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O Maior Clube do Mundo

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Benfica na final do Troféu António Pratas

14.10.12, João Silva

O Benfica venceu o Barcelos por 105-61, garantindo assim a presença na final do Troféu António Pratas, a primeira prova oficial da época.

A jogar em casa, a equipa de Carlos Lisboa nunca deu grandes chances aos visitantes, sobretudo logo a abrir com um primeiro parcial de 26-8. Ao intervalo, as águias já venciam por 49-24.

Por isso, vários jogadores do Benfica chegaram à casa das dezenas de pontos (Seth Doliboa, João Betinho Gomes, Carlos Andrade, Cláudio Fonseca e Tomás Barroso).

O Benfica vai assim poder defender o troféu que conquistou em 2011, tendo pela frente a Académica de Coimbra, que no sábado eliminou o Lusitânia (71-69).

A final está marcada para as 17h00 deste domingo, no Pavilhão Império Bonança.

 

O apoio dos adeptos será fundamental para a conquista de mais um título!

Da mimha parte está garantido.

Força Benfica!

Luís Filipe Vieira anuncia candidatura à presidência do Benfica

14.10.12, João Silva

O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, anunciou hoje, em Anadia, que vai candidatar-se a um novo mandato, nas eleições marcadas para 26 de outubro.

 

"Os benfiquistas têm de decidir, no dia 26, se querem que o Benfica tenha futuro ou se querem comprometer 11 anos de trabalho. Por tudo isto, decidi candidatar-me a um novo mandato", afirmou Vieira, durante um jantar com cerca de 300 apoiantes.

 

O esperado anúncio de Luís Filipe Vieira acontece cerca de duas semanas após a reunião de Assembleia-Geral em que o Relatório e Contas da época 2011/12 foi chumbado com 56% de votos contra. O documento apresentava um prejuizo de 12,9 milhões de euros e um passivo de 113,4 milhões, para um ativo de 15,8 milhões.

 

"O objetivo é unir os benfiquistas, mas não fico de braços cruzados quando alguns querem comprometer o que fizemos nestes últimos anos. Os próximos quatro anos vão ser difíceis e exigentes. Vão obrigar a grande esforço, de dificuldades económicas, mas vão ser igualmente anos de aposta nas modalidades, na formação e no futebol", afirmou Vieira. 

 

Também presentes no jantar estiveram José Eduardo Moniz e Varandas Fernandes, que nas últimas eleições "encarnadas" estiveram na oposição, mas agora anunciaram o apoio ao atual presidente.

 

Começando por exercer funções como responsável pelo futebol profissional do clube em 2001, Luís Filipe Vieira, de 63 anos, foi eleito presidente do clube da Luz pela primeira vez em 2003 e candidata-se agora a um quarto mandato.   

 

Fonte: Expresso

Varandas Fernandes apoia Luis Filipe Vieira na recandidatura ao Benfica

13.10.12, João Silva

Varandas Fernandes afirmou que vai apoiar a recandidatura de Luís Filipe Viera às eleições para a presidência do Benfica, três anos depois de dar a cara por uma alternativa ao presidente dos “encarnados”.

O meu conhecimento hoje do Benfica é maior que há três anos e pelo que conheço do clube, pelo trabalho que tem vindo a ser feito, e pelos novos projetos que vão ser apresentados apoio a recandidatura de Luís Filipe Vieira”, avançou à agência Lusa. 

Desta forma, Varandas Fernandes desvincula-se de Rui Rangel, apontado como um dos possíveis candidatos a concorrer contra Luís Filipe Vieira. 

Varandas Fernandes e Rui Rangel foram os rostos do movimento Benfica, Vencer, Vencer, que em junho de 2009 se formou com a intenção de apresentar uma alternativa a Filipe Viera, mas acabou por não avançar com nenhuma lista às eleições, realizadas em julho do mesmo ano. 

O sócio benfiquista reconheceu agora o “bom trabalho” de Luís Filipe Vieira à frente do clube “encarnado”, sublinhando que se trata de um trabalho “corajoso e de grande seriedade e que ultrapassou algumas adversidades”.


