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Champions: SL Benfica 1-2 CSKA Moscovo

por João Silva, em 13.09.17

Um Benfica demasiado apático, os médios a não conseguirem ligar com os homens da frente, uma defesa a dar muito espaço aos avançados contrários quando estes saiam em velocidade. A opção por Felipe Augusto em detrimento de Samaris pode entender-se na perspetiva de o Benfica querer mais qualidade na circulação da bola.

Mas essa qualidade só apareceu a espaços e quase sempre por Pizzi, ora a tentar tabelinhas nas laterais com os extremos e os laterais, ora a tentar procurar os avançados na zona central. E foi nesse processo que o Benfica perdeu inúmeras bolas que deram vários contra-ataques dos russos.

Em termos ofensivos, os primeiros 45 minutos resumiram-se a um remate de Grimaldo que foi ao poste da baliza de Akinfeev e um remate mal feito por Salvio após passe de Pizzi.

O Benfica entrou no segundo tempo a marcar, tomou a dianteira do marcador num dos poucos lances bem delineados (Zivkovic a ganhar o flanco e a cruzar para Seferovic desviar para golo).

Depois do golo de Seferovic, esperava-se que o Benfica embalasse para uma boa exibição e conseguisse os três pontos, mas o que se viu foi o contrário.

O CSKA Moscovo despertou e foi à procura de algo mais. E a forma fácil como criava perigo na área do Benfica deixava antever que era uma questão de tempo até marcar. E depois de Bruno Varela negar o golo duas vezes, apareceu o empate, André Almeida travou um remate na área com a mão, de forma involuntária, mas o árbitro assinalou penálti que Vitinho converteu. Começa aí a reviravolta. Cinco minutos depois Zhamaletdinov, que entrara aos 68, aproveitou uma defesa incompleta de Varela a remate de Vasin para fazer o 2-1.

Rui Vitória Já tinha tirado o apagado Jonas e colocado Jiménez, colocou Rafa e Gabriel Barbosa (estreia em campo), nos lugares de André Almeida e Lisandro. Era tudo lá para a frente, sem discernimento, sem cabeça, sem ideias. O CSKA Mosco, por sua vez recuou ainda mais, meteu mais gente na área e foi aguentando o resultado até ao apito final.

A derrota não surpreende, depois da exibição do Benfica ante o Portimonense, mas também no desempenho da equipa no empate com o Rio Ave e a vitória suada diante do Chaves. É a primeira derrota do Benfica esta época em jogos oficiais (a última foi em março com o Dortmund para a Champions).

O processo ofensivo do Benfica tem deixado muito a desejar. Os adversários entram em zona de finalização com muita facilidade. Os homens do sector recuado não têm conseguido acertar com as marcações e isso tem sido visto nos já seis golos sofridos em sete jogos oficiais.

Falando sobre aquilo que a equipa fez, Rui Vitória acredita que acabou por ser a eficácia a ditar o resultado entre Benfica e CSKA Moscovo.

"É o jogo da Liga dos Campeões. Houve uma equipa que aproveitou as bolas que teve, nós tivemos umas situações de golo, fizemos tudo o que podiamos fazer, não ganhámos. Este jogo não me convenceu e nós vamos ganhar estes pontos em qualquer lado", escusando-se a comentar a arbitragem do juiz espanhol, depois de muitas dúvidas no lance da grande penalidade russa.

O Benfica ocupa o terceiro lugar do Grupo A. O Manchester United lidera o grupo, depois de uma vitória por 3-0 sobre o Basileia.

 

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A Champions está de volta!

por João Silva, em 12.09.17

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A cumprir a oitava presença consecutiva entre os melhores da Europa – recorde luso – e 13.ª da sua história na Champions, a formação de Rui Vitória começa na Luz, onde nunca entrou a perder, somando quatro vitórias e dois empates nas estreias caseiras.

