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Champions: Nápoles 4-2 SL Benfica

por João Silva, em 29.09.16

Com três alterações na equipa titular em relação ao triunfo em Chaves, o Benfica apresentou-se em Nápoles com Júlio César, André Almeida e Carrillo no onze. Mitroglou foi a referência num ataque constituído por Pizzi, André Horta e André Carrillo. No meio campo, André Almeida regressou à titularidade no Benfica com Fejsa e enquanto que na defesa Lisandro López e Lindelof fizeram parelha com Grimaldo e Nélson Semedo nas alas.

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Com um arranque prometedor, o Benfica colocou em sentido a formação do Nápoles que tinha alguma dificuldade em penetrar na área do Benfica nos instantes iniciais. A equipa de Rui Vitória desperdiçou duas grandes ocasiões de golo para se colocar na frente, por intermédio de Mitroglou, numa fase inicial de jogo que lhe permitiria margem para 'segurar' o ambiente de Nápoles.
E como no futebol há aquela 'máxima' de quem não marca sofre, o Nápoles adiantou-se no marcador aos 20 minutos de jogo na sequência de um pontapé de canto marcado por Ghoulam e finalizado pelo capitão Hamšík.

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Ao intervalo, o golo de Hamšík continuava a dar vantagem ao Nápoles apesar da boa exibição do Benfica no São Paolo.

No segundo tempo, a equipa comandada por Maurizio Sarri entrou forte no jogo e aproveitou alguma desorganização defensiva por parte do Benfica para marcar 'de rajada' três golos em menos de 10 minutos. Aos 51 minutos, Lisandro López comete uma falta à entrada da área e cedeu um livre ao Nápoles. Chamado à conversão do pontapé de livre, Mertens rematou e não falhou, fazendo o 2-0 com a bola a entrar muito perto do poste. Júlio César nem se mexeu. Três minutos depois, o guarda-redes do Benfica tentou compensar um ressalto em Lindelof e na 'mancha' sobre Callejón acabou por cometer grande penalidade. Chamado à conversão, Milik fez o 3-0 e sentenciou aí quaisquer aspirações do Benfica em lutar pela vitória. Moralizados pelo resultado dilatado, e perante um adversário que acusou os dois golos sofridos no arranque do segundo tempo, o Nápoles acabaria por marcar o 4-0 aos 58 minutos por internédio de Milik num lance em que Júlio César falhou por completo uma saída à bola.

Já com Salvio em jogo desde o minuto 56, Rui Vitória lançou Gonçalo Guedes e tirou André Carrillo aos 67 minutos e o futebol do Benfica melhorou bastante com a velocidade de Gonçalo Guedes e a experiência objectiva de Salvio. As duas apostas de Rui Vitória no segundo tempo ainda conseguiram reduzir para 4-2 e mostrar que o resultado final poderia ter sido outro.

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Este jogo mostrou que há erros que não se podem cometer, ainda mais quando se defronta um adversário que revelou uma grande eficácia.
A passagem do Benfica aos oitavos-de-final da Champions está perfeitamente em aberto, os próximos jogos serão decisivos, mas com o regresso de alguns jogadores que têm estado lesionados, a equipa de Rui Vitória estará muito mais forte.

 

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Youth League: Benfica vence em Nápoles

por João Silva, em 28.09.16

A equipa de sub-19 do Benfica alcançou a primeira vitória da época na fase de grupos da Youth League, ao vencer em Nápoles, por 3-2.

João Félix inaugurou o marcador aos 24 minutos, colocando as águias em vantagem. Aos 55, Filipe Soares converteu uma grande penalidade e ampliou o resultado. No entanto, o Nápoles iria surpreender e, mesmo com 10 jogadores, chegou ao empate, graças a um bis de De Simone, que marcou aos 79 e 85 minutos.

Contudo, apenas um minuto depois, Florentino marcou, de cabeça, o golo que iria selar a vitória encarnada.

O Benfica está agora no segundo lugar do grupo B da Youth League, com quatro pontos, os mesmo do Dínamo de Kiev, que empatou 3-3 com o Besiktas.

