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O Benfica recebe, esta sexta-feira, o Portimonense na 5.ª jornada da Liga NOS. Rui Vitória espera um jogo “difícil” perante uma equipa recém-promovida à I Liga “organizada”.

"Primeiro, é um enorme prazer receber o Portimonense, uma equipa da I Liga. Vai ser um jogo que eu espero que ganhemos, mas será difícil e complicado. O Portimonense tem uma equipa organizada, com jovens e jogadores de qualidade. Estamos perfeitamente cientes daquilo que é o real valor do Portimonense e temos que pôr as nossas armas em campo. Espero um jogo difícil contra um equipa que estou em crer que vai fazer um belo campeonato”, disse o técnico encarnado em conferência de imprensa, realizada esta quinta-feira, no Estádio da Luz.

Em relação aos últimos dias de mercado de transferência, mais concretamente a saída de Mitroglou e a entrada de Gabriel Barbosa, Rui Vitória assumiu estar satisfeito com o lote de jogadores que compõem o plantel do Benfica. “A vida de uma equipa como a nossa, não só a nossa como a maioria das equipas europeias. Já faz parte da dinâmica. Estou satisfeito com os jogadores que chegaram, o Gabriel chegou agora. O Mitroglou saiu porque é mesmo assim. As coisas estavam preparadas nesse sentido, no caso de haver alguma saída. Não são jogadores iguais. Até na fisionomia são bem diferentes. Agora, resta-nos a nós potenciar os jogadores. Nunca se pode dizer quem são os onze titulares, haverá espaço para todos. Todos os jogadores são importantes”, garantiu.

"Estou satisfeito com os jogadores que tenho à disposição. O que há a realçar é que vieram grandes clubes a vir buscar jogadores ao clube. Hoje é bom estar a representar o Benfica porque sabem que é uma montra muito grande. Os jogadores estão preparados para aquilo que queremos. Não há história de lacunas, há novas realidades, há novos jogadores que vão aparecer. A vida das equipas é assim, e a nossa também. Faz parte do contexto”, explicou.

"Não vamos individualizar porque além desses que já vieram jogadores no início da época. Em relação aquilo que é a composição para amanhã, posso adiantar que o Gabriel está convocado, mas que o Svilar e o Douglas ainda não. Estou satisfeito com os jogadores que tenho e estamos prontos”, esclareceu o técnico encarnado.

"Cada equipa tem a sua característica. A nossa forma de abordagem do jogo, se uma equipa adversária se aparenta se diferente maneira, teremos de contornar isso. Nós temos que estar preparados para tudo aquilo que o adversário vai apresentar. Não podemos inverter o essencial. O Benfica é uma grande equipa, vai ser difícil para nós, mas para os outros também será." 

"Amanhã estarão em campo os jogadores que estiverem prontos. Nunca me ouviram dizer que estou a pensar no jogo a seguir. O jogo mais importante é o próximo. Ganhando o de amanhã, estaremos mais próximos de ganhar o seguinte. Amanhã estarão os jogadores que darão mais garantias." 

São 20 os convocados do Benfica para o jogo com o Portimonense. Destaque para a estreia do reforço Gabriel Barbosa na lista. Grimaldo, Salvio e Rúben Dias entram nos eleitos e saem Paulo Lopes, Jardel, Willock, João Carvalho e Diogo Gonçalves.

Guarda-redes: Bruno Varela e Júlio César;

Defesas: Lisandro, Grimaldo, Luisão, Rúben Dias, Eliseu e André Almeida;

MédiosFilipe Augusto, Samaris, Pizzi, Krovinovic, Salvio e Cervi;

Avançados: Jonas, Gabriel Barbosa, Seferovic, Zivkovic, Rafa e Raúl.

O terceiro jogo oficial da temporada no Estádio da Luz deve registar uma nova enchente, com mais de 50 mil espectadores nas bancadas. Esta é a previsão dos responsáveis encarnados, mesmo sabendo que à sexta-feira as assistências registam uma quebra ligeira.

