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Dezoito épocas volvidas, o Glorioso regressou a Trás-os-Montes para defrontar o GD Chaves. Lotação esgotada no Estádio Municipal Engenheiro Manuel Branco Teixeira, com um apetecível duelo entre as duas únicas equipas invencíveis na I Liga 2016/17.

Golos de Mitroglou e Pizzi resolveram um jogo difícil em Trás-os-Montes para os tricampeões nacionais, que ao vencerem o Desportivo de Chaves passaram a ser a única equipa invicta do campeonato.

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Os tricampeões nacionais assumiram o jogo logo desde o primeiro minuto. Ou melhor, procuraram assumir, pois a postura do Chaves foi mais do que positiva e o jogo foi tudo menos fácil para o Benfica.

Salvio foi o primeiro a tentar o golo, logo aos cinco minutos, de bicicleta, após trabalho de Pizzi na esquerda, e depois aos 15, numa recuperação de bola em zona proibida que resultou num remate de pé esquerdo à figura de António Filipe, que encaixou sem problemas.

A melhor ocasião de golo para os benfiquistas surgiria pouco depois, aos 17 minutos, com um remate repentino violento à entrada da área, de Mitroglou, para uma enorme defesa de António Filipe.

Parecia que o Benfica ia marcar mas a verdade é que o jogo não estava a ser totalmente dominado pela equipa de Rui Vitória, que viu André Horta e Gonçalo Guedes, muito apagados, não assumirem o jogo pelo centro do terreno.

A formação transmontana, por outro lado, nunca teve medo de ter bola, sendo agressiva no meio campo com Assis e Battaglia, e lançando Perdigão, Braga e Fábio Martins nas costas da defensiva do Benfica.

Até ao intervalo foi mesmo o Desportivo de Chaves a estar perto do golo, muito perto mesmo. Aos 40 minutos, numa fase onde a equipa de Jorge Simão punha a defensiva campeã nacional em sentido, dupla situação no poste. Paulinho na direita serviu Braga ao segundo poste que com pouco ângulo atirou ao ferro, e na recarga Fábio Martins também sem espaço acertou no poste.

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Houve ainda na primeira parte um duelo particular de golos anulados, promovido pela equipa de arbitragem liderada por Tiago Martins, um para cada lado. Aos 18 minutos Rafa marcou servido por Perdigão mas estava em posição irregular. Mais discutível foi o golo anulado a Mitroglou, após corte de Freire que sobrou para o avançado grego, aos 38 minutos.

Após o intervalo, o Benfica voltou muito mais competente das cabines. André Horte e Pizzi tentaram empurrar os flavienses para o último reduto e conseguiram.

Mas aí entrou em ação a organização defensiva da formação de Jorge Simão, sem dar grandes espaços e oportunidades, pelo que apenas pontualmente surgiram situações de perigo. A lesão de Felipe Lopes, aos 57 minutos, veio mexer com a defesa da equipa da casa e com o jogo.

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Antes, aos 53 minutos, Fejsa teve o golo nos pés após a pressão alta resultar em pleno, mas o médio atirou para defesa segura de António Filipe. Já aos 62, após um canto, Mitroglou ainda voltou a marcar, mas o fora de jogo claro resultou em golo anulado.

Uma substituição forçada pela lesão de Felipe Lopes alterou a estratégia dos flavienses. Com Fábio Santos forçado a entrar para os primeiros minutos da época, a frente de ataque teve menos uma alteração para refrescar o ataque. Resultado, a bola passou a estar mais tempo no meio campo do Chaves e as consequências foram terríveis.

Aos 69 minutos, um livre pela direita batido por Grimaldo só parou no fundo das redes após cabeceamento de Mitroglou, num desvio leve mas precioso.

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Coube ao Chaves voltar à carga, mas já sem o discernimento do primeiro tempo. Lançados no encontro, João Mário, aos 74 minutos, com um cabeceamento ao lado, e Vukcevic, aos 78, com um remate ao lado numa situação privilegiada, procuraram o empate. 

Mas o jogo já estava mais do que favorável para a equipa da Luz, que acabaria por matar o encontro. Aos 83 minutos Grimaldo bateu um livre perigoso que sobrou para Pizzi e o transmontano de Bragança atirou para o fundo das redes depois de aparecer completamente sozinho.

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O resultado não ficou mais avolumado porque António Filipe voltou a aparecer para evitar o golo de Carrillo, completamente isolado já aos 89 minutos. 

Com este resultado, o Glorioso regressa à liderança isolada da Liga NOS, com 16 pontos, 13 golos marcados e 4 sofridos.

Está igualado o recorde de 15 vitórias consecutivas fora de casa, que reporta a 1972, quando os encarnados eram orientados por Jimmy Hagan.

O SL Benfica alinhou de início com Ederson; Nélson Semedo, Lisandro, Lindelof e Grimaldo; Fejsa, André Horta (Celis, 75’), Pizzi e Salvio (Cervi, 60’); Mitroglou e Gonçalo Guedes (Carrillo, 86’).

 

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Mario Coluna








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