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FC Porto – SL Benfica: Liderança em jogo

por João Silva, em 14.12.14

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O Benfica desloca-se, este domingo, ao estádio do Dragão. Os Campeões Nacionais vão fazer tudo para continuar isolados no 1.º lugar da tabela classificativa após a 13.ª jornada.

Um dos jogos mais apetecidos da 1.ª volta terá lugar no dia 14 de Dezembro, pelas 20h00. O conjunto orientado por Jorge Jesus (1.º classificado, com 31 pontos) desloca-se ao terreno do FC Porto (2.º, com 28 pontos). As duas melhores equipas do Futebol nacional da actualidade defrontam-se pela primeira vez esta época. O Benfica aposta na maior experiência de vários jogadores do seu plantel, como Maxi Pereira, Luisão, Enzo Perez, Salvio e Gaitán, para manter ou mesmo aumentar a vantagem pontual. Uma das armas das “águias” para o clássico poderá ser mesmo o facto de o adversário estar pressionado para vencer.

Existem alguns factores que com o decorrer do jogo poderão abalar a confiança portista. A jogar em casa o FC Porto pretende igualar o Benfica no topo e em caso de um resultado negativo as opções do treinador Julen Lopetegui e o forte investimento feito no início da época serão postos em causa. Na memória dos adeptos ainda deve estar a eliminação da Taça de Portugal, no Dragão, frente a outro rival, o Sporting (1-3). Para o Benfica este pode ser um jogo muito importante para o resto de época, pois em caso de vitória, na casa do seu principal adversário, reforça a liderança para seis pontos.

Na última jornada as duas equipas ganharam pelo mesmo resultado. O Benfica venceu, na Luz, o Belenenses (3-0), com golos de Lima, Enzo Perez (gp) e Salvio. Gaitán, que teve uma jogada de génio que culminou com uma assistência para o terceiro tento, provou que está em alta e nessa partida efectuou cinco remates, dez cruzamentos e criou três oportunidades de golo. Por seu lado, o FC Porto foi a Coimbra vencer a Académica, por 0-3, com dois golos de Jackson e um de Herrera. Os dois jogadores são os únicos totalistas de Julen Lopetegui esta época, com 20 jogos. Jackson é líder da lista dos melhores marcadores da Liga, com dez golos. O argelino Brahimi é o grande criativo da equipa.

O Conselho de Arbitragem da FPF nomeou Jorge Sousa (AF Porto) para o FC Porto-Benfica. Álvaro Mesquita e Nuno Manso são os árbitros assistentes.

Fonte: SLBenfica.pt

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Com a conquista do 33.º título de Campeão Nacional, o Sport Lisboa e Benfica reforça o estatuto de Clube português com mais títulos e troféus oficiais em Portugal. São 91 títulos e 28 troféus, um palmarés vastíssimo e ímpar em terras lusas: 119 conquistas!

 

Confira aqui o palmarés do Futebol Sénior

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A nossa grandeza não tem limites!

por João Silva, em 15.02.14

O Benfica surge esta semana em destaque na The Weekly, revista semanal da FIFA.

Segundo os dados recolhidos pelo órgão que rege todo o futebol internacional, o Glorioso já soma 235 mil associados, reforçando a posição de clube com maior número de sócios do Mundo. 
Destaque também para as modalidades praticadas no clube da Luz: além do futebol, são destacadas o basquetebol, o ciclismo, o andebol, o hóquei em patins e o ténis de mesa como modalidades de maior prestígio dentro do Benfica. 
O Benfica lidera um ranking que contempla onze clubes, sendo que Bayern Munique, com 223 985 sócios, e o Barcelona (177 246 associados) são os outros emblemas que compõem o pódio. O Manchester United surge na 4.ª posição, com 151 079 sócios, seguido de Arsenal (130 mil), Schalke 04 (119 040), Juventus (111 100), Inter Milão (110 mil), Internacional Porto Alegre (100 135), Boca Juniors (100 mil) e Borussia Dortmund (95 mil). Gigantes do futebol mundial, com o Benfica à frente nesta capítulo.

