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A caminhada do Real Madrid de 16 triunfos seguidos na Liga espanhola terminou na quarta-feira, situação que o deixou em 15º na lista das maiores séries vitoriosas de sempre na Europa, liderada pelo Benfica.

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29 jogos – Benfica (Portugal) 1971/73
A série do Benfica que ainda é recorde no plano europeu começou no final de uma temporada em que se sagraria campeão e continuou na seguinte, com as "águias" a vencerem o título em 1972/73 sem perder – algo que nunca acontecera em Portugal. O treinador inglês Jimmy Hagan era o líder de uma equipa que contava com Eusébio. "Ele gostava de disciplina. Os jogadores pensavam que os seus treinos eram muito duros, mas a equipa começou rapidamente a ganhar jogos e vimos que tudo valia a pena. Ele deu-nos uma força extra e essa foi a razão porque ganhámos três campeonatos seguidos", recordeu em tempos o "Pantera Negra".

28 – Dinamo Zagreb (Croácia) 2006/07
Eduardo, Luka Modrić e Vedran Ćorluka foram peças-chave na fantástica sequência do Dínamo na Croácia, iniciada com uns 5-1 sobre o Istra em Novembro de 2006 que seria terminada apenas com uma derrota por 4-3 na visita ao Varteks (actual Varaždin), em Setembro de 2007. Na véspera deste jogo, o treinador Branko Ivanković afirmou: "Temos uma grande equipa. Vamos vencer pela 29ª vez seguida e assim igualar o recorde do Benfica de modo a que esta geração do Dínamo fique na história do futebol mundial."

25 – Celtic (Escócia) 2003/04
O Celtic atingiu um novo máximo nas ilhas britânicas de 25 jogos seguidos a ganhar no campeonato entre Agosto de 2003 e Fevereiro de 2004, apontando 86 golos no percurso, numa formação orientada por Martin O'Neill e que conquistou a "dobradinha" na Escócia na última temporada de Henrik Larsson ao serviço do emblema de Glasgow.

25 – Dinamo Tirana (Albânia) 1951/52
O Dínamo fez história durante a série de quatro títulos nacionais seguidos, iniciados em 1950, o ano da fundação, até 1953. Iniciou-se frente ao Puna, a 18 de Abril de 1951, na 17ª jornada, e terminou a 1 de Junho do ano seguinte, quando empatou 0-0 ante o mesmo adversário.

24 – Crvena zvezda (Sérvia) 2015/16

Entre o empate 1-1 em casa frente ao Radnički Niš, a 21 de Julho de 2015 e o 0-0 em Vojvodina, a 2 de Abril de 2016, o Estrela Vermelha de Miodrag Božović venceu tudo e todas, com a sua sequência de 24 jogos rumo ao título a incluir vitórias em casa e fora ante o rival de Belgrado, o Partizan. 

23 – Malmö (Suécia) 1949/50
Depois de ser campeão sueco em 1948/49 com cinco vitórias nas últimas cinco jornadas da temporada, o Malmö manteve o ritmo na temporada seguinte iniciado com uma vitória por 2-0 na visita ao Elfsborg, a 31 de Julho de 1949. Somariam triunfos até um 3-3 na casa do AIK, a 14 de Maio de 1950.

22 – Käpäz (Azerbaijão) 1997/98
O conjunto orientado de Mehman Allahverdiyev de 1997/98 continua a ser a única a ganhar o campeonato sem derrotas, e, durante dez meses, até 23 de Setembro de 1998 ninguém lhe tirou pontos. Diga-se, no entanto, que dois dos 22 jogos ganhos pelo Käpäz o foram na secretaria.

22 – PSV Eindhoven (Holanda) 1987/88

Depois de somar vitórias nas cinco últimas jornadas em 1986/87, o PSV mostrou-se imparável na época seguinte, apesar de ter perdido Ruud Gullit para o AC Milan no Verão. Hans van Breukelen, Ronald Koeman, Eric Gerets, Berry van Aerle, Jan Heintze, Ivan Nielsen, Søren Lerby, Gerald Vanenburg, Wim Kieft e o veterano Willy van de Kerkhof brilhavam sob o comando do estreante treinador Guus Hiddink. Um empate 2-2 com o Twente a 16 de Janeiro de 1988 terminaria essa série, mas o PSV acabaria por vencer sem problemas a "dobradinha" e ainda sagrar-se campeão da Europa.

