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O dia começa no Caixa Futebol Campus, pelas 15h00, com o jogo de Juniores entre o Benfica e o Belenenses a contar para a 6.ª jornada da fase de apuramento de campeão.

Uma hora mais tarde, novo encontro entre os dois emblemas, mas desta feita em futsal e em Belém. O Pavilhão Acácio Rosa é o palco da 22.ª jornada da fase regular do Campeonato Nacional. Do Restelo à Luz é um pulo, e a partir das 16h00 todos os caminhos vão dar ao Pavilhão n.º 2. Jogo de voleibol entre as águias e a Fonte do Bastardo para a meia-final do play-off.

Quando o relógio marcar as 18h00, o Pavilhão Fidelidade dá as boas-vindas à Liga Europeia com o jogo entre as equipas de hóquei em patins do Sport Lisboa e Benfica e do Liceo da Coruña. A partida é referente à segunda mão dos quartos de final e os comandados por Pedro Nunes trazem de Espanha uma vantagem de 2-3. À mesma hora, mas em Ílhavo, o basquetebol vira agulhas para a LPB depois da conquista da 22.ª Taça de Portugal. O encontro entre o Illiabum e o Benfica, referente à 5.ª jornada da 2.ª fase, terá lugar no Pavilhão Municipal Capitão Adriano Nordeste.

A partir das 19h00, em Espanha, o andebol joga uma cartada importante na Taça EHF. Na frente do seu grupo, o Benfica garante a passagem para os quartos de final em caso de triunfo ante o Helvetia Anaitasuna. O jogo da 6.ª ronda realiza-se no Polideportivo Anaitasuna.

Mas o melhor está guardado para o fim! Clássico de futebol, a partir das 20h30, num Estádio da Luz de gala. SL Benfica e FC Porto medem forças na 27.ª jornada da Liga NOS, onde uma vitória, como se espera, pode cimentar a liderança rumo ao Tetra, num palco que se espera completamente lotado.

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Os dados estão lançados. Passaram-se 26 jornadas e Benfica e FC Porto, com as suas qualidades e defeitos, chegam ao Clássico separados apenas por um ponto. Mas qual foi o caminho das duas equipas até ao jogo da Luz que pode decidir o título? O SAPO Desporto analisou os resultados de águias e dragões para perceber o que separou a regularidade das duas equipas na prova principal do campeonato português.

O Benfica chega a este encontro com 20 vitórias, dez no Estádio da Luz e dez fora de portas. Durante a sua caminhada vitoriosa, o conjunto de Rui Vitória conseguiu três goleadas por 4-0 (frente ao Tondela, Belenenses e Feirense) e quatro goleadas por 3-0 (Arouca, Nacional, Paços Ferreira e Moreirense). No entanto, também averbou cinco vitórias pela margem mínima, sendo que três delas foram mesmo por 1-0 (Estoril Praia, Braga e Feirense).

No lado mais negativo, o clube da Luz perdeu pontos em seis ocasiões, traduzidas em quatro empates (Paços Ferreira, Boavista, FC Porto e Vitória de Setúbal) e duas derrotas, concedidas frente ao Marítimo (2-1) e Vitória de Setúbal (1-0).

O FC Porto, por outro lado, tem mais empates que o Benfica mas menos uma derrota. A equipa de Nuno Espírito Santo chega ao Clássico com 19 vitórias, divididas entre 12 triunfos em casa e sete vitórias fora do Estádio do Dragão.

Os dragões vencem o clube da Luz no capítulo das goleadas, ao conseguirem oito goleadas ao invés das sete conseguidas pelo Benfica. Para além da maior goleada desta época no campeonato, com o 7-0 ao Nacional, o clube portista conseguiu mais quatro goleadas por 4-0 (Arouca, Tondela, Feirense e Nacional) e três goleadas por 3-0 (Arouca, Vitória de Guimarães e Moreirense).

Pelo lado negativo, o FC Porto perdeu pontos em sete ocasiões, divididas em seis empates e uma derrota. O clube portista empatou duas vezes em casa (Benfica e Vitória de Setúbal) e quatro vezes fora de portas (Paços Ferreira, Belenenses, Vitória de Setúbal e Tondela). Destaque também para o facto de que os empates concedidos pelos 'azuis e brancos' foram de 0-0 e de 1-1.

