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Bruno Lage

Em conferência de Imprensa no Caixa Futebol Campus, Bruno Lage, treinador do Benfica, fez a antevisão do jogo frente ao FC Porto, das meias-finais da Taça da Liga, que se disputa às 19h45 de terça-feira no Estádio Municipal de Braga. Prevê um clássico equilibrado e quer uma equipa focada e determinada para aceder à decisão da prova.

Como perspetiva este clássico com o FC Porto?

Estamos a encarar o jogo como uma final. É uma final para chegarmos a uma final e é com esta determinação que vamos encarar o jogo.

O Benfica já venceu o FC Porto nesta época. O adversário, porém, poderá partir com alguma vantagem para este encontro tendo em conta que tem vindo a realizar uma época mais sólida?

Cada jogo tem a usa história. Este será um jogo diferente, numa competição diferente. É, como disse, uma final para chegar a uma final. A determinação, o foco e a atitude vão estar nos dois lados.

O Benfica encontra aqui alguma vantagem por Sérgio Conceição, treinador do FC Porto, conhecer menos daquilo que é o Benfica de Bruno Lage?

Penso que não. Neste tipo de situações não há vantagens nem desvantagens. As análises às equipas são profundas, vão ao máximo detalhe. O conhecimento de ambas as equipas é mútuo.

Que detalhes podem fazer a diferença neste clássico?

Os detalhes são parte da base daquilo que é a nossa estratégia para o jogo. Aproveito para refletir sobre aquilo que é o nosso trabalho ao termos três dias para preparar um jogo. Se numa equipa os comportamentos já estão solidificados, ou seja, já há uma base de trabalho, para nós é mais difícil e é isso que temos vindo a fazer ao longo destes 12 dias em que estamos à frente da equipa, em que temos de, primeiro, tentar evoluir o que é nosso e, simultaneamente, preparar uma estratégia para o jogo. Passámos de uma base de um 4x3x3 para um 4x4x2 e o que pretendemos fazer é construir jogo de uma maneira diferente daquela que se fazia anteriormente. Não quer dizer que seja melhor ou pior, mas tem de ser diferente para termos mais bola, mais jogo, mais controlo com bola e domínio.

Tentamos defender de outra maneira, porque estamos a jogar em 4x4x2. E também queremos ter uma transição defensiva diferente. São comportamentos que queremos dar à equipa. Paralelamente, temos de preparar uma estratégia. Este tem sido o desafio, tendo a preocupação de fazer uma recuperação adequada dos jogadores que jogam e, após isso, como foi o caso do dia de hoje, não lhes tirar energia para o encontro de amanhã [terça-feira]. O nosso jogo, neste momento, está em processo de evolução. Fundamental é dar tranquilidade e conforto aos jogadores, para que estes se sintam confortáveis nas posições e nas decisões a tomar dentro de campo.

Bruno Lage

Que dinâmicas de jogo vai apresentar neste jogo? E, neste particular, o que espera do FC Porto?

Passámos de um 4x3x3 para um 4x4x2, logo aí o posicionamento é diferente. Em função disso, queremos que a nossa construção seja feita de maneira diferente. Volto a repetir: diferente não é melhor nem pior, é diferente. Acredito que o FC Porto também se apresente em 4x4x2 e o desafio vai ser nós tentarmos explorar as fraquezas do FC Porto, tendo em atenção os seus pontos fortes, e o nosso adversário certamente vai fazer o mesmo. Acredito que vai ser um jogo muito equilibrado. Acima de tudo, que seja um bom jogo de futebol.

Fejsa e Jonas já estão aptos para este jogo?

Não, nenhum deles está disponível.

É ingrato para um treinador que acaba de chegar ter desafios tão importantes como este com o FC Porto e os que se seguirão com o Sporting para o Campeonato e para a Taça de Portugal?

