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Na caminhada rumo ao Tetra, o Benfica tem hoje a oportunidade de ampliar para quatro pontos a vantagem sobre o FC Porto, caso vença na Luz o Desportivo de Chaves.

Depois dos acidentes de percurso que foram o empate com o Boavista e a derrota no Bonfim, o Benfica chega a este encontro moralizado depois de na ronda anterior ter passado no difícil campo do Sp. Braga - vitória por 1-0.

Fejsa, a contas com uma entorse na tibiotársica esquerda, ficou fora das opções, ao passo que Jonas e Ederson (cumpriu castigo diante do SC Braga) voltam a ser chamados para o encontro desta sexta-feira. Para Rui Vitória, o Chaves tem vindo a fazer uma temporada muito positiva, trocou jogadores influentes, trocou de treinador, mas manteve o seu rendimento, o que não é muito comum e, por isso, digno de realce.

O Chaves tem pormenores importantíssimos e que temos de saber controlar. Sai com muito critério para o ataque, ou seja, quando vai, vai com perigo. Temos noção do que temos de fazer, sabendo que esta é uma equipa – tal como todas as outras - que vai causar-nos problemas. Temos de ser muito criteriosos no processo ofensivo e também quando perdermos a bola. Agora, tudo isto não muda em nada a nossa postura, a nossa forma de estar, vamos jogar em nossa casa, frente a um adversário bom, mas queremos dar comunidade ao que temos feito. Amanhã temos mais um jogo importantíssimo em casa e queremos ganhar”, acrescentou o treinador, analisando mais a fundo o adversário.

Do outro lado da barricada, Ricardo Soares, atual técnico dos flavienses (substituiu Jorge Simão a meio da época) revelou que só será possível pontuar frente ao Benfica se a sua equipa jogar no limite e se os jogadores do Benfica estiverem num dia 'não'. “Temos a noção do valor do adversário. Isso são factos, mas vou centrar toda as energias na minha equipa. Nós em nove jogos não sofremos golos em seis, pelo que se jogarmos no limite e o adversário não estiver tão bem, então podemos trazer alguma coisa de lá”, afirmou o técnico, em conferência de Imprensa.
Para este encontro os transmontanos contam com quatro baixas: Felipe Lopes, Hamdou e Mathaus estão lesionados e Carlos Ponck (fica de fora porque está cedido pelo Benfica).

Agora, jogue quem jogar, tendo em conta o contexto e o adversário, hoje há mais uma “final” para disputar e ganhar!

Carrega Benfica!!!

#RumoAo36

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Benfica e FC Porto fazem parte da elite europeia, segundo a UEFA. O coeficiente da organização europeia coloca 'águias' e 'dragões' na lista dos 20 melhores clubes a atuar na Europa, tendo em vista os seus resultados a nível europeu.

No entanto, o Sporting fica fora deste lote restrito de equipas do 'Velho Continente'.

A classificação da UEFA:

1. Real Madrid
2. Bayern Munique
3. Barcelona
4. Atlético Madrid
5. Juventus
6. Paris Saint Germain
7. Borussia Dortmund
8. Benfica

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

9. Sevilla

10. Chelsea
11. Arsenal
12. FC Porto
13. Manchester City
14. Schalke 04
15. Bayer Leverkusen
16. Nápoles
17. Shahktar Donetsk
18. Zenit S. Petersburgo
19. Manchester United
20. Tottenham

 

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O Benfica conseguiu esta terça-feira o apuramento para os quartos de final da Youth League, ao derrotar o PSV por 6-5, após o desempate por grandes penalidades.
O guarda-redes Fábio Duarte foi o grande herói dos encarnados, ao defender duas grandes penalidades do PSV.
As águias vão na fase seguinte defrontar CSKA Moscovo ou Rosenborg, que jogam em Moscovo.
A primeira parte foi quase toda dos encarnados, mas um forcing dos holandeses na fase final resultou no 1-0, apontado por Piroe, numa jogada em que "sentou" Ricardo Araújo com uma excelente finta, rematando em seguida à meia-volta.
O Benfica empatou à entrada da segunda metade, num tento de João Félix, em remate cruzado após passe de Jota.
Foi o 12.º golo da temporada deste jovem de 17 anos que é a grande sensação do momento nas camadas jovens das águias.
Até ao fim, nota para uma grande defesa de Fábio Duarte, aos 73', permitindo assim que as águias sobrevivessem até ao fim dos 90 minutos.
Nos penáltis, Diogo Mendes foi o primeiro a falhar, com um remate à barra, mas quando os holandeses estavam com o apuramento na mão, Fábio Duarte defendeu dois remates do adversário, o último dos quais a permitir a festa a toda a comitiva das águias que viajou até Eindhoven. Entre as duas defesas, José Gomes não falhara a sua tentativa.