19 – Bayern München (Alemanha) 2013/14
18 – FH (Islândia) 2004/05
17 – Olympiacos (Grécia) 200506, 2015/16
17 – Internazionale Milano (Itália) 2006/07
17 – Steaua Bucureşti (Roménia) 1988
17 – Dinamo Bucureşti (Roménia) 1988
16
– Real Madrid (Espanha) 2016–17
16
 – Barcelona (Espanha) 2010/11
16 – APOEL (Chipre) 2008/09
16
 – Valur Reykjavík (Islândia) 1978
15 – Bangor City (País de Gales) 2010
15 – Sparta Praha (República Checa) 1999/2000
15
 – Benfica (Portugal) 1963
15 – Real Madrid (Espanha) 1960/61

 

Fonte: pt.uefa.com

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O Benfica defende este sábado a liderança da I Liga de futebol, num jogo em que visita a única equipa que, à sua semelhança, se mantém invicta no campeonato, o recém-promovido Desportivo de Chaves.

No jogo da sexta jornada, o tricampeão deverá continuar sem um dos seus maiores trunfos, o goleador brasileiro Jonas, bem como sem o avançado mexicano Raúl Jiménez, o central brasileiro Jardel, o médio grego Samaris ou o português Rafa.

As muitas lesões não impediram, no entanto, o Benfica de subir à liderança, depois de vencer o difícil jogo em casa com o Sporting de Braga e beneficiar da derrota do Sporting no terreno do Rio Ave.

A visita ao sexto classificado, que antecede a deslocação a Nápoles para a Liga dos Campeões, simboliza o confronto entre os dois únicos clubes que ainda não perderam na Liga: o Benfica tem quatro vitórias e um empate e o Chaves duas vitórias e três empates.

Será também o regresso de um ‘grande’ a Chaves, após o clube ter garantido o regresso ao escalão principal 17 anos depois da última presença. Os flavienses receberam pela última vez o Benfica em 1998, num jogo que terminou com a vitória das "Águias" por 4-0.

A equipa de Rui Vitória tem estado sublime fora de casa e falta apenas um jogo para que seja igualada a maior sequência da história do futebol português no que diz respeito a triunfos na condição de visitante.

A série atual é de 14 vitórias e já vem desde a época passada. A seguir ao empate a zero na Madeira, frente ao União, seguiram-se 11 triunfos até final da temporada, aos quais se somam os três até ao momento na edição atual.

Só há, na história dos registos do campeonato português, uma sequência melhor: foi entre abril de 1972, num triunfo por um a zero em casa do Leixões, e fevereiro de 1973, num dois a zero no Restelo, era Jimmy Hagan o treinador.

 

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No Benfica desde os oito anos de idade, Gonçalo Guedes viu o centro de estágios crescer e fazer dez anos. No aniversário do Caixa Futebol Campus, o camisola 20 realçou o trabalho da academia. “As condições de luxo favorecem a nossa evolução. Não há desculpas para não evoluirmos. Os frutos que o centro de estágios está a dar estão à vista e são devido às condições que aqui temos”. Gonçalo Guedes é um dos jogadores que fez o ‘salto’ da equipa B para o plantel principal. 

Gonçalo Guedes espera ser um exemplo para todos os jovens da academia do Benfica, e que todo o seu trabalho sirva como forma de mostrar aos mais jovens que trabalhar no Seixal compensa. “Eles olham para mim e veem alguém que já passou por tudo o que eles estão a passar. Isso é importante porque é um incentivo. Espero ser um exemplo. Comecei aonde eles estão e nunca deixei de acreditar. Têm de pensar o mesmo, que é possível chegar longe, à equipa A"

Aos 19 anos, o jovem avançado é um dos jogadores que começou na academia em tenra idade e que agora joga na principal equipa do Benfica.

 

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O ano da conquista do tricampeonato, 39 anos depois da última ocasião em que a Luz tinha comemorado tal feito, foi também aquele em que a SAD do Benfica registou resultados positivos pelo terceiro exercício consecutivo. Fecha as contas relativas à temporada 2015-16 com um recorde de receitas (211,9 milhões da SAD e 236,6 milhões do grupo SLB) e regista o maior resultado líquido da história da SAD, com ganhos de 20,4 milhões de euros. Os prémios obtidos pelo desempenho na Liga dos Campeões, competição na qual a equipa de Rui Vitória atingiu os quartos-de-final, tendo sido eliminada pelo Bayern Munique, “tiveram um incremento muito significativo” e foram “o maior contributo” para este desfecho, sublinhou Domingos Soares de Oliveira, administrador da SAD benfiquista, em declarações aos jornalistas.