 

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Muito perto do sonho

por João Silva, em 12.05.17

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A partir do momento em que Rui Vitória arrancar a conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o V. Guimarães, às 19 horas, o Benfica fica a pouco menos de 24 horas do jogo que pode coroar a equipa como tetracampeã.

Apesar de as rotinas não mudarem, é impossível fugir ao facto de o sonho da conquista do inédito tetracampeonato estar apenas a três pontos de distância.

O objetivo da equipa técnica passa por encarar este compromisso como apenas mais um jogo, mas claro, o cenário pode ser de festa em caso de triunfo.

A mensagem deixada ontem aos adeptos pelo presidente já está bem "encaixada" na cabeça dos jogadores, que receberam indicações expressas, logo depois do triunfo sobre o Rio Ave (1-0), para não entrarem em euforias e para se manterem à margem de todo o "ruído" exterior. O plantel esteve completamente blindado nos últimos dias e é a partir de hoje que a concentração estará já totalmente direcionada para um dos compromissos mais importantes da temporada. Até às 19 horas, altura em que os jogadores se apresentam na Luz para estágio, é tempo para descontraírem o máximo possível junto das famílias.

#CarregaBenfica

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Rui Vitória está perto de fazer história

por João Silva, em 17.03.17

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Rui Vitória está perto de fazer história no Benfica. Caso vença no sábado o Paços de Ferreira, o técnico será o mais rápido de sempre a alcançar 50 triunfos na liga portuguesa. Os três pontos também valem a maior percentagem de sempre de vitórias obtidas por um treinador ao serviço do Benfica. De acordo com contas do jornal A Bola, Jimmy Hagan - técnico entre 1970 e 1973 - foi o mais rápido de sempre a atingir essa marca das 50 vitórias, precisando apenas de 62 partidas para alcançar esse feito. Rui Vitória tem cerca 59 jogos ao serviço do Benfica no campeonato, ou seja, basta que o treinador vença uma das duas próximas partidas (frente ao Paços ou frente ao FC Porto) para garantir esse feito. Jorge Jesus precisou de 68 partidas para atingir a meia centena de triunfos. Em termos de percentagem de vitórias ao serviço do "glorioso", o atual técnico ocupa a segunda posição, com 83,1 %, atrás de Jimmy Hagan. Jorge Jesus alcançou o registo de 75,5 % de triunfos ao serviço do Benfica.

 

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Antevisão da partida com o Belenenses

por João Silva, em 13.03.17

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Rui Vitória mostrou-se confiante numa boa resposta da equipa do Benfica frente ao Belenenses, no jogo da 25.ª jornada da I Liga de futebol, após a eliminação na Liga dos Campeões frente ao Borussia Dortmund.

Na antevisão da partida com os ‘azuis’, Rui Vitória lembrou que é preciso ultrapassar a goleada sofrida na Alemanha, por 4-0, em nome dos "objetivos para conquistar" esta época, ou seja, o inédito tetracampeonato e a Taça de Portugal.

"Queremos ganhar todos os jogos, mas ao não ter acontecido é preciso ter cabeça fria e saber que há mais vida pela frente. Sei como os jogadores reagem e o que mais queremos é que o jogo venha para jogarmos em casa e com o nosso público", afirmou o treinador do Benfica, na conferência de imprensa, no Estádio da Luz.

O desempenho dos tricampeões nacionais em Dortmund foi alvo de críticas durante os últimos dias, mas Rui Vitória reiterou a sua tranquilidade, vincando que não mudaria muito em relação à estratégia adotada na segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões.

"Vejo as criticas sempre como forma de aprendizagem, mas isso não me abala. Não são as criticas que me vão tirar o sentido do trabalho, da mesma forma que oiço elogios e recebo-os, mas passo à frente. Se fosse fácil chegar aos quartos de final ia lá muita gente. Não nos dá conforto nenhum porque queremos chegar lá mais vezes, mas há que perceber estas questões", disse.

Admitiu ainda que o erro também pode fazer parte da sua atividade: "Não estamos livres de errar, mas a visão do treinador é completamente diferente. Perante o que foi o jogo e as condições do adversário, hoje faria praticamente a mesma coisa com os jogadores que tinha à disposição."

