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O Benfica é TetraCampeão!

por João Silva, em 14.05.17

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PARABÉNS!!!

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Rui Vitória está perto de fazer história

por João Silva, em 17.03.17

Rui Vitória.jpg

Rui Vitória está perto de fazer história no Benfica. Caso vença no sábado o Paços de Ferreira, o técnico será o mais rápido de sempre a alcançar 50 triunfos na liga portuguesa. Os três pontos também valem a maior percentagem de sempre de vitórias obtidas por um treinador ao serviço do Benfica. De acordo com contas do jornal A Bola, Jimmy Hagan - técnico entre 1970 e 1973 - foi o mais rápido de sempre a atingir essa marca das 50 vitórias, precisando apenas de 62 partidas para alcançar esse feito. Rui Vitória tem cerca 59 jogos ao serviço do Benfica no campeonato, ou seja, basta que o treinador vença uma das duas próximas partidas (frente ao Paços ou frente ao FC Porto) para garantir esse feito. Jorge Jesus precisou de 68 partidas para atingir a meia centena de triunfos. Em termos de percentagem de vitórias ao serviço do "glorioso", o atual técnico ocupa a segunda posição, com 83,1 %, atrás de Jimmy Hagan. Jorge Jesus alcançou o registo de 75,5 % de triunfos ao serviço do Benfica.

 

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Mais um feito inédito de Rui Vitória

por João Silva, em 30.12.16

Benfica_44_vitórias.jpg

Ao bater o FC Paços de Ferreira no último jogo do ano de 2016, o Benfica igualou o recorde máximo de vitórias de sempre num ano, um recorde nacional partilhado com o FC Porto.

As águias chegaram às 44 vitórias no ano civil de 2016, o mesmo número que os dragões conseguiram no ano de 2010 sob o comando de Jesualdo Ferreira, primeiro, e André Villas-Boas, depois.

Num olhar exclusivo ao presente, o número de triunfos conseguidos pelo Benfica em 2016 só encontra paralelo no FC Barcelona, a outra equipa a ganhar 44 encontros no ano que agora termina.

Um feito com dedo de Rui Vitória. O treinador das águias acaba por se tornar no primeiro português a alcançar tantas vitórias num ano, superando os 42 triunfos de Jorge Jesus em 2014.

 

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pele_eusébio.png

LISTA DE TODOS OS JOGOS:

23/07/1957 – Santos FC 3-2 SL Benfica – Vila Belmiro – Amistoso
15/06/1961 – Santos FC 6-3 SL Benfica – Paris, França – Torneio de Paris
19/09/1962 – Santos FC 3-2 SL Benfica – Maracanã – Mundial Interclubes
11/10/1962 – SL Benfica 2-5 Santos FC – Lisboa – Mundial Interclubes
21/08/1966 – Santos FC 4-0 SL Benfica – New York, Estados Unidos – Torneio de New York
18/08/1968 – Santos FC 4-2 SL Benfica – Buenos Aires, Argentina – Pentagonal de Buenos Aires
01/09/1968 – Santos FC 3-3 SL Benfica – New York, Estados Unidos – Amistoso

 

15/06/1961 – Santos FC 6-3 SL Benfica
Local: Estádio Parc des Princes, em Paris, França.
Competição: Torneio de Paris
Árbitro: Pierre Achinte

Santos: Laércio; Mauro e Décio Brito; Getúlio, Brandão e Lima; Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Técnico: Lula
Benfica: Barroca; João, Angelo (Mendes) e Germano; Neto e Cruz; José Augusto, Santana (Eusébio), Águas, Coluna e Cavem.
Golos: Pelé [2], Pepe [2], Coutinho e Lima; Eusébio [3]

 

19/09/1962 – Santos FC 3-2 SL Benfica
Local: Estádio Maracanã, no Rio de Janeiro.
Competição: Mundial Interclubes
Árbitro: Ruben Cabrera (Paraguai)

Santos: Gilmar; Lima, Mauro, Calvet e Dalmo; Zito e Mengálvio; Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe. Técnico: Lula
Benfica: José Rita; Angelo, Humberto, Raúl e Cruz; Cavem e Coluna; José Augusto, Santana, Eusébio e Simões. Técnico: Fernando Riera.
Golos: Pelé aos 31min do primeiro tempo; Santana aos 14min, Coutinho aos 19min, Pelé aos 41min e Santana aos 42min do segundo tempo.