As receitas da Liga dos Campeões foram o maior contributo, apesar de termos crescido em todos os canais da nossa actividade. O segundo aspecto é o crescimento dos resultados: a SAD apresentou lucro líquido superior a 20 milhões de euros, e isso permite-nos ter um crescimento muito significativo nos capitais próprios, com capitais próprios positivos [de 20,9 milhões de euros]. O terceiro aspecto é o crescimento das receitas internacionais: o Benfica tem hoje mais de 60% das suas receitas no mercado internacional. É dinheiro que o Benfica traz de fora para Portugal”, enunciou Domingos Soares de Oliveira, em declarações aos jornalistas.

No exercício 2015-16 a SAD do Benfica registou ainda um aumento de 25,8 milhões de euros no passivo consolidado, que passou a cifrar-se em 455,5 milhões de euros. “Esta variação é essencialmente explicada pelo aumento dos compromissos com fornecedores e outros credores, face aos investimentos realizados na aquisição de direitos de atletas, que permitiram reforçar o valor do activo da Benfica SAD”, pode ler-se no comunicado enviado pela sociedade à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Com a conquista do campeonato e da Taça da Liga e a presença nos quartos-de-final da Liga dos Campeões, o Benfica registou um crescimento de 3,1% nos gastos com pessoal, que atingiram os 61,4 milhões de euros – uma subida explicada pelo aumento da componente variável (ou seja, o pagamento de prémios de desempenho decorrentes dos bons resultados desportivos).

A temporada 2015-16 também marcou, em termos financeiros, a redução da dependência da SAD do Benfica relativamente à banca. A dívida bancária conheceu uma diminuição de quase 50 milhões de euros. “Uma parte da dívida que tínhamos com o sistema financeiro nacional foi substituída por [dívida] obrigacionista. É uma tendência que eu acredito que vai manter-se ao longo dos próximos anos, no sentido de reduzirmos a dependência da banca nacional", notou Domingos Soares de Oliveira.

O posicionamento do Benfica no mercado de transferências é que não vai mudar. “No nosso modelo, para além das três receitas tradicionais (bilhética, patrocínios e direitos televisivos), criámos uma quarta componente que é a detrading de jogadores. Para nós, um bocadinho à imagem daquilo que o FC Porto fez durante alguns anos, é muito importante podermos realizar mais-valias com a venda de jogadores”, admitiu o administrador da SAD do Benfica. Em 2015-16 os rendimentos obtidos em transacção de jogadores atingiram os 81,9 milhões de euros, “sendo de destacar os ganhos obtidos com as transferências de Renato Sanches, Gaitán, Ivan Cavaleiro e Lima”, acrescenta o comunicado à CMVM.

Para pagarmos bons salários e fazermos os investimentos que estamos a fazer neste momento, em termos de infra-estruturas, é muito importante que a transacção de jogadores se mantenha”, sublinhou Domingos Soares de Oliveira, rejeitando porém qualquer necessidade de vender em Janeiro: “Não é preciso. Nós fazemos a planificação das nossas necessidades de tesouraria com bastante antecedência relativamente a cada ano, e não temos nenhuma necessidade específica de vender jogadores em Janeiro.”

Fonte: Publico.pt

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O Benfica isolou-se no comando do campeonato ao receber e vencer o Sporting de Braga por 3-1, no encontro que encerrou a quinta jornada da prova. A equipa de Rui Vitória foi para intervalo a vencer com um golo de Mitroglou e no segundo tempo foi Pizzi a fazer o 2-0 aos 74 minutos. O 3-0 foi construído por Pizzi e assinado por Mitroglou aos 78 minutos enquanto que Rosic fechou o marcador aos 90 minutos.

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Na ressaca dos empates europeus a 1-1, Benfica e SC Braga apresentaram-se na Luz para fechar a quinta jornada com a liderança isolada em disputa. Rui Vitória trocou de guarda-redes e lançou Mitroglou. Com uma moldura humana de 52181 espectadores, o primeiro lance de perigo surgiu logo no primeiro minuto com Mitroglou a rematar com muito perigo junto ao poste da baliza de Marafona. O SC Braga reagiu e dois minutos depois foi Hassan a provocar o primeiro calafrio na Luz. A equipa de José Peseiro foi à Luz sem complexos e aos cinco minutos valeu ao Benfica uma sólida intervenção de Júlio César a evitar o golo a Pedro Santos. Antes do intervalo, Mitroglou mostrou uma eficácia letal, e com um remate certeiro, aos 27 minutos, colocou o Benfica na frente do marcador.

