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Depois de uma caminhada pautada pelo sucesso ao longo de toda a competição, é já na próxima sexta-feira que a equipa de Juniores do Benfica arranca a sua participação na Final Four da UEFA Youth League, o momento de todas as decisões.
Segunda equipa com mais presenças nas meias-finais do torneio, juntamente com Barcelona, Chelsea e Anderlecht, as águias têm um registo interessante na competição, pois de entre todos os clubes que nela já participaram, são o único a ter alcançado pelo menos os quartos de final nas quatro edições já realizadas.
Depois de ter disputado com o Barcelona a final da edição de 2013/2014, as águias regressam a Nyon com a ambição de trazer o troféu para Lisboa.

Na meia-final defrontam o Real Madrid… e a meta é clara: vencer e atingir a final, repetindo assim a presença da temporada 2013/14, na qual foram derrotadas pelos também espanhóis do Barcelona.
“Neste grupo, desde o início, temos representado as quatro gerações, desde os Sub-17 aos Sub-20, e temos provado ao longo deste processo que somos uma família. Não há distinções. Não procuramos as diferenças mas aquilo que temos em comum e, o que temos em comum, é uma grande ambição de levar esta equipa ao sucesso nesta competição e, sobretudo, mostrar aos olhos do mundo que o Benfica tem uma Formação ao nível das outras e, em determinados pontos, talvez até mesmo de outro nível”, começou por dizer João Tralhão à BTV.
A UEFA Youth League é uma verdadeira montra do Futebol jovem, mas a importância da competição vai para além da visibilidade e toca essencialmente nos muitos desafios que coloca aos atletas.
“É a melhor coisa que pode acontecer a estes jovens. Esperemos bem que o futuro deles seja na alta competição e a alta competição obriga a que o foco esteja sempre ligado ao máximo em todos os momentos, seja no treino, seja no jogo, e esta competição traz-nos isso”, explicou o treinador.
Aurélio Buta anteviu esta participação e mostrou-se confiante: “Vamos encarar este jogo como encaramos todos os outros, passo a passo. Sabemos que está toda a gente de olhos postos em nós, mas vamos continuar focados no nosso trabalho”.
“Estamos completamente focados nesta competição. Vamos tentar ganhar ao Real Madrid para depois estarmos na final e aí tentar ganhar também”, atirou Florentino, à BTV.
O Benfica mede forças com o Real Madrid na sexta-feira à tarde, às 17h00; antes, às 13h00, Barcelona e Salzburgo decidem o primeiro finalista.
A grande final está marcada para dia 24 de abril, segunda-feira.
Fonte: SLBenfica.pt

Aparentemente, tem provocado grande ruído o facto de o Benfica enviar informação circunstanciada a alguns comentadores, pasme-se, afetos ao clube. Ainda não consegui perceber qual é exatamente o problema com este facto.
A semana passada, quando confrontado com a existência de tal informação, quer no Record, onde escrevo vai para quatro anos, quer na Sport TV+, onde comento desde o início do canal, fui claro na resposta, que recupero: "Cartilha só conheço a Maternal do João de Deus e o facto de um clube enviar informação sistemática é sinal de organização e de profissionalismo". Acrescentei que escrevo aquilo que penso e digo o que me apetece e que, para mim, é muito mais importante para formar a minha opinião as conversas quotidianas que tenho com outros grandes benfiquistas, os meus amigos Bernardo Azevedo, João Tomaz e Manuel Castro.
Este ponto é fundamental porque ajuda a perceber a verdadeira cartilha que rege os benfiquistas. Uma cartilha que firma um clube que não só existe para além de qualquer direção, por natureza transitória no tempo e limitada no seu poder, como recusa qualquer tipo de culto da personalidade do Presidente, quem quer que ele seja. O Benfica de que me habituei a gostar, e que sinto como meu, é mesmo uma agremiação de inclinação popular, pluralista e com adeptos hipercríticos e de pendor pessimista face à performance desportiva. Quando no nosso estádio os cânticos forem a Presidentes ou nas bandeiras se vir a face de dirigentes, é a identidade do Benfica, clube de espírito democrático e nascido nos meios populares de Lisboa, que estará a ser afrontada. Bem sei que isto custa a perceber a todos aqueles que veem os outros à sua imagem e que, por isso, não hesitam em utilizar epítetos como 'avençados'. Tudo o que devo ao Benfica, e não é pouco, é do domínio imaterial: angústias diárias e emoção incontida nas vitórias.
Quem quiser fazer o exercício, que julgo penoso, de recuperar todos os meus textos no Record, concluirá que está perante um olhar não isento sobre o futebol e o Benfica em especial (afinal sou o sócio 8001 do Glorioso), mas também perante uma visão livre. Bem sei que para o lúmpen que pulula em redor do mundo do futebol seja difícil perceber que é possível ter uma filiação clubística inegociável, vibrar com as vitórias da nossa equipa, mas manter espírito crítico sobre a forma como a equipa joga ou até sobre as opções estratégicas que o clube toma. Não há opinião neutra e muito menos comentário higienizado. Os que me leem e ouvem sabem que sou – e, posso garantir, serei sempre –, com orgulho desmedido, benfiquista.
Autor: Pedro Adão e Silva

