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Champions: Alto que também estamos cá!!!

por João Silva, em 08.03.17

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O Benfica procura hoje no reduto do Borussia Dortmund a quinta presença nos quartos de final da Liga dos Campeões, depois do triunfo na Luz por 1-0 na primeira mão dos oitavos de final.

Um golo de Mitroglou e uma grande exibição de Ederson, que até um penálti defendeu, criou alguma esperança na equipa de Rui Vitória em eliminar este complicado adversário e passar assim aos quartos de final desta prova.

Depois da derrota na Luz, a equipa alemã respondeu com 12 golos em três jogos desde então - última vitória sobre o Bayer Leverkusen por 6-2 -, números que sugerem que Tuchel poderá ter razão quando diz que a partida "chega na altura certa".

O gabonês Pierre-Emerick Aubameyang, que desperdiçou uma série de ocasiões claras na Luz, incluindo um penálti, é a principal arma dos alemães, que serão, certamente, "empurrados" por um lotado Signal-Iduna Park. Muito dificilmente este será um jogo sem golos.

Mas o Benfica também pode muito bem marcar. Observando os últimos 10 jogos do Borussia Dortmund é possível notar que os germânicos apresentam algumas fragilidades defensivas, visto que sofreram em média 1,43 golos por jogo.

Como afirmou Rui Vitória sobre este jogo: "Sabemos o que pode valer um golo fora. O Dortmund é uma equipa de ataque e quer derrotar-nos. Mas nós estamos prontos e também queremos mostrar a nossa capacidade ofensiva".

A passagem aos quartos de final do Benfica não é uma missão impossivel, mas sim complicada. Os níveis de concentração dos jogadores terão de estar muito altos. 

Será um jogo contra uma equipa forte mas também são estes jogos que geram uma motivação extra, que tem influência no desempenho dos jogadores. 

Sobre a entrada deles em campo, nada como uma resposta nossa a dizer: Alto que também estamos cá!!!

 

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Kostas Mitroglou nasceu na Grécia, mas cresceu na Alemanha e tem brilhado em Portugal com a camisola do Benfica. A preparar nesta altura o regresso a “casa” para o decisivo duelo com o Dortmund, o avançado falou ao UEFA.com.

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Emigrou da Grécia para a Alemanha quando ainda era criança, mas regressou como adolescente para jogar no Olympiacos. Como aconteceu tudo isto?

Kostas Mitroglou: Foi difícil deixar a Alemanha, mas era muito importante para a minha carreira. Tive de deixar a família, os amigos e o lugar onde cresci para ir para um local que, embora não sendo um país estrangeiro, não falava sequer a língua. Acho que foi a decisão certa. Os sete anos que passei no Olympiacos foram muito importantes. Foi o primeiro clube onde joguei como profissional. Adaptei-me bem e não foi preciso muito tempo para começar a marcar golos, que é a minha função como atacante. Foi ali que tudo começou para mim.

Estreou-se na UEFA Champions League como suplente num encontro com a Lázio em 2007 e, dois anos depois, marcou o primeiro golo na prova frente ao Standard Liége. O que recorda desses jogos?

Mitroglou: Disputei muitos desafios na Champions League desde esse jogo, mas a minha estreia foi muito importante, pois, como pensa qualquer apaixonado pelo futebol, este é o ponto mais alto que se pode atingir. Largamos tudo para ver um jogo da Champions League na televisão, pelo que jogar é ainda mais especial. Recordo-me desse golo, mas quando estamos a meio de um jogo não paramos para pensar: “Oh, acabo de marcar um golo na Champions League.” Só depois é que damos importância. É muito difícil marcar nesta competição, pois temos de defrontar os melhores do mundo. Tudo se passa de forma muito mais rápida e por vezes só temos meia oportunidade para marcar num jogo.

O encontro da primeira mão entre o Benfica e o Dortmund foi emocionante, não foi?