Quanto a derrotas, os dragões apenas perderam uma vez, frente ao Sporting, em Alvalade, num jogo que terminou 2-1 para a equipa de Jorge Jesus.

Decorridas 26 jornadas, não há muito que separe os dois candidatos ao título, que se voltam a encontrar, depois de um empate a uma bola na primeira volta, num jogo que pode muito bem decidir quem será o próximo campeão nacional português.

 

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Rui Vitória está perto de fazer história

por João Silva, em 17.03.17

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Rui Vitória está perto de fazer história no Benfica. Caso vença no sábado o Paços de Ferreira, o técnico será o mais rápido de sempre a alcançar 50 triunfos na liga portuguesa. Os três pontos também valem a maior percentagem de sempre de vitórias obtidas por um treinador ao serviço do Benfica. De acordo com contas do jornal A Bola, Jimmy Hagan - técnico entre 1970 e 1973 - foi o mais rápido de sempre a atingir essa marca das 50 vitórias, precisando apenas de 62 partidas para alcançar esse feito. Rui Vitória tem cerca 59 jogos ao serviço do Benfica no campeonato, ou seja, basta que o treinador vença uma das duas próximas partidas (frente ao Paços ou frente ao FC Porto) para garantir esse feito. Jorge Jesus precisou de 68 partidas para atingir a meia centena de triunfos. Em termos de percentagem de vitórias ao serviço do "glorioso", o atual técnico ocupa a segunda posição, com 83,1 %, atrás de Jimmy Hagan. Jorge Jesus alcançou o registo de 75,5 % de triunfos ao serviço do Benfica.

 

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Com Jonas de regresso ao onze e com uma baixa de última hora – Nélson Semedo –, o Tricampeão entrou com tudo e com os olhos bem postos no regresso à liderança.

Ora, e quando muito se quer e se trabalha para isso, as coisas acabam por acontecer naturalmente.

Primeira parte com domínio e controlo total do Benfica! Várias oportunidades de golo, com André Almeida, aos 12’, a marcar o primeiro da noite.

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Depois de várias investidas, autêntico sufoco, abertura espectacular de Pizzi, com o lateral português, muito oportuno a surgir na cara de Cristiano – aproveitando o erro de Miguel Rosa – e a rematar rasteiro junto ao poste para o 1-0.

O Benfica manteve a toada, carregou, carregou… com a equipa de Quim Machado a ter somente um lance de maior perigo, aos 38’, mas prontamente resolvido pelo atento Ederson.

Ao intervalo, 1-0, na Catedral para o Tricampeão, com o Belenenses a praticamente ver jogar e a apresentar poucas soluções, perante um Benfica – diga-se – ao qual faltou alguma eficácia para dilatar o marcador.

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Segunda parte e mais intensidade e emoção! Minuto 47 e lance muito duvidoso, com Mitroglou a cair na área, depois de um empurrão pelas costas de Domingos Duarte. Bruno Esteves, o árbitro do jogo, mandou seguir… mas ficou por marcar uma grande penalidade.

Resposta imediata de um Belenenses mais atrevido. Persson faz o primeiro remate enquadrado à baliza, e Miguel Rosa, no lance seguinte, atira forte ao ferro.

Do outro lado… magia de Mitroglou. Minuto 51, contra-ataque encarnado, Salvio cruza, e o grego, num espetacular remate em arco, faz o 2-0.

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E não foi preciso esperar muito para os 53 897 adeptos nas bancadas da Luz festejarem o terceiro. Assistência de Zivkovic, golo de Salvio! 3-0, à passagem dos 60’.

Até ao final, mais um par de oportunidades – o jogo partiu – e Jonas, já em período de compensação, sentenciou num 4-0 final. Vitória justíssima!

Com este resultado, o Tricampeão reassume a liderança da Liga NOS, agora com 63 pontos (20V3E2D), com 56 golos marcados e 13 sofridos.

O SL Benfica alinhou de início com Ederson, André Almeida, Luisão, Lindelöf, Eliseu, Samaris, Pizzi (André Horta, 85’), Salvio (Rafa, 77’), Zivkovic (Carrillo, 67’), Jonas e Mitroglou.

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Na próxima jornada, a 26.ª, o SL Benfica desloca-se à Capital do Móvel para defrontar a formação do Paços de Ferreira. Esta partida está agendada para as 20h30 de sábado.

