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O Benfica vai ser distinguido com o prémio ‘Best Academy of the Year’ na sétima edição dos ‘Globe Soccer Awards’, a decorrer no Dubai, pelo trabalho desenvolvido no Caixa Futebol Campus, o centro de formação dos ‘encarnados’.

O prémio será recebido pelo Diretor Geral do Centro de Formação e Treino do Benfica, Nuno Gomes.

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Depois de, em Braga, Rui Vitória ter colocado a equipa a jogar num sistema de 4-5-1, na cidade das margens do Sado, o técnico optou pela tática que mais vezes tem usado esta época: 4-4-2, com Jonas e Mitroglou na frente de ataque.

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O jogo começou vivo, muito disputado a meio-campo, com muita intensidade e com as duas equipas a tentarem surpreender através de transições rápidas. O primeiro sinal de perigo saiu mesmo do pé direito de Jonas aos sete minutos, com um remate de fora da área para defesa de Ricardo.

Com o passar dos minutos, o Futebol assentou e o Benfica tomou conta da posse de bola e acercou-se da área sadina. A equipa da casa sentia dificuldades em sair da pressão alta exercida pelo Benfica e só raras vezes conseguiu apanhar a defensiva Benfiquista desprevenida como aconteceu ao minuto 25, com Suk a rematar ao lado após roubo de bola de André Horta a Samaris, que endossou logo ao coreano.

Havia cada vez mais Benfica no Bonfim e o golo acabou por surgir aos 35’. Passe de André Almeida para Pizzi, este bailou na área e rematou forte.

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Ficou a ideia de que Ricardo foi mal batido. Três minutos volvidos, novamente André Almeida no papel decisivo do último passe ao fazer um cruzamento com conta, peso e medida para a cabeça de Jonas. Estava feito o 0-2.

O jogo foi assim para o intervalo e no reinício, o Benfica esteve perto de aumentar a vantagem, que surgiu quando Jonas descobriu Mitroglou a fugir nas costas da defesa sadina e o grego, só com Ricardo pela frente, atirou a contar (54’).

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Quando se esperava que o jogo ficasse mais tranquilo para os da Luz, eis que o V. Setúbal acordou. À passagem do minuto 58, Suk trabalhou bem na área, rematou, o esférico vai ao poste e na recarga Vasco Costa reduz. Estranhamente, o Benfica sentiu o tento sofrido e percebeu isso o conjunto da casa, que fez subir as linhas, exerceu maior pressão, com a bola a rondar a área “encarnada” nos minutos seguintes. O 2-3 esteve eminente aos 74 minutos, de novo, por Vasco Costa.

Antes deste lance parece ter ficado por marcar uma grande penalidade a favor do Benfica por falta sobre Djuricic.

O tento da tranquilidade surge aos 79 minutos. Djuricic arrancou até à área contrária, assistiu Gonçalo Guedes que não conseguiu marcar. A bola sobrou para Mitroglou que rematou ao poste. O esférico resvalou para Ricardo e entrou na baliza. Azar para o guardião sadino.

Uma vez mais, o V. Setúbal não se deu como vencido e aos 88’, Suk desviou para o 2-4, contudo insuficiente para evitar o desaire.

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O Benfica alcança a quinta vitória consecutiva na Liga NOS e soma 27 pontos na classificação. O calendário Benfiquista fica acertado na 3.ª feira, às 21h00, com o U. Madeira.

O Sport Lisboa e Benfica alinhou com Júlio César; André Almeida, Lisandro, Jardel, Eliseu; Samaris, Renato Sanches (Fejsa, 80’), Gonçalo Guedes, Pizzi; Jonas (Djuricic, 69’) e Mitroglou (Raúl Jiménez, 87’).

 

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Antevisão do jogo com o Vitória de Setúbal

por João Silva, em 12.12.15

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O Benfica apesar da recente derrota diante do Atlético Madrid (1-2), está com a moral em alta, qualificado para os oitavos de final da Liga dos Campeões e com quatro vitórias consecutivas na Liga, desde o desaire consentido em casa diante do Sporting. Quatro triunfos consecutivos com a particularidade de, nesses jogos, não ter consentido um único golo e de ter marcado por onze vezes. Falta saber como é que a equipa vai responder à ausência da magia de Gaitán o que, em jogos da Liga, ainda não aconteceu esta época, o argentino falhou apenas o jogo com o Vianense, para a Taça de Portugal, e a visita a Astana, para Liga dos Campeões.