Na Luz, o Benfica procura dar um primeiro passo para manter o pleno de apuramentos com Rui Vitória, que arranca em casa pela terceira vez: em 2015/16, venceu o Astana por 2-0 e, na época passada, empatou (1-1) com o Besiktas.

Face aos russos, o treinador benfiquista deverá ter Jonas e o regressado Grimaldo, mas ainda não poderá contar com Fejsa e Jardel, ambos lesionados.

Lista de convocados:

Guarda-redes – Bruno Varela e Júlio César;

Defesas – Lisandro, Grimaldo, Luisão, Eliseu, André Almeida e Rúben Dias;

Médios – Filipe Augusto, Samaris, Zivkovic, Salvio, Pizzi, Cervi e João Carvalho;

Avançados – Raúl Jiménez, Jonas, Gabriel Barbosa, Seferovic e Rafa.

O Benfica-CSKA está agendado para as 19h45 de terça-feira, no Estádio da Luz.

 

No Grupo A, do Benfica, o outro encontro realiza-se em Old Trafford, onde o Manchester United, de José Mourinho, enfrenta o Basileia.

 

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Champions: Borussia Dortmund 4-0 SL Benfica

por João Silva, em 09.03.17

O Benfica foi eliminado da Liga dos Campeões depois de perder por 4-0 em casa do Borussia Dortmund – que mantem, assim, o registo cem por cento vitorioso em casa diante de clubes portugueses - na segunda mão dos oitavos de final. 4-1 no somatório das duas mãos.

Desde logo, destaque para as três alterações feitas por Rui Vitória em relação ao jogo da primeira mão: entraram André Almeida, Cervi e Samaris e saíram Fejsa, Carrillo e Rafa.

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No Signal Iduna Park, a equipa alemã precisava de dar a volta à eliminatória depois de ter perdido por 1-0 em Lisboa, a de 14 de fevereiro, com Kostas Mitroglou a marcar o único golo da partida.

E, logo aos 4’, eliminatória empatada. Canto de Dembelé, Pulišic desviou ao primeiro poste e, ao segundo, Aubameyang finalizou de cabeça.

Apesar disso, os adeptos do SL Benfica não pararam nunca de apoiar a equipa, desde o início do jogo. Mesmo em larga minoria, iam-se fazendo ouvir.

Os encarnados correram atrás do empate – que dava vantagem na eliminatória – e, aos 21’, surgiu o primeiro remate. Cruzamento atrasado de Nélson Semedo com a bola a chegar até Cervi, que rematou de pé direito para as mãos de Burki. 

A tentar reagir ao golo madrugador dos alemães, livre de Pizzi largo para o coração da área onde Luisão, mais alto do que todos, cabeceou à figura de Burki.

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Aos 41’ entrada muito feia de Dembélé sobre Eliseu, com o árbitro inglês Martin Atkinson a poupar claramente o segundo amarelo ao francês…

Ao intervalo, a formação liderada por Rui Vitória ia perdendo por 1-0, com tudo em aberto na eliminatória.

45 minutos decisivos

Grande entrada do SL Benfica no segundo tempo, a ficar muito perto do empate. Centro de Nélson Semedo da direita, Piszczek falhou o corte e a bola foi ter com Cervi que, com tudo para fazer golo, rematou forte contra o defesa polaco.

Ederson – que já tinha sido a figura do jogo da primeira mão – voltou a ser gigante com duas defesas impressionantes, aos 54’ e 57’ que estavam, no entanto, ambas fora de jogo.

Mas, aos 59’, nem Ederson valeu às águias. No espaço de apenas dois minutos, o Borussia Dormund colocou-se mais perto dos quartos de final e deixou a vida mais complicada para o SL Benfica que precisava agora de marcar mais dois golos para empatar a eliminatória.

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O 4-0 chegou aos 85’, com Aubameyang a fechar a contagem na Alemanha e a deixar o SL Benfica fora da Liga Milionária.

Rui Vitória fez alinhar de início: Ederson, Nélson Semedo, Luisão, Lindelöf e Eliseu; Salvio (64’ Jonas), André Almeida, Samaris (73’ Zivkovic) e Cervi (82’ Raúl); Pizzi e Mitroglou.

