Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Goleada na champions: "È olhar em frente"

por João Silva, em 29.09.17

A goleada de 5-0 sofrida pelo Benfica em Basileia entrou diretamente para o lote das maiores humilhações do clube da Luz nas competições europeias. Foi o segundo resultado mais desnivelado sofrido pelos encarnados, igualando o score de um jogo com o Borussia Dortmund em 1963-64, na Taça dos Campeões Europeus.

A exibição e o resultado no terreno do octocampeão suíço fizeram recordar a noite de 25 de novembro de 1999, quando o Benfica sofreu o maior vexame europeu, ao ser derrotado por 7-0 no terreno do Celta de Vigo, na primeira mão da terceira eliminatória da Taça UEFA. Dessa equipa orientada por Jupp Heynckes faziam parte estrelas como João Pinto, Nuno Gomes e Poborsky, que foram incapazes de travar o vendaval ofensivo do ex-benfiquista Mostovoi, Karpin e companhia.

Paulo Madeira alinhou no centro da defesa nessa noite negra de Vigo, fazendo dupla com o brasileiro Ronaldo. Foi um desafio que naturalmente nunca mais esqueceu. "Foi um jogo muito mau e passados tantos anos ainda me custa falar do que aconteceu. Perder é sempre mau para o Benfica, mas ter uma derrota por esses números acaba por fazer perdurar a memória nos adeptos, como se vê pelo facto de já terem passado tantos anos e as pessoas ainda se lembrarem", começa por referir ao DN.

E afinal de contas, tendo em conta a experiência de há 18 anos, como podem os jogadores superar um resultado tão traumatizante como esse e o de Basileia? "É tentar esquecer o mais rapidamente possível e ter o pensamento no próximo jogo. Pode não ser fácil, mas os jogadores têm de se mentalizar que esse mau jogo já passou e necessitam de olhar em frente", defende. Paulo Madeira coloca de lado qualquer questão relacionada com falta de atitude, sublinhando que "os jogadores são sempre os primeiros a querer ganhar e certamente fizeram tudo o que podiam, mas há noites assim, tal como há noites em que tudo sai bem e se consegue ganhar por margens muito dilatadas sem que se tenha merecido".

Andrade também jogou os 90 minutos de Vigo, jogo que não quer recordar. "Peço desculpa, mas não vou falar de algo que não quero lembrar. Posso é falar de como os jogadores do Benfica devem dar a volta ao resultado. Não tenho a mínima dúvida de que quem joga num clube destes tem de estar preparado para a enorme pressão dos adeptos e da imprensa quando as coisas não correm bem. Por isso, têm é de trabalhar para inverter a situação e estar ansiosos pelo jogo com o Marítimo, no domingo, no qual acho que irão dar uma boa resposta", antevê.

De resto, apesar da pesada derrota em Basileia, do último lugar no grupo da Champions e do terceiro posto no campeonato, a cinco pontos do FC Porto, Andrade recusa-se a falar em crise. "Isso é uma palavra muito forte. O Benfica é tetracampeão! Concordo com Rui Vitória: quem está em crise é quem não ganha há muito tempo", defende, ficando uma das grandes diferenças entre esse 7-0 de Vigo e o 5-0 de Basileia: o contexto. Ler mais.

Fonte: dn.pt

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Kostas Mitroglou nasceu na Grécia, mas cresceu na Alemanha e tem brilhado em Portugal com a camisola do Benfica. A preparar nesta altura o regresso a “casa” para o decisivo duelo com o Dortmund, o avançado falou ao UEFA.com.

Mitroglou.jpg

Emigrou da Grécia para a Alemanha quando ainda era criança, mas regressou como adolescente para jogar no Olympiacos. Como aconteceu tudo isto?

Kostas Mitroglou: Foi difícil deixar a Alemanha, mas era muito importante para a minha carreira. Tive de deixar a família, os amigos e o lugar onde cresci para ir para um local que, embora não sendo um país estrangeiro, não falava sequer a língua. Acho que foi a decisão certa. Os sete anos que passei no Olympiacos foram muito importantes. Foi o primeiro clube onde joguei como profissional. Adaptei-me bem e não foi preciso muito tempo para começar a marcar golos, que é a minha função como atacante. Foi ali que tudo começou para mim.

Estreou-se na UEFA Champions League como suplente num encontro com a Lázio em 2007 e, dois anos depois, marcou o primeiro golo na prova frente ao Standard Liége. O que recorda desses jogos?

Mitroglou: Disputei muitos desafios na Champions League desde esse jogo, mas a minha estreia foi muito importante, pois, como pensa qualquer apaixonado pelo futebol, este é o ponto mais alto que se pode atingir. Largamos tudo para ver um jogo da Champions League na televisão, pelo que jogar é ainda mais especial. Recordo-me desse golo, mas quando estamos a meio de um jogo não paramos para pensar: “Oh, acabo de marcar um golo na Champions League.” Só depois é que damos importância. É muito difícil marcar nesta competição, pois temos de defrontar os melhores do mundo. Tudo se passa de forma muito mais rápida e por vezes só temos meia oportunidade para marcar num jogo.

O encontro da primeira mão entre o Benfica e o Dortmund foi emocionante, não foi?

Mitroglou: Eles jogaram com muita velocidade e têm uma excelente equipa, mas seria sempre muito difícil conseguirem ganhar no nosso estádio. Fizemos um bom trabalho. Não sofremos golos e conseguimos marcar, como pretendíamos, embora tivéssemos passado por alguns momentos difíceis. Claro que gostaríamos de ter marcado um segundo golo, mas 1-0 não está mal. O que senti por marcar o golo? Principalmente alívio, porque o Dortmund estava a jogar muito bem. Foi um bom cruzamento num pontapé de canto que o nosso capitão desviou bem de cabeça, eu só tive de empurrar para a baliza e fazer o golo – foi muito importante para nós.