Pelo que conheço do Benfica, pela organização do clube e pelos novos desafios que Luís Filipe Vieira vai apresentar sábado na Bairrada, estou do seu lado e apoio a recandidatura”, frisou Varandas Fernandes.

Será que Mourinho anda à procura de tacho?

12.10.12, João Silva

«Quando eu vejo manifestações, como na última assembleia do Benfica, insultos e críticas a Luís Filipe Vieira, o que digo é: porque não pagam eles os ordenados?

Não querem que vendesse Javi por 20 milhões ou que o Witsel saísse pela cláusula de rescisão?

Penso que Luís Filipe Vieira tem feito um trabalho fantástico no Benfica, treinador não é e como não é, não vejo que as responsabilidades diretas no sucesso da equipa sejam do presidente.

O que fez no Benfica parece-me digno de tanto respeito que não entendo determinado tipo de reações, falta de respeito pela dignidade. E isso são coisas que me deixam triste»


José Mourinho em entrevista à A BOLA TV


Moniz com Vieira contra «os aventureiros e manipuladores»

11.10.12, João Silva

José Eduardo Moniz está disponível para integrar a lista de Luís Filipe Vieira nas eleições à presidência do Benfica, agendadas para 26 de outubro.

«Só hoje [quinta-feira] liguei a Luís Filipe Vieira como soldado benfiquista, para dizer que me apresentava na praça para o que fosse necessário», anunciou Moniz, em entrevista à RTP.

O vice-presidente da Ongoing Media decidiu avançar depois do «escândalo da última Assembleia Geral», em que Luís Filipe Vieira foi obrigado a abandonar o pavilhão da Luz sob proteção. «Não é digno de um clube com a dimensão e passado recheado de glórias do Benfica», critica.

Admitindo «divergências» com Vieira no passado, diz José Eduardo Moniz que o presidente encarnado «tem feito um bom trabalho, dentro das limitações que tem vindo a encontrar».

«Tem que haver vontade de ajudar quem lá está, posicionar-se contra é confortável. Se nesta altura o Benfica precisa de unidade, devemos marcar presença. Estou aqui porque quero ver um Benfica forte e diferente. Ao contrário de outros, não preciso do Benfica como veículo de promoção», esclarece, defendendo que «grande parte dos problemas do Benfica prende-se com egoísmos pessoais».

Questionado sobre a possibilidade de assumir a presidência do clube a meio do eventual mandato de Luís Filipe Vieira para o quadriénio 2012/16, José Eduardo Moniz foi claro: «Não há qualquer acordo nem vai haver. O que há é a minha manifestação de disponibilidade ao presidente do Benfica. A partir de hoje, ele sabe que estou disponível para ajudar no clube ou na SAD».

«O Benfica não pode estar à mercê de aventureiros ou manipuladores. O que aconteceu na última Assembleia Geral não pode voltar a acontecer», reivindica, terminando: «Quero ser parte ativa no Benfica, quero fazer parte da equipa que toma decisões».


Fonte: abola.pt

Benfica inicia sábado defesa do título

04.10.12, João Silva

O Benfica inicia este sábado a defesa do título português de hóquei em patins, numa temporada em que um renovado FC Porto volta a surgir como grande candidato e em que o Sporting volta ao primeiro escalão.

Depois de na última temporada ter interrompido uma série de 10 títulos consecutivos do FC Porto, o Benfica, que se estreia no terreno da Académica de Espinho, manteve a estrutura da equipa, registando-se apenas a entrada do espanhol Marc Coy, ex-Calafell.

Esta temporada começou bem, com o triunfo na Supertaça, frente à Oliveirense, por 9-5.

 

Luís Sénica já assumiu que a conquista do título é o objetivo.

«Mantemos o mesmo paradigma, jogo a jogo, e uma confiança inexcedível neste grupo de trabalho, nas suas competências, na sua vontade e na sua determinação», afirmou.

O técnico recusou ainda qualquer acréscimo de responsabilidade por defender título, porque, «quem é profissional, é responsável todos os dias e em qualquer circunstância». 

«Certamente quando chegarmos ao final da época vamos estar novamente felizes e satisfeitos com o desempenho»

 

É o desejo de todos Benfiquistas. Força Benfica!