É o que temos. Ao mesmo tempo, é uma experiência gratificante, porque já passei por isto enquanto adjunto. Agora, como treinador principal, é tentar evoluir aquilo que é nosso, preparar a estratégia e, ao mesmo tempo, conhecer o plantel e a equipa. É verdade que são competições muito importantes e, por aquilo que é a nossa condição no Campeonato e pelo facto de os primeiros quatro classificados estarem a disputar as duas Taças, todos os jogos têm de ser encarados como finais. É pensar treino a treino, jogo a jogo, aquilo que podemos controlar, que é o nosso trabalho, e ir a jogo com muita determinação.

Bruno Lage

Gedson não tem jogado muito ultimamente. Por alguma questão física, ou porque Gabriel ganhou o lugar?

Eu já sabia que você me ia fazer essa pergunta... Não podemos jogar com 12. Mas Gedson está a fazer um trabalho fantástico.

Como é que os jogadores têm reagido às mudanças?

Quando acontece uma mudança é normal que as pessoas tentem acordar um pouco para criar uma dinâmica positiva, e é isso que tenho sentido da parte de toda a gente. Sinto que estão agradados com a nossa forma de trabalhar, treinar e de preparar os jogos.

Rui Vitória trouxe o Benfica até à final four da competição. Bruno Lage quer levar a equipa até onde?

Até à final, para já. É jogo a jogo. Primeiro temos de passar esta meia-final. Não posso dizer que vou ganhar uma competição sem passar esta semifinal. É o meu foco, jogo a jogo. Quem representa este emblema tem implícita a ambição de vencer sempre. Aquilo que me interessa agora é preparar o jogo da melhor maneira possível, como já o fizemos com os jogadores, e amanhã [terça-feira] estarmos focados e determinados para vencer esta final e no sábado podermos estar noutra final.

Pode constituir uma desvantagem jogar esta final four da Taça da Liga no terreno de um dos competidores [Braga] pelo triunfo?

Não, não creio que isso seja uma desvantagem.

 

Fonte: SLBenfica.pt

 

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Estádio Municipal de Braga vai ser o palco do 14.º clássico entre Benfica e FC Porto em campo neutro. E, pela primeira vez, não será uma final, pois esta terça-feira (19.45 horas) disputa-se a meia-final da Taça da Liga, que dá direito a discutir o troféu no sábado.

A história diz-nos que os encarnados levaram a melhor por sete vezes, contra seis dos dragões, sendo que os lisboetas têm mais dez golos marcados nestas partidas disputadas em "terra de ninguém" (21-11). Estes duelos estão cheios de histórias que marcaram o futebol português.

Um dos mais emblemáticos confrontos entre Benfica e FC Porto em terreno neutro foi a final da Taça de Portugal de 1982/83, que acabou por ser disputado no início da época seguinte no... Estádio das Antas. Sim, nessa tarde, aquela que era a casa do dragão virou terreno neutro por ordem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF). E tudo porque a direção portista, já liderada por Pinto da Costa, se recusou a jogar no Estádio Nacional, o habitual palco da final da Taça.

O problema começou quando a FPF marcou as Antas como palco do jogo decisivo, bem antes de saber quais seriam as equipas que iriam disputá-lo. Quando Benfica e FC Porto eliminaram, respetivamente, Portimonense e Académica nas meias-finais, estava criado um problema. Os dirigentes federativos resolveram então remarcar a final para o Jamor, uma decisão causou revolta entre os portistas, que em Assembleia Geral decidiu não comparecer à partida se a FPF mantivesse o Estádio Nacional como palco. Pois bem, a federação demorou depois bastante tempo a emitir uma decisão final e quando o fez os jogadores das duas equipas já tinham ido de férias, optando então marcar a final para as Antas no dia 21 de agosto, uma semana antes da 1.ª jornada do campeonato da época seguinte.

Na Luz, Sven-Göran Eriksson, treinador dos encarnados, afirmou para não se preocuparem que o Benfica ia ao Porto para trazer o troféu. E assim foi. Um remate de Carlos Manuel a 30 metros da baliza bateu o guarda-redes Zé Beto aos 20 minutos e valeu a conquista do troféu.

A fuga de José Pratas

Bem quentes foram as Supertaças disputadas no início dos anos de 1990. Na altura, o troféu era disputado a duas mãos e nas três épocas que os dois rivais disputaram este troféu foi sempre necessário realizar uma finalíssima, que é como quem diz um terceiro jogo para desempatar.

