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Com os golos madrugadores sobre o Santa Clara na Luz, o Benfica deixou de se preocupar muito cedo com aquilo que acontecia no relvado do Dragão, focando as suas atenções e energias na festa que estaria para vir. Das muitas figuras felizes, o presidente do clube, Luís Filipe Vieira, mostrou particularmente o seu contentamento pelo 37.º campeonato na história do clube. Em exclusivo ao PÚBLICO, o dirigente reafirmou a justiça do título que, na sua opinião, reforça o domínio do emblema da Luz em Portugal.

“O título de campeão nacional conquistado esta época foi inteiramente justo, premeia indiscutivelmente a melhor equipa da Liga e consolida a hegemonia do nosso clube no futebol português, em que nos últimos seis anos, conquistámos cinco campeonatos”, afirmou Luís Filipe Vieira ao PÚBLICO, após o apito final da partida deste sábado.

Para o presidente do Benfica, esta conquista serve para confirmar o sucesso do plano delineado nas últimas épocas, que passa por aumentar o investimento no futebol de formação da academia do Seixal: “[Este título] vem dando razão à visão e rumo estratégico que definimos de dar prioridade à aposta na formação como factor decisivo e crítico para a formação e consolidação do Benfica no futuro”.

Com esta conquista, Luís Filipe Vieira celebra o sétimo campeonato enquanto dirigente das “águias”, número que o torna o presidente com mais títulos nacionais ao serviço do Benfica.

 

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numa época em que teve duas caras e renasceu com a entrada, quase a meio do campeonato, do treinador Bruno Lage.

Na edição 2018/19 da I Liga é obrigatório dividir o percurso das ‘águias’ num ‘antes’ e ‘depois’: em vitórias, em golos, em jogadores reabilitados, e, claro, no treinador, com a chegada de um homem ‘da formação’ a ser em janeiro a vitamina que se revelou eficaz.

Com uma campanha sofrível até novembro e dezembro – eliminado também da ‘champions’ -, o clube ainda resistiu à saída do anterior técnico, Rui Vitória, segurado pelo presidente Luís Filipe Vieira no final de novembro de 2018.

Para tudo mudar foi preciso esperar pelo início de janeiro e por nova derrota no campeonato, a terceira (com Portimonense fora e antes com Belenenses fora e Moreirense em casa), a que se juntam dois anteriores empates (Sporting e Chaves).

Rui Vitória, o treinador que esteve nos títulos de 2015/16 e 2016/17, deixou de ter margem de manobra e a solução, que parecia de recurso, recaiu em Bruno Lage, jovem treinador de 42 anos, até então na equipa B.

O futebol, muitas vezes, ‘pobre', deu gradualmente espaço a uma equipa renovada, confiante, dominadora e goleadora, capaz de chegar hoje a uma série invencível de 19 jogos, com 18 triunfos e um empate.

Números que permitiram ao Benfica passar – com a entrada de Lage - de quarto classificado à 15.ª ronda, a sete pontos do FC Porto, para líder do campeonato, uma reviravolta consumada no Estádio do Dragão (com triunfo por 2-1 em 02 de março).

As ‘águias’ ficaram à 24.ª jornada apenas dependentes de si para serem campeãs, num percurso em crescendo, em sentido inverso ao realizado pelo FC Porto, com várias perdas de pontos em momentos capitais.

Às vitórias, a cada fim de semana, juntaram-se a números impressionantes e dois golpes nos principais rivais, nos seus redutos: em Alvalade, com uma exibição de gala a dar uma vitória por 4-2, e, depois, no Dragão.

O ‘novo’ Benfica mostrou ainda uma inacreditável veia goleadora, com sucessivas vitórias por quatro ou mais golos, chegando até à maior goleada nos últimos 55 anos em jogos da Liga, ao vencer na Luz o Nacional por 10-0, na 21.ª jornada.

Com Bruno Lage o Benfica marcou 68 golos, o que lhe permitiu um total de 103, igualando o registo de 1963/64, então num campeonato disputado por 14 equipas.

A entrada de Bruno Lage deu ainda sentido e elogios à formação, com o treinador a aproveitar desde logo João Félix, que, de pouco aproveitado por Rui Vitória, passou a indiscutível, com a equipa a mudar taticamente.

Félix, que tinha sido duas vezes titular até janeiro, tornou-se o exemplo de um novo Benfica, marcou golos, deu a marcar, e tornou-se o ‘rosto’ de uma equipa renascida, que aproveitou também os jovens 'B' Ferro e Florentino, e viu aparecer o melhor Rafa de sempre.

Com ele mostraram-se também Gabriel, até o médio brasileiro se lesionar, que tinha apenas quatro jogos a titular, ou o grego Samaris, que de ‘proscrito’ (com seis minutos na ‘era’ Rui Vitória), passou a peça nuclear no campeão.