 

11/10/1962 – SL Benfica 2-5 Santos FC
Local: Estádio da Luz, em Lisboa, Portugal.
Competição: Mundial Interclubes
Árbitro: Pierre Schinter (França)

Santos: Gilmar; Olavo, Mauro, Calvet e Dalmo; Zito e Lima; Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe. Técnico: Lula
Benfica: Costa Pereira; Humberto, Raul e Cruz; Cavem e Jacinto, José Augusto, Santana, Eusébio, Coluna e Simões. Técnico: Fernando Riera.
Golos: Pelé aos 17min e aos 27min do primeiro tempo; Coutinho aos 3min, Pelé aos 20min, Pepe aos 32min, Eusébio aos 41min e Simões aos 44min do segundo tempo.

 

21/08/1966 – Santos FC 4-0 SL Benfica
Local: Estádio Randalls Island Stadium, em New York, no Estados Unidos.
Competição: Torneio de Nova York
Árbitro: John Di Salvatore

Santos: Gilmar; Carlos Alberto, Oberdan, Orlando e Lima; Zito (Joel) e Mengálvio; Dorval (Amauri), Toninho, Pelé (Salomão) e Edu. Técnico: Lula
Benfica: Costa Pereira; Raul, Cruz , Caven, Jacinto; Jaime Graça, José Augusto (Iaúca), Torres (Nélson), Eusébio, Coluna e Simões. Técnico: Fernando Rieira
Golos: Toninho aos 16min do primeiro tempo; Edu aos 13min e aos 19min e Pelé aos 31min do segundo tempo.

 

18/08/1968 –  Santos FC 4-2 SL Benfica
Local: Estádio La Bombonera, em Buenos Aires, Argentina.
Competição: Pentagonal de Buenos Aires
Árbitro: Aurelio Bozzolini

Santos: Gilmar (Cláudio); Carlos Alberto, Ramos Delgado, Oberdan e Rildo; Joel Camargo (Negreiros) e Lima; Amauri, Toninho, Pelé (Almiro) e Pepe. Técnico: Antoninho
Benfica: José Henrique; Jacinto, Humberto, Raul e Cruz; Jaime Graça (Toni) e Coluna; José Augusto, Torres, Eusébio (Calado) e Simões. Técnico: Otto Gloria
Golos: Toninho Guerreiro aos 8min e aos 32min do primeiro tempo; Toninho aos 2min e 20min, Toni aos 3min e Calado aos 43min do segundo tempo.

 

01/09/1968 –  Santos FC 3-3 SL Benfica
Local: Yankee Stadium, em New York, Estados Unidos.
Competição: Amistoso

Benfica: Nascimento; Jacinto, Raul, Humberto e Cruz; J. Graça e Coluna; Zé Augusto, Torres, Eusébio e Simões.
Santos: Cláudio; Carlos Alberto, Ramos Delgado, Joel Camargo e Rildo; Lima (Orlando) e Negreiros; Edu, Toninho, Pelé e Pepe. Técnico: Antoninho
Golos: Carlos Alberto, Edu e Toninho; Jacinto, Zé Augusto e Eusébio.

Fonte: http://acervosantosfc.com/

 

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A caminhada do Real Madrid de 16 triunfos seguidos na Liga espanhola terminou na quarta-feira, situação que o deixou em 15º na lista das maiores séries vitoriosas de sempre na Europa, liderada pelo Benfica.

Benfica_1971-1973.jpg

29 jogos – Benfica (Portugal) 1971/73
A série do Benfica que ainda é recorde no plano europeu começou no final de uma temporada em que se sagraria campeão e continuou na seguinte, com as "águias" a vencerem o título em 1972/73 sem perder – algo que nunca acontecera em Portugal. O treinador inglês Jimmy Hagan era o líder de uma equipa que contava com Eusébio. "Ele gostava de disciplina. Os jogadores pensavam que os seus treinos eram muito duros, mas a equipa começou rapidamente a ganhar jogos e vimos que tudo valia a pena. Ele deu-nos uma força extra e essa foi a razão porque ganhámos três campeonatos seguidos", recordeu em tempos o "Pantera Negra".

28 – Dinamo Zagreb (Croácia) 2006/07
Eduardo, Luka Modrić e Vedran Ćorluka foram peças-chave na fantástica sequência do Dínamo na Croácia, iniciada com uns 5-1 sobre o Istra em Novembro de 2006 que seria terminada apenas com uma derrota por 4-3 na visita ao Varteks (actual Varaždin), em Setembro de 2007. Na véspera deste jogo, o treinador Branko Ivanković afirmou: "Temos uma grande equipa. Vamos vencer pela 29ª vez seguida e assim igualar o recorde do Benfica de modo a que esta geração do Dínamo fique na história do futebol mundial."