Fonte: SLBenfica.pt

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Champions: Antevisão do jogo com o D.Kiev

por João Silva, em 01.11.16

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Um triunfo na Luz, na quarta jornada, permite ao Benfica ultrapassar o Nápoles ou o Besiktas e subir ao segundo posto. Além disso, a vitória garante desde logo o acesso para a Liga Europa, caso não fique em zona de apuramento para os oitavos de final da ‘Champions’.

Com quatro pontos, o Tricampeão nacional ocupa o terceiro posto, a dois do Nápoles e a um do Besiktas, sendo que o Dínamo de Kiev, com um ponto, pode ficar já eliminado, caso seja derrotado na Luz e não se registe um empate em Istambul.

Para o reencontro com os ucranianos, de Antunes, o treinador do Benfica ainda não poderá contar com Jonas, Rafa e Jardel, embora já deva ter à sua disposição o lateral Grimaldo, que falhou a vitória sobre o Paços de Ferreira (3-0).

Rui Vitória na conferência de imprensa, afirmou que espera um jogo difícil: “A vitória lá deu três pontos mas não deu muito mais. O maior erro é pensar que se por ter ganho lá, está ganho aqui. Vão complicar a nossa tarefa. Temos de saber como se jogam estes duelos. Temos de ser uma equipa rigorosa, personalizada e concentrada. Espero um jogo complicado. Na Liga dos Campeões é assim. Sei que o adepto espera que vamos ganhar. Queremos isso e as restantes finais que temos nesta prova”.

Cerca de 45 mil adeptos são esperados no Estádio da Luz para apoiar o Benfica frente ao Dínamo Kiev, num encontro em que o Benfica quer capitalizar o factor casa, depois de ter ganho há duas semanas em Kiev (2-0) frente a este mesmo adversário.

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O extremo do Benfica, Salvio, esteve em destaque, ao apontar o primeiro golo da vitória por 2-0 sobre o Dínamo Kiev.

Golo e exibição diante do Dínamo Kiev: "Graças a deus pude fazer um golo. Estou contente pelo golo e pela vitória. É muito importante. Estamos na luta e temos de continuar assim".

Análise à vitória: "Vínhamos à procura da vitória e sabíamos que ia ser muito difícil, mas entrámos com intensidade e concentrados. Marcámos cedo, na segunda parte igual e fizemos um grande esforço".

Caminho que falta percorrer na Champions: "Estamos na luta, temos três jogos e vamos precisar dos nossos adeptos. Estamos na luta e agora não podemos perder".

Momento de forma individual: "Sinto-me bem e preparado para jogar. Estou aqui para ajudar e sinto-me muito bem. Quero continuar assim".

Fonte: ojogo.pt

 

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Champions: Dinamo Kiev 0-2 SL Benfica

por João Silva, em 20.10.16

O Benfica saiu de Kiev com a missão mais do que cumprida: venceu, conquistou os três pontos e recolocou-se na corrida a um lugar de acesso aos oitavos-de-final da Liga dos Campeões. Os argentinos Salvio e Cervi deram expressão ao controle benfiquista nesta partida. Salvio marcou logo aos nove minutos, na marcação de uma grande penalidade, e construiu a jogada que resultou no segundo golo, marcado pelo seu compatriota Cervi, aos 55.

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O Benfica venceu com todo o mérito, tal foi o domínio e o controlo que demonstrou durante quase todas as fases da partida, com um exibição adulta e personalizada.
A formação de Rui Vitória passou por alguns apuros apenas a meio da segunda parte, numa altura em que o Dínamo procurava reduzir e reentrar na partida, mas entrou em cena o guarda-redes Ederson, que somou algumas intervenções de grande nível.

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Para este jogo, Luisão manteve a titularidade e estreou-se na Champions. Pizzi voltou a ser 8 e fez dupla com Fejsa, Guedes manteve-se na frente e Cervi voltou a ser titular.