Mitroglou: Eles jogaram com muita velocidade e têm uma excelente equipa, mas seria sempre muito difícil conseguirem ganhar no nosso estádio. Fizemos um bom trabalho. Não sofremos golos e conseguimos marcar, como pretendíamos, embora tivéssemos passado por alguns momentos difíceis. Claro que gostaríamos de ter marcado um segundo golo, mas 1-0 não está mal. O que senti por marcar o golo? Principalmente alívio, porque o Dortmund estava a jogar muito bem. Foi um bom cruzamento num pontapé de canto que o nosso capitão desviou bem de cabeça, eu só tive de empurrar para a baliza e fazer o golo – foi muito importante para nós.

O regresso à Alemanha para a segunda mão passa a ser ainda mais especial para si?

Mitroglou: Vai ser óptimo ter a minha família e amigos a assistirem ao jogo no estádio – o meu pai, a minha mãe e talvez a minha avó, se tiver vontade de ir. Mas vou tentar não estar com eles antes do jogo, pois tenho de estar calmo. Estamos todos ansiosos por este desafio, tanto mais que vamos contar com o apoio de muito adeptos do Benfica. Vai ser incrível.

Fonte: UEFA.COM

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Champions: SL Benfica 1-0 Borussia Dortmund

por João Silva, em 15.02.17

Rui Vitória partiu para este jogo sem uma das suas principais armas: Jonas. O avançado brasileiro, que estava a voltar à boa forma e aos golos, estava em dúvida e acabou mesmo por falhar a partida da Liga dos Campeões. No seu lugar, Vitória escalou Rafa, procurando, através da mobilidade e capacidade de explosão do jovem de 23 anos conseguir surpreender a equipa do Borussia, que se apresentou num esquema de três defesas, com uma linha média bem aberta e com Aubameyang, Reus e Dembelé como as principais "setas" apontadas à baliza do Benfica.

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E o Benfica até entrou bem, com Salvio a ter uma boa oportunidade logo nos minutos iniciais do jogo. Mas foi sol de pouca dura. O conjunto alemão mostrou todo o seu poderio e controlo de jogo, dominando os 'encarnados' a partir dos 15/20 minutos, com a sua pressão alta e passes rápidos para a velocidade da linha avançada, sufocando as tentativas das 'águias' de sair para o ataque. Pizzi e Fejsa eram manifestamente pouco para dar vazão ao ataque avassalador do Dortmund, que trocava a bola com classe e eficácia, variando os flancos do jogo em poucos passes. No entanto, as “setas” apontadas à baliza não faziam os estragos necessários. Aubameyang esteve em noite "não" e desperdiçou várias hipóteses clamorosas de golo, apenas com Ederson pela frente.

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Ao intervalo, Rui Vitória pensou que estava na altura de dar mais músculo ao meio-campo, substituindo Carrillo (jogo esforçado mas sem muita bola) por Filipe Augusto, desviando Rafa para a esquerda e colocando Pizzi como apoio ao ponta de lança Mitroglou. E o início da segunda parte contou a mesma história do início da primeira: o Benfica a entrar melhor e a criar perigo. E foi assim que surgiu o golo.

Na marcação de um pontapé de canto, Luisão eleva-se nas alturas e, na comemoração da partida 500 ao serviço das águias, faz uma assistência para Mitroglou, que engana Burki e coloca a bola no fundo das redes alemãs. É caso para dizer que o capitão benfiquista não marcou mas acabou por dar meio golo às 'águias'.

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Depois do golo, o Dortmund dominava mas o Benfica ia controlando as ofensivas germânicas em solo português. No entanto, aos 56 minutos, Bartra entra na área benfiquista e cruza a bola, que bate no braço de Fejsa. Grande penalidade para o Borussia de Dortmund. Aubameyang foi chamado a marcar e, mais uma vez, falhou, atirando à figura de Ederson, que mostrou toda a sua qualidade.

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O domínio do Borussia manteve-se durante o resto da partida, mas o resultado não mais se alterou. O Benfica parte assim para a segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões com uma vantagem mínima, procurando em Dortmund garantir a passagem aos quartos de final da prova.

Uma última nota para os 55 124 adeptos que rumaram à Catedral: O 'Inferno da Luz' esteve bem presente em todo o encontro, com os adeptos a mostrarem em viva voz o seu apoio aos ‘encarnados’. O início do jogo viu um público muito activo e emotivo, abanando as cartolinas e vibrando com a imagem gigante de uma águia a pedir às águias para vencerem. O jogo viu depois um apoio incansável dos adeptos benfiquistas, abafando totalmente os cânticos alemães, numa festa europeia pintada em tons de vermelho e branco.

