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SL Benfica 4 - Lyon 3 (Champions League)

por João Silva, em 03.11.10

Cumprido o objectivo principal: Vencer e conquistar os três pontos!
O Benfica precisava de vencer este jogo, de forma a manter-se na luta pelo apuramento para a fase seguinte, continuando a depender de nós próprios.
Este jogo teve dois períodos distintos: Os primeiros 75 minutos de sonho, em que poucos acreditariam que o Benfica pudesse estar a vencer por quatro a zero; e os últimos 15 minutos, que arriscavam-se a tornar-se um pesadelo, com a equipa a sofrer três golos.

 

 

Fábio Coentrão rubricou uma exibição de luxo, sendo um dos mais interventivos na partida, culminando com a marcação de dois golos, sendo um deles um hino ao futebol.

 

 

Carlos Martins que entrou para a posição de Aimar, rubricou mais uma exibição de luxo, dos seus pés sairam as quatro assistências para os golos.
Kardec marcou um belo golo de cabeça, bem como Javi Garcia.
Não fosse aqueles últimos 15 minutos e teria o Benfica ficado em vantagem com o Lyon no confronto directo.

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Decisivo!

por João Silva, em 02.11.10

 

Hoje na Catedral, defronte do Lyon, o Benfica só pode jogar para a vitória, se possível vencer por dois golos de diferença, pois a diferença de golos, devido ao facto do Hapoel Telavive FC ainda não ter pontuado, pode ser decisiva para apurar os dois clubes que seguem para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões.
Hoje só com  um Benfica à Benfica, ou seja, com Raça, Querer e Ambição, se puderá aspirar alcançar esse objectivo.
Os adeptos terão um papel fundamental, temos de vencer para continuar nesta competição, e por isso os jogadores precisam de toda a ajuda, cabe aos adeptos também fazer a sua parte, apoiando e empurrando a equipa para a vitória!

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Totós submissos

por João Silva, em 01.11.10

 

 

Quando, em 2005, Dias da Cunha e Luís Filipe Vieira assinaram um manifesto com vista à regeneração do futebol português, abriu-se uma janela de esperança num novo tempo, num tempo a partir do qual os jogos pudessem passar a ser decididos no relvado, exclusivamente pelo talento dos jogadores e pela argúcia dos técnicos. Mais do que o texto em causa, o entendimento entre os dois grandes clubes do arco da respeitabilidade era, por si só, um passo de gigante no derrube de uma ordem já na altura decrépita. O então presidente do clube de Alvalade denunciara corajosamente os rostos do “sistema”, atribuindo a menção a Valentim Loureiro e Pinto da Costa, antes mesmo do processo “Apito Dourado” ter vindo a público.
Sabia bem do que falava, como mais tarde se veio a verificar, e ouvir.
Com o presidente portista detido para interrogatórios (depois de uma mal explicada fuga para Espanha), com os rivais lisboetas sentados á mesa, o chamado “sistema” vivia os seus piores dias. O futebol português esperava, enfim, poder respirar o ar puro da verdade, da justiça e do desportivismo.
Os seus mais malignos cancros pareciam estar prestes a ser extraídos. Era a oportunidade histórica para uma enérgica e radical limpeza, para uma varridela que afastasse para longe a corrupção, o tráfico de influências e os resultados adulterados.

Nada disto viria a acontecer. Em larga medida por culpa de um sistema de justiça assustadoramente incapaz, mas também devido aos caminhos que o Sporting (potencial aliado nessa importante batalha) escolheu encetar daí em diante.
Envolvido por um denso manto de contestação, Dias da Cunha viu-se obrigado a desistir. Mais do que nos resultados desportivos, não duvido que a origem da animosidade dos sócios tenha residido no tal manifesto. A maioria deles não se revia numa política que pusesse o Sporting de braço dado com o seu histórico rival. Interessava-lhes, no fundo, acima de tudo, ver o Benfica perder, e desse ponto de vista afundar do barco de Pinto da Costa não parecia uma boa ideia. Se as escutas do “Apito Dourado” envolvessem o Benfica, a atitude do mundo sportinguista teria sido seguramente bem diferente. Mas era o FC Porto e Pinto da Costa que estavam em tribunal. Eram aqueles que – não interessava como – tinham impedido o Benfica de festejar vários campeonatos. Era o seguro de vida do antibenfiquismo que estava em equação.
Quatro títulos do FC Porto, dois títulos do Benfica, e zero títulos do Sporting depois, percebem-se, com clareza, os resultados concretos dessa postura tão pouco leonina.
Quando vemos sportinguistas fazer coro com a estratégia de silenciamento das escutas e de tudo o que elas nos mostram, percebemos que jamais será possível contar com aquela gente para qualquer combate sério. Nem as boas intenções de alguns dos seus responsáveis (como foi o caso de Dias da Cunha) chegam para derrubar uma ideia por lá cristalizada, segundo a qual o Benfica foi, é, e sempre será, o único alvo a abater – transformando,por consequência, o FC Porto, mais num privilegiado parceiro do que num antagonista ou rival.
Quando, depois de tudo o que se passou, e de tudo o que se ouviu, vemos José Eduardo Bettencourt receber, de braços abertos, Pinto da Costa na tribuna de honra de Alvalade, perdemos de vez o respeito por um clube que, em bicos de pés, tantas vezes se afirma como baluarte da honorabilidade.

Quando assistimos à transferência de Moutinho para o Dragão, e sobretudo observamos a complacência com que a mesma foi acolhida entre os adeptos, entendemos por fim o grau de subserviência de um Sporting decadente face a um FC Porto revitalizado nas águas da impunidade e da mistificação.
Este Sporting até pode ser divertido para muita gente. A nós não nos serve para nada, e esperar dali algum apoio para a suprema luta pela verdade no desporto português será como esperar que cresçam dentes a uma galinha.
Diverte o sistema, sem qualquer outra utilidade!

 

Fonte: Adaptação de um texto publicado no jornal "O Benfica"

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Video: Benfica ADN

por João Silva, em 01.11.10

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