O regresso à Alemanha para a segunda mão passa a ser ainda mais especial para si?

Mitroglou: Vai ser óptimo ter a minha família e amigos a assistirem ao jogo no estádio – o meu pai, a minha mãe e talvez a minha avó, se tiver vontade de ir. Mas vou tentar não estar com eles antes do jogo, pois tenho de estar calmo. Estamos todos ansiosos por este desafio, tanto mais que vamos contar com o apoio de muito adeptos do Benfica. Vai ser incrível.

Fonte: UEFA.COM

Autoria e outros dados (tags, etc)

Raul_Gimenez.jpg

Raúl Jiménez, uma das lanças que desbravam o caminho da águia, recebeu O JOGO no Seixal. Em entrevista exclusiva, opta por um discurso pleno de humildade, mas sem perder de vista a ambição de mostrar que o tricampeão tem qualidade para voltar a fazer a festa do título. Para já, passou o Natal na poltrona da liderança sobre uma almofada de quatro pontos de vantagem para o FC Porto, com os cinco golos do mexicano na Liga a revelarem-se decisivos na conquista direta de cinco pontos.

O vosso grande adversário neste campeonato é o FC Porto, o Sporting ou os dois?

-Todos! Não há que tirar mérito ou valor a ninguém. Nuns jogos pode-se pensar que se ganha fácil, mas por vezes esses são os que se tornam mais complicados. Aconteceu-nos na época passada, por exemplo contra a Académica [em Coimbra], onde nos custou imenso ganhar. E ainda agora há pouco tempo se viu algo parecido frente ao Estoril. Há equipas que no papel podem não ser grandes como Benfica, FC Porto ou Sporting, mas todas vão querer dar luta, e muitas organizam-se bem defensivamente, dificultando a nossa entrada na grande área. Temos de jogar contra todos da mesma maneira para ganhar.

Nesta época, o Benfica somou quatro pontos em dois clássicos. Na temporada passada, fez apenas três pontos em quatro clássicos. Como se explica esta melhoria? Competência, mas também sorte?

-Temos de juntar tudo. Lembro-me de que na época passada perdemos em casa do FC Porto nos últimos minutos. Desta vez calhou sermos nós a marcar o golo do empate no fim. Há pormenores que numas ocasiões correm de feição, noutras nem tanto. Na época passada, tivemos alguns descuidos no jogo que perdemos com o Sporting no Estádio da Luz - em 30 minutos sofremos três golos. Percebemos que essas coisas não podem acontecer neste tipo de encontros, e agora fizemo-lo bem.

O Benfica entra em 2017 na frente do campeonato. Os jogadores sentem mais a pressão de liderar ou de perseguir?

-Não tem de haver pressão, mas sim confiança de que somos capazes de nos manter ali. E temos jogadores com qualidade. Esteja no campo, no banco ou na tribuna, qualquer um pode acrescentar um pouquinho do que se precisa para conquistarmos pontos e remarmos para o mesmo lado.

Autoria e outros dados (tags, etc)


Entrevista a Roberto

por João Silva, em 24.09.10

  

Fascinado com os adeptos, Roberto está seguro de que vai mostrar-lhes aquilo que realmente vale. E quando se fala na distância para o primeiro lugar, diz que a única coisa que importa aos jogadores são os próximos três pontos, e depois os seguintes, e assim por diante.

Magoaram-te as dúvidas que as pessoas começaram por ter das tuas capacidades?

Eh… eh…. Bem… As pessoas têm o direito de pensar o que quiserem. Eu limito-me a fazer o meu trabalho o melhor possível e o mais importante é eu acreditar em mim mesmo e saber sempre qual é o meu limite. Por isso estive tranquilo durante todo este tempo porque sabia que se trabalhasse como estamos trabalhando todos os dias, não apenas eu, mas toda a equipa iria melhorar muito e que as coisas iriam começar a acontecer como calculámos que iriam acontecer quando começámos a trabalhar.”

És uma pessoa tranquila?

Sim. Considero-me muito tranquilo. Em todos os aspectos. O único dia em que me recordo de estar muito nervoso foi quando nasceu a minha filha e se comparo isso, que considero nervos de verdade, ao meu trabalho, então posso dizer que sou mesmo muito tranquilo.”

Quem parece que te traz azar é o FC Porto. Aleijaste-te com gravidade no Dragão, para a Liga dos Campeões, agora vês o FC Porto a 9 pontos de distância…

É como digo: futebol. Há coisas pontuais, como ter jogado no Porto na época passada e ter sofrido essa lesão bem complicada para mim, e agora é um rival directo. Desde o dia em que cheguei que interiorizei que o Benfica é o Melhor Clube do Mundo, a minha casa, a minha família, todos os outros são apenas rivais aos quais vamos ter de ganhar.”

Ficaste surpreendido com o que vieste encontrar no Benfica?

Sim. Houve várias coisas que me surpreenderam. Sobretudo os adeptos. Na pré-época, na Suíça, ver duas e três mil pessoas nos treinos a apoiar-nos, e todo o carinho que nos dispensam aqui todos os dias, mesmo na rua, impressionou-me muito. Internamente, a organização é impressionante. Tem tudo o que é preciso para que o Benfica chegue onde quiser.”

 

Entrevista na íntegra na edição desta sexta-feira do Jornal 'O Benfica'

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


um passado de glória um futuro de vitória benfica




twiiter

# Classificação 2017/18




# Universo Benfiquista











titulos GLORIAS ETERNAS

eusébio
Mario Coluna








Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D


CONTACTO emailsilva.joaodiogo@hotmail.com