O SL Benfica alinhou com: Fábio Duarte (c); Diogo Cabral, Soares Silva, Pedro Álvaro e Ricardo Mangas; Diogo Mendes e Florentino; Banjaqui, Soares e Félix Sequeira; Tiago Dias.

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Benfica contra tendência negativa em Itália

por João Silva, em 28.09.16

Quando enfrentar o Nápoles esta quarta-feira, em Itália, no Grupo B da UEFA Champions League, o Benfica não vai tentar apenas bater um adversário de peso na luta pelo apuramento, mas também contrariar uma tendência desfavorável.

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Os duelos com equipas transalpinas nas competições de clubes da UEFA têm sido uma constante na história dos "encarnados", contabilizando-se 29 jogos, entre 1963 e 2014, nas mais diversas provas e fases, incluindo finais. A regularidade também é um facto, excepção feita para o maior período entre jogos, de quase 15 anos, de 1968 a 1983.

O problema para o Benfica é que o saldo global é negativo, com nove vitórias, cinco empates e 15 derrotas. E se em casa o registo é positivo, com seis vitórias, quatro empates e três derrotas, fora é bastante desfavorável, com somente três triunfos, uma igualdade e nove desaires. Se a isto juntarmos os encontros em terreno neutro (finais), o cenário é ainda mais desanimador, com três encontros decisivos perdidos em igual número de jogos.

Este é o segundo duelo entre as duas equipas e, apesar do primeiro ter sido favorável ao Benfica, não começou da melhor maneira e serviu para alargar esta tendência negativa. Na primeira ronda da Taça UEFA 2008/09, a formação lusa perdeu a primeira mão em Nápoles, por 3-2. No entanto, no segundo jogo conseguiu dar a volta e seguir para a fase de grupos graças a um triunfo por 2-0.

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Ao contrário dos jogos da presente época, todos os outros, com excepção de um, aconteceram em fases a eliminar e também aí o Benfica não teve motivos para sorrir. Em 2007/08, na fase de grupos da UEFA Champions League, teve pela frente o Milan: empatou em casa e perdeu fora, acabando por terminar o grupo no terceiro posto e falhar o apuramento para os oitavos-de-final.

Com jogos em três competições diferentes, a maior parte aconteceu na Taça dos Clubes Campeões Europeus/UEFA Champions League, na qual o saldo como visitante é o mais desfavorável aos "encarnados", com uma vitória e três derrotas. Na Taça UEFA/UEFA Europa League o Benfica soma uma vitória, um empate e três derrotas, enquanto na Taça dos Vencedores das Taças regista-se uma vitória e duas derrotas.

O emblema de Lisboa pode moralizar-se com o facto de, apesar de poucos, as vitórias e o empate fora terem sido quase todos globalmente positivos, mesmo não ganhando desde 1997 em Itália. Aliás, nesse ano, na edição 1996/97 da Taça das Taças, foi a única vez em que uma vitória ou empate não deram o apuramento às "águias", eliminadas diante da Fiorentina. De resto, os triunfos frente a Juventus (Taça dos Campeões, 1967/68) e Roma (Taça UEFA, 1982/83), bem como o nulo igualmente com os "bianconeri" (UEFA Europa League, 2013/14), ditaram a passagem à fase seguinte.

Apesar da prova ainda ainda estar no início, à luz desta estatística o Benfica sabe quão importante é para o futuro conseguir um resultado positivo em Nápoles, frente a uma equipa que em quatro duelos com conjuntos portugueses venceu dois e empatou outros outros tantos, e só por uma vez foi eliminada.

Fonte: http://pt.uefa.com 

 

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A caminho de Nápoles

por João Silva, em 27.09.16

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O Benfica partiu esta terça-feira rumo a Nápoles onde, nesta quarta-feira, vai defrontar a equipa local, no estádio San Paolo.

Rui Vitória chamou 21 futebolistas para a visita a Nápoles, na segunda jornada do grupo B da Liga dos Campeões, numa convocatória em que entraram Eliseu e Rúben Dias e saiu Zivkovic.

A grande novidade é a entrada do defesa Rúben Dias, da equipa B, numa lista da qual o técnico ainda terá que tirar três jogadores para chegar aos 18 que constarão na ficha de jogo para o encontro.