Fonte: SLBenfica.pt

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Antevisão da partida com o Belenenses

por João Silva, em 13.03.17

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Rui Vitória mostrou-se confiante numa boa resposta da equipa do Benfica frente ao Belenenses, no jogo da 25.ª jornada da I Liga de futebol, após a eliminação na Liga dos Campeões frente ao Borussia Dortmund.

Na antevisão da partida com os ‘azuis’, Rui Vitória lembrou que é preciso ultrapassar a goleada sofrida na Alemanha, por 4-0, em nome dos "objetivos para conquistar" esta época, ou seja, o inédito tetracampeonato e a Taça de Portugal.

"Queremos ganhar todos os jogos, mas ao não ter acontecido é preciso ter cabeça fria e saber que há mais vida pela frente. Sei como os jogadores reagem e o que mais queremos é que o jogo venha para jogarmos em casa e com o nosso público", afirmou o treinador do Benfica, na conferência de imprensa, no Estádio da Luz.

O desempenho dos tricampeões nacionais em Dortmund foi alvo de críticas durante os últimos dias, mas Rui Vitória reiterou a sua tranquilidade, vincando que não mudaria muito em relação à estratégia adotada na segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões.

"Vejo as criticas sempre como forma de aprendizagem, mas isso não me abala. Não são as criticas que me vão tirar o sentido do trabalho, da mesma forma que oiço elogios e recebo-os, mas passo à frente. Se fosse fácil chegar aos quartos de final ia lá muita gente. Não nos dá conforto nenhum porque queremos chegar lá mais vezes, mas há que perceber estas questões", disse.

Admitiu ainda que o erro também pode fazer parte da sua atividade: "Não estamos livres de errar, mas a visão do treinador é completamente diferente. Perante o que foi o jogo e as condições do adversário, hoje faria praticamente a mesma coisa com os jogadores que tinha à disposição."

Recusando um cenário de sequelas psicológicas sobre os seus jogadores pela eliminação das provas europeias, Rui Vitória aproveitou para enaltecer o percurso internacional do Benfica nas últimas duas épocas.

"Foi uma caminhada dentro do que podíamos fazer e que temos sentido como algo muito favorável. Não estamos satisfeitos e nem resignados, queremos lá voltar para o ano. Não recusámos qualquer competição, olhámos todas com uma grande vontade de ganhar", referiu.

Em relação ao embate com o Belenenses, o treinador do Benfica elogiou o crescimento do rival lisboeta, mas vincou a vontade de triunfar: "É um jogo que queremos ganhar, contra um adversário que tem feito uma campanha de qualidade, com processos mais assimilados, e que acrescentou jogadores que deram mais qualidade. Espero um jogo difícil."

Faltam dez jogos, mais o da Taça e eventualmente a final. Serão 12 finais.

 

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Champions: Borussia Dortmund 4-0 SL Benfica

por João Silva, em 09.03.17

O Benfica foi eliminado da Liga dos Campeões depois de perder por 4-0 em casa do Borussia Dortmund – que mantem, assim, o registo cem por cento vitorioso em casa diante de clubes portugueses - na segunda mão dos oitavos de final. 4-1 no somatório das duas mãos.

Desde logo, destaque para as três alterações feitas por Rui Vitória em relação ao jogo da primeira mão: entraram André Almeida, Cervi e Samaris e saíram Fejsa, Carrillo e Rafa.

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No Signal Iduna Park, a equipa alemã precisava de dar a volta à eliminatória depois de ter perdido por 1-0 em Lisboa, a de 14 de fevereiro, com Kostas Mitroglou a marcar o único golo da partida.

E, logo aos 4’, eliminatória empatada. Canto de Dembelé, Pulišic desviou ao primeiro poste e, ao segundo, Aubameyang finalizou de cabeça.

Apesar disso, os adeptos do SL Benfica não pararam nunca de apoiar a equipa, desde o início do jogo. Mesmo em larga minoria, iam-se fazendo ouvir.

Os encarnados correram atrás do empate – que dava vantagem na eliminatória – e, aos 21’, surgiu o primeiro remate. Cruzamento atrasado de Nélson Semedo com a bola a chegar até Cervi, que rematou de pé direito para as mãos de Burki. 

A tentar reagir ao golo madrugador dos alemães, livre de Pizzi largo para o coração da área onde Luisão, mais alto do que todos, cabeceou à figura de Burki.

