica chegou a ter uma vantagem de 3-0. Com o presidente portista Pinto da Costa ajoelhado junto à linha lateral, os dragões treinados por Carlos Alberto Silva acabariam por vencer por 4-3 e levantaram o troféu.

Dois anos depois, as duas equipas voltaram a encontrar-se em Coimbra para mais uma finalíssima da Supertaça decidida no desempate por penáltis, voltando os portistas a levar a melhor. Isto depois de um final de jogo emocionante em que Domingos Paciência marcou aos 85 minutos e Tavares empatou aos 89. No prolongamento, Carlos Secretário voltou a adiantar os dragões, mas a dois minutos do fim César Brito voltou a colocar igualdade no marcador, numa altura em que os portistas Aloísio e Rui Barros já tinham sido expulsos pelo árbitro Veiga Trigo. Os penáltis voltaram a ser malditos para os encarnados que perderam outra vez por 4-3.

Foi preciso esperar nove meses para atribuir a Supertaça de 1994. Após dois empates (1-1 e 0-0) nas duas mãos realizadas em agosto e setembro, eis que a finalíssima só se disputou a 20 de junho de 1995 e, desta vez, a Federação Portuguesa de Futebol escolheu o Parque dos Príncipes, em Paris, para que fosse feita uma festa de final de época para os emigrantes. Só que as duas equipas apresentavam-se sem algumas das suas principais estrelas como por exemplo João Pinto, Drulovic e Yuran (já tinha terminado contrato) por parte do FC Porto, Preud'Homme, Isaías, Vítor Paneira, Mozer, Edilson e João Vieira Pinto por parte do Benfica.

A organização do jogo, para poupar nas despesas, chegou a propor aos dois clubes que viajassem no mesmo avião, algo logo descartado por ambos... afinal, as relações era péssimas. O jogo, que marcou o fim da carreira do capitão benfiquista António Veloso, lá se realizou sem incidentes, com a vitória do FC Porto por 1-0 graças a um golo de Domingos Paciência no início da segunda parte. Os emigrantes, que encheram o histórico estádio parisiense, fizeram uma festa portuguesa durante a primeira e única vez que o clássico se disputou foram das fronteiras portuguesas.

No total foram cinco clássicos em campo neutro para a Supertaça, todos favoráveis ao FC Porto, mas foi na Taça de Portugal que estas equipas mais se defrontaram fora dos respetivos estádios. Das sete vezes que se enfrentaram, sempre em finais, o Benfica venceu seis vezes e os dragões apenas uma.

A última vez que houve um duelo no Jamor foi a 16 de maio de 2004. Dez dias antes de o FC Porto conquistar o segundo título de campeão europeu frente ao Mónaco, em Gelsenkierchen. Contudo, essa final da Taça de Portugal sorriu ao Benfica, acabando por ser um marco para o clube da Luz, uma vez que assinalava o fim de um longo jejum e daqueles que foram os piores anos da sua história. Os portistas eram amplamente favoritos nessa tarde e quando Derlei abriu o marcador à beira do intervalo tudo se conjugava para que José Mourinho conquistasse mais um troféu antes da final da Liga dos Campeões.

Só que no início da segunda parte, o grego Fyssas empatou o jogo, que acabou por ir para prolongamento numa altura em que Jorge Costa já tinha sido expulso. Aos 104 minutos, Simão Sabrosa bateu o guarda-redes Nuno Espírito Santo e devolveu os sorrisos aos benfiquistas que há oito anos que não sabiam o que era conquistar um troféu.

O primeiro jogo de sempre entre os dois rivais em campo neutro foi também no Estádio Nacional, em junho de 1953. Era a primeira final da Taça de Portugal em que participava o FC Porto, enquanto o Benfica já tinha no seu currículo seis troféus. A falta de experiência terá ditado o descalabro da equipa, que acabou goleada por 5-0, graças a três golos de Arsénio, e os outros dois apontados por Rogério Pipi e José Águas. O Benfica levantava mais uma vez o troféu, agora pela quarta fez consecutiva.

A desforra portista deu-se cinco anos depois. Quando um golo de Hernâni permitiu aos dragões vencer o Benfica por 1-0, conquistando assim a segunda Taça de Portugal da sua história. Essa foi, aliás, a única vez que o FC Porto venceu o rival em finais da Taça.

Há apenas um duelo em campo neutro para a Taça da Liga, foi precisamente na final de 2009/10, no Estádio do Algarve. O Benfica vivia em estado de graça causado pelas boas exibições da equipa no primeiro ano de Jorge Jesus à frente da equipa, enquanto o FC Porto de Jesualdo Ferreira sofria, provavelmente, do desgaste de um ciclo de quatro anos consecutivos em que foi campeão nacional.

