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O Benfica, recordista de títulos na Taça de Portugal de futebol, assinala hoje a entrada em cena dos clubes primodivisionários na prova, ao defrontar o Sertanense, do Campeonato de Portugal, no arranque da terceira eliminatória.

Muitas novidades na lista de convocados do Benfica para este jogo marcado para as (20.45 horas), no Estádio Cidade de Coimbra.

Destaque para a chamada de Jota, extremo que esteve em evidência na vitória sobre a Bósnia e que confirmou a presença da Seleção Nacional de Sub-21 no play-off de apuramento para o Euro-2019.

Pedro Amaral e Ferro, também da equipa B, entram igualmente nas opções de Rui Vitória, que promoveu ainda os regressos de Bruno Varela, Conti e Ferreyra.

De fora, em relação ao clássico com o FC Porto, ficam alguns dos habituais titulares como Fejsa, Grimaldo, Cervi e Salvio, e ainda Lema, castigado, e Castillo, que na última madrugada jogou pela seleção do Chile.

Convocados:

Guarda-redes: Svilar, Bruno Varela e Odysseas;

Defesas: Conti, Rúben Dias, Corchia, Yuri Ribeiro, André Almeida, Pedro Amaral e Ferro;

Médios: Gabriel, Alfa Semedo, Zivkovic, Pizzi, Samaris, Rafa, Jota, João Félix e Gedson;   

Avançados: Jonas, Seferovic e Ferreyra.

 

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Benfica-FC Porto, 1-0 (destaques das águias)

por João Silva, em 08.10.18

Figura: Seferovic

Se há um mês alguém dissesse que iria ser o avançado suíço a decidir o Clássico com o FC Porto, provavelmente seria apelidado de maluco. Mas a verdade é que foi isso que aconteceu, num merecido prémio para um jogador que se fartou de trabalhar e a quem faltou melhor acompanhamento para aproveitar aquilo que de bom foi fazendo. Na primeira parte, sozinho, deu muito trabalho aos centrais do FC Porto. Quando recuava para receber e tabelar com os companheiros criava muito espaço nas costas da defesa portista.

Momento: um canivete suíço para desatar o Clássico (61')

Tinha decorrido uma hora de jogo e a partida estava fechada como no início. O cofre das ideias de jogo parecia impenetrável e tudo era feito em esforço. E foi assim que Gabriel recuperou uma bola a meio-campo, bombeou para o ataque onde Pizzi ganhou de cabeça e assistiu Seferovic que de pé direito, no único remate que fez, marcou o golo que dá a liderança às águias.

Outros destaques

Gabriel: a presença do médio brasileiro em campo acrescenta critério com bola ao jogo do Benfica. Gabriel sabe quando contemporizar, quando progredir e quando soltar. É ele quem recupera a bola e lança Pizzi para este assistir Seferovic para o único golo do jogo. Dois minutos antes, tinha obrigado Casillas a uma excelente defesa, com um remate de pé esquerdo à entrada da área.

Ruben Dias: a jogar com um companheiro com quem ainda não tinha feito dupla em jogos oficiais, o central respondeu da melhor forma à expulsão em Atenas. Na primeira parte limpou todas as jogadas de possível perigo do FC Porto, sem se preocupar em jogar bonito, a preocupação foi sempre afastar a bola. Pareceu talvez demasiado preocupado em cobrir espaços que não eram do seu raio de ação, mas nunca descurou o seu lado. Fez uma das melhores exibições que já se lhe viram. Sempre certinho e sem despiques desnecessários.

Rafa: a entrada do extremo português foi uma pedrada no charco de futebol parado que estava a ser o Clássico. Na primeira intervenção, arrancou um cartão amarelo a Herrera e avisou logo ao que vinha. A sua ausência do onze titular foi uma meia surpresa, com Rui Vitória a dar preferência à maior capacidade defensiva de Cervi, mas foi Rafa a inscrever o seu nome entre os melhores do jogo.

Lema: com a lesão de Jardel e a expulsão de Conti na partida com o Desp. Chaves, não havia grandes alternativas à titularidade do central argentino ex-Belgrano, pelo que a estreia a titular, logo num Clássico, não surpreendeu. Sabendo da falta de rotinas do adversário, Sérgio Conceição colocou sempre um homem para lhe atrapalhar as ações, mas era quando o FC Porto procurava a profundidade pelo lado de Lema que as limitações do central sobressaiam. Foi assim que Marega lhe arrancou um cartão amarelo logo à meia-hora. Na segunda parte parecia ter acalmado, mas acabou expulso a sete minutos dos 90 numa entrada imprudente sobre André Pereira.

