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Na deslocação ao Bonfim, o conjunto de Rui Vitória sentiu muitas dificuldades para levar de vencida os homens da casa, rematando até menos vezes, mas conseguiu segurar os três pontos, fruto de um golo de Jonas na primeira metade da partida.

O Benfica jogou o jogo que o Vitória lhe propôs, sobretudo quando a bola andava longe de Jonas que procurou inúmeras vezes espaços vazios para receber e catapultar a equipa para a frente. As constantes interrupções faziam, porém, com que as áreas ficassem tranquilas a não ser em bolas paradas.

Ainda assim, o Benfica tinha uma cartada para além de Jonas. O critério ofensivo de Grimaldo. O lateral espanhol arrancou aos 17 minutos, combinou com Zivkovic que lhe percebeu a corrida, deu depois para Gedson e o médio atirou para a área em busca de Jonas. O brasileiro viu tudo isto do meio. Apressou-se a entender o lance e atirou a contar num pontapé que o brasileiro tornou simples.

O jogo não mudou muito, para não dizer nada. Faltas e mais faltas, até que Zivkovic acertou no poste de pé direito e Éber Bessa foi desarmado in extremis pelo sérvio na área sadina. O Benfica não entusiasmava ao intervalo, mas vencia e tinha o Vitória longe da área.
 

Esta última parte prosseguiu no encontro até aos dez minutos finais, mais compensação. O Vitória não conseguia chegar perto de Vlachodimos, enquanto do outro lado surgia, então, o melhor em campo.

Jonas deixou Rafa duas vezes na cara do golo, com duas preciosidades futebolísticas. Também andou numa dança estranha com Mano que valeu o amarelo a ambos, porque Jonas consegue jogar o jogo dos outros. Já os outros jogarem o jogo dele é que é difícil.

Com Grimaldo a cair em termos ofensivos no segundo tempo, o Benfica perdeu ocasiões em demasia para viver um final de jogo tranquilo. O Bonfim puxou pela equipa, Jonas saiu aos 80 minutos e Vidigal lançava peças novas que viriam a aquecer o jogo.

O Vitória teve o empate à frente duas vezes, a última delas na cabeça de Jhonder Cádiz. Aí, foi altura de aparecer Odysseas Vlachodimos. O Benfica salvou-se pelas mãos do internacional grego e precisa rapidamente de aproximar-se em termos coletivos daquilo que Jonas faz individualmente. 

GoalPoint-Setúbal-Benfica-LIGA-NOS-201819-Ratings

HOMEM DO JOGO

Num jogo longe de bem jogado, o melhor em campo acabou por ser aquele que decidiu a contenda. Sem grandes rasgos individuais numa partida com muitas faltas e futebol em esforço, Jonas registou um GoalPoint Rating de 7.1, o mais alto do jogo, mercê do golo que marcou ainda na primeira parte. O brasileiro nem rematou muito como é seu timbre (só dois disparos, um enquadrado), mas realizou três passes para finalização, completou os dois dribles que tentou e recuperou a posse de bola sete vezes.

JOGADORES EM FOCO

  • Jardel 6.3 – O central brasileiro estava a ter um jogo discreto no primeiro tempo, mas dada a subida do Vitória no terreno foi obrigado a aplicar-se, terminando como segundo melhor das “águias”. Jardel ganhou três de quatro duelos aéreos defensivos, completou um drible e fez 11 acções defensivas, seis delas alívios.
  • Odysseas Vlachodimos 6.3 – Após uma primeira parte de pouco trabalho, o greco-alemão teve de aplicar-se no segundo tempo, terminando com três defesas, todas a remates na sua grande área, e ainda uma saída pelo ar eficaz e outra a soco. A intervenção ao cabeceamento de Jhonder, aos 89 minutos, valeu ao Benfica dois pontos.
  • Rafa Silva 5.7 – Regressou a um registo menos feliz na frente de ataque, desperdiçando algumas boas ocasiões. Ao todo registou cinco remates (máximo do jogo), mas só enquadrou um, somou cinco controlos de bola deficientes e apenas completou um drible (no único que tentou).

 

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