 

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SL Benfica 4-3 Sporting CP

por João Silva, em 10.11.13

Derby na 4.ª eliminatória da Taça de Portugal. No Estádio da Luz, o Benfica assegurou a passagem à próxima fase com três tentos de Cardozo e um de Luisão.

A partida começou algo disputada a meio-campo e nos primeiros minutos, a bola andou algo longe das balizas. Porém, à passagem do minuto dez, André Almeida arrancou pela direita, combinou com Cardozo e sofreu falta à entrada da área do Sporting. Cardozo é chamado a marcar e frente a uma barreira densa, surpreendeu com um disparo rasteiro que passou por baixo da barreira e inaugurou o marcador para o Benfica.
Cardozo estava endiabrado e aos 15 minutos voltou a estar perto do ser feliz. Enzo Perez amorteceu de peito e Cardozo rematou de primeira para estirada de Rui Patrício. O Benfica parecia estar por cima e o Sporting sentia dificuldade em parar as deambulações de Gaitán, Markovic e Cardozo.

Com o passar dos minutos, o jogo foi entrando numa toada mais morna e o Sporting tentou assentar o seu Futebol. Aos 37 minutos, num lance em que Montero apareceu em posição duvidosa no início da jogada, Capel, ao segundo poste, bateu Artur e empatou o jogo.
Quando se pensava que o Benfica poderia sentir o golo sofrido, eis que apareceu o suspeito do costume, Gaitán centrou com peso e medida para a cabeça de Cardozo que bateu, de novo, o guardião internacional português. Três minutos volvidos, "Tacuara" completava o “hat-trick”. Contra-ataque conduzido por Gaitán, lançou Ruben Amorim que cruzou rasteiro para a entrada da área, onde aparece Cardozo que disparou de primeira para o 3-1.

Ao intervalo, a vantagem benfiquista era mais do que merecida e no reatamento viu-se, de novo, mais Benfica. A equipa de Jorge Jesus entrou muito pressionante e a ter mais bola.
Apesar da pressão sobre o Sporting, o Benfica tinha alguma dificuldade em criar perigo. Esse veio, de forma ténue, por parte de Matic que rematou de cabeça para defesa de Rui Patrício após livre de Gaitán. Dois minutos depois foi Adrien, de longe, que testou a atenção de Artur. Na sequência do canto, o Sporting empatou por Maurício.
Nos minutos seguintes voltou-se a ver muita luta a meio-campo e o “frisson” veio à entrada para os últimos dez minutos. Aos 82’, Markovic rematou ao poste e no minuto seguinte, após nova assistência de Gaitán, trabalhou bem de peito, mas o remate esbarrou em Rui Patrício.

O Sporting respondeu aos 84’, por Slimani, também com um remate ao poste numa transição rápida. O argelino entrou mesmo com a corda toda e aos 90’+1 fez o empate, levando a partida para o prolongamento.
Com o empate sofrido ao cair do pano, o Benfica entrou com sinal menos e aproveitou o Sporting para tomar conta dos primeiros minutos do tempo extra e Wiliam Carvalho rematou para nova intervenção de Artur aos 95’. Dois minutos volvidos, num lance altamente insólito, Luisão fez golo de cabeça. Lançamento lateral, a defesa do Sporting deixa a bola bater na relva, Luisão, que está a agarrado, e quando já está no chão, a bola bate-lhe na cabeça e passa entra as pernas de Rui Patrício. Estava feito o 4-3!

O Benfica não tirava o “pé do acelerador”, subiu de rendimento e aos 102’, Ivan Cavaleiro, do meio da rua, rematou forte para intervenção pouco ortodoxa do guardião dos “leões”. Na segunda parte do prolongamento foi o Sporting que esteve perto do golo através do cabeceamento de Slimani muito perto do poste (109’).
O Benfica respondeu aos 111 minutos com uma jogada rápida de Lima pela direita, assistiu Ivan Cavaleiro que permite a defesa de Rui Patrício, na sequência do lance o camisola 90 deu de bandeja a André Gomes que disparou ao poste.
Final da partida e segue o Benfica, merecidamente, para os oitavos-de-final da Taça de Portugal.