Fonte: maisfutebol.iol.pt

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Benfica em directo na net

por João Silva, em 07.10.18

 

 PRÓXIMA TRANSMISSÃO

 

 

Alguns links onde eventualmente poderão assistir ao jogo online: (apenas sobre a hora do jogo)  

Link1 Link2 Link3 Link4 Link5  Link6 (em actualização) 
 

 

 

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Benfica na Grécia à procura da vitória

por João Silva, em 02.10.18

Aek_Benfica.jpg

O Benfica volta a jogar na Grécia para a Liga dos Campeões de futebol, defrontando esta terça-feira o AEK em Atenas, a partir das 20h00, em jogo do Grupo E da Liga dos Campeões, um mês depois de ter assegurado em Salónica a presença na fase de grupos, com um triunfo sobre o PAOK (4-1).

Cinco dias após o empate em casa do Desportivo de Chaves (2-2), para o Campeonato, e após oito derrotas seguidas em jogos da fase de grupos da Champions, o Benfica quer reencontrar o caminho das vitórias, ante um adversário considerado acessível e que perdeu por 3-0 com o Ajax na ronda inaugural.

Além da perda de dois pontos, o encontro de Chaves deixou mais marcas no Benfica, que perdeu, por lesão, Jardel e Gabriel. Ambos ficaram de fora da lista de convocados, a que regressam Ferreyra e Salvio.

Na véspera da partida a equipa benfiquista fez as últimas afinações num ensaio que também serviu de reconhecimento do relvado do Olímpico de Atenas.

Nos 15 minutos de treino abertos à comunicação social, o tapete verde do recinto aparentou estar em razoáveis condições, resistindo à chuva que caiu em Atenas no domingo.

O Estádio OAKA Spiros Louis tem capacidade para 68.069 espetadores, mas, segundo as previsões, são esperados perto de 40 mil adeptos do AEK no desafio com o Benfica, que, por sua vez, vai contar com o apoio de cerca de 1000 apoiantes, prontos para dar tudo nas bancadas e ajudar a equipa.

 

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O miúdo João Félix

por João Silva, em 24.09.18

João Félix.jpg

Estádio da Luz. Benfica-Aves. Minuto 34. Pizzi serve João Félix e este, com toda a calma e classe dos seus dezoito anos, atira para a baliza, a “grande”, a preferida de jogadores e adeptos. Estes saltam de alegria. Festejam o primeiro golo porque o primeiro golo em casa contra uma equipa de José Mota vale quase sempre três pontos. Os aplausos são, claro está, para o miúdo, o “mágico” Félix, como dizem os comentadores na televisão. Mas os adeptos aplaudem mais do que o talento e eficácia de um puto de aparelho ortodôntico. Aplaudem uma ideia. Aplaudem o futuro.

O que o Benfica tem de mais português, mais do que a fixação nas glórias passadas, é a espera sebastiânica e prolongada por esse Messias, vindo das nebulosas camadas jovens, que chegue para guindar o clube ao lugar que, em tempos remotos, já foi seu. Essa espera tem a sombra de se saber que, nos dias de hoje, um talento capaz de, por si só, arrastar uma equipa para a glória dificilmente permanece no clube o tempo suficiente para levar a cabo a tarefa. Por isso, o aplauso efusivo a Félix é mais pungente porque é feito de esperança e de saudade antecipada, da certeza de que daqui a dois ou três anos, se tanto, estará a brilhar longe, noutros palcos, com outra camisola. De certa forma, os benfiquistas começaram no último jogo a despedir-se de João Félix.

Para os benfiquistas, a esperança não é que o Seixal traga um novo período de domínio, mas que ofereça aos adeptos o “Escolhido”, aquele que sozinho possa levar o clube de novo aos píncaros do futebol. Esqueçam os presidentes. O benfiquista não é de pôr a vida nas mãos de presidentes, nem sequer de treinadores. O Benfica é uma questão de jogadores e quando eles são como Félix, criados em casa, a mistura de sebastianismo com a megalomania benfiquista resulta numa euforia de que os adversários gostam de troçar, mas que para o benfiquista é a reafirmação da crença que o salvador não será encontrado ao fim de uma noite eleitoral, mas provavelmente a meio de um jogo contra o Aves no estádio da Luz. 

 

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O reforço brasileiro Gabriel entrou bem frente ao Bayern e poderá ser a novidade no meio-campo do Benfica para a partida frente ao Aves.

Rui Vitória estará indeciso entre manter a aposta em Gedson ou apostar em Gabriel. O médio brasileiro demonstrou frente ao Bayern dar outro poder ofensivo à equipa, tal como revelaram os seus três remates.

Também o avançado suíço Haris Seferovic terá a titularidade em perigo, depois de ter ficado novamente em branco na partida para a Champions, o suíço poderá perder o lugar no próximo jogo, com Castillo à espreita.

Jonas poderá igualmente ser uma hipótese de regressar ao ativo, o goleador brasileiro está clinicamente apto e poderá ser convocado.

Cabe a Rui Vitória encontrar a melhor solução para o ataque, porque dos 19 golos marcados até ao momento, apenas dois foram de avançados.

 

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