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O Benfica, clube que já venceu a prova por sete vezes (recordista de títulos), estreia-se na competição no grupo B, no Estádio da Luz, num encontro agendado para as 19h00, frente à formação do Vitória de Guimarães.
Em 26 partidas concretizadas no Estádio da Luz na Taça da Liga, nunca o Benfica conheceu a derrota. Desses 26 jogos apenas empatou três, embora marcando sempre golos.
Na Taça da Liga o fator casa tem funcionado a favor do Benfica, que tenta esta época chegar novamente à final four, que se realizará de novo em Braga, à semelhança das duas últimas temporadas.
Depois de a meio da semana, na estreia na presente edição da Champions, o Benfica ter desiludido ao perder na receção ao Leipzig, depois das muitas alterações operadas no onze, Bruno Lage deve voltar à sua fórmula habitual.

Com um jogo de teórico grau de dificuldade elevado, com uma deslocação a Moreira de Cónegos, depois de ter surpreendido para o jogo europeu, o técnico deverá devolver, escreve A Bola, a titularidade a vários atletas.
Raul de Tomas e Seferovic, devem, desde logo, começar a partida lado a lado, com Taarabt e Rafa a sentarem-se novamente na equipa inicial e com André Almeida a regressar à lateral direita.
Samaris, atleta que foi imprescindível na caminhada para o título das águias, poderá também espreitar o espaço ocupado por Fejsa, isto num momento em que há vários atletas lesionados e a recuperar de lesão.
Com a conquista do título como principal objetivo da temporada, mas com jogo, a meio da próxima semana, para a Taça da Liga, escreve ainda o jornal Record que essa, sim, deverá ser uma partida de mais testes para o treinador das águias, podendo dar oportunidade renovada a mais jovens para se mostrarem na equipa A.
Os problemas recentes do Benfica começaram na lesão de Gabriel, porque o brasileiro tem três valências essenciais num segundo médio de um 4x4x2: faz rodar a bola com fluidez, descobre soluções verticais entre linhas e é muito forte na pressão. Neste domingo, o Benfica arranjou um novo Gabriel: Adel Taarabt!. Deu ao Benfica qualidade na primeira fase de construção, encontrou soluções verticais a queimar linhas e ainda foi agressivo na pressão.
Quando Taarabt conseguia tirar a bola da primeira fase de construção, havia Raul de Tomas ou Rafa em condições de receber, virar e decidir entre linhas, de frente para o jogo, na zona central. E essa zona do campo decidiu o encontro, com Novais e Palhinha demasiado expostos e incapazes de “abafar” o portador da bola. Foi assim aos 33’, aos 43’ e aos 44’, em três jogadas em tudo semelhantes: recuperações de Taarabt, grandes aberturas de RDT e dois desperdícios de Seferovic.
Mas, antes disso, o jogo já tinha tido coisas para contar. Aos 23’, quando ainda pouco o faria prever, houve golo. Hassan foi ajudar na defesa, num canto, e acertou com o pé na cara de Florentino, quando pretendia afastar uma bola aérea. Pizzi foi chamado a bater o penálti e não falhou.

O Benfica acabou por “matar” o jogo com a fórmula que já tinha permitido vários lances perigosos na primeira parte: aos 47’, Rafa pediu entre linhas na zona central, abriu para André Almeida e o cruzamento saiu para Pizzi finalizar na passada.
Aos 51’ e 73’ ficou provado que o golo não quer nada com os dois avançados do Benfica. Primeiro, Seferovic pediu em profundidade e cruzou para RDT, que ia finalizar, mas Bruno Viana fê-lo por ele. Mais tarde, Pizzi pediu entre linhas na zona central (sempre da mesma forma), Jota cruzou e Seferovic ia finalizar, mas… Esgaio fê-lo por ele.
O Benfica passou num teste difícil, com clara distinção, com golos nas alturas certas.
As águias somam agora 9 pontos, tantos como o FC Porto, e menos um do que o líder Famalicão.
PRÓXIMA TRANSMISSÃO
Alguns links onde eventualmente poderão assistir ao jogo online: (apenas sobre a hora do jogo)
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Eis os principais destaques:
O Benfica está a estudar a possibilidade de alterar o emblema do clube. Segundo o “Record”, no encontro no Seixal, foi revelada a existência de três alternativas. Esta não seria a primeira vez que as águias alteravam o emblema. Em 1999, a águia deixou de estar a agarrar a divisa - "E pluribus unum" - e passou a estar em cima da roda.
A SAD do Benfica chegou a um entendimento com Jorge Mendes, o agente de Rúben Dias, pelo jogador. Os encarnados pretendem manter o central por mais tempo no plantel.
De acordo com o desportivo, o super-agente português comprometeu-se a não oferecer Dias a grandes europeus. No mesmo encontro, foi confirmada a intenção de subir a cláusula de rescisão do internacional português para 88 milhões de euros.
Jesus veio à Luz uma única vez com Luís Filipe Vieira. Assim poderá ficar inscrito nos livros de história a decisão anunciada pelo Presidente do Benfica no Seixal. Se depender dele, JJ não regressará às águias.
Apesar de manter uma boa relação com o atual treinador do Flamengo, Vieira disse não pensar ser possível que JJ regresse alguma vez ao Benfica enquanto ele for presidente do clube.
O Estádio da Luz vai sofrer obras de modernização que irão centrar-se na iluminação e no reforço da rede dos telemóveis nos dias de jogo. Este foi um assunto focado na reunião com os sócios. A direção benfiquista pretende colocar iluminação LED mais eficiente e ecológica, a curto prazo.

O Benfica pode contratar um segundo ponta-de-lança, este verão, depois de ter adquirido Raúl de Tomás ao Real Madrid. De acordo com o jornal "A Bola", os encarnados têm o equatoriano Enner Valencia no radar.
Bruno Lage conhece bem o ponta-de-lança, de 29 anos, dos tempos em que trabalhou em Inglaterra, como adjunto de Carlos Carvalhal. Segundo a referida fonte, o Benfica fez uma sondagem ao clube que Valencia representa, o Tigres, na semana passada. A resposta dos mexicanos foi que o avançado está avaliado em cerca de oito milhões de euros.
Valencia tem contrato com o campeão do México até dezembro de 2020, porém, tem perdido espaço na equipa e quer ser negociado. Também o seu empresário, Gonzalo Vargas, tem feito pressão por uma negociação.
Enner Valencia despontou no Emelec, do seu país de origem, antes de rumar ao Pachuca. As boas exibições no México valeram-lhe a ida para o West Ham, no verão de 2014. Esteve três épocas na Premier League, a última no Everton, antes de regressar ao futebol mexicano, em 2017, desta feita para o Tigres. Na época passada, marcou 15 golos em 46 jogos.
Presença assídua na seleção do Equador, Valencia tem 29 golos em 50 internacionalizações.