Foi assim em 1992, pois o Benfica tinha ganho na Luz por 2-1 e o FC Porto nas Antas por 1-0. Como os golos fora não contavam para o desempate, reencontraram-se a 9 de setembro, em Coimbra. A partida estava a ser bastante quentinha no relvado, mas o caldo entornou-se definitivamente aos 72 minutos quando Isaías abriu o marcador, na recarga a uma defesa de Vítor Baía nas alturas perante Rui Águas. De imediato, os jogadores portistas correram na direção do árbitro José Pratas, que não foi de modas e fugiu deles a sete pés.

18 anos depois, numa entrevista, o árbitro de Évora justificou aquele momento caricato. "Não foi uma fuga, foi uma reação natural de quem se sente atacado e ameaçado. Devia ter acabado com o jogo por insubordinação da equipa do FC Porto", explicou José Pratas que terá mesmo ficado marcado por aquela perseguição: "Nem preguei olho! Cada vez que fechava os olhos lá vinham o Couto e o Paulinho Santos direitos a mim..."

O certo é que o FC Porto acabou por empatar essa finalíssima aos 84 minutos graças a um penálti marcado pelo capitão João Pinto, remetendo a decisão para as grandes penalidades. E aí o Benfica chegou a ter uma vantagem de 3-0. Com o presidente portista Pinto da Costa ajoelhado junto à linha lateral, os dragões treinados por Carlos Alberto Silva acabariam por vencer por 4-3 e levantaram o troféu.

Dois anos depois, as duas equipas voltaram a encontrar-se em Coimbra para mais uma finalíssima da Supertaça decidida no desempate por penáltis, voltando os portistas a levar a melhor. Isto depois de um final de jogo emocionante em que Domingos Paciência marcou aos 85 minutos e Tavares empatou aos 89. No prolongamento, Carlos Secretário voltou a adiantar os dragões, mas a dois minutos do fim César Brito voltou a colocar igualdade no marcador, numa altura em que os portistas Aloísio e Rui Barros já tinham sido expulsos pelo árbitro Veiga Trigo. Os penáltis voltaram a ser malditos para os encarnados que perderam outra vez por 4-3.

Foi preciso esperar nove meses para atribuir a Supertaça de 1994. Após dois empates (1-1 e 0-0) nas duas mãos realizadas em agosto e setembro, eis que a finalíssima só se disputou a 20 de junho de 1995 e, desta vez, a Federação Portuguesa de Futebol escolheu o Parque dos Príncipes, em Paris, para que fosse feita uma festa de final de época para os emigrantes. Só que as duas equipas apresentavam-se sem algumas das suas principais estrelas como por exemplo João Pinto, Drulovic e Yuran (já tinha terminado contrato) por parte do FC Porto, Preud'Homme, Isaías, Vítor Paneira, Mozer, Edilson e João Vieira Pinto por parte do Benfica.

A organização do jogo, para poupar nas despesas, chegou a propor aos dois clubes que viajassem no mesmo avião, algo logo descartado por ambos... afinal, as relações era péssimas. O jogo, que marcou o fim da carreira do capitão benfiquista António Veloso, lá se realizou sem incidentes, com a vitória do FC Porto por 1-0 graças a um golo de Domingos Paciência no início da segunda parte. Os emigrantes, que encheram o histórico estádio parisiense, fizeram uma festa portuguesa durante a primeira e única vez que o clássico se disputou foram das fronteiras portuguesas.

No total foram cinco clássicos em campo neutro para a Supertaça, todos favoráveis ao FC Porto, mas foi na Taça de Portugal que estas equipas mais se defrontaram fora dos respetivos estádios. Das sete vezes que se enfrentaram, sempre em finais, o Benfica venceu seis vezes e os dragões apenas uma.

