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LISTA DE TODOS OS JOGOS:
23/07/1957 – Santos FC 3-2 SL Benfica – Vila Belmiro – Amistoso
15/06/1961 – Santos FC 6-3 SL Benfica – Paris, França – Torneio de Paris
19/09/1962 – Santos FC 3-2 SL Benfica – Maracanã – Mundial Interclubes
11/10/1962 – SL Benfica 2-5 Santos FC – Lisboa – Mundial Interclubes
21/08/1966 – Santos FC 4-0 SL Benfica – New York, Estados Unidos – Torneio de New York
18/08/1968 – Santos FC 4-2 SL Benfica – Buenos Aires, Argentina – Pentagonal de Buenos Aires
01/09/1968 – Santos FC 3-3 SL Benfica – New York, Estados Unidos – Amistoso
15/06/1961 – Santos FC 6-3 SL Benfica
Local: Estádio Parc des Princes, em Paris, França.
Competição: Torneio de Paris
Árbitro: Pierre Achinte
Santos: Laércio; Mauro e Décio Brito; Getúlio, Brandão e Lima; Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Técnico: Lula
Benfica: Barroca; João, Angelo (Mendes) e Germano; Neto e Cruz; José Augusto, Santana (Eusébio), Águas, Coluna e Cavem.
Golos: Pelé [2], Pepe [2], Coutinho e Lima; Eusébio [3]
19/09/1962 – Santos FC 3-2 SL Benfica
Local: Estádio Maracanã, no Rio de Janeiro.
Competição: Mundial Interclubes
Árbitro: Ruben Cabrera (Paraguai)
Santos: Gilmar; Lima, Mauro, Calvet e Dalmo; Zito e Mengálvio; Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe. Técnico: Lula
Benfica: José Rita; Angelo, Humberto, Raúl e Cruz; Cavem e Coluna; José Augusto, Santana, Eusébio e Simões. Técnico: Fernando Riera.
Golos: Pelé aos 31min do primeiro tempo; Santana aos 14min, Coutinho aos 19min, Pelé aos 41min e Santana aos 42min do segundo tempo.
11/10/1962 – SL Benfica 2-5 Santos FC
Local: Estádio da Luz, em Lisboa, Portugal.
Competição: Mundial Interclubes
Árbitro: Pierre Schinter (França)
Santos: Gilmar; Olavo, Mauro, Calvet e Dalmo; Zito e Lima; Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe. Técnico: Lula
Benfica: Costa Pereira; Humberto, Raul e Cruz; Cavem e Jacinto, José Augusto, Santana, Eusébio, Coluna e Simões. Técnico: Fernando Riera.
Golos: Pelé aos 17min e aos 27min do primeiro tempo; Coutinho aos 3min, Pelé aos 20min, Pepe aos 32min, Eusébio aos 41min e Simões aos 44min do segundo tempo.
21/08/1966 – Santos FC 4-0 SL Benfica
Local: Estádio Randalls Island Stadium, em New York, no Estados Unidos.
Competição: Torneio de Nova York
Árbitro: John Di Salvatore
Santos: Gilmar; Carlos Alberto, Oberdan, Orlando e Lima; Zito (Joel) e Mengálvio; Dorval (Amauri), Toninho, Pelé (Salomão) e Edu. Técnico: Lula
Benfica: Costa Pereira; Raul, Cruz , Caven, Jacinto; Jaime Graça, José Augusto (Iaúca), Torres (Nélson), Eusébio, Coluna e Simões. Técnico: Fernando Rieira
Golos: Toninho aos 16min do primeiro tempo; Edu aos 13min e aos 19min e Pelé aos 31min do segundo tempo.
18/08/1968 – Santos FC 4-2 SL Benfica
Local: Estádio La Bombonera, em Buenos Aires, Argentina.
Competição: Pentagonal de Buenos Aires
Árbitro: Aurelio Bozzolini
Santos: Gilmar (Cláudio); Carlos Alberto, Ramos Delgado, Oberdan e Rildo; Joel Camargo (Negreiros) e Lima; Amauri, Toninho, Pelé (Almiro) e Pepe. Técnico: Antoninho
Benfica: José Henrique; Jacinto, Humberto, Raul e Cruz; Jaime Graça (Toni) e Coluna; José Augusto, Torres, Eusébio (Calado) e Simões. Técnico: Otto Gloria
Golos: Toninho Guerreiro aos 8min e aos 32min do primeiro tempo; Toninho aos 2min e 20min, Toni aos 3min e Calado aos 43min do segundo tempo.
01/09/1968 – Santos FC 3-3 SL Benfica
Local: Yankee Stadium, em New York, Estados Unidos.
Competição: Amistoso
Benfica: Nascimento; Jacinto, Raul, Humberto e Cruz; J. Graça e Coluna; Zé Augusto, Torres, Eusébio e Simões.
Santos: Cláudio; Carlos Alberto, Ramos Delgado, Joel Camargo e Rildo; Lima (Orlando) e Negreiros; Edu, Toninho, Pelé e Pepe. Técnico: Antoninho
Golos: Carlos Alberto, Edu e Toninho; Jacinto, Zé Augusto e Eusébio.