O Sport Lisboa e Benfica alinhou com o seguinte onze: Artur Moraes; André Almeida, Luisão, Garay, Sílvio; Matic, Enzo Perez (Lima, 96’), Ruben Amorim (Ivan Cavaleiro, 69’), Gaitán; Markovic (André Gomes, 89’) e Cardozo.

 

Carrega Benfica!!!

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Olympiacos 1-0 SL Benfica

por João Silva, em 06.11.13

Faltou eficácia ao melhor Benfica da época! Os “encarnados” foram melhores, tiveram mais oportunidades de golo mas acabaram penalizados ao serem derrotados por um Olympiacos que pouco ou nada fez para o merecer. Venceu o cliché: “Quem não marca… sofre!”

O Benfica começou bem a partida, pressionante e firme, conseguindo logo nos minutos iniciais mostrar ao que ia. Aos 5’, e já depois de Markovic ter tentado a sua sorte, brilhante triangulação entre Ruben Amorim e Gaitán, com Cardozo, de primeira, a testar os reflexos do guardião da equipa grega. Três minutos depois, nova grande – e flagrante! – oportunidade de golo. O jovem sérvio é isolado por Ruben Amorim, contudo, permitiu a mancha a Roberto. Caindo no cliché, não se pode falhar golos desta maneira, e quem não marca, sofre!

Primeiro, Mitroglou tira as medidas à baliza “encarnada”, depois, aos 12’, e contra a corrente da partida, o Olympiacos chega à vantagem. Lance de bola parada, com Manolas, de cabeça, e sem qualquer marcação, a encostar para o fundo das redes de Artur Moraes. Uma oportunidade, um golo… e nada mais se veria desta equipa!

O Benfica não acusou o tento e depois de algum desnorte momentâneo reorganizou-se. As oportunidades foram escasseando com o decorrer dos minutos, mas aos 26’, Luisão teve na cabeça a oportunidade de repor a igualdade. Foi por centímetros que a bola, cabeceada pelo capitão, na sequência de um canto, não se aninhou nas redes helénicas. Ao intervalo era um Benfica castigado pela ineficácia, aquele que descia aos balneários.

Ineficácia vs pragmatismo

Reatar da partida… e mais Benfica, aliás, o melhor Benfica da época! Markovic, novamente, teve nos pés flagrante oportunidade, mas foi Roberto quem brilhou na defesa ao pontapé acrobático do sérvio. De seguida foi Sílvio quem tentou a sorte… mas o remate foi à figura. O Benfica crescia, crescia… Aos 58’, “slalom” espectacular de Markovic, com Enzo Perez a rematar para enorme defesa de Roberto. E por falar em enorme defesa… que dizer da estirada monumental a remate poderoso de Djuricic.

Até ao final da partida a toada manteve-se, com o Benfica, com muito mais coração do que cabeça, a ter mais do que oportunidades para sair da Grécia com um resultado positivo… e até dilatado. A equipa pecou na eficácia, é certo, mas teve pela frente um guardião que, na noite de terça-feira, valeu por toda uma equipa. E Artur Moraes não fez qualquer defesa de registo…

Vamos a factos: O cenário na Europa complicou-se. Matematicamente é possível? É!

O Sport Lisboa e Benfica alinhou com Artur Moraes; Maxi Pereira, Luisão, Garay e Sílvio; Matic, Enzo Perez e Gaitán; Ruben Amorim (Ivan Cavaleiro, 78’), Markovic (Djuric, 73’) e Cardozo (Lima, 70’).