 

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Com algumas baixas nos disponíveis, quer devido a lesão, quer devido a castigo, foi um Benfica igual a si próprio, pleno de ambição, aquele que subiu ao relvado da Pedreira.
Com Júlio César de regresso à baliza (Ederson castigado), Nélson Semedo, Luisão, Lindelöf e Eliseu asseguraram a zona mais recuada, com Fejsa, Pizzi, Salvio e Zivkovic (entrou para o lugar de Carrillo tendo em conta o último onze) no meio do terreno; e Rafa e Mitroglou na ofensiva.

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Primeiros minutos a darem o mote… intensidade, blocos coesos e subidos, linhas apertadas, com as duas formações a lutarem muito mas sem grandes oportunidades.
Aos 11’, o primeiro sinal de perigo, com Pedro Santos, na sequência de um canto a surgir solto de marcação mas a atirar por cima da trave. Na resposta surge Rafa. Minuto 14’, o ex-bracarense escapa a Ricardo Ferreira, entra na área mas adianta demasiado a bola. Marafona, oportuno, faz a mancha e nega o primeiro.

E se até então a equipa de arbitragem passara despercebida, o minuto 18’ mudou tudo isso. Salvio isola-se, corre em direção à baliza minhota e eis que surge Rosic a abalroar por completo ao argentino. Empurrão pelas costas – nunca carga de ombro – e ainda um toque no pé a desequilibrar o atleta. Grande penalidade que ficou por assinalar.
De seguida gritou-se golo… mas aí – bem! -, Tiago Martins anula o lance por fora de jogo a Mitroglou.

O jogo mantinha a intensidade, mas as equipas arriscavam mais e, daí, mais emoção e mais oportunidades.
Pedro Santos e Rui Fonte testaram Júlio César, do outro lado, Mitroglou e Rafa eram os mais inconformados.
Aos 33’ novo lance polémico. Zivkovic remata fortíssimo em posição frontal, o esférico bate no braço de Ricardo Ferreira… e Tiago Martins manda seguir.

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Até ao intervalo, mais um par de oportunidades, com destaque para uma bola ao poste, aos 37’, cabeceada por Battaglia. O nulo teimava…

No reatar mais do mesmo, com o Benfica e SC Braga a colocarem tudo em campo. Primeiro dois cantos seguidos para os arsenalistas, depois Nélson Semedo a trocar as voltas à defesa adversária mas Rosic limpa.
As águias surgiram melhor, a tentar controlar as operações, com mais iniciativa, perante um Braga a não se ficar.
Aos 74’, belíssima intervenção de Júlio César. Contra ataque viperino, com Rodrigo Pinho a rematar rasteiro e forte para defesa atenta.
Resposta dos encarnados e golo!!! Enorme – enorme! - jogada de Mitroglou, com o grego a fintar um, dois, três e a rematar pelo buraco da agulha para colocar o Benfica na frente.

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Aos 80’, o Tricampeão ganhava vantagem na Cidade dos Arcebispos… uma vantagem que se manteria até ao apito final e que coroaria uma exibição de raça e crença, de entrega e superação, num jogo muito intenso, disputado e desgastante.

Fonte: SLBenfica.pt

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Champions: SL Benfica 1-0 Borussia Dortmund

por João Silva, em 15.02.17

Rui Vitória partiu para este jogo sem uma das suas principais armas: Jonas. O avançado brasileiro, que estava a voltar à boa forma e aos golos, estava em dúvida e acabou mesmo por falhar a partida da Liga dos Campeões. No seu lugar, Vitória escalou Rafa, procurando, através da mobilidade e capacidade de explosão do jovem de 23 anos conseguir surpreender a equipa do Borussia, que se apresentou num esquema de três defesas, com uma linha média bem aberta e com Aubameyang, Reus e Dembelé como as principais "setas" apontadas à baliza do Benfica.

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E o Benfica até entrou bem, com Salvio a ter uma boa oportunidade logo nos minutos iniciais do jogo. Mas foi sol de pouca dura. O conjunto alemão mostrou todo o seu poderio e controlo de jogo, dominando os 'encarnados' a partir dos 15/20 minutos, com a sua pressão alta e passes rápidos para a velocidade da linha avançada, sufocando as tentativas das 'águias' de sair para o ataque. Pizzi e Fejsa eram manifestamente pouco para dar vazão ao ataque avassalador do Dortmund, que trocava a bola com classe e eficácia, variando os flancos do jogo em poucos passes. No entanto, as “setas” apontadas à baliza não faziam os estragos necessários. Aubameyang esteve em noite "não" e desperdiçou várias hipóteses clamorosas de golo, apenas com Ederson pela frente.