A última vez que houve um duelo no Jamor foi a 16 de maio de 2004. Dez dias antes de o FC Porto conquistar o segundo título de campeão europeu frente ao Mónaco, em Gelsenkierchen. Contudo, essa final da Taça de Portugal sorriu ao Benfica, acabando por ser um marco para o clube da Luz, uma vez que assinalava o fim de um longo jejum e daqueles que foram os piores anos da sua história. Os portistas eram amplamente favoritos nessa tarde e quando Derlei abriu o marcador à beira do intervalo tudo se conjugava para que José Mourinho conquistasse mais um troféu antes da final da Liga dos Campeões.

Só que no início da segunda parte, o grego Fyssas empatou o jogo, que acabou por ir para prolongamento numa altura em que Jorge Costa já tinha sido expulso. Aos 104 minutos, Simão Sabrosa bateu o guarda-redes Nuno Espírito Santo e devolveu os sorrisos aos benfiquistas que há oito anos que não sabiam o que era conquistar um troféu.

O primeiro jogo de sempre entre os dois rivais em campo neutro foi também no Estádio Nacional, em junho de 1953. Era a primeira final da Taça de Portugal em que participava o FC Porto, enquanto o Benfica já tinha no seu currículo seis troféus. A falta de experiência terá ditado o descalabro da equipa, que acabou goleada por 5-0, graças a três golos de Arsénio, e os outros dois apontados por Rogério Pipi e José Águas. O Benfica levantava mais uma vez o troféu, agora pela quarta fez consecutiva.

A desforra portista deu-se cinco anos depois. Quando um golo de Hernâni permitiu aos dragões vencer o Benfica por 1-0, conquistando assim a segunda Taça de Portugal da sua história. Essa foi, aliás, a única vez que o FC Porto venceu o rival em finais da Taça.

Há apenas um duelo em campo neutro para a Taça da Liga, foi precisamente na final de 2009/10, no Estádio do Algarve. O Benfica vivia em estado de graça causado pelas boas exibições da equipa no primeiro ano de Jorge Jesus à frente da equipa, enquanto o FC Porto de Jesualdo Ferreira sofria, provavelmente, do desgaste de um ciclo de quatro anos consecutivos em que foi campeão nacional.

Rúben Amorim, Carlos Martins e Cardozo construíram um triunfo claro que assinalou o primeiro de muitos troféus de Jesus como treinador dos encarnados. Aliás, o clube da Luz já contabiliza sete troféus daquela que é a mais nova competição do calendário futebolístico nacional. Ao contrário, a Taça da Liga é a única prova que o FC Porto não conseguiu vencer até ao momento, sendo esse mais um aliciante para o jogo desta terça-feira em Braga. É que quem vencer dá um passo importante para a primeira conquista da temporada.

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Benfica-FC Porto, 1-0 (destaques das águias)

por João Silva, em 08.10.18

Figura: Seferovic

Se há um mês alguém dissesse que iria ser o avançado suíço a decidir o Clássico com o FC Porto, provavelmente seria apelidado de maluco. Mas a verdade é que foi isso que aconteceu, num merecido prémio para um jogador que se fartou de trabalhar e a quem faltou melhor acompanhamento para aproveitar aquilo que de bom foi fazendo. Na primeira parte, sozinho, deu muito trabalho aos centrais do FC Porto. Quando recuava para receber e tabelar com os companheiros criava muito espaço nas costas da defesa portista.

Momento: um canivete suíço para desatar o Clássico (61')

Tinha decorrido uma hora de jogo e a partida estava fechada como no início. O cofre das ideias de jogo parecia impenetrável e tudo era feito em esforço. E foi assim que Gabriel recuperou uma bola a meio-campo, bombeou para o ataque onde Pizzi ganhou de cabeça e assistiu Seferovic que de pé direito, no único remate que fez, marcou o golo que dá a liderança às águias.

Outros destaques

Gabriel: a presença do médio brasileiro em campo acrescenta critério com bola ao jogo do Benfica. Gabriel sabe quando contemporizar, quando progredir e quando soltar. É ele quem recupera a bola e lança Pizzi para este assistir Seferovic para o único golo do jogo. Dois minutos antes, tinha obrigado Casillas a uma excelente defesa, com um remate de pé esquerdo à entrada da área.