Fonte: http://acervosantosfc.com/
A caminhada do Real Madrid de 16 triunfos seguidos na Liga espanhola terminou na quarta-feira, situação que o deixou em 15º na lista das maiores séries vitoriosas de sempre na Europa, liderada pelo Benfica.
29 jogos – Benfica (Portugal) 1971/73
A série do Benfica que ainda é recorde no plano europeu começou no final de uma temporada em que se sagraria campeão e continuou na seguinte, com as "águias" a vencerem o título em 1972/73 sem perder – algo que nunca acontecera em Portugal. O treinador inglês Jimmy Hagan era o líder de uma equipa que contava com Eusébio. "Ele gostava de disciplina. Os jogadores pensavam que os seus treinos eram muito duros, mas a equipa começou rapidamente a ganhar jogos e vimos que tudo valia a pena. Ele deu-nos uma força extra e essa foi a razão porque ganhámos três campeonatos seguidos", recordeu em tempos o "Pantera Negra".
28 – Dinamo Zagreb (Croácia) 2006/07
Eduardo, Luka Modrić e Vedran Ćorluka foram peças-chave na fantástica sequência do Dínamo na Croácia, iniciada com uns 5-1 sobre o Istra em Novembro de 2006 que seria terminada apenas com uma derrota por 4-3 na visita ao Varteks (actual Varaždin), em Setembro de 2007. Na véspera deste jogo, o treinador Branko Ivanković afirmou: "Temos uma grande equipa. Vamos vencer pela 29ª vez seguida e assim igualar o recorde do Benfica de modo a que esta geração do Dínamo fique na história do futebol mundial."
25 – Celtic (Escócia) 2003/04
O Celtic atingiu um novo máximo nas ilhas britânicas de 25 jogos seguidos a ganhar no campeonato entre Agosto de 2003 e Fevereiro de 2004, apontando 86 golos no percurso, numa formação orientada por Martin O'Neill e que conquistou a "dobradinha" na Escócia na última temporada de Henrik Larsson ao serviço do emblema de Glasgow.
25 – Dinamo Tirana (Albânia) 1951/52
O Dínamo fez história durante a série de quatro títulos nacionais seguidos, iniciados em 1950, o ano da fundação, até 1953. Iniciou-se frente ao Puna, a 18 de Abril de 1951, na 17ª jornada, e terminou a 1 de Junho do ano seguinte, quando empatou 0-0 ante o mesmo adversário.
24 – Crvena zvezda (Sérvia) 2015/16
Entre o empate 1-1 em casa frente ao Radnički Niš, a 21 de Julho de 2015 e o 0-0 em Vojvodina, a 2 de Abril de 2016, o Estrela Vermelha de Miodrag Božović venceu tudo e todas, com a sua sequência de 24 jogos rumo ao título a incluir vitórias em casa e fora ante o rival de Belgrado, o Partizan.
23 – Malmö (Suécia) 1949/50
Depois de ser campeão sueco em 1948/49 com cinco vitórias nas últimas cinco jornadas da temporada, o Malmö manteve o ritmo na temporada seguinte iniciado com uma vitória por 2-0 na visita ao Elfsborg, a 31 de Julho de 1949. Somariam triunfos até um 3-3 na casa do AIK, a 14 de Maio de 1950.
22 – Käpäz (Azerbaijão) 1997/98
O conjunto orientado de Mehman Allahverdiyev de 1997/98 continua a ser a única a ganhar o campeonato sem derrotas, e, durante dez meses, até 23 de Setembro de 1998 ninguém lhe tirou pontos. Diga-se, no entanto, que dois dos 22 jogos ganhos pelo Käpäz o foram na secretaria.
22 – PSV Eindhoven (Holanda) 1987/88
Depois de somar vitórias nas cinco últimas jornadas em 1986/87, o PSV mostrou-se imparável na época seguinte, apesar de ter perdido Ruud Gullit para o AC Milan no Verão. Hans van Breukelen, Ronald Koeman, Eric Gerets, Berry van Aerle, Jan Heintze, Ivan Nielsen, Søren Lerby, Gerald Vanenburg, Wim Kieft e o veterano Willy van de Kerkhof brilhavam sob o comando do estreante treinador Guus Hiddink. Um empate 2-2 com o Twente a 16 de Janeiro de 1988 terminaria essa série, mas o PSV acabaria por vencer sem problemas a "dobradinha" e ainda sagrar-se campeão da Europa.
19 – Bayern München (Alemanha) 2013/14
18 – FH (Islândia) 2004/05
17 – Olympiacos (Grécia) 2005–06, 2015/16
17 – Internazionale Milano (Itália) 2006/07
17 – Steaua Bucureşti (Roménia) 1988
17 – Dinamo Bucureşti (Roménia) 1988
16 – Real Madrid (Espanha) 2016–17
16 – Barcelona (Espanha) 2010/11
16 – APOEL (Chipre) 2008/09
16 – Valur Reykjavík (Islândia) 1978
15 – Bangor City (País de Gales) 2010
15 – Sparta Praha (República Checa) 1999/2000
15 – Benfica (Portugal) 1963
15 – Real Madrid (Espanha) 1960/61
Fonte: pt.uefa.com
O Benfica defende este sábado a liderança da I Liga de futebol, num jogo em que visita a única equipa que, à sua semelhança, se mantém invicta no campeonato, o recém-promovido Desportivo de Chaves.