Destaques
Salvio: está claramente a subir de forma. Foi dos melhores no ataque do Benfica. Marcou o segundo golo na Champions
Gonçalo Guedes: ganhou o penálti que deu o 1-0. Procurou sempre levar o Benfica para a frente. Ganhou muitas faltas e foi importante para a equipa ter bola.
Pizzi: voltou a jogar a 8 e ajudou muito Fejsa na recuperação da bola. Saiu sempre com critério e ajudou a manter a posse quando foi preciso. Está num bom momento.
Ederson: três intervenções decisivas no segundo tempo a negar o golo aos ucranianos em momentos complicados. Ajudou a manter a baliza a zeros.

Com este resultado (e com a derrota do Nápoles com o Besiktas por 2-3), o SL Benfica sobe ao terceiro lugar do grupo B e passa a depender apenas de si próprio para seguir em frente, rumo aos oitavos de final da Liga dos Campeões.

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Rui Vitória fez alinhar: Ederson, Nélson Semedo, Luisão, Lindelöf, Grimaldo, Fejsa, Pizzi, Cervi (82’ Celis), Salvio, Gonçalo Guedes (89’ Eliseu) e Mitroglou (70’ Raúl).

 

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O tricampeão português joga esta quarta-feira no reduto do Dínamo de Kiev, em encontro da terceira jornada do grupo B da Liga dos campeões em futebol, ainda há procura do primeiro triunfo.

Depois do empate em casa com o Besiktas (1-1) e a derrota em Nápoles (4-2), o Benfica segue no último posto do agrupamento, com apenas um ponto, e poderá ascender ao segundo posto em caso de triunfo, desde que os turcos não vençam em Itália.

O empate também poderá ser positivo, mesmo que isso possa manter o conjunto de Rui Vitória no último posto do grupo. Em caso de derrota, as contas ficam bem mais complicadas para o Benfica, que, ainda assim, não ficaria de fora das contas do apuramento para os oitavos de final.

Em Kiev, Rui Vitória já pode contar com Jardel, Samaris e Raúl Jiménez, há muito afastados, e ainda com Júlio César e Grimaldo, que estiveram mais recentemente lesionados.

De fora, continuam ainda Jonas, André Horta, Rafa e André Almeida, este o mais recente "reforço" do departamento médico.

Rui Vitória na antevisão deste encontro afirmou que “Cada jogo tem a sua história, tem vida própria e este é um jogo diferente do que foi com o Nápoles. A estratégia assenta num enorme respeito pelo valor do Dínamo, uma equipa que trabalha há muito tempo junta, com o mesmo treinador também há muito tempo e com uma maturação significativa dos seus jogadores. Temos tudo isso muito bem trabalhado e estudado. Temos de ser um Benfica muito rigoroso, intenso e minimizar o erro… que é o que tentamos fazer em todos os jogos. Quero um Benfica personalizado. Depois do árbitro começar o jogo logo veremos. Mas há um espírito e uma vontade enorme em conquistar os três pontos

 

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Os médios Pizzi e Anderson Talisca falaram ao UEFA.com sobre o sonho de ajudarem o Benfica a chegar às meias-finais da UEFA Champions League, numa altura em que as "águias" entram na decisão dos quartos-de-final, em Lisboa, em desvantagem por 1-0.

UEFA.com: Está ansioso com a recepção ao Bayern na segunda mão dos quartos-de-final?

Pizzi: Há sempre uma atmosfera fantástica no Estádio da Luz. Os nossos adeptos têm uma paixão enorme pela equipa e todos no clube esperam mais uma grande noite europeia.

Talisca: Vai ser fantástico para os jogadores e para os adeptos, que são sempre maravilhosos no apoio que nos dão e na forma como nos motivam. O clube ganha muito com eles.

UEFA.com: Como é fazer parte de uma equipa do Benfica que tantas cartas tem dado na Europa esta temporada?