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Aos 41’ entrada muito feia de Dembélé sobre Eliseu, com o árbitro inglês Martin Atkinson a poupar claramente o segundo amarelo ao francês…

Ao intervalo, a formação liderada por Rui Vitória ia perdendo por 1-0, com tudo em aberto na eliminatória.

45 minutos decisivos

Grande entrada do SL Benfica no segundo tempo, a ficar muito perto do empate. Centro de Nélson Semedo da direita, Piszczek falhou o corte e a bola foi ter com Cervi que, com tudo para fazer golo, rematou forte contra o defesa polaco.

Ederson – que já tinha sido a figura do jogo da primeira mão – voltou a ser gigante com duas defesas impressionantes, aos 54’ e 57’ que estavam, no entanto, ambas fora de jogo.

Mas, aos 59’, nem Ederson valeu às águias. No espaço de apenas dois minutos, o Borussia Dormund colocou-se mais perto dos quartos de final e deixou a vida mais complicada para o SL Benfica que precisava agora de marcar mais dois golos para empatar a eliminatória.

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O 4-0 chegou aos 85’, com Aubameyang a fechar a contagem na Alemanha e a deixar o SL Benfica fora da Liga Milionária.

Rui Vitória fez alinhar de início: Ederson, Nélson Semedo, Luisão, Lindelöf e Eliseu; Salvio (64’ Jonas), André Almeida, Samaris (73’ Zivkovic) e Cervi (82’ Raúl); Pizzi e Mitroglou.

Fonte: SLBenfica.pt

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Champions: Alto que também estamos cá!!!

por João Silva, em 08.03.17

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O Benfica procura hoje no reduto do Borussia Dortmund a quinta presença nos quartos de final da Liga dos Campeões, depois do triunfo na Luz por 1-0 na primeira mão dos oitavos de final.

Um golo de Mitroglou e uma grande exibição de Ederson, que até um penálti defendeu, criou alguma esperança na equipa de Rui Vitória em eliminar este complicado adversário e passar assim aos quartos de final desta prova.

Depois da derrota na Luz, a equipa alemã respondeu com 12 golos em três jogos desde então - última vitória sobre o Bayer Leverkusen por 6-2 -, números que sugerem que Tuchel poderá ter razão quando diz que a partida "chega na altura certa".

O gabonês Pierre-Emerick Aubameyang, que desperdiçou uma série de ocasiões claras na Luz, incluindo um penálti, é a principal arma dos alemães, que serão, certamente, "empurrados" por um lotado Signal-Iduna Park. Muito dificilmente este será um jogo sem golos.

Mas o Benfica também pode muito bem marcar. Observando os últimos 10 jogos do Borussia Dortmund é possível notar que os germânicos apresentam algumas fragilidades defensivas, visto que sofreram em média 1,43 golos por jogo.

Como afirmou Rui Vitória sobre este jogo: "Sabemos o que pode valer um golo fora. O Dortmund é uma equipa de ataque e quer derrotar-nos. Mas nós estamos prontos e também queremos mostrar a nossa capacidade ofensiva".

A passagem aos quartos de final do Benfica não é uma missão impossivel, mas sim complicada. Os níveis de concentração dos jogadores terão de estar muito altos. 

Será um jogo contra uma equipa forte mas também são estes jogos que geram uma motivação extra, que tem influência no desempenho dos jogadores. 

Sobre a entrada deles em campo, nada como uma resposta nossa a dizer: Alto que também estamos cá!!!

 

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O Benfica qualificou-se esta terça-feira para a fase final da 4.ª edição da UEFA Youth League, após vencer, nos quartos de final, a formação do CSKA Moscovo, por 0-2.

No Stadium Oktyabr – em Moscovo – a formação orientada por João Tralhão rubricou uma exibição consistente, com Diogo Gonçalves, aos 15’, e um autogolo de Leonov, a assinarem os golos da vitória.

Partida muito intensa, disputada, pautada pelo equilíbrio e que começou com uma iniciativa das águias. Logo aos 2’, Zé Gomes, num bom lance pela esquerda esteve perto de marcar.

À passagem do primeiro quarto de hora, o golo. Erro crasso do guardião russo, Diogo Gonçalves acredita, e faz o 0-1 em Moscovo.

Jogo repartido, com o Benfica sempre mais perigoso. Aos 24’, duas boas oportunidades, com João Félix e Pedro Álvaro a estarem muito perto de dilatar a vantagem.