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O Benfica torna a centrar atenções no Campeonato Nacional, com a disputa da 22.ª jornada da prova. O Tricampeão vai defrontar a formação do SC Braga no domingo.

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O Benfica enfrenta hoje o Borussia Dortmund no Estádio da Luz, naquela que será a primeira de duas batalhas para alcançar os quartos-de-final da Liga dos Campeões. 

O único duelo entre estas duas equipas, foi na época 1963-64 para a Taça dos Campeões, o Benfica venceu na Luz por 2-1, num jogo em que além dos golos de António Simões e Eusébio, os encarnados atiraram cinco bolas aos postes da baliza alemã defendida por Tilkovski, que foi abençoado por um autêntico milagre. O pior aconteceu, no entanto, na segunda mão em Dortmund, para onde não viajaram os lesionados Costa Pereira, Germano e Eusébio... Um forte nevão abatera-se sobre o relvado do Estádio Rote Erde e os jogadores benfiquistas não tinham botas apropriadas para o gelo, ao contrário dos alemães. O destino do Benfica ficou traçado nesses oitavos-de-final, quando pouco depois da meia hora de jogo sofreu três golos em três minutos; com as escorregadelas dos portugueses a acumular-se, o Borussia marcou mais dois no início da segunda parte, perfazendo uma impensável goleada de 5-0, a maior sofrida pelos encarnados até então nas provas da UEFA.

A equipa germânica chega à Luz longe de irradiar confiança. Crise de resultados na Bundesliga e rumores de saída de Thomas Tuchel justificam conjuntura negativa. É uma das equipas mais inconsistentes que podemos encontrar, neste momento, no futebol europeu, mas convém não esquecer a equipa goleadora que assumiu a liderança do Grupo F, frente ao vencedor do ano passado Real Madrid, com um impressionante registo de 21 golos apontados, quatro vitórias e dois empates, e com a sua maior estrela Pierre Aubameyang inspirada (apontou quatro golos em cinco partidas da fase de grupos). A ausência de Mario Gotze e os regressos de Schmelzer e Piszczek são as notas de destaque da lista de convocados de Thomas Tuchel.

O Benfica apurou-se sempre para a eliminatória seguinte nas três vezes em que atingiu esta fase da prova e desde que foi adoptado o formato com uma fase inicial de grupos.
Para manter a tradição, o Benfica precisa de superar o Dortmund, que tem no ataque as suas maiores armas, ao ponto de estabelecer novo recorde de golos na fase de grupos.

Rui Vitória, que está privado de Grimaldo e Lisandro López, todos lesionados, e de Zivkovic, suspenso, enquanto Jonas será dúvida até pouco antes do início da partida, expressou a sua ideia para o jogo: "Temos de ser ambiciosos, determinados e convictos. O Borussia também tem de ter cuidados connosco", dando um voto de confiança na equipa e também na família Benfiquista: “Amanhã, os benfiquistas vão estar aqui e vamos mostrar como se está num jogo desta importância. Já ganhámos muitos jogos em que não éramos favoritos”.

Carrega Benfica!!!

 

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Champions: SL Benfica 1-2 Nápoles

por João Silva, em 07.12.16

Assim que se iniciou a partida, o que se viu foi um Nápoles personalizado nos primeiros minutos, a jogar de forma apoiada e a trocar a bola no meio-campo Benfiquista.

Talvez algo surpreendido, o Benfica demorou algum tempo a encontrar-se, mas acabou, com o passar dos minutos, por crescer no encontro. Porém, o primeiro remate perigoso foi de Hamsik para defesa de Ederson (20’). Aos 21 minutos, Gonçalo Guedes fica com o esférico beneficiando de um ressalto, mas, na área, o remate saiu um pouco ao lado. Mais Benfica no jogo e Raúl Jiménez teve o golo no pé direito. Arrancou que nem uma flecha para a área e disparou com Reina a sacudir para canto (23’).