Recusando um cenário de sequelas psicológicas sobre os seus jogadores pela eliminação das provas europeias, Rui Vitória aproveitou para enaltecer o percurso internacional do Benfica nas últimas duas épocas.

"Foi uma caminhada dentro do que podíamos fazer e que temos sentido como algo muito favorável. Não estamos satisfeitos e nem resignados, queremos lá voltar para o ano. Não recusámos qualquer competição, olhámos todas com uma grande vontade de ganhar", referiu.

Em relação ao embate com o Belenenses, o treinador do Benfica elogiou o crescimento do rival lisboeta, mas vincou a vontade de triunfar: "É um jogo que queremos ganhar, contra um adversário que tem feito uma campanha de qualidade, com processos mais assimilados, e que acrescentou jogadores que deram mais qualidade. Espero um jogo difícil."

Faltam dez jogos, mais o da Taça e eventualmente a final. Serão 12 finais.

 

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Há dois anos, pelo menos, que a pergunta-chave da Liga Portuguesa tem de ser "como desestabilizar o Benfica?" Não é daquelas interrogações que se possa pôr em público, embora o Sporting tenha chegado a ser quase tão flagrante como isso, mas faz parte dos manuais. A maior vantagem do Benfica para os adversários é a estabilidade, diretiva, desportiva e social. Já era quando Jesus saiu de lá bicampeão e desde então, com um contributo generoso do ex-treinador e de Bruno de Carvalho, só aumentou. Desde maio de 2015, o Sporting deu ao Benfica anticorpos para tudo, do grau de camaradagem com os árbitros até às finanças duvidosas, passando pela tolerância do público ao ruído, que agora é quase total. Hoje, qualquer um de nós consegue ler o jornal (ou até escrevê-lo) ao pequeno-almoço a dois palmos do motor de um Boeing. O melhor de tudo é que a desestabilização, numa equipa de futebol, é inevitável e não precisa de intervenções externas. Demasiados suplentes, demasiadas diferenças salariais, demasiados egos, demasiadas expectativas frustradas, demasiados treinadores de bancada, etc. As lamúrias de Luisão, no início da época, são um exemplo dessa inevitabilidade. E ajuda muito ter uma espécie de provisão infindável de Xanax na pessoa de Rui Vitória. A renovação de contrato, apalavrada recentemente, significa que o Benfica está bem ciente de qual tem sido a sua principal força.

Fonte: OJogo.pt

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Guardiola elogia Benfica de Rui Vitória

por João Silva, em 05.01.17

Pep Guardiola, que no ano passado treinava o Bayern Munique e defrontou o Benfica nos quartos de final da Liga dos Campeões, elogiou o clube encarnado, no seu livro Pep Guardiola. La metamorfosis

O atual treinador do Manchester City classificou o futebol de Rui Vitória como «a melhor organização defensiva da Europa» , mas lembra que o Benfica «não é uma equipa defensiva».

O catalão compara o futebol do Benfica ao futebol de Arrigo Sachi, treinador que fez carreira em Itália e lembra que «as pessoas não veem a liga portuguesa» e que por esse motivo não dão valor à forma de jogar do Benfica.

 

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Mais um feito inédito de Rui Vitória

por João Silva, em 30.12.16

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Ao bater o FC Paços de Ferreira no último jogo do ano de 2016, o Benfica igualou o recorde máximo de vitórias de sempre num ano, um recorde nacional partilhado com o FC Porto.

As águias chegaram às 44 vitórias no ano civil de 2016, o mesmo número que os dragões conseguiram no ano de 2010 sob o comando de Jesualdo Ferreira, primeiro, e André Villas-Boas, depois.

Num olhar exclusivo ao presente, o número de triunfos conseguidos pelo Benfica em 2016 só encontra paralelo no FC Barcelona, a outra equipa a ganhar 44 encontros no ano que agora termina.

Um feito com dedo de Rui Vitória. O treinador das águias acaba por se tornar no primeiro português a alcançar tantas vitórias num ano, superando os 42 triunfos de Jorge Jesus em 2014.