O Benfica campeão, que contou ainda com a melhor época do avançado suíço Seferovic, que apontou um total de 23 golos na competição, depois de agarrar o lugar devido a um castigo de Jonas na derrota em Portimão, tem o rosto de Bruno Lage, sem medo de dar jogo a Félix (19 anos), Florentino (19 anos) ou Ferro (22 anos), na aposta que fez em Gabriel ou na reabilitação de Samaris. Mas também pela tática, a coragem, a ousadia de jogar para o espetáculo, com resultados.

 

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No topo da Europa

por João Silva, em 01.06.16

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 O Benfica é a equipa com mais Campeonatos nas 10 melhores ligas europeias!

 

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Da coragem

por João Silva, em 25.04.14

Somos merecidamente campeões nacionais pela 33ª vez. Não fazendo o balanço da época, mas apenas do campeonato, importa fazer duas ou três considerações que, pela justiça, não posso esquecer.

Olho para este campeonato como aquele que se conquistou sob o signo da coragem. A coragem de um presidente que, contra quase todos, decidiu pelas suas convicções e não pelas encomendas externas e internas manter um treinador que se ficara pelo “quase” na época anterior. Ter a coragem de saber que uma convicção não é uma teimosia é um mérito. Ter a capacidade de não “emprenhar pelos ouvidos” (peço desculpa pelo plebeísmo, mas não estamos em tempos de floreados linguísticos) numa terra de alcoviteiras é um acto de coragem. Luís Filipe Vieira teve esse mérito. Jorge Jesus teve, além da coragem de enfrentar de peito feito as facas que já não lhe eram apenas espetadas nas costas, o talento de conseguir impor, pela qualidade, uma ideia de jogo, uma metodologia de treino e um conceito de futebol. Luís Filipe Vieira e Jorge Jesus vivem e não precisam de se colocar em bicos de pés para que se saiba que vivem. Outros há que, ou porque “já foram algo” ou porque “aspiram a ser algo” no mundo do Benfica, fazem prova de vida nos momentos em que as coisas não correm bem. Note-se que não falo dos que exercem a crítica desinteressada, genuína, justificada e apaixonada. Essa crítica é essencial no nosso Benfica. Falo dos que ao sabor dos resultados, dos interesses pessoais ou das passageiras tendências de opinião surgem, sempre e apenas nos momentos de ausência de vitória, a cavalgar a derrota, para que, como anões de salto alto, a multidão benfiquista se lembre da existência deles.

Nesta diferença entre a convicção e o interesse, a crítica genuína e o ‘bota-abaixismo’, vai a diferença entre a coragem e a cobardia. Esta vitória no campeonato deve-se à coragem.

 

Pedro F. Ferreira

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Campeões de Futsal 2011/2012

por João Silva, em 23.06.12

O Benfica é mais do que futebol, é um todo.

As modalidades fazem parte do nosso ADN, do nosso clube, da nossa mística.

 

A equipa de Futsal do Sport Lisboa e Benfica recebeu e venceu, este sábado, no Pavilhão Império Bonança, o Sporting, por 5-4, conquistando o 6.º Campeonato do seu palmarés.

 

Parabéns!!!

 

A partida nem começou da melhor forma para o Benfica, consentiu algum domínio da parte do Sprting, tendo sofrido um golo logo aos primeiros minutos do jogo, mas recuperou essa desvantagem, com Joel Queiróz em destaque ao marcar dois golos, consumando a  reviravolta no marcador ainda na primeira parte.

 

A segunda parte começou com um Benfica forte, a ter várias oportunidades para marcar, João Benedito foi adiando o tento da tranquilidade, algo que aconteceu aos 33 minutos através da cabeça de César Paulo.

A perder por 3-1, o Sporting foi à procura de ser feliz, utilizou o cinco para quatro com guarda-redes e apontou dois golos em dois minutos. Leitão e Buiu foram os marcadores (35´e 36´).

O jogo chegou ao final do tempo regulamentar com o empate a três bolas, seguindo-se um prolongamento de cinco minutos em cada parte.

 

No prolongamento o Benfica foi mais feliz, com emoção e sofrimento, colocou o “placard” em 5-4.

 

O Sport Lisboa e Benfica é o novo Campeão Nacional da modalidade!

 

 

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Quem vai ser Campeão Nacional de futebol?

por João Silva, em 28.03.12

A disputa pelo campeonato nacional de futebol está mais renhida do que nunca.

Vários cenários se colocam até à última jornada, entre Benfica, Braga e Porto.

 

Experimente aqui e simule os vários cenários possíveis, para avaliar o percurso destas equipas até ao fim do campeonato.

Preencha os resultados (1, X ou 2) que acredita serem os mais prováveis e o simulador faz as contas.

 

O meu prognóstico foi este!

 

 

 

 


 

 

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