Ruben Dias: a jogar com um companheiro com quem ainda não tinha feito dupla em jogos oficiais, o central respondeu da melhor forma à expulsão em Atenas. Na primeira parte limpou todas as jogadas de possível perigo do FC Porto, sem se preocupar em jogar bonito, a preocupação foi sempre afastar a bola. Pareceu talvez demasiado preocupado em cobrir espaços que não eram do seu raio de ação, mas nunca descurou o seu lado. Fez uma das melhores exibições que já se lhe viram. Sempre certinho e sem despiques desnecessários.

Rafa: a entrada do extremo português foi uma pedrada no charco de futebol parado que estava a ser o Clássico. Na primeira intervenção, arrancou um cartão amarelo a Herrera e avisou logo ao que vinha. A sua ausência do onze titular foi uma meia surpresa, com Rui Vitória a dar preferência à maior capacidade defensiva de Cervi, mas foi Rafa a inscrever o seu nome entre os melhores do jogo.

Lema: com a lesão de Jardel e a expulsão de Conti na partida com o Desp. Chaves, não havia grandes alternativas à titularidade do central argentino ex-Belgrano, pelo que a estreia a titular, logo num Clássico, não surpreendeu. Sabendo da falta de rotinas do adversário, Sérgio Conceição colocou sempre um homem para lhe atrapalhar as ações, mas era quando o FC Porto procurava a profundidade pelo lado de Lema que as limitações do central sobressaiam. Foi assim que Marega lhe arrancou um cartão amarelo logo à meia-hora. Na segunda parte parecia ter acalmado, mas acabou expulso a sete minutos dos 90 numa entrada imprudente sobre André Pereira.

Fonte: maisfutebol.iol.pt

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O "Polvo Azul e Verde" começa a ser exposto!

por João Silva, em 26.04.18

Reproduzo uma transcrição de um excelente artigo do "Benfica Eagle" no blog NGB.

Esta semana começaram a ser conhecidos alguns dos nomes que estão ligados ao "Polvo Azul & Verde" que envolve o FC Porto e o Sporting CP, que uniram esforços para lançar uma campanha de difamação ao Benfica, com base em e-mails roubados por "hackers", e na denúncia anónima que ficou conhecida esta semana aparecem os NOMES dos principais responsáveis desportivos, judiciais, policiais e na comunicação social ligados às estruturas do Porto e do Sporting!
 
Para quem ainda não conhece a denúncia anónima que expõe os responsáveis pelo "POLVO Azul & Verde" recomendo a leitura dos posts deste blogue de 24 de Abril 2018,  publicados pelo BenficaByGB (GRAVÍSSIMO! Mentiras anti-Benfica orquestradas pelo FCPorto e elementos da PJ) e pelo Shadows (A tal denúncia, na versão integral).
 
Começam a vir a público muitos factos confirmados que já tinha adiantado a 7 de Março e a 18 de Março de 2018, neste mesmo blogue!
 
Já há várias semanas tinha exposto a ligação dos "blogues" envolvidos no caso dos e-mails às estruturas de Porto e Sporting, e respectivas agências de comunicação e respectivos "avençados"(ESCÂNDALO: Benfica apresenta queixa-crime contra Blogues "alegadamente" financiados por rivais - 18 de Março 2018). Também tinha referido que as investigações ao Blogue "Mercado de Benfica Polvo" tinham de ser direccionadas a norte, enquanto que Mister do Café e outros blogues do Sporting estarão alegadamente ligados e a serem financiados pela estrutura do Sporting CP / YoungNetworkA denúncia desta semana confirma isso mesmo!
 
Também referi a 7 de Março 2018 no post (BASTA! A "pouca vergonha" no futebol português vai ter de acabar!), que esta campanha de difamação ao Benfica tem como principal objectivo esconder e tirar a atenção dos inúmeros "escândalos" que envolvem o Porto e o Sporting (actualização da lista, com factos que vieram a público nas últimas semanas):
 
(1) Ameaças a Artur Soares Dias, no Centro de Estágio da Maia - árbitro que poderá ter "oferecido" este campeonato ao Porto, analisando-se as suas intervenções nos principais jogos em que arbitrou, onde se inclui o Benfica-Porto desta época.