Rúben Amorim, Carlos Martins e Cardozo construíram um triunfo claro que assinalou o primeiro de muitos troféus de Jesus como treinador dos encarnados. Aliás, o clube da Luz já contabiliza sete troféus daquela que é a mais nova competição do calendário futebolístico nacional. Ao contrário, a Taça da Liga é a única prova que o FC Porto não conseguiu vencer até ao momento, sendo esse mais um aliciante para o jogo desta terça-feira em Braga. É que quem vencer dá um passo importante para a primeira conquista da temporada.

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No domingo, todos os caminhos vão dar ao Estádio da Luz. O prato forte da 30.ª jornada da Liga NOS é o jogo entre os dois primeiros classificados da tabela e o Site Oficial do Benfica faz uma viagem aos números e às curiosidades que alimentam a história do clássico.

Em mais de 80 anos de clássicos entre Benfica e FC Porto viram-se muitos resultados, mas nunca nenhum como a vitória benfiquista por 12-2 na temporada 1942/43. Este é, aliás, o triunfo mais volumoso dos encarnados em casa diante dos azuis e brancos. A década de 1940 foi, inclusive, fértil em goleadas do Benfica no clássico (sete), sendo que é a que tem maior registo de resultados contundentes por parte das águias.

Ainda na década de 1940, destaque para as oito vitórias seguidas dos da Luz, registo que perdura no tempo como a melhor série do Benfica com o FC Porto em jogos em casa para o Campeonato Nacional; e os 10 jogos sem perder, classificado como um dos dois melhores ciclos sem derrotas frente aos dragões. O melhor regista 11 encontros compreendidos entre 1963 – década gloriosa do Clube – e 1974.

Porém, os jogos no Campeonato arrancaram em 1934/35 com o Benfica a vencer o FC Porto por 3-0. Curioso, o facto de quatro das primeiras cinco vitórias terem sido com goleada (3 ou + golos de diferença): 3-0 em 1934/35; 5-1 em 1935/36; 6-0 em 1936/37; 4-1 em 1938/39.

Pizzi

Naturalmente, os Benfiquistas poderiam palpitar que o melhor marcador do Clube em clássicos em casa para o Campeonato seria Eusébio. Não estariam longe da verdade, mas o Pantera Negra está no 2.º lugar. Supera-o outro histórico de águia ao peito: José Águas. Capitão do Benfica Bicampeão Europeu, o avançado – pai de Rui Águas – apontou 13 golos em 12 jogos. Eusébio tem 10 tentos em 11 encontros e o pódio encerra com Joaquim Teixeira (9 golos em 6 jogos).

Apesar de o Benfica ser o Clube com mais triunfos neste confronto, o resultado que mais vezes se repete na casa da águia é o empate 1-1 (12 vezes). Segue-se o nulo, que aconteceu em nove ocasiões. No que concerne a vitórias, o 3-1 para o Benfica é o que mais vezes se tem visto (6 vezes), seguindo-se o 2-0 em cinco ocasiões.  

Garay

Os dados estão lançados para o 84.º Benfica-FC Porto da I Liga portuguesa. A lotação do Estádio da Luz já se encontra esgotada e, nas bancadas, um cântico especial será entoado nos primeiros 10 minutos do jogo.

 

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O dia começa no Caixa Futebol Campus, pelas 15h00, com o jogo de Juniores entre o Benfica e o Belenenses a contar para a 6.ª jornada da fase de apuramento de campeão.

Uma hora mais tarde, novo encontro entre os dois emblemas, mas desta feita em futsal e em Belém. O Pavilhão Acácio Rosa é o palco da 22.ª jornada da fase regular do Campeonato Nacional. Do Restelo à Luz é um pulo, e a partir das 16h00 todos os caminhos vão dar ao Pavilhão n.º 2. Jogo de voleibol entre as águias e a Fonte do Bastardo para a meia-final do play-off.

Quando o relógio marcar as 18h00, o Pavilhão Fidelidade dá as boas-vindas à Liga Europeia com o jogo entre as equipas de hóquei em patins do Sport Lisboa e Benfica e do Liceo da Coruña. A partida é referente à segunda mão dos quartos de final e os comandados por Pedro Nunes trazem de Espanha uma vantagem de 2-3. À mesma hora, mas em Ílhavo, o basquetebol vira agulhas para a LPB depois da conquista da 22.ª Taça de Portugal. O encontro entre o Illiabum e o Benfica, referente à 5.ª jornada da 2.ª fase, terá lugar no Pavilhão Municipal Capitão Adriano Nordeste.

A partir das 19h00, em Espanha, o andebol joga uma cartada importante na Taça EHF. Na frente do seu grupo, o Benfica garante a passagem para os quartos de final em caso de triunfo ante o Helvetia Anaitasuna. O jogo da 6.ª ronda realiza-se no Polideportivo Anaitasuna.