Em cima da meia hora, o CSKA espreitou a baliza encarnada, mas um enorme Fábio Duarte disse não.

A fechar a primeira parte, nova oportunidade para o Benfica, com Zé Gomes a cabecear ao lado. 0-1, ao intervalo.

A abrir a segunda parte, o 0-2 para o Benfica. Livre cobrado por Diogo Gonçalves, Leonov na disputa com Florentino, tenta o corte e acaba por introduzir a bola na própria baliza.

A partir daqui o jogo abriu completamente e aos 54’, bola ao ferro… grande oportunidade para o CSKA; na resposta, Diogo Gonçalves esteve muito perto de bisar.

Até ao apito final partida intensa, emotiva, com oportunidades, mas o marcador não mais de alterou!

As meias-finais da competição estão agendadas para dia 21 de Abril, com o SL Benfica a defrontar o vencedor do jogo entre Real Madrid e Ajax.

A grande Final da 4.ª edição da UEFA Youth League realiza-se no dia 24 de Abril.

Esta final four terá como palco Nyon.

O SL Benfica alinhou de início com Fábio Duarte, Aurélio Buta, Rúben Dias, Pedro Álvaro, R. Mangas, Florentino, João Félix, Gedson, Diogo Gonçalves, D. Tavares e Zé Gomes.

Suplentes: Daniel Azevedo, Nuno Gonçalves, Diogo Mendes, F. Soares, Tiago Dias, Vinícius e Mesaque Dju.

Fonte: SLBenfica.pt

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O Benfica entra hoje em ação na Youth League quando forem 13 horas em Portugal continental, no Estádio Oktyabr, frente ao CSKA Moscovo, numa partida em que os juniores encarnados vão tentar confirmar o tão almejado regresso à final four da competição, marcada para Nyon, na Suíça, entre 21 e 24 de abril.

Em 2013/14, o Benfica marcou presença nessa fase da competição e venceu o Real Madrid (4-0) nas meias-finais, saindo derrotado na final contra o Barcelona (3-0).

Em Moscovo, a equipa de João Tralhão vai encontrar várias dificuldades, a começar pelo frio que se fará sentir na capital russa e pelo facto de o jogo se disputar num relvado sintético. Apesar disso, a ambição dos jovens encarnados não esmorece.

João Tralhão chamou alguns elementos da equipa B, como Buta, Rúben Dias, João Filipe, Diogo Gonçalves ou José Gomes. Esta deverá ser a equipa que o treinador deverá alinhar frente aos russos: Fábio Duarte; Buta, Rúben Dias, Pedro Álvaro, Ricardo Araújo; João Félix, Gedson Fernandes, Diogo Mendes; João Filipe, Diogo Gonçalves e José Gomes.
 

 

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O troféu de tricampeão nacional entregue esta segunda-feira ao Benfica foi o primeiro e último da espécie. Prevista numa alteração regulamentar de 2011, a taça desapareceu entretanto das regras, embora ainda vigorasse, no entender da Liga, durante os três campeonatos ganhos pelas águias, entre 2014 e 2016.

Significa isto que Luís Filipe Vieira recebeu ontem um exemplar único, a não ser que nova remodelação volte a incluí-lo nos regulamentos. Segundo O JOGO, foi mesmo o Benfica - que integra a direção da Liga - a recordar a existência do troféu a Proença, que o foi debatendo com os membros executivos da direção em várias reuniões.

Pendente estava apenas a data de entrega, que ficou sempre à consideração do Benfica, também ouvido a respeito dos nomes a gravar no metal: só os dos jogadores que integraram os três planteis campeões, ou seja, sem menção aos dois treinadores que participaram nas vitórias. Isto é, Jorge Jesus (duas vezes) e Rui Vitória, a fechar o ciclo.

O tema nunca chegou a ser discutido com os membros não executivos da Liga, grupo do qual constam representantes do FC Porto e do Sporting. Em ambos os casos, o troféu de tricampeão foi-nos referido como "desconhecido", ainda que, quando está em causa apenas a aplicação de regulamentos, a direção executiva da Liga, ou seja, os elementos que gerem o dia-a-dia do organismo em todas as vertentes, tenha total liberdade para agir por conta própria.

Em todo o caso, fica a curiosidade: o Benfica recebeu o primeiro e, aparentemente, único troféu de tricampeão nacional. Destes, já não há mais.

 

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um passado de glória um futuro de vitória benfica




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