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Naval 1 - SL Benfica 2

por João Silva, em 09.03.09

Vitória justa nesta deslocação complicada à Figueira da Foz.
Depois de os nossos adversários directos terem ganho, não tinhamos margem para erro, uma vitória exigia-se.
Entramos bem no jogo e colocámos o resultado a nosso favor logo no início, com um golo de Aimar, mas depois baixámos
o ritmo ofensivo, dando algum controlo de bola à Naval.

No Inicio da segunda parte, a Naval conseguiu empatar a partida e foi apartir dai que o Benfica começou a crescer.
Começou a imprimir mais movimento ao jogo, com Reyes e Di Maria a dinamizarem mais o ataque, e a criarem mais linhas
de passe e mais lances de perigo. Conseguimos alcançar a vitória e os preciosos três pontos, com um golo apontado por Katsouranis.

 

 

 

 

Saudações Benfiquistas.

 

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Sem margem para erro

por João Silva, em 08.03.09

 

 

 

Saudações Benfiquistas.

 

 

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O Misterioso Cafézinho

por João Silva, em 06.03.09

As últimas cenas passadas dentro e fora do Tribunal de Gaia, onde estão a ser julgados por corrupção os srs. Pinto da Costa, presidente do FC Porto, Augusto Duarte, árbitro de futebol, e António Araújo, empresário de jogadores e "homem de mão" do presidente têm qualquer coisa de "dejá vu".

Algures noutras paragens, mais mediterrânicas e mais violentas, com base em dinheiro vivo, que passa de mão para mão com fins misteriosos em misteriosos envelopes, acontecem, de facto, cenas assim. O silêncio é a grande lei da família e testemunha que se atreva depor contra alguém do grupo (contra o chefe então, é impensável) é hostilizada e agredida, se não lhe acontecer pior, porque por ali só o silêncio é soberano e contra ele ninguém pode, nem os senhores da capital.

Todos nós já vimos coisas assim em cinema, só que agora temos ali a coisa ao vivo dada em directo e, mesmo se o guião não é tão radical, não faltam por cá os personagens estranhos e as situações. A testemunha maldita, Carolina, apesar de protegida (?) pela Polícia, acaba insultada e agredida por "populares", o agente da autoridade (árbitro) alegadamente corrompido não comparece, invocando misteriosa doença. O pior é que a sua versão não joga com a do alegado corruptor e figura central do drama (segundo ele, árbitro, foi apenas "tomar um cafézinho e ter uma conversinha" com presidente, precisamente na véspera de ir arbitrar um jogo com o FC Porto. O qual, presidente, "explica" tudo com um encontro de aconselhamento, a pedido do árbitro, "coisas familiares". Não falta, sequer, a figura do intermediário, engajador e "homem de mão", o fiel Araújo, presente em tudo e para tudo, ou a irmão-gémea, que trai a outra gémea, Carolina, a troco de benesses do "homem", vai depor contra o "próprio sangue" e corre com os jornalistas fazendo-lhes um gesto obsceno com o dedo da mão espetado. Tudo gente fina. Como se vê.

Pairando sobre as cabeças destes personagens de ópera bufa andam 2 500 € em cinco notas de 500, que a então doce Carolina diz que meteu num envelope a pedido do então marido e presidente para ofertar, com o "cafezinho", ao pobre Augusto Duarte, que eles precisava, vá-se lá saber para quê em conjuntura de tantas e tão grandíssimas dificuldades como as que vivemos.

Alguém percebeu aquela do presidente dizer agora em tribunal que sabia muito bem que tinha o telefone sob escuta? Estaria assim tão certo de que as escutas eram "ilegais"?

Rui Cartaxana in Record

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O Tribunal de Gaia inicia hoje o julgamento do presidente do FC Porto, Pinto da Costa, e de mais dois arguidos no âmbito do chamado "caso do envelope", um processo do "Apito Dourado" relativo ao jogo Beira-Mar/Porto.

Jorge Nuno Pinto da Costa e o co-arguido António Araújo - um empresário de futebol - estão pronunciados pelo crime de corrupção activa desportiva.
Ao árbitro Augusto Duarte é imputado o crime de corrupção desportiva na forma passiva.
O julgamento ocorre cerca de um ano depois da juíza Anabela Tenreiro, do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto, ter decidido, num despacho de 50 páginas, que o caso iria mesmo à barra judicial.
Este processo reporta-se ao encontro Beira Mar-FC Porto, da 31 jornada da Superliga de 2003/2004, que foi realizado em 18 de Abril de 2004 e terminou com um empate sem golos.
Dois dias antes daquele jogo, o árbitro Augusto Duarte e António Araújo visitaram Pinto da Costa na sua casa na Madalena, Gaia.
O presidente portista terá alegadamente dado então um envelope com dinheiro ao árbitro, acusa o Ministério Público (MP).
O montante em causa seria 2.500 euros, segundo afirmações de Carolina Salgado, ex-companheira de Pinto da Costa, repetidas já no TIC do Porto, num depoimento que a juíza de instrução acabou por credibilizar.
Na sua decisão instrutória, a juíza de instrução Anabela Tenreiro desvalorizou o argumento de falta de credibilidade da testemunha Carolina Salgado, cujo depoimento serviria, na tese das defesas, apenas para se vingar e humilhar publicamente o ex-companheiro.
O processo, que chegou a ser arquivado pelo Ministério Público de Gaia, foi reaberto pela Equipa de Coordenação do Processo Apito Dourado (ECPAD), liderada pela magistrada Maria José Morgado, e a acusação foi deduzida em 19 de Junho de 2007.
O processo "Apito Dourado", que incluiu investigações a alegados casos de corrupção e tráfico de influências no futebol profissional português e na arbitragem, foi desencadeado a 20 de Abril de 2004 com a detenção para interrogatório de vários dirigentes e árbitros de futebol. Lusa

 

Subornar, traficar, comprar influências ou mesmo opiniões..
Lamentavelmente a nossa justiça Portuguesa já nos deu indicações que este tipo de crimes compensa.
"inexplicavelmente", por muito que os nossos magistrados tentem com afinco apurar a verdade, são muitas vezes mal sucedidos, pois o poder dos arguidos (um poder obscuro) eleva-se...
Neste julgamento que está a decorrer, Infelizmente será mais um processo, quase de certeza, que não irá dar em nada, seja por falta de credibilidade das testemunhas ou mesmo por falta de legalidade nas escutas telefónicas.
Até ao momento ainda ninguém me explicou se as vozes das "pessoas" escutadas não eram verdadeiras...estamos à espera de quê???

Resta-nos continuar a estar atentos, denunciando sempre que se verifiquem situações anómalas e ter esperança que mais tarde ou mais cedo, estas "pessoas" possam ter o devido castigo.

 

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