Mas o melhor está guardado para o fim! Clássico de futebol, a partir das 20h30, num Estádio da Luz de gala. SL Benfica e FC Porto medem forças na 27.ª jornada da Liga NOS, onde uma vitória, como se espera, pode cimentar a liderança rumo ao Tetra, num palco que se espera completamente lotado.

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Os dados estão lançados. Passaram-se 26 jornadas e Benfica e FC Porto, com as suas qualidades e defeitos, chegam ao Clássico separados apenas por um ponto. Mas qual foi o caminho das duas equipas até ao jogo da Luz que pode decidir o título? O SAPO Desporto analisou os resultados de águias e dragões para perceber o que separou a regularidade das duas equipas na prova principal do campeonato português.

O Benfica chega a este encontro com 20 vitórias, dez no Estádio da Luz e dez fora de portas. Durante a sua caminhada vitoriosa, o conjunto de Rui Vitória conseguiu três goleadas por 4-0 (frente ao Tondela, Belenenses e Feirense) e quatro goleadas por 3-0 (Arouca, Nacional, Paços Ferreira e Moreirense). No entanto, também averbou cinco vitórias pela margem mínima, sendo que três delas foram mesmo por 1-0 (Estoril Praia, Braga e Feirense).

No lado mais negativo, o clube da Luz perdeu pontos em seis ocasiões, traduzidas em quatro empates (Paços Ferreira, Boavista, FC Porto e Vitória de Setúbal) e duas derrotas, concedidas frente ao Marítimo (2-1) e Vitória de Setúbal (1-0).

O FC Porto, por outro lado, tem mais empates que o Benfica mas menos uma derrota. A equipa de Nuno Espírito Santo chega ao Clássico com 19 vitórias, divididas entre 12 triunfos em casa e sete vitórias fora do Estádio do Dragão.

Os dragões vencem o clube da Luz no capítulo das goleadas, ao conseguirem oito goleadas ao invés das sete conseguidas pelo Benfica. Para além da maior goleada desta época no campeonato, com o 7-0 ao Nacional, o clube portista conseguiu mais quatro goleadas por 4-0 (Arouca, Tondela, Feirense e Nacional) e três goleadas por 3-0 (Arouca, Vitória de Guimarães e Moreirense).

Pelo lado negativo, o FC Porto perdeu pontos em sete ocasiões, divididas em seis empates e uma derrota. O clube portista empatou duas vezes em casa (Benfica e Vitória de Setúbal) e quatro vezes fora de portas (Paços Ferreira, Belenenses, Vitória de Setúbal e Tondela). Destaque também para o facto de que os empates concedidos pelos 'azuis e brancos' foram de 0-0 e de 1-1.

Quanto a derrotas, os dragões apenas perderam uma vez, frente ao Sporting, em Alvalade, num jogo que terminou 2-1 para a equipa de Jorge Jesus.

Decorridas 26 jornadas, não há muito que separe os dois candidatos ao título, que se voltam a encontrar, depois de um empate a uma bola na primeira volta, num jogo que pode muito bem decidir quem será o próximo campeão nacional português.

 

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Rui Vitória projectou este sábado em conferência de imprensa o encontro com o FC Porto e admitiu que Grimaldo não vai estar disponível para disputar o clássico de domingo no Dragão.

"O que eu gostava era de ter toda a gente disponível e escolher a bel-prazer a equipa. Infelizmente não acontece, mas eu não vou mudar em relação ao que digo há muito tempo. A vida das equipas é esta, havemos de arranjar soluções, como tem acontecido nos jogos anteriores e quem entrar estará preparado. Parece-me um pouquinho injustiça estes jogadores não jogarem, mas isso ainda nos une ainda mais. Há de haver soluções, não tenho dúvidas", afirmou sobre as ausências do Benfica para o jogo de domingo.

"É evidente que é um clássico. Vai ser um jogo difícil para as duas equipas. São duas boas equipas e será um jogo interessante de seguir, num estádio cheio. O FC Porto quer ganhar, tem qualidade e, da nossa parte, vamos fazer o normal, queremos constantemente ganhar três pontos. Mas, evidentemente, estes são os jogos que todos queremos jogar", frisou o técnico do Benfica sobre o jogo com o FC Porto.

Há três pontos para conquistar. O foco é total no jogo e no adversário. A partida vai ser complicada, mas de uma forma humilde vamos tentar impor o nosso jogo e vencer

Na época passada o Benfica jogou sempre bem frente ao FC Porto mas perdeu os dois jogos. Para 2016/17 não há paralelismos. “O jogo vai ser diferente do ano passado, porque as equipas são diferentes. Temos de pensar é no jogo de domingo e queremos preparar bem a partida. Haverá momentos em que vamos atacar e outros em que vamos ter de defender. As equipas conhecem-se bem. Sabemos o que temos de fazer”, considerou.

O Benfica será sempre líder independentemente do resultado do Estádio do Dragão. Este é mais um jogo em há três pontos em disputa.

Carrega benfica!

Rumo ao Tetra!

 

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