Pizzi: É um orgulho fazer parte desde grupo fantástico. Tivemos muitos problemas no início da época mas, juntos, conseguimos dar a volta à situação. E, agora, penso que estamos a atravessar um período fantástico. Todos nós crescemos a ouvir falar das grandes noites europeias do Benfica, com Eusébio e outros, por isso representar o Benfica nestes grandes palcos é o realizar de um sonho.

Talisca: Antes só via jogos destes pela televisão. Agora estou a jogá-los, pelo que tem sido uma grande emoção para mim.

UEFA.com: Como é que o treinador Rui Vitória ajudou o Benfica a dar este passo em frente na Europa esta temporada?

Pizzi: Ele treinou-me no Paços de Ferreira e é sempre bom quando temos um treinador que consegue fazer de nós melhores jogadores. É, também, fantástico ver tantos jovens a jogar. O Benfica teve sempre camadas jovens muito forte, como o comprovam Renato Sanches, Nélson Semedo, Gonçalo Guedes e outros. Uma equipa não pode ser só composta por jogadores experientes – precisa de jovens e da irreverência que estes trazem consigo. A nós, os mais velhos, cabe-nos ajudar os mais jovens para que eles se possam afirmar.

Talisca: Ele explica-nos o que está bem e o que está mal. E, quando nos explica isso, compreendemos o que nos quer dizer e fazemos o que ele pretende. Exige o que tem de exigir e conhece muito bem o clube e a equipa.

UEFA.com: O Benfica não chega às meias-finais desta competição desde 1990. Poderá ser desta?

Talisca: Temos muito potencial. Trabalhamos muito todos os dias e estamos a fazer uma boa campanha tanto na Europa como na Liga portuguesa. Sabemos que vai ser um jogo muito complicado, mas vamos continuar a fazer o que temos feito até aqui.

Pizzi: Temos mostrado o nosso valor na Champions League. É um sonho meu e de todos os meus colegas atingir as meias-finais da Champions League. Estamos perto, sabemos o quanto será difícil, mas vamos dar tudo – vamos lutar do primeiro ao último minuto por esse objectivo.

Fonte: UEFA.com

 

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O Benfica foi até Madrid vencer o Atlético por 2-1, em jogo da 2ª jornada do Grupo C da Liga dos Campeões. Gaitán e Gonçalo Guedes foram os marcadores deste triunfo histórico já que o Atlético de Simeone nunca tinha perdido em casa para as competições Europeias.

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Para este jogo com os espanhóis, Rui Vitória apostou em Raúl Jiménez para fazer dupla com Jonas na frente. André Almeida continuou no meio, ao lado de Samaris. No lado “colchonero”, Simeone continuou a apostar em Jackson, apesar de todas as críticas pelos poucos golos marcados.

A primeira parte foi frenética, cheia de oportunidades de parte a parte, embora com algum ascendente dos espanhóis. Pertenceu a Jonas o primeiro remate do encontro, numa jogada individual, aos sete minutos. A resposta do Atlético veio logo a seguir, com Gabi num livre e Tiago num remate em que pediu penálti (mão na bola de André Almeida) a estarem pertos do golo.

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Aos 14 minutos, Correa viu Jardel negar-lhe o golo com um grande corte. A resposta da equipa de Rui Vitória foi imediata: Eliseu lançou Gonçalo Guedes que tirou Oblak do caminho e rematou para a baliza. Valeu Filipe Luís a cortar a bola em cima da linha de golo.

Mas aos 23 minutos, Júlio César e companhia nada podiam fazer para travar o 1-0 da turma espanhola. Óliver cruzou para a área, Griezmann deu de primeira para Correia que, também de primeira, rematou forte, fazendo o 1-0. Um golo que embalou o Atlético que esteve perto do 2-0 aos 25, num remate de Griezmann contra Jardel e num remate de Jackson ao poste. O mesmo Jackson podia ter marcado aos 30 minutos mas o seu remate foi contra o corpo de Júlio César que evitou males maiores.

