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O Benfica tem hoje o seu mais duro teste, em teoria, na fase de grupos da Liga dos Campeões em futebol, com a visita ao Atlético Madrid, em jogo da segunda jornada do grupo C da competição.

No Estádio Vicente Calderón, encontram-se as duas equipas que venceram na jornada de estreia do grupo: o Benfica o Astana em casa e o Atlético o Galasaray fora, ambos por 2-0.

Nos ‘colchoneros’, treinados pelo argentino Diego Simeone, o Benfica reencontrará antigos jogadores, no caso o guarda-redes Oblak, o lateral-esquerdo Siqueira ou o médio internacional português Tiago.

Nas ‘águias’, Sílvio, jogador que não tem sido utilizado, está cedido pelo clube espanhol, Salvio, lesionado, foi ‘colchonero’ em 2009/10 e 2011/12, bem como Pizzi, entre 2012/14, e Raul Jimenez chegou ao Benfica esta época, contratado ao Atlético Madrid.

Em Madrid, em jogo com arbitragem do italiano Gianluca Rocchi, discute-se a liderança do grupo, enquanto, no outro jogo, o Astana recebe o Galatasaray, num encontro em que os turcos – apesar da derrota na estreia – são favoritos.

Lisandro López, Cristante e Nuno Santos, que ficaram de fora do último jogo do Benfica por opção técnica de Rui Vitória, estão de regresso aos convocados, tal como o guarda-redes Paulo Lopes.
Em relação ao último jogo, a vitória sobre o Paços de Ferreira por 3-0, o treinador deixou de fora o defesa Lindelof e o médio Victor Andrade.

Rui Vitória reconhece a qualidade do adversário, mas destaca a importância internacional que o clube da Luz já conquistou. "O Atlético Madrid também vai ter respeito por nós porque, neste momento, o Benfica é também um clube de dimensão europeia." E acrescentou: "Só reconhecendo o valor do adversário e não tendo problemas em assumi-lo é que podemos pôr as nossas armas em campo e enfrentar o jogo."

Nas bancadas do Vicente Calderón, em Madrid, são esperados cerca de três mil adeptos benfiquistas.

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Depois da derrota no Dragão, foi um Benfica ambicioso e decidido aquele que entrou em campo frente ao Paços de Ferreira, em partida realizada este final de sábado no Estádio da Luz.

Catedral bem composta (45 276 espectadores!) em apoio ao Bicampeão, com Rui Vitória a eleger o mesmo onze da ronda anterior.

Início determinado do Benfica a colocar Marafona em sentido logo nos momentos iniciais, construindo três ocasiões para golo, com o jovem Gonçalo Guedes muito interventivo.

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Partida intensa, bem disputada, com o Benfica a dominar e a ter a iniciativa, perante um Paços de Ferreira espevitado e atrevido com linhas subidas e compactas a explorar o contra-ataque.

Num desses lances, Roniel trabalha bem e remata à malha lateral da baliza “encarnada”, seguindo-se, em cima da meia hora, um golo bem anulado aos pacenses devido a um fora de jogo claríssimo de Miguel Vieira.

Minuto 34… e obra de arte na Catedral! Gonçalo Guedes serve Jonas e o brasileiro, de pé esquerdo, em arco, de fora da área, remata para um golo verdadeiramente espectacular fazendo a bola entrar no ângulo superior esquerdo da baliza de Marafona.

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Estava feito o 1-0, e por muito pouco o brasileiro não repetiu a dose ainda antes do intervalo! Remate poderoso, a passar ao lado do poste.

Início de segunda metade mais tranquila, mas com a incerteza no resultado a manter-se face à vantagem mínima de um golo.

Aos 59’ Mitroglou esteve muito perto do 2-0 (valeu a saída atenta do guardião pacense), mas o golo não tardaria.

Assistência primorosa – mais uma de Gaitán – a oferecer o golo ao jovem Gonçalo Guedes, decorria o minuto 67’.

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Com 2-0, a equipa soltou-se, cresceu e o terceiro da noite surgiu naturalmente (73’), desta feita com Gonçalo Guedes a servir o “artilheiro” Jonas para o 3-0, o seu segundo no jogo e o sétimo na prova que lhe permite liderar a lista dos melhores marcadores.

Com este resultado, as “águias” somam 12 pontos, fruto de quatro vitórias e duas derrotas, com um saldo de 16 golos marcados e quatro sofridos.

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O Sport Lisboa e Benfica entrou em campo com Júlio César, Nélson Semedo, Luisão, Jardel e Eliseu; Samaris (81’, Talisca), Gonçalo Guedes (78’, Carcela), André Almeida, Samaris e Gaitán; Jonas e Mitroglou (63’, Raúl).   