(2) Justiça do Porto que permitiu que o Porto Canal andasse a divulgar e-mails privados do Benfica, resultantes de um ROUBO organizado por "hackers" ... e que ao que parece já "identificados".

(3) Alegada "Corrupção" no Estorilgate, que envolveu o Estoril-Porto, com a invasão de campo por parte dos SuperDragões, o adiamento do jogo e o "pagamento" de uma dívida no intervalo do jogo entre os 2 clubes. 

(4) Irregularidades do Porto no licenciamento da UEFA com a ocultação durante anos de dívidas a clubes, onde se incluia a dívida ao Estoril, não referenciada nos R&C's.

(5) Investigações criminais ao principal investidor da Sporting SAD (Alvaro Sobrinho) alegado responsável pelo desvio de mais de 600M€ do BES Angola, que ajudou ao colapso do Grupo BES e GES.

(6) Investigações criminais a Bruno de Carvalho, sobre alegados recebimentos de comissões nas transferências de jogadores, conforme tem sido denunciado por vários empresários.

(7) Escândalo dos VMOC's e o Escândalo das alegadas gravações entre Ricciardi e Sikander Sattar para "controlar" o Sporting (Sikander Sattar, responsável da KPMG Portugal e KPMG Angola com cargos na estrutura do Sporting CP, que auditava o BES Angola e BES Portugal e é responsável máximo pelas auditorias ao Sporting CP até 2012. O Responsável da KPMG Portugal & Angola já está a ser acusado publicamente nos últimos dias de ter ocultado mais de 5.000M€ de prejuízos no BES Angola, nas contas do BES Portugal e que ajudou ao colapso do Grupo BES e GES, com prejuizos de mais de 10.000M€ para o Estado Português e lesados do BES e GES)

(8) Tentativa de "desviar as atenções" para os mais de 150M€ de prejuízos da Porto SAD e os mais de 100M€ de prejuízos da Sporting SAD desde 2010, enquanto a Benfica SAD alcança mais de 75M€ de lucros desde 2010!

(9) Dificuldades do Porto em renovar com 10 jogadores importantes (Casillas, Ricardo, Marcano, Reyes, Maxi Pereira, Dalot, Brahimi, André André, Herrera, Hernâni) com contratos a terminar em 2018 e 2019, que poderão sair todos no próximo verão, além de outras vendas fundamentais para tapar prejuízos.

(10) Crise no Sporting provocada pelo Presidente Bruno de Carvalho, para despachar Jorge Jesus,criticando publicamente os jogadores no Facebook, com o objectivo de forçar uma "ruptura" com Jorge Jesus tentando mandar embora o Treinador no final da época sem pagar qualquer indemnização,  tendo já alegadamente um substituto contratado (treinador do Rio Ave - Miguel Cardoso).

(11) Dificuldades do Porto e do Sporting em renovar financiamentos bancários, seja em Portugal ou no estrangeiro, pelo facto de estarem "FALIDOS", situação que já ficou conhecida nos últimos dias (o "escândalo" público do "default" do Sporting nos 30M€ de empréstimo obrigacionista que vencem em Maio 2018e também as dificuldades do Porto em renovar o empréstimo obrigacionista de 45M€ que também vence a 26 de Maio 2018enquanto que o Benfica facilmente renovou no início de Abril 100M€ de financiamento na Banca estrangeira com melhorias contratuais, por via do contrato com a NOS e sem necessidade de apresentar "garantias" extra.
 
Devido a TODOS estes escândalos GRAVÍSSIMOS que envolvem o Porto e o Sporting, foi lançada uma campanha de manipulação da opinião pública e de ataque ao Benfica, para desviar a atenção de todos estes "ESCÂNDALOS" que já começam a ser conhecidos por parte da opinião pública ... e que já eram conhecidos em certos "círculos" e "corredores" do nosso país!
 
Não é por acaso que este post é publicado no 25 de Abril!
 