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Cardozo

por João Silva, em 11.09.13
Parece estar definitivamente ultrapassado o conflito entre Jorge Jesus e Oscar Cardozo e que levou a que o paraguaio estivesse estado com um pé fora da Luz.
Tanto assim é que Cardozo já afirmou que quer acabar a carreira na Luz e sair pela porta grande.

Cardozo tem contrato com o Benfica até 2016 e é já neste momento o melhor marcador estrangeiro da história do Benfica.

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SL Benfica 2-0 Sporting

por João Silva, em 22.04.13

Duas obras de arte dão mais uma etapa superada rumo ao 33º.

Derby é sempre um derby e os primeiros minutos confirmaram isso mesmo, com o equilíbrio a ser a nota dominante. O Benfica foi soltando-se a pouco e pouco e o adversário começou a sentir mais problemas em termos defensivos, com Lima a tentar a sua sorte aos 15 minutos. Um cabeceamento de Matic, aos 22’, foi o primeiro sinal de perigo mais claro.

 

 

O Benfica começava a entrar no seu melhor período na primeira parte. Num pontapé que levava o selo de golo, Salvio viu um jogador contrário desviar a bola por cima da barra da baliza de Rui Patrício (27’). A história foi bem diferente aos 35’, altura em que Gaitán escapou pelo lado esquerdo e cruzou para o remate certeiro de Salvio.

 

 

O domínio benfiquista acentuou-se e Luisão quase viu um cabeceamento dar em golo (43’).

Sabendo que por vezes é necessário ser pragmático, o Benfica controlou os tempos do jogo para depois retirar os devidos proveitos. Após um lance confuso na área contrária (59’), o Benfica voltou à carga num cabeceamento perigoso de Luisão (73’).

 

 

Sentia-se que o golo podia ser uma questão de tempo, neste caso foi uma questão de apenas um minuto. Numa jogada superiormente construída por Gaitán e após combinação com Salvio, o número 20 centrou para a área onde apareceu Lima a rematar de forma acrobática no ar (74’). Um golo absolutamente tremendo!

 

 

Com uma vantagem de dois golos, o Benfica controlou os minutos finais e conquistou, assim, mais um triunfo na presente edição da Liga Portuguesa. Desta forma, a equipa da Luz mantém quatro pontos de vantagem em relação ao segundo classificado, após a realização da 26.ª jornada da Liga.

 

 

 

Homem do jogo: Gaitán – Não entrou da melhor forma na partida e nem sempre decidiu bem, mas quando foi preciso disse “presente”. Na posição de “10” deu discernimento ao jogo “encarnado”. Assistiu Salvio e Lima para os tentos. Saiu para os aplausos.

Restantes jogadores em destaque aqui.

 

 

 O Sport Lisboa e Benfica alinhou com a seguinte equipa: Artur Moraes; Maxi Pereira, Luisão (Jardel, 90’), Garay e Melgarejo; Matic, Enzo Perez, Salvio e Gaitán (André Gomes, 80’); Cardozo (Ola John, 69’) e Lima.

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Juntos até ao fim! Faltam 7 batalhas.

por João Silva, em 28.03.13

Das 7 batalhas finais, 4 são na Catedral. 

A equipa do "Glorioso" recebe este sábado o Rio-Ave, o nosso apoio é fundamental, os jogadores merecem e precisam sentir que os adeptos acreditam neles!

 

 

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109º aniversário: "A origem..."

por João Silva, em 02.03.13

No Almoço de Confraternização, após a vitória no jogo de desforra entre o Belém FC e o FC Swifts, surge a ideia de fundar um Grupo «só de portugueses». Foi precisamente a 13 de Dezembro de 1903 que surgiu, assim, a ideia de fundar o nosso Clube... até à sua Fundação, a 28 de Fevereiro de 1904, decorreram dois meses e meio nos quais se desenvolveu a ideia, criando e definindo os símbolos que depois fariam do Benfica um Clube Universal.