25 – Celtic (Escócia) 2003/04
O Celtic atingiu um novo máximo nas ilhas britânicas de 25 jogos seguidos a ganhar no campeonato entre Agosto de 2003 e Fevereiro de 2004, apontando 86 golos no percurso, numa formação orientada por Martin O'Neill e que conquistou a "dobradinha" na Escócia na última temporada de Henrik Larsson ao serviço do emblema de Glasgow.

25 – Dinamo Tirana (Albânia) 1951/52
O Dínamo fez história durante a série de quatro títulos nacionais seguidos, iniciados em 1950, o ano da fundação, até 1953. Iniciou-se frente ao Puna, a 18 de Abril de 1951, na 17ª jornada, e terminou a 1 de Junho do ano seguinte, quando empatou 0-0 ante o mesmo adversário.

24 – Crvena zvezda (Sérvia) 2015/16

Entre o empate 1-1 em casa frente ao Radnički Niš, a 21 de Julho de 2015 e o 0-0 em Vojvodina, a 2 de Abril de 2016, o Estrela Vermelha de Miodrag Božović venceu tudo e todas, com a sua sequência de 24 jogos rumo ao título a incluir vitórias em casa e fora ante o rival de Belgrado, o Partizan. 

23 – Malmö (Suécia) 1949/50
Depois de ser campeão sueco em 1948/49 com cinco vitórias nas últimas cinco jornadas da temporada, o Malmö manteve o ritmo na temporada seguinte iniciado com uma vitória por 2-0 na visita ao Elfsborg, a 31 de Julho de 1949. Somariam triunfos até um 3-3 na casa do AIK, a 14 de Maio de 1950.

22 – Käpäz (Azerbaijão) 1997/98
O conjunto orientado de Mehman Allahverdiyev de 1997/98 continua a ser a única a ganhar o campeonato sem derrotas, e, durante dez meses, até 23 de Setembro de 1998 ninguém lhe tirou pontos. Diga-se, no entanto, que dois dos 22 jogos ganhos pelo Käpäz o foram na secretaria.

22 – PSV Eindhoven (Holanda) 1987/88

Depois de somar vitórias nas cinco últimas jornadas em 1986/87, o PSV mostrou-se imparável na época seguinte, apesar de ter perdido Ruud Gullit para o AC Milan no Verão. Hans van Breukelen, Ronald Koeman, Eric Gerets, Berry van Aerle, Jan Heintze, Ivan Nielsen, Søren Lerby, Gerald Vanenburg, Wim Kieft e o veterano Willy van de Kerkhof brilhavam sob o comando do estreante treinador Guus Hiddink. Um empate 2-2 com o Twente a 16 de Janeiro de 1988 terminaria essa série, mas o PSV acabaria por vencer sem problemas a "dobradinha" e ainda sagrar-se campeão da Europa.

19 – Bayern München (Alemanha) 2013/14
18 – FH (Islândia) 2004/05
17 – Olympiacos (Grécia) 200506, 2015/16
17 – Internazionale Milano (Itália) 2006/07
17 – Steaua Bucureşti (Roménia) 1988
17 – Dinamo Bucureşti (Roménia) 1988
16
– Real Madrid (Espanha) 2016–17
16
 – Barcelona (Espanha) 2010/11
16 – APOEL (Chipre) 2008/09
16
 – Valur Reykjavík (Islândia) 1978
15 – Bangor City (País de Gales) 2010
15 – Sparta Praha (República Checa) 1999/2000
15
 – Benfica (Portugal) 1963
15 – Real Madrid (Espanha) 1960/61

 

Fonte: pt.uefa.com

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ruivitoria16.jpg

O Benfica defende este sábado a liderança da I Liga de futebol, num jogo em que visita a única equipa que, à sua semelhança, se mantém invicta no campeonato, o recém-promovido Desportivo de Chaves.

No jogo da sexta jornada, o tricampeão deverá continuar sem um dos seus maiores trunfos, o goleador brasileiro Jonas, bem como sem o avançado mexicano Raúl Jiménez, o central brasileiro Jardel, o médio grego Samaris ou o português Rafa.

As muitas lesões não impediram, no entanto, o Benfica de subir à liderança, depois de vencer o difícil jogo em casa com o Sporting de Braga e beneficiar da derrota do Sporting no terreno do Rio Ave.

A visita ao sexto classificado, que antecede a deslocação a Nápoles para a Liga dos Campeões, simboliza o confronto entre os dois únicos clubes que ainda não perderam na Liga: o Benfica tem quatro vitórias e um empate e o Chaves duas vitórias e três empates.

