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O Novo Apito Dourado

por João Silva, em 21.11.17

O Benfica iniciou ontem a denúncia da estrutura montada pelo FC Porto para ameaçar e controlar as entidades desportivas, em especial o sector da arbitragem, no programa Chama Imensa, que vai para o ar todas as segundas-feiras na BTV.

Luís Bernardo, diretor de Comunicação do Clube, explicou os objetivos. "Queremos marcar uma diferença clara. Não haverá julgamento público, teremos todo o cuidado e seremos rigorosos na informação que divulgamos, pois entendemos que há um local próprio para essas questões serem analisadas, ou seja, nas instâncias judiciais."

o_novo_apito_dourado.jpg

"O que faremos é explicar quem é quem na estrutura que está montada e que foi operacionalizada a partir do momento da invasão do centro de treinos de árbitros na Maia, criada pelo FC Porto e que visa objetivamente condicionar os árbitros", disse o diretor de Comunicação na BTV.

"Vamos tornar do conhecimento do grande público um conjunto de diversas queixas que estão sobre investigação. Ainda recentemente o presidente da Federação Portuguesa de Futebol chegou à Assembleia da República e tornou públicas algumas ameaças que chegam aos árbitros. O próprio presidente da APAF, Luciano Gonçalves, tornou público que existiam diversas ameaças sobre os árbitros. Muito se discute, mas ninguém coloca a questão: quem faz essas ameaças? Quem está por detrás das mesmas?", detalhou Luís Bernardo.

São muitas as queixas, muitas as situações e muitas delas desconhecidas do público.

Veja ou reveja aqui as primeiras revelações do novo Apito Dourado.

 

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Milagre da multiplicação à moda do Porto

por João Silva, em 05.11.10

 

A actual classificação não está assente na verdade desportiva, mas sim nos erros capitais das arbitragens que continuam a beneficiar o clube do “sistema”.
As contas são simples – os sete pontos que o FC Porto (25) possui de vantagem em relação ao Benfica (18) estão assentes em benefícios que teve nas primeiras jornadas e em claros prejuízos que o Campeão Nacional sofreu no arranque da época.
Ao todo podemos contar SETE! pontos em que o FC Porto foi claramente beneficiado.

 

OS “MILAGRES” DA CALCULADORA AZUL:

 

1.ª JORNADA: NAVAL – FC PORTO, 0-1 (+2 PONTOS)
PAULO BAPTISTA (PORTALEGRE)
82’ – Jonathas (Naval) joga a bola involuntariamente com a mão em plena grande área. Pénalti mal assinaldo.

 

3.ª JORNADA: RIOAVE – FC PORTO, 0-2 (+2 PONTOS)
JORGE SOUSA (PORTO)
22’ – No golo inaugural de Hulk ficou claramente uma falta por assinalar de Falcao, em posição de fora-de-jogo, que afastou Milhazes (Rio Ave). Golo mal validado.
38’ – Num lance escandaloso na área do FC Porto, Álvaro Pereira fez duas falta à margem das leis. Penálti por assinalar.

 

4.ª JORNADA: FC PORTO – SP. BRAGA, 3-2 (+2 PONTOS)
PEDRO PROENÇA (LISBOA)
90’ – Belluschi desviou na grande área Paulo César (Sp. Braga) de poder jogar a bola convenientemente e rematá-la para a baliza. Pénalti por assinalar.

 

5.ª JORNADA: NACIONAL – FC PORTO, 0-2
BRUNO PAIXÃO (SETÚBAL)
21’ – Rolando toca de forma liberada com a mão na bola dentro da grande área. Penálti por assinalar.


7.ª JORNADA: V. GUIMARÃES – FC PORTO, 1-1 (+1 PONTO)
CARLOS XISTRA (CASTELO BRANCO)
54’ – Fucile agarra a camisola de Edgar (Guimarães) ostensivamente em plena grande área e fá-lo cair. Penálti por assinalar.

 

9.ª JORNADA: ACADÉMICA – FC PORTO, 0-1
DUARTE GOMES (LISBOA)
74’ – Hélder Cabral (Académica) foge do contacto com a bola na área,com esta a tocar involuntariamente no braço. Penálti mal assinalado.

 

As contas são claras: só em benefícios directos o FC Porto soma mais sete pontos (os mesmos que possui a mais que o Benfica) do que verdadeiramente merecia. A calculadora azul está a trabalhar e a operar o milagre da multiplicação. Mais um sério aviso para o “clássico” do próximo domingo.