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Ao intervalo, Rui Vitória pensou que estava na altura de dar mais músculo ao meio-campo, substituindo Carrillo (jogo esforçado mas sem muita bola) por Filipe Augusto, desviando Rafa para a esquerda e colocando Pizzi como apoio ao ponta de lança Mitroglou. E o início da segunda parte contou a mesma história do início da primeira: o Benfica a entrar melhor e a criar perigo. E foi assim que surgiu o golo.

Na marcação de um pontapé de canto, Luisão eleva-se nas alturas e, na comemoração da partida 500 ao serviço das águias, faz uma assistência para Mitroglou, que engana Burki e coloca a bola no fundo das redes alemãs. É caso para dizer que o capitão benfiquista não marcou mas acabou por dar meio golo às 'águias'.

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Depois do golo, o Dortmund dominava mas o Benfica ia controlando as ofensivas germânicas em solo português. No entanto, aos 56 minutos, Bartra entra na área benfiquista e cruza a bola, que bate no braço de Fejsa. Grande penalidade para o Borussia de Dortmund. Aubameyang foi chamado a marcar e, mais uma vez, falhou, atirando à figura de Ederson, que mostrou toda a sua qualidade.

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O domínio do Borussia manteve-se durante o resto da partida, mas o resultado não mais se alterou. O Benfica parte assim para a segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões com uma vantagem mínima, procurando em Dortmund garantir a passagem aos quartos de final da prova.

Uma última nota para os 55 124 adeptos que rumaram à Catedral: O 'Inferno da Luz' esteve bem presente em todo o encontro, com os adeptos a mostrarem em viva voz o seu apoio aos ‘encarnados’. O início do jogo viu um público muito activo e emotivo, abanando as cartolinas e vibrando com a imagem gigante de uma águia a pedir às águias para vencerem. O jogo viu depois um apoio incansável dos adeptos benfiquistas, abafando totalmente os cânticos alemães, numa festa europeia pintada em tons de vermelho e branco.

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O Benfica torna a centrar atenções no Campeonato Nacional, com a disputa da 22.ª jornada da prova. O Tricampeão vai defrontar a formação do SC Braga no domingo.

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O Benfica enfrenta hoje o Borussia Dortmund no Estádio da Luz, naquela que será a primeira de duas batalhas para alcançar os quartos-de-final da Liga dos Campeões. 

O único duelo entre estas duas equipas, foi na época 1963-64 para a Taça dos Campeões, o Benfica venceu na Luz por 2-1, num jogo em que além dos golos de António Simões e Eusébio, os encarnados atiraram cinco bolas aos postes da baliza alemã defendida por Tilkovski, que foi abençoado por um autêntico milagre. O pior aconteceu, no entanto, na segunda mão em Dortmund, para onde não viajaram os lesionados Costa Pereira, Germano e Eusébio... Um forte nevão abatera-se sobre o relvado do Estádio Rote Erde e os jogadores benfiquistas não tinham botas apropriadas para o gelo, ao contrário dos alemães. O destino do Benfica ficou traçado nesses oitavos-de-final, quando pouco depois da meia hora de jogo sofreu três golos em três minutos; com as escorregadelas dos portugueses a acumular-se, o Borussia marcou mais dois no início da segunda parte, perfazendo uma impensável goleada de 5-0, a maior sofrida pelos encarnados até então nas provas da UEFA.

A equipa germânica chega à Luz longe de irradiar confiança. Crise de resultados na Bundesliga e rumores de saída de Thomas Tuchel justificam conjuntura negativa. É uma das equipas mais inconsistentes que podemos encontrar, neste momento, no futebol europeu, mas convém não esquecer a equipa goleadora que assumiu a liderança do Grupo F, frente ao vencedor do ano passado Real Madrid, com um impressionante registo de 21 golos apontados, quatro vitórias e dois empates, e com a sua maior estrela Pierre Aubameyang inspirada (apontou quatro golos em cinco partidas da fase de grupos). A ausência de Mario Gotze e os regressos de Schmelzer e Piszczek são as notas de destaque da lista de convocados de Thomas Tuchel.

O Benfica apurou-se sempre para a eliminatória seguinte nas três vezes em que atingiu esta fase da prova e desde que foi adoptado o formato com uma fase inicial de grupos.
Para manter a tradição, o Benfica precisa de superar o Dortmund, que tem no ataque as suas maiores armas, ao ponto de estabelecer novo recorde de golos na fase de grupos.