Ederson, Nélson Semedo, Lindelöf, Pizzi, Mitroglou e Jonas foram eleitos para o melhor onze de 2016 da I Liga, no âmbito das Quinas de Ouro.
O SJPF é a entidade responsável pela eleição do melhor 11 da Primeira Liga e o voto é da exclusividade dos jogadores que participam na referida competição.
O Melhor 11 da Primeira Liga é relativo ao ano civil de 2016, compreendendo o período entre 1 de janeiro e 31 de dezembro.
Eis o melhor 11 de 2016 da Primeira Liga:
Guarda-redes: Ederson Moraes (Benfica);
Defesas: Nélson Semedo (Benfica), Victor Lindelöf (Benfica), Sebastián Coates (Sporting) e Alex Telles (FC Porto);
Médios: Danilo Pereira (FC Porto), Adrien Silva (Sporting) e Pizzi (Benfica);
Avançados: Gelson Martins (Sporting), Jonas (Benfica) e Mitroglou (Benfica).

Vem aí mais uma semana intensa e repleta de emoções, marcada por clássicos, dérbis e mais uma final em Futebol.
A primeira equipa em entrar em campo é o Andebol. Depois da vitória frente ao ABC, que colocou os comandados de Mariano Ortega na 3.ª posição da tabela classificativa, segue-se o clássico.
Quarta-feira, às 20h30, o SL Benfica viaja até ao Pavilhão Dragão Caixa onde vai defrontar o FC Porto. Esta partida é referente à 4.ª jornada da Fase Final do Campeonato Nacional.
Quinta-feira é tempo de recuperar e ganhar forças para o que se segue… É que no dia seguinte, sexta-feira, dia 14 de abril há mais um clássico, desta feita em Basquetebol.
Os comandados de Carlos Lisboa recebem o FC Porto à passagem da 7.ª jornada da 2.ª Fase da LPB. Esta partida tem início às 15h30, no Pavilhão Fidelidade, e antecede mais uma Final do Futebol.
Do Pavilhão para o Estádio da Luz…
Depois da vitória em Moreira de Cónegos, o Tricampeão e líder da tabela classificativa (68 pontos) torna a entrar em campo esta sexta-feira, com um regresso à Catedral. A 29.ª jornada da Liga NOS disputa-se frente ao Marítimo, a partir das 18h15.
No sábado há dois dérbis!
O primeiro, em Futsal, tem início às 14h30, no Pavilhão n.º 2 da Luz. O SL Benfica – Sporting CP é referente à 23.ª jornada da Fase Regular do Campeonato Nacional.
Pelas 21h00, há dérbi em Andebol! Depois do clássico, as águias medem forças com o Sporting CP à passagem da 5.ª ronda da Fase Final do Campeonato. Este jogo terá como palco o Pavilhão n.º 2.
Pelo meio, porque não dar um saltinho até ao Caixa Futebol Campus? A equipa B regressa ao Seixal para disputar a 36.ª jornada da Ledman LigaPro. O adversário é o FC Famalicão, numa partida agendada para as 16h00.
De 4.ª feira a sábado temos mais do que motivos para apoiar!
Fonte: SLBenfica.pt
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O Benfica venceu a formação de Moreira de Cónegos, numa partida intensa, disputada e com incerteza até ao seu final.
O golo de Mitroglou, aos 41’, garantiu os três pontos que mantêm o Tricampeão na liderança do Campeonato, agora com 68 pontos.
Num livre cobrado por Pizzi, Mitroglou sobe mais alto e cabeceia para a vantagem e para a verdadeira loucura nas bancadas do Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas.

Era de esperar que ia ser um jogo muito difícil, num campo difícil, mas ganhámos, conquistámos os três pontos, que era o mais importante.
O conjunto de Rui Vitória teve uma exibição menos conseguida, mas mesmo assim criou algumas situações de golo que não concretizou e que poderiam ter evitado algum sofrimento no final do jogo.
Faltam seis finais, é jogo a jogo, e agora é preparar o próximo que é o mais importante.
#CarregaBenfica #Juntos #RumoAo36