Porém, o equilíbrio foi a nota que torneou os primeiros 45 minutos, com as equipas a arriscarem pouco de forma a não se descompensarem no setor mais recuado. Antes do descanso, o Nápoles voltou a testar a atenção de Ederson com um remate de Gabbiadini já dentro da grande área. O intervalo chegava com o nulo a permanecer no marcador.

O Nápoles regressou ao relvado melhor do que o Benfica, mas cedo o jogo ficou equilibrado. Rafa entrou aos 57’ e no minuto seguinte levou perigo à área italiana. Do susto ao golo foi um pulo. Callejón apareceu isolado frente a Ederson, pica-lhe o esférico e inaugurou o marcador na Luz.

O Nápoles ia controlando o jogo com bola no meio-campo. Apenas de bola parada, num livre direto, a equipa de Rui Vitória voltava a criar perigo. Pizzi aos 76 minutos. Novo susto, novo golo! Martens trabalhou bem na área e rematou colocado (78’). O 0-3 não surgiu aos 83 minutos porque Ederson negou os intentos a Zielinski.

Não marcou o Nápoles, reduziu o Benfica através de Raúl Jiménez, à passagem do minuto 87. Até final, o resultado não mais se alterou.

Apesar da derrota por 1-2, o Benfica segue para os oitavos de final da Liga dos Campeões pelo segundo ano consecutivo. O sorteio tem lugar na segunda-feira, dia 12 de dezembro.

 

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O Benfica decide hoje o futuro na Champions

por João Silva, em 06.12.16

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O Benfica recebe esta terça-feira os italianos do Nápoles no Estádio da Luz para um jogo que irá colocar frente a frente os dois primeiros classificados do Grupo B da Liga dos Campeões.

Com três pontos em disputa na última jornada, Benfica e Nápoles somam ambos oito pontos, mais um do que o Besiktas.
Num grupo que tem três candidatos para os dois lugares em aberto, as contas do Benfica são simples de fazer: basta fazer o mesmo que o Besiktas em Kiev frente ao Dínamo para chegar pela segunda temporada seguida aos oitavos-de-final. Se fizer pior, cai para a Liga Europa.

E até pode perder este jogo, se acontecer o mesmo aos turcos na Ucrânia, mas a última coisa que Rui Vitória quer é ter a equipa a jogar com o que se passa a milhares de quilómetros da Luz: “Se quisermos jogar dois jogos num só, estamos no caminho errado. Dependemos de nós, tal como o Nápoles. Só depois faremos essas contas, não vale a pena distrairmo-nos com isso”. Não entrar para ganhar, na perspectiva do técnico, seria trair a identidade da equipa: “Temos a noção clara do que temos de fazer. Andamos a trabalhar com uma identidade e isso não vai mudar neste jogo”.

Depois de um Outubro só com vitórias, o Benfica teve alguns percalços em Novembro (empates no Dragão e em Istambul) e iniciou Dezembro com um desaire no Funchal. Um dado estatístico desta época que joga a favor da equipa de Rui Vitória é que, a cada empate ou derrota, seguiu-se sempre uma vitória.

O Nápoles apresenta-se na Luz após uma vitória moralizadora sobre o Inter por 3-0, mas, ao contrário do Benfica, tem tido uma época bastante irregular (apenas quatro vitórias nos últimos 12 jogos em todas as competições) e está bastante longe da liderança da Série A – sexto, com 28 pontos, a oito do líder Juventus. Não terá em Lisboa um dos seus principais goleadores, o polaco Arkadiusz Milik, lesionado desde o início de Outubro, mas continua a ter um grande potencial ofensivo, com jogadores da qualidade de Hamsik, Callejón, Insigne ou Mertens.

A nível de ausências, o Benfica não vai poder contar com os lesionados Eliseu e Grimaldo para o lado esquerdo da defesa, e com Jonas, que está a recuperar de uma longa ausência e ainda não tem ritmo competitivo para o jogo com o Nápoles.

Estão convocados:

Guarda-redes – Ederson e Júlio César;

Defesas – Lisandro, Luisão, Lindelöf, Jardel, André Almeida e Nélson Semedo;

Médios – Fejsa, Samaris, Carrillo, Salvio, Pizzi, F. Cervi, Rafa e Celis;

Avançados – Raúl, Mitroglou e Gonçalo Guedes.

 

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