Os Benfiquistas têm memória curta

04.10.12, João Silva

Não morro de amores pelo homem que governa a nação neste momento, mas também não sofro de amnésia.

Antes de Vieira, o Benfica era um acamado. Como dizia Mourinho há dias, o Benfica tinha perdido a respeitabilidade europeia. Para as gerações de adeptos europeus da Era Champions, o Benfica metia tanto medo como o Bastia, Bolonha ou Bolton. Continuámos a ter um ego de ave de rapina, mas os outros viam bem a nossa condição: éramos uma ave de capoeira, um galináceo a sonhar com voos picados. O gozo de Drogba não veio do nada. Como é que chegámos a esse ponto? Entre 1994 e 2010, a nação atravessou um deserto. "Ah, então e o campeonato de 2005?", pergunta o sócio impaciente. Mas alguém tem memória da equipa de Trapattoni? Em 2005, fomos campeões sem saber como, fomos campeões devido aos feitiços de um profeta angolano coxo . Não, meu amigos, a travessia do deserto não durou nove anos, mas dezasseis. Foram as equipas de Jesus - o resultado final do trabalho de Vieira - que acordaram o clube. 2010 foi especial, porque fomos campeões com a melhor equipa desde 1993-94. 

 

Já ninguém se lembra do tempo dos Paredões e dos Pringles? Já ninguém se lembra dos primeiros anos pós-1994, os anos Artur Jorge e pós-Artur Jorge? Nestes tempos, o Benfica era uma espécie de Sporting em tamanho XXL. Tínhamos uma equipa de remendos - Hassan, Nelo, Tavares, Tahar (podíamos fazer um filme de terror com este casting). Não havia raça. Não havia talento. Não havia Benfica. Sem a genica do João Vieira Pinto e sem a carapinha do Preud'Homme, estou convencido que teríamos ficado mais vezes em sexto lugar - a proeza de 2000/01. Já ninguém se lembra desta época? Eu, por acaso, não me lembro. Aliás, tenho poucas memórias desses tempos. Sei que tivemos no lugar de treinador um escocês com cara de garrafão e um egípcio chamado Manuel José. Lembro-me que tivemos capitães inconcebíveis, reformados espanhóis no meio-campo, pensionistas ingleses no ataque, operários galeses na ala esquerda e, pronto, é só isso. Até à equipa do Aimar e Saviola, não tenho nada na cabeça sobre o Benfica, e garanto-vos que via todos os jogos.

 

Por muito que custe à malta da memória de passarinho, foram as equipas de Jesus/Vieira que devolveram o punho cerrado ao terceiro anel. Dezasseis anos depois, eu voltei a viver o Benfica. Durante a travessia do deserto, acompanhei o clube por dever, em piloto automático. Era um zombie, um zombie glorioso, mas um zombie. Com Vieira e Jesus, voltei a ter fé, voltei a sentir aquele electricidade das papoilas saltitantes e não sei quê. "Mas Vieira só tem dois campeonatos e Jesus um", grita o sócio impaciente. Pois, mas antes de Vieira e de Jesus, o Benfica era um Bastia com a mania das grandezas. 



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/os-benfiquistas-tem-memoria-curta=f756984#ixzz28M4ICAk0


Crónica de Henrique Raposo no Expresso

SL Benfica 0 - Barcelona 2

03.10.12, João Silva

O Barcelona é como o menino do recreio que comprou a bola e teima em não a partilhar com os outros. Para jogar há que roubá-la e brincar enquanto ele não exige a devolução. Jorge Jesus prometera um Benfica sem medos e a equipa respondeu ao pedido.

 

Durante seis minutos os encarnados estiveram concentrados e foram competentes. Criaram perigo, com dois remates de Bruno César – Valdés defendeu um com as pernas, Busquets barrou o outro. Mas a barreira caiu à primeira amostra de futebol do Barcelona.

Foi Messi, no jeito de pulga que não faz mal a ninguém, a preparar o momento. Tabelou com Jordi Alba, fugiu à defesa do Benfica e cruzou rasteiro. Artur ainda tentou chegar à bola, mas o único a tocar-lhe foi Alexis Sánchez, que teve a tarefa mais simples da jogada. O Barça marcava pela primeira vez no Estádio da Luz, depois dos 0-0 de 1991 e 2006.

