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Para o jogo de sábado em Alvalade, a contar para a quarta ronda da Taça de Portugal, José Augusto diz que a receita dos ‘encarnados’ tem que vir de uma “revolta interior” e do muito que o treinador Rui Vitória possa transmitir.

Tem muito a ver com aquilo que o treinador possa transmitir, possa galvanizar e possa no seu sistema tático”, salientou o ex-internacional, que em 1962/63 esteve numa das poucas vitórias do Benfica no terreno do leão para a Taça de Portugal (1-0).

José Augusto considera que as ausências de Nelson Semedo e Salvio, lesionados, fragilizam o Benfica, mas entende que é possível vencer em Alvalade.

Já provámos também, em outras alturas, que fomos lá e ganhámos. Tenho mais vitórias sobre o Sporting, do que o Sporting sobre mim. E, mesmo depois, como treinador, ganhei uma Taça de Portugal ao Sporting (1969/70)”, lembrou.

O ‘magriço’ divide as probabilidades em 50 por cento para cada lado, num confronto em que alerta para a pressão alta da equipa de Jorge Jesus e a expetativa de que o Benfica “não cometa os erros que cometeu” anteriormente.

O que o Sporting nos fez este ano, pode ser que nós também o possamos fazer”, desejou o antigo médio.

 

#CarregaBenfica #RumoAoJamor

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Jardel_Benfica.jpg

Jardel reconhece, em entrevista ao jornal A Bola, que após duas derrotas com o Sporting, os jogadores ficaram “muito chateados”, evitando outras palavras, porém diz que o objetivo é retificar os erros e alcançar outro resultado.

Não vencemos e ficámos muito chateados, para não dizer outras palavras. Internamente, jogadores e demais equipa técnica, só temos de ver o que falhou para que não volte a acontecer. Temos de ver o que errámos nos últimos dois desafios”, começou por dizer.

Jardel assume que um derby “mexe sempre um bocadinho mais” com os jogadores, mas diz que a culpa também é da imprensa. A verdade é que o central diz que o foco deve estar todo no trabalho e ver o que é preciso “fazer para conquistar a vitória”.

Sobre Rui Vitória, o defesa desfaz-se em elogios e acrescenta que a equipa tem vindo a crescer.

O mister é fora de série. Tem ideias inovadores, é muito experiente e deixa-nos muito mais à vontade. Juntando isso tudo e as suas características tem tudo para dar certo. É o que já está a acontecer. A equipa tem vindo a crescer jogo a jogo, tem tudo para dar certo”, frisou com confiança.

Sobre o campeonato, Jardel assume o desejo de conquistar o tri e lembra que os rivais “não vão ganhar todos os jogos”, pelo que o Benfica irá recuperar da distância pontual atual.

 

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Jorge Jesus_Rui Vitória.gif

Será que ao terceiro derby entre Sporting e Benfica, e mais especificamente, entre Jorge Jesus e Rui Vitória, existirão alterações ao que se tem passado? Será que a superioridade demonstrada pelo conjunto verde e branco vai continuar no próximo jogo a contar para a Taça de Portugal? Esta é uma resposta a que os adeptos dos dois clubes quererão claramente respostas opostas.


Do lado sportinguista, Jorge Jesus tem feito aquilo que era seu timbre, focar-se quase apenas e só nas provas nacionais e por isso, é de prever que demonstrará o mesmo trabalho de casa que o tem mantido cem por cento vitorioso nos dois anteriores jogos frente ao Benfica. Jorge Jesus já era um treinador que demonstrava uma boa preparação e um bom trabalho de casa quando os adversários são nas provas internas e a juntar ao conhecimento que ainda possui das dinâmicas de alguns dos jogadores encarnados, é de prever que não será por aí que o resultado possa não ser positivo. O único risco que o lado sportinguista poderá ‘sofrer’ é de algum excesso de confiança dadas as condições em que venceu o Benfica nos últimos jogos.

Do lado benfiquista, Rui Vitória, para lá do desejo sempre presente que um clube grande tem em vencer as suas partidas e ainda mais quando são clássicos, há que afastar o bloqueio que é não vencer nem Jorge Jesus nem o Sporting esta época. Como?, será a questão a colocar. E as respostas não são muitas. Aliás, passarão por dois cenários: manter as suas dinâmicas de jogo e que Jorge Jesus já as conhece e que têm sido insuficientes; ou alterar algo e ir pelo factor surpresa.

Pessoalmente, irei pelo primeiro cenário, não sabendo se as dinâmicas individuais chegarão para se sobrepor às dinâmicas colectivas entre o Benfica e o Sporting. Acredito que Rui Vitória vá manter muito daquilo que foi o Benfica no papel antes dos jogos entre o Benfica e Sporting. Que irá manter a mesma disposição e tentar ir pelas dinâmicas e autonomias de alguns atletas. Jorge Jesus sabe que se por um lado isso é uma vantagem para ele, também saberá que a repetição das mesmas dinâmicas a determinado ponto fará do Benfica uma equipa mais coesa e eficiente. Resta saber se quando isso acontecer será antes, durante ou após os jogos que vão opondo os dois clubes.