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A fechar a primeira parte, o SC Braga esteve novamente perto do golo, mas Júlio César mostrou-se 'imperativo' diante do perigo. Depois de uma primeira parte disputada com espaço, o segundo tempo acabaria por revelar-se cruel para os minhotos e eficaz para os 'encarnados'. Aos 74 minutos, um corte de Douglas Coutinho permitiu a Pizzi fazer o 2-0 perante o protesto dos jogadores do SC Braga, que consideraram o lance irregular alegando ter sido um 'ressalto' e não 'atraso' para o guarda-redes. Na sequência do golo, e dos protestos no banco técnico do SC Braga, José Peseiro acabaria por receber ordem de expulsão. Pouco depois da expulsão do técnico 'minhoto', Pizzi e Mitroglou construíram o 3-0 e praticamente selaram o destino final do jogo.

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Apesar do futebol positivo do SC Braga, a eficácia do Benfica acabou por revelar-se determinante para garantir os três pontos e ascender à liderança do campeonato com 13 pontos. Momento do jogo O golo de Pizzi aos 74 minutos acabou por ser determinante no resto do jogo uma vez que colocou o Benfica em vantagem com dois golos de diferença, por um lado, e por outro acabou por influenciar a expulsão de José Peseiro no banco técnico do SC Braga.

Destaque ainda para a estreia do menino José Gomes, com apenas 17 anos, no Estádio da Luz, com o Manto Sagrado… e esteve tão perto de marcar (84’).

O Benfica alinhou de início com Júlio César; Nélson Semedo, Lisandro, Lindelof e Grimaldo; Fejsa (André Almeida, 89’), André Horta, Pizzi e Salvio (Carrillo, 66’); Mitroglou (José Gomes, 82’) e Gonçalo Guedes.

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Os melhores

Mitroglou - O avançado grego esteve desde o primeiro minuto de jogo com o golo nos pés e acabou por bisar no seu regresso à equipa depois de uma lesão. O gesto técnico no primeiro golo é um autêntico cartão de visita para a definição de avançado eficaz.

Pizzi - Com um golo e uma assistência, Pizzi foi um dos jogadores determinantes na vitória do Benfica sobre o SC Braga.

Júlio César - Há defesas que podem influenciar o rumo de um jogo, e neste jogo Júlio César esteve na base da conquista dos três pontos com um conjunto de intervenções técnicas e cirúrgicas dignas da alcunha de 'Imperador'. Marafona - O guarda-redes do SC Braga voltou a ser titular e provou no Estádio da Luz os seus créditos com um conjunto de intervenções monumentais e determinantes para segurar a indefinição no marcador.

No próximo fim de semana o Glorioso viaja até ao Estádio Municipal de Chaves para disputar a 6.ª jornada da Liga NOS. 

 

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O Benfica poderá assumir hoje a liderança isolada do campeonato, caso saia vencedor da partida frente ao SC Braga no Estádio da Luz, em virtude da derrota do Sporting em Vila do Conde. O Jogo que encerra a quinta jornada da prova, será arbitrado por Jorge Sousa (Porto).

Rui Vitória volta a poder contar com os avançados Mitroglou e Luka Jovic.

Mitroglou está recuperado de uma lesão contraída ao serviço da seleção grega e está convocado.

Na conferência de imprensa, Rui Vitória já tinha dado a entender que o ponta de lança ia voltar a entrar nas opções, embora não tenha referido nomes. «Temos mais um avançado do que o Zé Gomes», limitou-se a dizer.

Refira-se ainda que o sérvio Zivkovic é uma das novidades na convocatória, ele que poderá ser utilizado pela primeira vez nesta época em jogos oficiais. Destaque ainda para a inclusão de Luka Jovic e para a continuidade de Fejsa, que foi substituído na reta final do encontro com o Besiktas devido a problemas físicos.

Lista de convocados do Benfica:

Guarda-redes: Ederson e Júlio César

Defesas: André Almeida, Nélson Semedo, Grimaldo, Eliseu, Luisão, Lindelof e Lisandro;

Médios: Fejsa, Celis, André Horta, Carrillo, Salvio, Pizzi, Zivkovic e Cervi;

Avançados: Gonçalo Guedes, Mitroglou, Luka Jovic e Zé Gomes.

 

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