O V. Setúbal com a vitória arrancada no Estádio do Restelo (3-0) na última ronda, com o sul-coreano Suk em plano de destaque, a equipa de Quim Machado saltou para o quinto lugar da classificação, logo atrás dos três «grandes» e do Sp. Braga. A equipa sadina está a realizar um bom campeonato, com apenas duas derrotas, uma nos Barreiros (2-5) e outra no Dragão (0-2). Em casa, o Vitória ainda não perdeu, mas a verdade é que também só venceu uma vez (1-0 ao Estoril), somando cinco empates, com a particularidade de quatro desses resultados terem sido 2-2. Até agora, ninguém levou mais de um ponto do Bonfim.

O Benfica tem sido feliz nos últimos anos que se tem deslocado ao Bonfim, na temporada passada logo à 4ª jornada, o Benfica arrancou uma goleada por 5-0, com um «hat-trick» de Talisca. Dois anos antes, o Benfica também tinha ganho por 5-0, aliás, a equipa da Luz ganhou sempre no Bonfim nos últimos cinco anos. A última vez que o Vitória somou pontos em casa frente ao Benfica foi já na temporada 2009/10, com um empate 1-1 que teve a curiosidade de ter resultado de dois autogolos. Ricardo Silva marcou para o Benfica, David Luiz marcou pelo Vitória.

Como afirmou Rui Vitória: «Independentemente da qualidade e dos aspetos mentais do adversário, temos de direcionar as nossas baterias no sentido de fazer o nosso jogo e de enfrentar o encontro da forma que nos caracteriza, ou seja, enfrentar o encontro para ganhar

 

 

 

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Gaitán renova com o Benfica até 2019

por João Silva, em 10.12.15

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Depois de muito anunciada a renovação de Nico Gaitán com o Benfica, finalmente foi posta a sua assinatura num novo contrato que vincula o jogador argentino às águias até 2019. A cláusula de rescisão voltou ao valor anterior, e passa a ser novamente de 45 milhões de euros.

Já com seis anos de clube, Gaitán deixou claro em declarações à BTV que este era um desejo seu, de permacener na Luz, e que nesta altura já não pensa em transferências: "É um grande voto de confiança que o clube me dá e fico muito contente com a renovação. De certeza que se não fosse a vontade de ambos não teríamos renovado, por isso é sinal que estamos todos muito contentes."

Deixou claro que gosta de estar onde se sente bem, e por isso vê com naturalidade a sua permanência no Benfica: "Sei que se falou de algumas equipas, que apareceram boas ofertas, mas na realidade estou bem aqui e para sair teria de ser algo muito bom, senão fico no clube. Estou muito confortável e ao renovar mostro bem qual é a minha decisão. A partir de agora, se aparecem ofertas não passa por mim."

No processo de assinatura, Gaitán ofertou o presidente dos encarnados, Luís Filipe Vieira, com a sua camisola "10" das águias, esclarecendo que o acordo foi fácil e rápido de concretizar.

O extremo, de 27 anos, é o jogador mais cobiçado do plantel dos bicampeões nacionais, assinando agora a continuidade nos encarnados.

Gaitán chegou ao Benfica no Verão de 2010, proveniente do Boca Juniors. De lá para cá, apontou 34 golos em 234 jogos.

 

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O Benfica terminou a fase de grupos da UEFA Youth League com um empate na receção ao At. Madrid (1-1), que foi suficiente para garantir o apuramento para os oitavos de final da competição.

Depois de cinco vitórias em cinco jogos, os encarnados falharam assim o objetivo de somar por triunfos todos os jogos, mas conseguiram atingir o objetivo maior: ficar em primeiro lugar do grupo. Já o At. Madrid, com este empate, terminou em segundo e foi relegado para o play-off de acesso aos oitavos de final.

Refira-se que o jogo realizado no Seixal foi bem disputado e entretido, acabando com um ritmo frenético, sobretudo depois de José Gomes ser expulso por acumulação de amarelos e deixar o Benfica reduzido a dez jogadores para os dez minutos finais.