Rui Vitória, que está privado de Grimaldo e Lisandro López, todos lesionados, e de Zivkovic, suspenso, enquanto Jonas será dúvida até pouco antes do início da partida, expressou a sua ideia para o jogo: "Temos de ser ambiciosos, determinados e convictos. O Borussia também tem de ter cuidados connosco", dando um voto de confiança na equipa e também na família Benfiquista: “Amanhã, os benfiquistas vão estar aqui e vamos mostrar como se está num jogo desta importância. Já ganhámos muitos jogos em que não éramos favoritos”.

Carrega Benfica!!!

 

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A equipa de juniores do Benfica defronta esta terça-feira o Midtjylland, no Arena Herning, na Dinamarca, em jogo dos play-offs da Youth League que vai determinar as dezasseis equipas que vão jogar os oitavos de final da competição que acompanha a Liga dos Campeões. 

A equipa comandada por João Tralhão qualificou-se para o «play-off» como segunda classificada do Grupo B, atrás do Dínamo Kiev.

Assim, se o Benfica bater os dinamarqueses, passa aos oitavos de final da competição [eliminatórias com apenas um jogo] que, a partir das meias-finais, vai ser disputada em formato de torneio, com os quatro finalistas a discutirem o título no Estádio Colovray, em Nyon, na Suíça, entre 21 e 24 de abril.

 

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O Benfica está de regresso às vitórias e à liderança da Liga NOS após vencer o Nacional, este domingo, no Estádio da Luz, perante 48.638 espectadores, por 3-0.

De Setúbal para a Luz, duas mudanças no onze inicial. Salvio e Eliseu nos lugares de Franco Cervi e André Almeida. De resto tudo na mesma.

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Interessantes 20 minutos do Nacional, mormente do ponto de vista defensivo. Os comandados por Predrag Jokanovic juntaram as linhas defensiva e intermediária, e o Benfica sentiu algumas dificuldades de construção em ataque continuado; os perigos advinham de transições rápidas que apanhavam os madeirenses em contrapé.

Sem conseguir construir lances de perigo, o brasileiro Jonas foi, todavia, a referência com os remates a saírem sem perigo. Apenas aos 19’, o camisola 10 testou a atenção de Adriano Facchini. O Benfica parecia libertado da teia do Nacional e no minuto seguinte, Salvio remata para defesa de Adriano Facchini após contra-ataque conduzido por Zivkovic.

Estava dado o mote para o que se seguiria até ao intervalo: golos e várias oportunidades desperdiçadas. Os primeiros festejos surgiram aos 25’. Zivkovic descobriu Jonas na área, e o brasileiro, de cabeça, inaugurou o marcador na Luz.

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O avançado Benfiquista tem uma predileção por marcar aos alvi-negros e o bis apareceu aos 35 minutos. Nélson Semedo conduziu o ataque, deixou o esférico à entrada da área e Jonas desferiu um remate de belo efeito. Estava feito o 2-0!

Já só dava Benfica e o Nacional sentia dificuldades em acercar-se da área encarnada. Aos 40’, Pizzi rematou para defesa do guardião nacionalista após passe de Zivkovic. O sérvio estava mesmo endiabrado e volvidos cinco minutos colocou o esférico na cabeça de Mitroglou que saiu um tudo-nada ao lado.

Com 2-0 ao intervalo, as águias vieram mais pressionantes no reatamento, com o Nacional a ficar cada vez mais remetido ao seu meio-campo. A controlar o jogo com posse de bola, o Benfica foi gerindo a vantagem com segurança, dinâmica e maturidade. Em contraciclo esteve o árbitro, Luís Godinho. Aos 59 minutos deveria ter expulsado Rui Correia por entrada grosseira por trás e sem bola sobre Salvio, e minutos depois não amarelou Adriano Facchini por ter atirado a bola para longe depois de o ter feito a Jonas e Ederson.

De regresso ao futebol jogado, destaque para o cabeceamento de Mitroglou aos 69’ para defesa de Facchini. O passe foi de Nélson Semedo. Com o jogo controlado, Arnado Teixeira, treinador-adjunto de Rui Vitória, permitiu a estreia de Filipe Augusto, um dos reforços de inverno.

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Não satisfeito com o 2-0, o Tricampeão queria mais e o 3-0 surgiu aos 81 minutos por Mitroglou, que concluiu uma bela jogada coletiva.

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A turma da Luz lidera a classificação da Liga NOS, com 48 pontos. Na sexta-feira recebe o Arouca, às 20h30.

O Benfica alinhou com Ederson; Nélson Semedo, Luisão, Lindelöf, Eliseu; Fejsa, Pizzi (Filipe Augusto, 78’), Salvio (Rafa, 70’), Zivkovic; Jonas e Mitroglou (Carrillo, 82’).

 

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