Do ponto vista mais institucional, é relevante referir que uma das equipas ficará sem o 2.º ou 3.º objectivo da época como sendo possível de alcançar. Se no início da época desportiva a Liga dos Campeões era uma prioridade para ambos os clubes, o fazer carreira e dinheiro claro está, a partir de uma determinada altura, a Taça de Portugal passou a ser o 2.º objectivo explícito do Sporting e talvez o 3.º do Benfica, após a Liga interna e passar a fase de grupos da Liga dos Campeões. A Taça de Portugal não é a cereja em cima do bolo para nenhum dos clubes, mas quando lá mais para a frente os outros objectivos começarem a ficar mais nublados, a Taça de Portugal será sempre recordada…

Por Rui Lança, especialista em coaching sapodesporto@sapo.pt

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Raul_Jimenez.jpg

Raúl Jiménez não se arrepende de ter optado pelo Benfica em detrimento do West Ham. Com apenas um golo em 13 jogos, o internacional mexicano, em entrevista a A BOLA, deixa a promessa aos adeptos: «Os golos vão aparecer a qualquer momento».


«O Benfica é um clube de grande importância que está sempre na Champions e a lutar por títulos, a fazer as coisas bem. É o bicampeão de Portugal. Portanto foi um passo em frente, para ter mais minutos e tentar que isso me traga os golos», salientou o avançado.

«Havia uma oferta do West Ham também, tive vários dias para pensar nas duas opções e no final escolhi o Benfica porque senti que era o clube que podia dar-me o que precisava. É o melhor clube de Portugal e pode ajudar-me muito a continuar a melhorar e a crescer como futebolista», projetou Jiménez.

Com um golo em 13 jogos, seis como titular, acredita o mexicano que a sorte irá mudar.

«Penso que já fiz bons jogos, mas sendo um avançado é importante marcar golos. É o que tenho de fazer mas não vou perder a calma, sei que com confiança e tranquilidade os golos vão aparecer a qualquer momento», afiançou.

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Estreia de Renato Sanches no Estádio da Luz

por João Silva, em 09.11.15

Renato_Sanches.jpg

O encontro entre Benfica e Boavista já se aproximava do apito final quando Rui Vitória decidiu lançar o jovem Renato Sanches, que assim se estreou no Estádio da Luz. Sem tempo para participar de forma muito ativa no jogo, o médio ainda conseguiu tocar na bola graças a Luisão, que o procurou e lha entregou, arrancando aplausos dos adeptos benfiquistas.

"Estava ali um filme muito curioso daquilo que significa neste momento o Benfica: o nosso jogador mais novo a receber a bola do nosso jogador menos novo na casa. Foi a simbiose perfeita, com toda a gente a aplaudir. Teve uma mensagem importantíssima", destacou Rui Vitória no final do encontro.

 

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O Bicampeão entrou no jogo a dominar, a circular a bola, a construir, num jogo de muita paciência e concentração, face a um Boavista, orientado por Petit (jogador do Benfica de 2002 a 2008), na expetativa, sem arriscar, a jogar no erro e a dar total iniciativa de jogo às “águias”.

Minuto 38 e finalmente desatou-se o nó montado pelos axadrezados, um adversário tradicionalmente complicado. Gaitán trabalhou bem na esquerda, cruzou rasteiro para a entrada da área, onde surgiu Gonçalo Guedes a rematar convicto para o 1-0 e para a alegria nas bancadas.

Benfica_Boavista_1.jpg

Terceiro golo na prova do jovem de 18 anos que esta semana se estreou na convocatória da Seleção Nacional A, e sétima (!) assistência do argentino.

Na segunda metade, e sem nada a perder face a um resultado sempre perigoso, o Boavista entrou mais atrevido, contudo, sem fazer mossa, e foi o Benfica quem dominou e teve oportunidade para dilatar, não obstante o facto da partida se manter morna e sem grandes lances de espetacularidade.

Destaque para dois momentos! Em cima da hora de jogo, Jonas atirou ao ferro da baliza de Mika; o mesmo ferro, mas aos 78’, tornou a devolver o esférico, desta feita rematada por Talisca.

Mas à terceira foi de vez… minuto 88’, num primeiro momento a barra torna a dizer não ao golo (após cabeceamento de Jardel), mas Carcela, na recarga, remata para o 2-0 da tranquilidade.

Benfica_Boavista_2.jpg

 O SL Benfica alinhou de início com Júlio César; Sílvio, Luisão, Jardel e Eliseu; Samaris, Gonçalo Guedes, Talisca e Gaitán (Renato Sanches, 90’+3); Jonas (Carcela, 80’) e Raúl Jiménez (Mitroglou, 55’).

 

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