 

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Rui Vitória projectou este sábado em conferência de imprensa o encontro com o FC Porto e admitiu que Grimaldo não vai estar disponível para disputar o clássico de domingo no Dragão.

"O que eu gostava era de ter toda a gente disponível e escolher a bel-prazer a equipa. Infelizmente não acontece, mas eu não vou mudar em relação ao que digo há muito tempo. A vida das equipas é esta, havemos de arranjar soluções, como tem acontecido nos jogos anteriores e quem entrar estará preparado. Parece-me um pouquinho injustiça estes jogadores não jogarem, mas isso ainda nos une ainda mais. Há de haver soluções, não tenho dúvidas", afirmou sobre as ausências do Benfica para o jogo de domingo.

"É evidente que é um clássico. Vai ser um jogo difícil para as duas equipas. São duas boas equipas e será um jogo interessante de seguir, num estádio cheio. O FC Porto quer ganhar, tem qualidade e, da nossa parte, vamos fazer o normal, queremos constantemente ganhar três pontos. Mas, evidentemente, estes são os jogos que todos queremos jogar", frisou o técnico do Benfica sobre o jogo com o FC Porto.

Há três pontos para conquistar. O foco é total no jogo e no adversário. A partida vai ser complicada, mas de uma forma humilde vamos tentar impor o nosso jogo e vencer

Na época passada o Benfica jogou sempre bem frente ao FC Porto mas perdeu os dois jogos. Para 2016/17 não há paralelismos. “O jogo vai ser diferente do ano passado, porque as equipas são diferentes. Temos de pensar é no jogo de domingo e queremos preparar bem a partida. Haverá momentos em que vamos atacar e outros em que vamos ter de defender. As equipas conhecem-se bem. Sabemos o que temos de fazer”, considerou.

O Benfica será sempre líder independentemente do resultado do Estádio do Dragão. Este é mais um jogo em há três pontos em disputa.

Carrega benfica!

Rumo ao Tetra!

 

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Na frente do campeonato, a equipa de Rui Vitória tem estabelecido uma série de recordes.

No próximo clássico de domingo, frente ao FC Porto, pode alcançar mais um registo histórico.

O Benfica tem a possibilidade de, caso derrote os dragões, dilatar para oito pontos a vantagem sobre o rival, algo que não consegue há... 44 anos.

Desde 1972/73, na altura sob o comando de Jimmy Hagan, que uma vitória ainda durante a primeira volta sobre o conjunto azul e branco não permitia ao clube da Luz abrir uma margem tão confortável. E nessa época, fruto de um arranque totalmente vitorioso, o triunfo à 9.ª jornada fez disparar a diferença para o FC Porto para 11 pontos, que face à equivalência das vitórias para os atuais três pontos seria de 18.

O melhor nas mais de quatro décadas desde então foi obtido por Sven-Goran Eriksson, em 1982/83. Também à 9.ª jornada, como Hagan, venceu os portistas e ficou com margem de sete pontos.

 

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«Olhando para aquilo que são as idades dos jogadores, se alguns já jogam desta forma com esta idade, a tendência é de evolução. Há essa margem de crescimento e de outros jogadores que ainda não jogaram. Estou muito satisfeito com a entrega e a qualidade de jogo. Chegámos a um equilíbrio. Mas os jogadores ainda têm muito para andar e para aprender. Outros que ainda vão chegar vão dar muito à equipa.

Temos sempre um ideal. Acreditamos no nosso trabalho, acredito muito nos meus jogadores. Dá gosto trabalhar diariamente com eles. Mas isto é uma bola de neve. Algo que se vai construindo, cimentando.

É o trabalho, a entrega, a evolução natural das coisas, um clima muito agradável entre toda a gente e o ir para o prazer e não para o emprego. Mas, no futuro, as coisas podem ter outro caminho e cá estarem. Os campeonatos ganham-se em maio e têm de ser construídos jornada a jornada. Vamos até à última jornada jogar como se fosse a primeira e não abdicamos disso.»

Rui Vitória em declarações na sala de imprensa do Estádio da Luz após o triunfo sobre o Paços por 3-0.

 

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um passado de glória um futuro de vitória benfica




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