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Na frente do campeonato, a equipa de Rui Vitória tem estabelecido uma série de recordes.

No próximo clássico de domingo, frente ao FC Porto, pode alcançar mais um registo histórico.

O Benfica tem a possibilidade de, caso derrote os dragões, dilatar para oito pontos a vantagem sobre o rival, algo que não consegue há... 44 anos.

Desde 1972/73, na altura sob o comando de Jimmy Hagan, que uma vitória ainda durante a primeira volta sobre o conjunto azul e branco não permitia ao clube da Luz abrir uma margem tão confortável. E nessa época, fruto de um arranque totalmente vitorioso, o triunfo à 9.ª jornada fez disparar a diferença para o FC Porto para 11 pontos, que face à equivalência das vitórias para os atuais três pontos seria de 18.

O melhor nas mais de quatro décadas desde então foi obtido por Sven-Goran Eriksson, em 1982/83. Também à 9.ª jornada, como Hagan, venceu os portistas e ficou com margem de sete pontos.

 

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Um resultado justo que peca por escasso. Foi assim que Jorge Jesus analisou o encontro desta noite, no clássico, onde o SL Benfica acabou por vencer o FC Porto por 0-2.

O Benfica venceu por 2-0, foi eficaz, muito experiente e com muita qualidade na defesa. Neutralizámos quase todos os momentos do FC Porto, com excepção de alguns cruzamentos do Quaresma. Fomos serenos e experientes. Podíamos ter feito mais um golo. Os equilíbrios tácticos são o que define as equipas quando não têm bola. Neutralizámos os corredores do FC Porto, que são as zonas mais fortes. Jogámos muito confiantes”, começou por analisar no final do encontro.

Um resultado que mantém os “encarnados” na liderança isolada do Campeonato Nacional, com 34 pontos, mais seis do que os “azuis e brancos”. “É melhor estar a seis do que a três ou igual. A nossa ideia era ganhar. Mas o respeito e humildade serão os mesmos. Falta muito para o jogo acabar”, concluiu.

Fonte: SLBenfica.pt

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FC Porto 0-2 SL Benfica

por João Silva, em 15.12.14

O Benfica venceu o clássico, por 0-2, reforçando a liderança isolada da Primeira Liga. Dois golos de Lima deram mais três pontos na caminhada rumo ao bi-campeonato.

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Lotação esgotada no estádio do Dragão, com perto de 50 mil espectadores a assistir ao jogo grande e ao encontro de todas as emoções da 13.ª jornada do Campeonato Nacional.

45 minutos de alta voltagem. Foi assim o primeiro tempo do clássico, com um FC Porto agressivo a protagonizar o primeiro momento de perigo da partida, aos 7’, com a bola a sair ao lado da baliza do brasileiro Júlio César.

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O Benfica respondeu e, aos 14’, Nico Gaitán atirou de fora da área para o lado das redes de Fabiano. Aos 31’ grande defesa de Júlio César, que negou o 1-0 a Jackson.

A resposta do Benfica, aos 35’, fez levantar as bancadas. Maxi Pereira fez um lançamento longo para a área e Lima abriu o marcador. Estava feito o primeiro da noite e o quarto do brasileiro nesta edição do Campeonato. Jorge Sousa apitava para o intervalo com o Benfica a vencer por 0-1.

Porto_Benfica_03.jpg 

Dez minutos decorridos do segundo tempo e mais uma explosão no Dragão, onde só se ouvia Benfica. Talisca rematou à baliza de Fabiano que defendeu para a frente e, na recarga, Lima voltou a facturar.

Aos 77’, oportunidade para os “azuis e brancos”. Jackson rematou de cabeça à barra, e depois de um ressalto, o colombiano meteu a bola na baliza, mas o árbitro já tinha assinalado mão. Decisão acertada de Jorge Sousa.

Nos últimos minutos de jogo, um Benfica a manter a posse de bola o máximo de tempo possível e a gerir o resultado até ao final do encontro. Apito final dado por Jorge Sousa e três pontos conquistados rumo ao principal objectivo da temporada: a revalidação do título nacional.

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Na próxima jornada, o Benfica recebe o Gil Vicente num encontro marcado para o dia 21 de Dezembro. Antes disso, no dia 18, há Taça de Portugal na Catedral com o SC Braga, nos oitavos-de-final, às 20h00.

Jorge Jesus fez alinhar o seguinte onze inicial: Júlio César; Maxi Pereira, Jardel, Luisão (75’ César), André Almeida; Samaris, Enzo Perez, Gaitán, Salvio; Talisca (80’ Ola John) e Lima.

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