Os próximos meses serão ainda mais "interessantes" ;)
 
Fonte: NovoGeraçãoBenfica
 

 

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Uma denúncia, a que o i teve acesso, revela que o FC Porto terá montado uma rede para “destruir a hegemonia do Benfica”. Dessa estrutura fazem parte dirigentes portistas, elementos da Justiça, órgãos das forças policiais e meios de comunicação social. 

O clima de convulsão no futebol português está para durar. Depois dos e-mails do Benfica, que alegadamente tinham como objetivo controlar o futebol nacional, agora é a vez de o FC Porto ser acusado de manter uma rede cujo principal objetivo seria acabar com a hegemonia benfiquista dos últimos anos.

Segundo uma denúncia enviada ao Ministério da Justiça, à Procuradoria-Geral da República, ao DCIAP, à PJ, à Liga Portuguesa de Futebol e à Federação, o FC Porto terá montado uma rede que se reunia todas as semanas no hotel AC Porto Marriot, junto ao estádio do Dragão, para delinear uma estratégia na Justiça, na polícia e nos media para descredibilizar o Benfica. A denúncia discrimina os nomes de vários dirigentes portistas, assim como magistrados, agentes da Polícia Judiciária e jornalistas.

Tudo começou em abril de 2017, quando se deu a “compra da correspondência privada do SLB”, naquele que ficou conhecido como “caso dos e-mails”. Depois da “compra” dos e-mails, as informações eram passadas para vários blogues afetos a portistas e sportinguistas. Mais tarde, numa outra reunião no hotel Altis, em Lisboa, elementos da estrutura do FC Porto e do Sporting terão definido os “timings” para a revelação das informações dos benfiquistas.

Além disso, nesta reunião no Altis, terá ficado estabelecido que também elementos do Sporting teriam de ir acompanhando e comentando as informações que viessem a público.

Fontes da estrutura do FC Porto e do Sporting ficariam responsáveis por veicular as informações dos e-mails para comentadores em programas de debate televisivo, jornais como o Expresso, O Jogo ou Jornal de Notícias e ainda para RTP, revista Sábado e Correio da Manhã.

Contactada pelo i, a Procuradoria-Geral da República admite que “recentemente têm sido recebidas algumas denúncias, designadamente anónimas, relacionadas com o fenómeno desportivo e envolvendo vários clubes”. “O Ministério Público, sempre que tem conhecimento de factos suscetíveis de integrarem a prática de crimes”, procede em conformidade, encaminhando-os para investigação”, acrescenta a PGR.

A “influência” da rede montada pelo FCP

A denúncia fala também das “evidências” em como o FC Porto domina as decisões da Justiça. O documento elenca oito decisões judiciais em que os portistas foram beneficiados. Entre elas está a decisão do Tribunal de Guimarães relativamente ao processo “Fénix”, que absolveu Pinto da Costa e Antero Henrique e que já foi objeto de recurso por parte do DCIAP; a forma como Rafa, jogador emprestado pelo FC Porto ao Rio Ave, foi afastado do processo de alegada viciação de resultados por parte dos vila-condenses; e também as fugas de informação de processos judiciais como o do caso dos emails e vouchers.

A queixa diz ainda que “desde há duas semanas que o núcleo restrito do FCP referenciado garante e gaba-se em reuniões internas e em contactos com jornalistas que têm a garantia de que o processo da PJ que concentrou vouchers, emails e jogos comprados que envolve o SLB, concluirá por uma acusação conforme os seus desejos, apesar de reconhecerem que será difícil provar algum crime de corrupção ou tráfico de influência em concreto”.

Os portistas teriam como objetivo mostrar às autoridades que existia uma estratégia por parte do Benfica para controlar os diversos setores do futebol português “e que tal seria provado, não por evidências concretas, mas através de uma montagem de uma espécie de puzzle com base em diferentes emails”, lê-se na denúncia.

Factos que podem ser “facilmente confirmados”

A denúncia, que é feita de forma anónima para preservar “a integridade física” dos autores e por “receio de represálias”, diz ainda que os “factos podem ser facilmente confirmados” quer através do arquivamento do processo Fénix, quer através do chumbo da providência cautelar do Benfica sobre a divulgação dos emails.