Será também o regresso de um ‘grande’ a Chaves, após o clube ter garantido o regresso ao escalão principal 17 anos depois da última presença. Os flavienses receberam pela última vez o Benfica em 1998, num jogo que terminou com a vitória das "Águias" por 4-0.

A equipa de Rui Vitória tem estado sublime fora de casa e falta apenas um jogo para que seja igualada a maior sequência da história do futebol português no que diz respeito a triunfos na condição de visitante.

A série atual é de 14 vitórias e já vem desde a época passada. A seguir ao empate a zero na Madeira, frente ao União, seguiram-se 11 triunfos até final da temporada, aos quais se somam os três até ao momento na edição atual.

Só há, na história dos registos do campeonato português, uma sequência melhor: foi entre abril de 1972, num triunfo por um a zero em casa do Leixões, e fevereiro de 1973, num dois a zero no Restelo, era Jimmy Hagan o treinador.

 

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Olhando para os últimos 50 anos de história da competição, é possível verificar que não é frequente que as duas equipas se encontrem, em particular nos últimos anos. A última vez que aconteceu até nem foi há tanto tempo - em 2013/14, vitória do Benfica, mas antes disso só em 2007/08. Ao todo, foram 17 encontros em 50 temporadas. Outra coisa de salientar, é o facto que os derbys lisboetas na Taça de Portugal têm tido muitos golos, e até algumas goleadas.

Nesses 17 encontros, foram apontados uns incríveis 71 golos: mais de quatro golos por cada jogo. Só nos últimos três encontros, por exemplo - e naturalmente retirando da conta os golos na marcação de grandes penalidades - registaram-se 21 golos. Sete golos por jogo.

As últimas cinco décadas, revela um impressionante equilíbrio: nove vitórias para o Benfica e oito para o Sporting. Vendo apenas a última década, porém, a vantagem benfiquista é mais clara: cinco vitórias 'encarnadas' contra duas vitórias dos 'leões'. 

No capítulo das goleadas, há também equilíbrio. Os 'encarnados' registaram o maior triunfo, com um 5-0 em 1985/86, mas o Sporting pode gabar-se de um 3-0 em 1982/83 e de um 4-1 na final de 1970/71.

Taça_de_Portugal_derbys.jpg

 

#CarregaBenfica

#RumoAoJamor 

 

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No Coração da Águia: Dia do 34 #3

por João Silva, em 04.07.15

 

 

Terceira e última parte da reportagem da SIC sobre o Sport Lisboa e Benfica.

 (segunda parte aqui)

(primeira parte aqui)

Fonte: Benficastuff

 

 

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Eusébio_Rei_Eterno.jpg

"Eusébio não morreu, só se ausentou fisicamente. Com o seu afastamento, nós é que morremos em parte. No meu caso, uma grande parte. A eternidade rima com ele, rima com imortalidade. Enquanto a bola chora - toda a bola chora -, recordamos o seu sorriso generoso e o sorriso à bola, expressão da nossa tão querida portugalidade", afirmou, no elogio fúnebre, junto ao Panteão Nacional, o amigo e "irmão" Simões.

O melhor futebolista português de todos os tempos repousa fisicamente, no lugar reservado aos grandes de Portugal, na sala 3, ao lado de Sophia de Mello Breyner, Humberto Delgado e Aquilino Ribeiro.

Uma honra que surge um ano e sete meses depois da morte a 5 de Janeiro do ano passado.

Há um sentimento nacional unânime em torno de Eusébio, todos os discursos da cerimónia em que estiveram presentes cerca de 600 pessoas, fora os jornalistas e quem assistia das varandas e atrás das barreiras de segurança que as autoridades colocaram nos pontos de acesso ao Panteão, não era Eusébio com o emblema do Benfica, mas com as quinas da selecção portuguesa.

Verdadeiramente, uma figura nacional” e “transversal a divisões ideológicas ou simpatias clubísticas”, como disse o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, no seu discurso, “muito obrigado” a “um português excepcional e raro”.

Eusébio, para a Nação Benfiquista, será sempre o Rei.

eusebioadeptos1.jpg

 Descansa eternamente!

 

 

 

 

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No Coração da Águia: Guia Para o Título #2

por João Silva, em 03.07.15

 

 

Segunda parte da reportagem da SIC sobre o Sport Lisboa e Benfica.

(primeira parte aqui)

Fonte: Benficastuff

 

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um passado de glória um futuro de vitória benfica


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# Classificação 2016/17




# Universo Benfiquista











titulos GLORIAS ETERNAS

eusébio
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