Fonte: Alberto Miguéns e Sónia Antunes no Jornal O Benfica

 

Em Belém, nos domingos em que havia jogos, os interessados no Futebol rumavam ao local onde se realizavam os desafios, com alguns dos ex-casapianos pertencentes à Associação do Bem a jogar, outros, a maior parte, a ver, tal como a miudagem de Belém do Grupo dos Catataus.
Há 109 anos e dois meses, quando chega o domingo, dia 13 de Dezembro de 1903, a expectativa é grande entre os (poucos) entusiastas do Futebol. O Grupo dos Catataus,também designado por Belém FC ou apenas «Foot-Ball Club», que tão boa réplica tinha dado há quinze dias aos futebolistas consagrados do FC Swifts, constituído por elementos da família Pinto Basto e alguns dos seus amigos, incluindo ingleses, preparou-se para a desforra desse jogo em que perdeu pela margem mínima.

Na semana anterior e depois da derrota,Manuel Gourlade, defesa-esquerdo do Belém FC, empregado da Farmácia Franco, teve a ideia de reforçar a equipa, tendo-se deslocado ao Hipódromo de Belém e entrado em conversações com os elementos da Associação do Bem.
O certo é que alguns dos ex-casapianos, jogadores com experiência e dotados para o futebol, aceitaram integrar o Grupo dos Catataus... e estava assim dado um «passo de gigante» na formação de um novo Clube – o nosso Benfica!
Agora que o Belém FC se apresentava reforçado por ex-casapianos da Associação do Bem, jogadores consagrados por anos de prática consecutiva de futebol quase sempre com resultados positivos, esperava-se um grande encontro da modalidade.
E foi isso que ocorreu há pouco mais de 109 anos, num jogo muito disputado, saindo vencedor, por 1 a 0, o Belém FC, que, na prática, era um misto de alguns jogadores do Belém FC e outros elementos da Associação do Bem.

 

Um grande «team» só de portugueses
Como não podia deixar de acontecer, após o encontro, jogado como era habitual ao fim da manhã, os vencedores rumaram para o Bairro de 

Belém para celebrar o triunfo com um almoço realizado no Café Gonçalves, lugar habitual de confraternização, mesmo após os treinos, quer entre os miúdos de Belém, quer entre os casaspianos.

Foi no interior deste Café (actualmente a cervejaria Nau de Belém) em frente à Farmácia Franco (actualmente uma dependência da Caixa Geral de Depósitos) que, em plena euforia, alguém sugeria «com aqueles elementos fazia-se um grande team». Logo alguém alvitrou - «mesmo só portugueses». «Aqueles elementos» eram os futebolistas que há pouco haviam vencido o FC Swifts. «Só portugueses» porque conseguiram a vitória jogando apenas com portugueses, bem na tradição do Futebol casapiano, enquanto no FC Swifts jogaram alguns ingleses, que, mesmo assim, apesar da fama de serem bons futebolistas, foram incapazes de evitar a derrota, frente aos elementos do Belém FC e da Associação do Bem.

 

Bases de um grande Clube
E foi assim que nos dias seguintes se procurou organizar um Clube assente, desde logo, em dois princípios: um Clube organizado devidamente para poder trilhar o caminho dos êxitos desportivos, daí procurar-se que dele fizessem parte, quer futebolistas consagrados, quer jovens interessados em desenvolver o Futebol; e apenas com portugueses, já que eram raros os grupos de Futebol portugueses que não tivessem ingleses entre os seus elementos.
Foi, sem dúvida, uma forma de ter desde logo algo que distinguisse o nosso Clube dos restantes grupos de Futebol.
Entre 13 de Dezembro de 1903 (data em que surge a ideia de fundar o nosso Clube) e 28 de Fevereiro de 1904 (data da Fundação do Clube) decorreram dois meses e meio, nos quais se desenvolveu a ideia, criando e definindo os símbolos (nome, equipamento e o emblema)que depois fariam do Benfica um Clube Universal.

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um passado de glória um futuro de vitória benfica




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