 

Defrontar o Barcelona é um dos maiores desafios do futebol moderno – pela forma como a equipa catalã domina a posse de bola, controla o ritmo, tira o alimento ao adversário. Sobretudo quando está em vantagem. Jesus reconhecera-o na véspera: um treinador que promete dividir o jogo com o Barça está a mentir. Por isso o Benfica assumiu a sua condição e apareceu com duas linhas bem desenhadas: Maxi, Jardel, Garay e Melgarejo mais atrás; Salvio, Enzo Pérez, Matic, Bruno César e Gaitán logo a seguir.

 

A ideia assentava no princípio de que um empate já não seria nada mau. Os problemas começaram quando foi preciso ir à procura dos golos. A reacção imediata ao 1-0 até nem foi negativa. Gaitán desmarcou Salvio (9’) e depois Lima (11’). O avançado brasileiro apareceu à frente de Valdés, mas a mancha do guarda-redes resolveu o assunto.

O Barcelona olhava mais para a esquerda do que para a direita. Parecia uma opção estranha, sabendo-se que Melgarejo tem menos alma para defender que Maxi Pereira. Mas a aposta ia fazendo sentido. Alexis perseguia o uruguaio como uma carraça. Roubava-lhe o fôlego, por vezes também a bola. E a atacar era uma dor de cabeça, ainda mais quando Jordi Alba aparecia para redobrar o poder ofensivo.

 

 

O jogo transformava-se num exercício de paciência – para o Barça enquanto não se abria uma brecha por onde passar, para o Benfica até ser capaz de recuperar a bola. Xavi estava mais escondido que Fàbregas, mas volta e meia tirava um passe certeiro do bolso. A genica do meio-campo catalão obrigava Bruno César a um trabalho que não lhe agrada, a um esforço ao qual não está habituado. Estranhava um lugar mais ao jeito de Aimar ou Carlos Martins.

Pedia-se mais ao Benfica, mais do que correr de um lado para o outro como um conjunto de marionetas nas mãos do Barcelona. Enquanto as energias duraram, os momentos de libertação iam aparecendo. Gaitán mexeu-se bem pela esquerda (54’) e cruzou largo, só que Lima não chegou a tempo e Jordi Alba corrigiu a saída em falso de Valdés. Quando Salvio disparou para uma grande defesa do guarda-redes (57’) já o Benfica perdia 2-0.

 

 

Messi estava sossegado há demasiado tempo. Decidiu acelerar e foi à sua vida, com aquele ar intocável de quem sabe o que faz e não se preocupa com o resto. Para trás ficaram quatro jogadores do Benfica. O argentino viu Fàbregas aparecer pela esquerda, serviu a segunda assistência da noite e assistiu ao remate que deu o 2-0.

O jogo estava resolvido. O Benfica já não tinha energia para marcar um, quanto mais dois golos. E a impaciência vinha ao de cima, quer nas bancadas (onde os adeptos protestavam a cada falta sobre jogadores do Barcelona), quer no relvado (onde Carlos Martins, entrado ao intervalo, era o mais irritado). Os assobios e os gritos de revolta só pararam quando Puyol saltou na área do Benfica e caiu desamparado em cima do braço. O capitão saiu de maca, agarrado à cara, debaixo de aplausos. Tito Vilanova fez-lhe uma festa na cabeça e voltou os olhos de novo para o campo.

 

 

Era lá que continuava o espectáculo de Messi, apenas interrompido pelo vermelho a Busquets (agressão). Jardel, por exemplo, fartou-se de ficar a ver e bateu--lhe por trás. Pulga cai, pulga levanta-se. O árbitro apitou para o fim do jogo e Messi foi à procura de Aimar, o ídolo de juventude. Abraçaram-se, trocaram de camisola e celebraram o futebol. Messi não marcou – pelo terceiro jogo seguido – mas voltou a ser o menino da bola no recreio. I

 

Por último, grande ambiente na Catedral. 

 

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