O Benfica vai chegar ao empate aos 37 minutos. Nélson Semedo cruzou tenso, a defensiva merengue cortou mal a bola que sobrou para Gaitan rematar de primeira e bater Oblak, antigo guarda-redes do Benfica.

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Mesmo a terminar o primeiro tempo, o Benfica podia ter feito o 2-1 mas Jonas e Gaitán não conseguiram desviar o centro de Eliseu.

Na entrada do segundo tempo e no primeiro lance de perigo, o Benfica chegou ao 2-1 e deu a cambalhota no marcador. Jonas trocou com Gaitán ainda no meio-campo do Benfica, o brasileiro lançou o extremo argentino que correu vários metros até descobrir Gonçalo Guedes na área. O extremo luso aproveitou o corte falhado de Filipe Luís para bater Obklak pela segunda vez.

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Gonçalo Guedes tornou-se no mais novo jogador de sempre a marcar na Champions pelo Benfica

Diego Simeone foi obrigado a arriscar mais, colocando Torres, Saul e Vietto em campo para os lugares de Óliver, Griezmann e Correa. Respondeu Rui Vitória com as entradas de Pizzi, Mitroglou e Fesja para os lugares de Jonas, Samaris e Raúl Jiménez.
Com o passar do tempo, os nervos foram tomando conta da equipa colchonera, que iam fazendo as coisas mais com o coração do que com a cabeça. Apenas em lances de bola parada o Atlético Madrid criava perigo. O Benfica foi aguentando o ímpeto atacante da turma espanhola, quebrando os ritmos de jogo quando era preciso, até ao apito final do árbitro Gianluca Rocchi de Itália.

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Rui "vitória" deixa o Benfica com seis pontos e na liderança do Grupo C, com mais três que o Atlético de Madrid e mais cinco que o Galatasaray.

 

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O Benfica tem hoje o seu mais duro teste, em teoria, na fase de grupos da Liga dos Campeões em futebol, com a visita ao Atlético Madrid, em jogo da segunda jornada do grupo C da competição.

No Estádio Vicente Calderón, encontram-se as duas equipas que venceram na jornada de estreia do grupo: o Benfica o Astana em casa e o Atlético o Galasaray fora, ambos por 2-0.

Nos ‘colchoneros’, treinados pelo argentino Diego Simeone, o Benfica reencontrará antigos jogadores, no caso o guarda-redes Oblak, o lateral-esquerdo Siqueira ou o médio internacional português Tiago.

Nas ‘águias’, Sílvio, jogador que não tem sido utilizado, está cedido pelo clube espanhol, Salvio, lesionado, foi ‘colchonero’ em 2009/10 e 2011/12, bem como Pizzi, entre 2012/14, e Raul Jimenez chegou ao Benfica esta época, contratado ao Atlético Madrid.

Em Madrid, em jogo com arbitragem do italiano Gianluca Rocchi, discute-se a liderança do grupo, enquanto, no outro jogo, o Astana recebe o Galatasaray, num encontro em que os turcos – apesar da derrota na estreia – são favoritos.

Lisandro López, Cristante e Nuno Santos, que ficaram de fora do último jogo do Benfica por opção técnica de Rui Vitória, estão de regresso aos convocados, tal como o guarda-redes Paulo Lopes.
Em relação ao último jogo, a vitória sobre o Paços de Ferreira por 3-0, o treinador deixou de fora o defesa Lindelof e o médio Victor Andrade.

Rui Vitória reconhece a qualidade do adversário, mas destaca a importância internacional que o clube da Luz já conquistou. "O Atlético Madrid também vai ter respeito por nós porque, neste momento, o Benfica é também um clube de dimensão europeia." E acrescentou: "Só reconhecendo o valor do adversário e não tendo problemas em assumi-lo é que podemos pôr as nossas armas em campo e enfrentar o jogo."

Nas bancadas do Vicente Calderón, em Madrid, são esperados cerca de três mil adeptos benfiquistas.

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