Nessa altura o At. Madrid acreditou poder chegar ao triunfo, embora precisasse de vencer por dois golos para ficar em primeiro. Não conseguiu o primeiro objetivo, nem sequer o segundo porque o Benfica reagiu também muito bem.

João Tralhão reforçou a equipa com os jovens João Carvalho e Diogo Gonçalves, habituais titulares da equipa B, sendo que sobretudo o primeiro encheu o campo e mereceu um sonoro aplauso no final da partida.

Onze do Benfica: André Ferreira; Buta, Rúben Dias, João Lima e Yuri Ribeiro; Pedro Rodrigues (Alfa Semedo, 86m), Gonçalo Rodrigues e João Carvalho (Jorge Pereira, 90m); Logan Martin (Ricardo Araújo, 58m), José Gomes e Diogo Gonçalves.
Suplentes: Fábio Duarte, Francisco Ferreira, Alfa Semedo, Banjaqui e Leonardo Vieira

GOLOS: Hernández (59m, p.b.) e Ferni (61m).
Disciplina: cartão vermelho a José Gomes (83m)

 

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O Benfica recebeu o Atlético de Madrid na 6.ª e última jornada do Grupo C da Liga dos Campeões. Com os mesmo 10 pontos do adversário, aos “encarnados” bastava o empate – já que venceram em Espanha por 1-2 - para garantirem a liderança do Grupo mas não foram além do 1-2.

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Em discussão estava o primeiro lugar do Grupo C e, por consequência, o cabeça de série no sorteio da primeira fase a eliminar.

Primeiros 45 minutos divididos. O Campeão Nacional teve mais bola mas foram os “colchoneros” que criaram mais perigo.

Aos 18’, Godín colocou a bola no fundo da baliza de Júlio César, de cabeça, mas o árbitro assinala (e bem!) posição irregular.

Aos 22’ e 23’ duas brilhantes defesas do guardião do Benfica a impedir o primeiro da noite. Aos 32’, respondeu o Benfica. Canto de Nico Gaitán com a bola a passar muito perto do poste da baliza Oblak.

O Atlético Madrid precisava de vencer para ser primeiro no Grupo e aos 32’, Saúl deu vantagem aos espanhóis. Estava feito o 0-1 com que se chegou ao intervalo.

Mitroglou entrou para render Gonçalo Guedes e, aos 45’, teve nos pés o golo do empate! Em campo há pouquíssimos segundos, o grego rematou às malhas laterais da baliza de Oblak.

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Vietto, aos 55’, aumentou a vantagem e deixou o cenário mais complicado para a equipa de Rui Vitória que não se deixou intimidar.

Mitroglou ameaçou aos 45’ mas aos 74’ não deu hipótese ao ex-Benfiquista Oblak. Boa jogada de Raúl a entregar à entrada da área para o grego que reduziu a vantagem para 1-2.

Aos 83’ esteve à vista o empate! Carcela cruzou para o mexicano Raúl que cabeceou a rasar o poste.

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Rui Vitória considerou no final do jogo que os “encarnados” tiveram uma boa atitude perante um forte adversário.

Temos que de ter a noção clara de que foi um jogo difícil contra uma equipa competitiva que percebe bem os momentos do jogo. Numa primeira parte tentámos desgastar a equipa do Atlético sem a objetividade que queríamos, mas arranjámos espaços e a bola circulou. Depois os pormenores fazem a diferença, o Atlético foi lá e fez um golo. Na segunda parte reagíamos e fizeram o 2-0. Mas há que a realçar a postura dos jogadores nos vários momentos do jogo”, analisou.

Na parte final podíamos ter feito o golo do empate. Fica um resultado que não queríamos mas que não mancha em nada o apuramento. Acabámos em cima da equipa do Atlético, jogámos contra uma grande equipa e o resultado não mancha nem de perto nem de longe o apuramento”, atirou.

Rui Vitória fez alinhar o seguinte onze inicial: Júlio César; André Almeida, Lisandro, Jardel, Eliseu; Pizzi, Renato Sanches, Fejsa, Gaitán (76’ Carcela); Gonçalo Guedes (45’ Mitroglou) e Jonas (61’ Raúl).

 

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