 

 

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Rui Vitória na antevisão do jogo da 6.ª jornada da Liga NOS com o Paços de Ferreira, mostrou-se ansioso e empenhado na conquista dos três pontos.

A expectativa é positiva. Vamos jogar em casa, com a família Benfiquista e com uma vontade muito grande de ganhar. É um adversário difícil, com objetivo de pontuar na Luz mas queremos aproveitar o facto de jogarmos em casa, junto dos nossos”, começou por dizer o técnico na conferência de imprensa realizada ao final da manhã no Caixa Futebol Campus.

Da formação pacense, Rui Vitória espera uma equipa que tem feito um bom campeonato, com bons executantes.

O treinador dos Bicampeões Nacionais não poupou elogios a Nélson Semedo e Gonçalo Guedes pela qualidade que têm vindo a demonstrar. “O critério é a qualidade. É preciso termos alguma perspicácia de dar um enquadramento muito bom para que possam render. O mérito é deles, têm tido uma evolução fantástica. É esta a vantagem de trabalhar com jogadores jovens, porque a sua margem de crescimento é significativa”, referiu.

Com o jogo com o Atlético de Madrid à porta, Rui Vitória garante que não vai fazer a gestão dos jogadores em função do jogo para a Liga dos Campeões. “Nem de perto nem de longe estou preocupado, antes deste jogo, com o adversário seguinte. O nosso foco é o Paços de Ferreira. A partir de amanhã à noite pensamos no Atlético de Madrid. Amanhã entrarão os jogadores que acreditamos que são os melhores para aquele momento, para aquele jogo”, clarificou.

Do lado do Paços de Ferreira, Fábio Cardoso e Pelé são os grandes ausentes, por terem sido cedidos pelo Benfica. Numa lista que, comparativamente ao jogo a meio da semana, para a Taça da Liga no reduto do União da Madeira, também não conta com o guarda-redes Marco, por opção técnica, e Minhoca, que está lesionado.

Em contrapartida, o técnico Jorge Simão fez regressar aos eleitos o guarda-redes Marafona e o defesa Hélder Lopes, poupados no jogo de quarta-feira, voltando a contar, também, com Marco Baixinho e Bruno Moreira, recuperados de lesão.

Manuel José, Sousa e Rodrigo António continuam condicionados e voltaram a ficar de fora das opções, numa lista de ausentes que compreende ainda o lesionado Ricardo.

No histórico de confrontos, o Benfica alcançou 16 triunfos em 17 jogos, contra apenas um dos pacenses, alcançado em 2000/01 (3-2).

 

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Numa primeira metade bem disputada, com boa atitude e pressão de ambas as equipas, a primeira ocasião de perigo foi para o SL Benfica. Canto marcado na direita para o segundo poste com Mitroglou a cabecear, aos 8’. Valeu aos “azuis e brancos” a grande defesa de Casillas a impedir o primeiro golo da noite!

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Aos 12’ mais uma oportunidade para a formação orientada por Rui Vitória – que jogou o primeiro clássico da carreira. Gaitán bateu o canto, Luisão cabeceou e Mitroglou deu o segundo toque de cabeça. Valeu mais uma defesa do espanhol Iker Casillas.

A fechar a primeira parte, salto perigoso de Maicon sobre Jonas. Não chegou a tocar no avançado brasileiro, mas arriscou uma entrada que, caso tocasse, poderia ter dado amarelo.

Primeiros 45 minutos intensos no Dragão, com o Bicampeão Nacional a ter duas oportunidades de golo e o FC Porto com dificuldade em incomodar Júlio César.

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Início da segunda parte sem mexidas no onze. Aos 48’ a primeira oportunidade do FC Porto com uma bola ao poste. André André centrou para Aboubakar que cabeceou ao ferro da baliza de Júlio César.

Aos 51’, entrada perigosíssima de Maxi Pereira sobre Jonas. Artur Soares Dias nada assinalou… Poderia ter sido o segundo amarelo.

Numa altura em que as oportunidades se dividiam, ora na baliza de Casillas ora nas redes de Júlio César, mais um lance de perigo para os “encarnados”. Bom centro de Gonçalo Guedes na direito com Mitroglou a cabecear ligeiramente por cima da barra do espanhol.

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Aos 86’ surgiu o primeiro da noite. André André colocou a formação da casa na frente do marcador.

Com este resultado, o SL Benfica mantém os 9 pontos na tabela classificativa, menos quatro do que o rival FC Porto que lidera.

Rui Vitória fez alinhar o seguinte onze inicial: Júlio César, Nélson Semedo, Luisão, Jardel, Eliseu; Samaris (87’ Raul), Gonçalo Guedes (82’ Pizzi), André Almeida, Samaris, Gaitán; Jonas (77’ Talisca)e Mitroglou.

Fonte: SLBenfica.pt

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