No jogo da sexta jornada, o tricampeão deverá continuar sem um dos seus maiores trunfos, o goleador brasileiro Jonas, bem como sem o avançado mexicano Raúl Jiménez, o central brasileiro Jardel, o médio grego Samaris ou o português Rafa.
As muitas lesões não impediram, no entanto, o Benfica de subir à liderança, depois de vencer o difícil jogo em casa com o Sporting de Braga e beneficiar da derrota do Sporting no terreno do Rio Ave.
A visita ao sexto classificado, que antecede a deslocação a Nápoles para a Liga dos Campeões, simboliza o confronto entre os dois únicos clubes que ainda não perderam na Liga: o Benfica tem quatro vitórias e um empate e o Chaves duas vitórias e três empates.
Será também o regresso de um ‘grande’ a Chaves, após o clube ter garantido o regresso ao escalão principal 17 anos depois da última presença. Os flavienses receberam pela última vez o Benfica em 1998, num jogo que terminou com a vitória das "Águias" por 4-0.
A equipa de Rui Vitória tem estado sublime fora de casa e falta apenas um jogo para que seja igualada a maior sequência da história do futebol português no que diz respeito a triunfos na condição de visitante.
A série atual é de 14 vitórias e já vem desde a época passada. A seguir ao empate a zero na Madeira, frente ao União, seguiram-se 11 triunfos até final da temporada, aos quais se somam os três até ao momento na edição atual.
Só há, na história dos registos do campeonato português, uma sequência melhor: foi entre abril de 1972, num triunfo por um a zero em casa do Leixões, e fevereiro de 1973, num dois a zero no Restelo, era Jimmy Hagan o treinador.
Olhando para os últimos 50 anos de história da competição, é possível verificar que não é frequente que as duas equipas se encontrem, em particular nos últimos anos. A última vez que aconteceu até nem foi há tanto tempo - em 2013/14, vitória do Benfica, mas antes disso só em 2007/08. Ao todo, foram 17 encontros em 50 temporadas. Outra coisa de salientar, é o facto que os derbys lisboetas na Taça de Portugal têm tido muitos golos, e até algumas goleadas.
Nesses 17 encontros, foram apontados uns incríveis 71 golos: mais de quatro golos por cada jogo. Só nos últimos três encontros, por exemplo - e naturalmente retirando da conta os golos na marcação de grandes penalidades - registaram-se 21 golos. Sete golos por jogo.
As últimas cinco décadas, revela um impressionante equilíbrio: nove vitórias para o Benfica e oito para o Sporting. Vendo apenas a última década, porém, a vantagem benfiquista é mais clara: cinco vitórias 'encarnadas' contra duas vitórias dos 'leões'.
No capítulo das goleadas, há também equilíbrio. Os 'encarnados' registaram o maior triunfo, com um 5-0 em 1985/86, mas o Sporting pode gabar-se de um 3-0 em 1982/83 e de um 4-1 na final de 1970/71.
#CarregaBenfica
#RumoAoJamor
Terceira e última parte da reportagem da SIC sobre o Sport Lisboa e Benfica.
(segunda parte aqui)
(primeira parte aqui)
Fonte: Benficastuff
"Eusébio não morreu, só se ausentou fisicamente. Com o seu afastamento, nós é que morremos em parte. No meu caso, uma grande parte. A eternidade rima com ele, rima com imortalidade. Enquanto a bola chora - toda a bola chora -, recordamos o seu sorriso generoso e o sorriso à bola, expressão da nossa tão querida portugalidade", afirmou, no elogio fúnebre, junto ao Panteão Nacional, o amigo e "irmão" Simões.
O melhor futebolista português de todos os tempos repousa fisicamente, no lugar reservado aos grandes de Portugal, na sala 3, ao lado de Sophia de Mello Breyner, Humberto Delgado e Aquilino Ribeiro.
Uma honra que surge um ano e sete meses depois da morte a 5 de Janeiro do ano passado.
Há um sentimento nacional unânime em torno de Eusébio, todos os discursos da cerimónia em que estiveram presentes cerca de 600 pessoas, fora os jornalistas e quem assistia das varandas e atrás das barreiras de segurança que as autoridades colocaram nos pontos de acesso ao Panteão, não era Eusébio com o emblema do Benfica, mas com as quinas da selecção portuguesa.
“Verdadeiramente, uma figura nacional” e “transversal a divisões ideológicas ou simpatias clubísticas”, como disse o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, no seu discurso, “muito obrigado” a “um português excepcional e raro”.
Eusébio, para a Nação Benfiquista, será sempre o Rei.
Descansa eternamente!