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Ederson, Nélson Semedo, Lindelöf, Pizzi, Mitroglou e Jonas foram eleitos para o melhor onze de 2016 da I Liga, no âmbito das Quinas de Ouro.

O SJPF é a entidade responsável pela eleição do melhor 11 da Primeira Liga e o voto é da exclusividade dos jogadores que participam na referida competição.

O Melhor 11 da Primeira Liga é relativo ao ano civil de 2016, compreendendo o período entre 1 de janeiro e 31 de dezembro.

Eis o melhor 11 de 2016 da Primeira Liga:

Guarda-redes: Ederson Moraes (Benfica);
Defesas: Nélson Semedo (Benfica), Victor Lindelöf (Benfica), Sebastián Coates (Sporting) e Alex Telles (FC Porto);
Médios: Danilo Pereira (FC Porto), Adrien Silva (Sporting) e Pizzi (Benfica);
Avançados: Gelson Martins (Sporting), Jonas (Benfica) e Mitroglou (Benfica).

 

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Kostas Mitroglou nasceu na Grécia, mas cresceu na Alemanha e tem brilhado em Portugal com a camisola do Benfica. A preparar nesta altura o regresso a “casa” para o decisivo duelo com o Dortmund, o avançado falou ao UEFA.com.

Mitroglou.jpg

Emigrou da Grécia para a Alemanha quando ainda era criança, mas regressou como adolescente para jogar no Olympiacos. Como aconteceu tudo isto?

Kostas Mitroglou: Foi difícil deixar a Alemanha, mas era muito importante para a minha carreira. Tive de deixar a família, os amigos e o lugar onde cresci para ir para um local que, embora não sendo um país estrangeiro, não falava sequer a língua. Acho que foi a decisão certa. Os sete anos que passei no Olympiacos foram muito importantes. Foi o primeiro clube onde joguei como profissional. Adaptei-me bem e não foi preciso muito tempo para começar a marcar golos, que é a minha função como atacante. Foi ali que tudo começou para mim.

Estreou-se na UEFA Champions League como suplente num encontro com a Lázio em 2007 e, dois anos depois, marcou o primeiro golo na prova frente ao Standard Liége. O que recorda desses jogos?

Mitroglou: Disputei muitos desafios na Champions League desde esse jogo, mas a minha estreia foi muito importante, pois, como pensa qualquer apaixonado pelo futebol, este é o ponto mais alto que se pode atingir. Largamos tudo para ver um jogo da Champions League na televisão, pelo que jogar é ainda mais especial. Recordo-me desse golo, mas quando estamos a meio de um jogo não paramos para pensar: “Oh, acabo de marcar um golo na Champions League.” Só depois é que damos importância. É muito difícil marcar nesta competição, pois temos de defrontar os melhores do mundo. Tudo se passa de forma muito mais rápida e por vezes só temos meia oportunidade para marcar num jogo.

O encontro da primeira mão entre o Benfica e o Dortmund foi emocionante, não foi?

Mitroglou: Eles jogaram com muita velocidade e têm uma excelente equipa, mas seria sempre muito difícil conseguirem ganhar no nosso estádio. Fizemos um bom trabalho. Não sofremos golos e conseguimos marcar, como pretendíamos, embora tivéssemos passado por alguns momentos difíceis. Claro que gostaríamos de ter marcado um segundo golo, mas 1-0 não está mal. O que senti por marcar o golo? Principalmente alívio, porque o Dortmund estava a jogar muito bem. Foi um bom cruzamento num pontapé de canto que o nosso capitão desviou bem de cabeça, eu só tive de empurrar para a baliza e fazer o golo – foi muito importante para nós.

O regresso à Alemanha para a segunda mão passa a ser ainda mais especial para si?

Mitroglou: Vai ser óptimo ter a minha família e amigos a assistirem ao jogo no estádio – o meu pai, a minha mãe e talvez a minha avó, se tiver vontade de ir. Mas vou tentar não estar com eles antes do jogo, pois tenho de estar calmo. Estamos todos ansiosos por este desafio, tanto mais que vamos contar com o apoio de muito adeptos do Benfica. Vai ser incrível.