 

Fonte: Jornal "O Benfica"

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Totós submissos

por João Silva, em 01.11.10

 

 

Quando, em 2005, Dias da Cunha e Luís Filipe Vieira assinaram um manifesto com vista à regeneração do futebol português, abriu-se uma janela de esperança num novo tempo, num tempo a partir do qual os jogos pudessem passar a ser decididos no relvado, exclusivamente pelo talento dos jogadores e pela argúcia dos técnicos. Mais do que o texto em causa, o entendimento entre os dois grandes clubes do arco da respeitabilidade era, por si só, um passo de gigante no derrube de uma ordem já na altura decrépita. O então presidente do clube de Alvalade denunciara corajosamente os rostos do “sistema”, atribuindo a menção a Valentim Loureiro e Pinto da Costa, antes mesmo do processo “Apito Dourado” ter vindo a público.
Sabia bem do que falava, como mais tarde se veio a verificar, e ouvir.
Com o presidente portista detido para interrogatórios (depois de uma mal explicada fuga para Espanha), com os rivais lisboetas sentados á mesa, o chamado “sistema” vivia os seus piores dias. O futebol português esperava, enfim, poder respirar o ar puro da verdade, da justiça e do desportivismo.
Os seus mais malignos cancros pareciam estar prestes a ser extraídos. Era a oportunidade histórica para uma enérgica e radical limpeza, para uma varridela que afastasse para longe a corrupção, o tráfico de influências e os resultados adulterados.

Nada disto viria a acontecer. Em larga medida por culpa de um sistema de justiça assustadoramente incapaz, mas também devido aos caminhos que o Sporting (potencial aliado nessa importante batalha) escolheu encetar daí em diante.
Envolvido por um denso manto de contestação, Dias da Cunha viu-se obrigado a desistir. Mais do que nos resultados desportivos, não duvido que a origem da animosidade dos sócios tenha residido no tal manifesto. A maioria deles não se revia numa política que pusesse o Sporting de braço dado com o seu histórico rival. Interessava-lhes, no fundo, acima de tudo, ver o Benfica perder, e desse ponto de vista afundar do barco de Pinto da Costa não parecia uma boa ideia. Se as escutas do “Apito Dourado” envolvessem o Benfica, a atitude do mundo sportinguista teria sido seguramente bem diferente. Mas era o FC Porto e Pinto da Costa que estavam em tribunal. Eram aqueles que – não interessava como – tinham impedido o Benfica de festejar vários campeonatos. Era o seguro de vida do antibenfiquismo que estava em equação.
Quatro títulos do FC Porto, dois títulos do Benfica, e zero títulos do Sporting depois, percebem-se, com clareza, os resultados concretos dessa postura tão pouco leonina.
Quando vemos sportinguistas fazer coro com a estratégia de silenciamento das escutas e de tudo o que elas nos mostram, percebemos que jamais será possível contar com aquela gente para qualquer combate sério. Nem as boas intenções de alguns dos seus responsáveis (como foi o caso de Dias da Cunha) chegam para derrubar uma ideia por lá cristalizada, segundo a qual o Benfica foi, é, e sempre será, o único alvo a abater – transformando,por consequência, o FC Porto, mais num privilegiado parceiro do que num antagonista ou rival.
Quando, depois de tudo o que se passou, e de tudo o que se ouviu, vemos José Eduardo Bettencourt receber, de braços abertos, Pinto da Costa na tribuna de honra de Alvalade, perdemos de vez o respeito por um clube que, em bicos de pés, tantas vezes se afirma como baluarte da honorabilidade.

Quando assistimos à transferência de Moutinho para o Dragão, e sobretudo observamos a complacência com que a mesma foi acolhida entre os adeptos, entendemos por fim o grau de subserviência de um Sporting decadente face a um FC Porto revitalizado nas águas da impunidade e da mistificação.
Este Sporting até pode ser divertido para muita gente. A nós não nos serve para nada, e esperar dali algum apoio para a suprema luta pela verdade no desporto português será como esperar que cresçam dentes a uma galinha.
Diverte o sistema, sem qualquer outra utilidade!

 

Fonte: Adaptação de um texto publicado no jornal "O Benfica"

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Utopia? Talvez...

por João Silva, em 23.10.10

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É hora de dizer basta!

por João Silva, em 13.09.10

 

O futebol Português está podre, é um FACTO incontornável!

 

Jogos de bastidores, movidos com base em influências instituidas, entre a FPF e a LPF, que vão sendo alicerçados pela comunicação social, manietada por esses mesmos interesses, com a conivência do Estado.

 

Vamos continuar a assistir à estratatégia que tem dominado o cenário futebolístico nos últimos vinte e tal anos, com um único propósito:  Enfraquecer a maior instituição do País - Sport Lisboa e Benfica - e favorecer um clube regional do norte?

 

É hora de dizer basta!

 

De que serviu o processo "apito dourado"? para nada! Ou melhor, serviu para mostrar a impunidade que existe em relação a estes CRIMES, dando mais força para a sua continuidade! Esta é a realidade.

 

Vamos voltar a assistir a esta roubalheira novamente?? Eu estou farto!!!!

 

CHEGOU A HORA DE NOS UNIRMOS TODOS!!!
VAMOS ACABAR COM A POUCA VERGONHA!!

 

O Objectivo está definido: O SLB não pode voltar a ser campeão nacional!

 

Temos que nos indignar e a nossa Direcão tem que adoptar uma politica de afrontamento a estes interesses...temos que, de uma vez por todas, mostrar a nossa força em termos de Instituição, somos o Clube que permite que esta "pseudo-liga" sobreviva do ponto de vista financeiro!


É HORA DE DIZER BASTA!

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