“Toda a gente no Porto sabe quem são os representantes da justiça que costumam frequentar os camarotes do estádio do Dragão, pertencem aos seus órgãos sociais e têm um longo historial de decisões que ultrapassam qualquer lógica sempre que está em causa os interesses de Pinto da Costa e dos dirigentes do FCP”, lê-se na carta.

Novos e-mails

Recorde-se que já na semana passada foram tornados públicos no blogue “mercado de Benfica” novos e-mails que alegadamente revelavam que já em 2012 o Benfica tinha como objetivo o “reforço/controlo” da arbitragem, do poder político, dos media e da Justiça. Segundo a revista Sábado, esta mensagem terá sido divulgada a vários elementos da SAD do Benfica em junho de 2012.

Este e-mail terá sido enviado por Domingos Soares Oliveira, administrador da SAD benfiquista. O documento “powerpoint” alegadamente estabelecia “desafios na vertente externa” que passariam por aplicar uma estratégia a cinco anos com o objetivo de “reforçar o controlo/influência” nas áreas de poder no futebol, como a Federação, conselho de arbitragem, poder político, meios de comunicação social e na Justiça.

Fonte: https://ionline.sapo.pt

 

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No domingo, todos os caminhos vão dar ao Estádio da Luz. O prato forte da 30.ª jornada da Liga NOS é o jogo entre os dois primeiros classificados da tabela e o Site Oficial do Benfica faz uma viagem aos números e às curiosidades que alimentam a história do clássico.

Em mais de 80 anos de clássicos entre Benfica e FC Porto viram-se muitos resultados, mas nunca nenhum como a vitória benfiquista por 12-2 na temporada 1942/43. Este é, aliás, o triunfo mais volumoso dos encarnados em casa diante dos azuis e brancos. A década de 1940 foi, inclusive, fértil em goleadas do Benfica no clássico (sete), sendo que é a que tem maior registo de resultados contundentes por parte das águias.

Ainda na década de 1940, destaque para as oito vitórias seguidas dos da Luz, registo que perdura no tempo como a melhor série do Benfica com o FC Porto em jogos em casa para o Campeonato Nacional; e os 10 jogos sem perder, classificado como um dos dois melhores ciclos sem derrotas frente aos dragões. O melhor regista 11 encontros compreendidos entre 1963 – década gloriosa do Clube – e 1974.

Porém, os jogos no Campeonato arrancaram em 1934/35 com o Benfica a vencer o FC Porto por 3-0. Curioso, o facto de quatro das primeiras cinco vitórias terem sido com goleada (3 ou + golos de diferença): 3-0 em 1934/35; 5-1 em 1935/36; 6-0 em 1936/37; 4-1 em 1938/39.

Pizzi

Naturalmente, os Benfiquistas poderiam palpitar que o melhor marcador do Clube em clássicos em casa para o Campeonato seria Eusébio. Não estariam longe da verdade, mas o Pantera Negra está no 2.º lugar. Supera-o outro histórico de águia ao peito: José Águas. Capitão do Benfica Bicampeão Europeu, o avançado – pai de Rui Águas – apontou 13 golos em 12 jogos. Eusébio tem 10 tentos em 11 encontros e o pódio encerra com Joaquim Teixeira (9 golos em 6 jogos).

Apesar de o Benfica ser o Clube com mais triunfos neste confronto, o resultado que mais vezes se repete na casa da águia é o empate 1-1 (12 vezes). Segue-se o nulo, que aconteceu em nove ocasiões. No que concerne a vitórias, o 3-1 para o Benfica é o que mais vezes se tem visto (6 vezes), seguindo-se o 2-0 em cinco ocasiões.  

Garay

Os dados estão lançados para o 84.º Benfica-FC Porto da I Liga portuguesa. A lotação do Estádio da Luz já se encontra esgotada e, nas bancadas, um cântico especial será entoado nos primeiros 10 minutos do jogo.

 

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