Fonte: UEFA.COM

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Champions: SL Benfica 1-0 Borussia Dortmund

por João Silva, em 15.02.17

Rui Vitória partiu para este jogo sem uma das suas principais armas: Jonas. O avançado brasileiro, que estava a voltar à boa forma e aos golos, estava em dúvida e acabou mesmo por falhar a partida da Liga dos Campeões. No seu lugar, Vitória escalou Rafa, procurando, através da mobilidade e capacidade de explosão do jovem de 23 anos conseguir surpreender a equipa do Borussia, que se apresentou num esquema de três defesas, com uma linha média bem aberta e com Aubameyang, Reus e Dembelé como as principais "setas" apontadas à baliza do Benfica.

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E o Benfica até entrou bem, com Salvio a ter uma boa oportunidade logo nos minutos iniciais do jogo. Mas foi sol de pouca dura. O conjunto alemão mostrou todo o seu poderio e controlo de jogo, dominando os 'encarnados' a partir dos 15/20 minutos, com a sua pressão alta e passes rápidos para a velocidade da linha avançada, sufocando as tentativas das 'águias' de sair para o ataque. Pizzi e Fejsa eram manifestamente pouco para dar vazão ao ataque avassalador do Dortmund, que trocava a bola com classe e eficácia, variando os flancos do jogo em poucos passes. No entanto, as “setas” apontadas à baliza não faziam os estragos necessários. Aubameyang esteve em noite "não" e desperdiçou várias hipóteses clamorosas de golo, apenas com Ederson pela frente.

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Ao intervalo, Rui Vitória pensou que estava na altura de dar mais músculo ao meio-campo, substituindo Carrillo (jogo esforçado mas sem muita bola) por Filipe Augusto, desviando Rafa para a esquerda e colocando Pizzi como apoio ao ponta de lança Mitroglou. E o início da segunda parte contou a mesma história do início da primeira: o Benfica a entrar melhor e a criar perigo. E foi assim que surgiu o golo.

Na marcação de um pontapé de canto, Luisão eleva-se nas alturas e, na comemoração da partida 500 ao serviço das águias, faz uma assistência para Mitroglou, que engana Burki e coloca a bola no fundo das redes alemãs. É caso para dizer que o capitão benfiquista não marcou mas acabou por dar meio golo às 'águias'.

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Depois do golo, o Dortmund dominava mas o Benfica ia controlando as ofensivas germânicas em solo português. No entanto, aos 56 minutos, Bartra entra na área benfiquista e cruza a bola, que bate no braço de Fejsa. Grande penalidade para o Borussia de Dortmund. Aubameyang foi chamado a marcar e, mais uma vez, falhou, atirando à figura de Ederson, que mostrou toda a sua qualidade.

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O domínio do Borussia manteve-se durante o resto da partida, mas o resultado não mais se alterou. O Benfica parte assim para a segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões com uma vantagem mínima, procurando em Dortmund garantir a passagem aos quartos de final da prova.

Uma última nota para os 55 124 adeptos que rumaram à Catedral: O 'Inferno da Luz' esteve bem presente em todo o encontro, com os adeptos a mostrarem em viva voz o seu apoio aos ‘encarnados’. O início do jogo viu um público muito activo e emotivo, abanando as cartolinas e vibrando com a imagem gigante de uma águia a pedir às águias para vencerem. O jogo viu depois um apoio incansável dos adeptos benfiquistas, abafando totalmente os cânticos alemães, numa festa europeia pintada em tons de vermelho e branco.

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O Benfica torna a centrar atenções no Campeonato Nacional, com a disputa da 22.ª jornada da prova. O Tricampeão vai defrontar a formação do SC Braga no domingo.

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Mitroglou fica até 2020

por João Silva, em 23.03.16

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Segundo o jornal O Jogo, o empresário de Mitroglou esteve reunido com Luís Filipe Vieira, nos últimos dias para acertou detalhes do contrato. Deste modo, o Benfica deverá avançar para a compra do passe do atleta que vem marcando vários golos de águia ao peito.

Na Luz, Mitroglou vai ganhar 1,7 milhões de euros por ano. O Benfica paga cerca de sete milhões de euros aos ingleses. Esta operação deverá ser realizada em três momentos: três milhões até 15 de julho deste ano, dois milhões até 31 de julho de 2017 e mais dois milhões até 31 de janeiro de 2018.

A ser verdade, é claramente uma boa decisão a contratação de Mitroglou, jogador que vem alinhando na Luz por empréstimo dos ingleses do Fulham.

 

 

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