Face aos conhecidos problemas no setor atacante, Rui Vitória continua a contar nos convocados com o jovem José Gomes.

Na 1º jornada desta competição, o Nápoles venceu o Dínamo Kiev fora e o Benfica consentiu um empate em casa frente aos turcos do Besiktas.

Lista dos 21 convocados:

Guarda-redes: Ederson, Júlio César e Paulo Lopes.

Defesas: Lisandro, Grimaldo, Luisão, Lindelof, Eliseu, André Almeida, Nélson Semedo e Rúben Dias.

Médios: Fejsa, André Horta, Carrillo, Salvio, Pizzi, Cervi e Celis.

Avançados: Gonçalo Guedes, Mitroglou e José Gomes.

 

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Dezoito épocas volvidas, o Glorioso regressou a Trás-os-Montes para defrontar o GD Chaves. Lotação esgotada no Estádio Municipal Engenheiro Manuel Branco Teixeira, com um apetecível duelo entre as duas únicas equipas invencíveis na I Liga 2016/17.

Golos de Mitroglou e Pizzi resolveram um jogo difícil em Trás-os-Montes para os tricampeões nacionais, que ao vencerem o Desportivo de Chaves passaram a ser a única equipa invicta do campeonato.

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Os tricampeões nacionais assumiram o jogo logo desde o primeiro minuto. Ou melhor, procuraram assumir, pois a postura do Chaves foi mais do que positiva e o jogo foi tudo menos fácil para o Benfica.

Salvio foi o primeiro a tentar o golo, logo aos cinco minutos, de bicicleta, após trabalho de Pizzi na esquerda, e depois aos 15, numa recuperação de bola em zona proibida que resultou num remate de pé esquerdo à figura de António Filipe, que encaixou sem problemas.

A melhor ocasião de golo para os benfiquistas surgiria pouco depois, aos 17 minutos, com um remate repentino violento à entrada da área, de Mitroglou, para uma enorme defesa de António Filipe.

Parecia que o Benfica ia marcar mas a verdade é que o jogo não estava a ser totalmente dominado pela equipa de Rui Vitória, que viu André Horta e Gonçalo Guedes, muito apagados, não assumirem o jogo pelo centro do terreno.

A formação transmontana, por outro lado, nunca teve medo de ter bola, sendo agressiva no meio campo com Assis e Battaglia, e lançando Perdigão, Braga e Fábio Martins nas costas da defensiva do Benfica.

Até ao intervalo foi mesmo o Desportivo de Chaves a estar perto do golo, muito perto mesmo. Aos 40 minutos, numa fase onde a equipa de Jorge Simão punha a defensiva campeã nacional em sentido, dupla situação no poste. Paulinho na direita serviu Braga ao segundo poste que com pouco ângulo atirou ao ferro, e na recarga Fábio Martins também sem espaço acertou no poste.

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Houve ainda na primeira parte um duelo particular de golos anulados, promovido pela equipa de arbitragem liderada por Tiago Martins, um para cada lado. Aos 18 minutos Rafa marcou servido por Perdigão mas estava em posição irregular. Mais discutível foi o golo anulado a Mitroglou, após corte de Freire que sobrou para o avançado grego, aos 38 minutos.

Após o intervalo, o Benfica voltou muito mais competente das cabines. André Horte e Pizzi tentaram empurrar os flavienses para o último reduto e conseguiram.

Mas aí entrou em ação a organização defensiva da formação de Jorge Simão, sem dar grandes espaços e oportunidades, pelo que apenas pontualmente surgiram situações de perigo. A lesão de Felipe Lopes, aos 57 minutos, veio mexer com a defesa da equipa da casa e com o jogo.

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Antes, aos 53 minutos, Fejsa teve o golo nos pés após a pressão alta resultar em pleno, mas o médio atirou para defesa segura de António Filipe. Já aos 62, após um canto, Mitroglou ainda voltou a marcar, mas o fora de jogo claro resultou em golo anulado.

Uma substituição forçada pela lesão de Felipe Lopes alterou a estratégia dos flavienses. Com Fábio Santos forçado a entrar para os primeiros minutos da época, a frente de ataque teve menos uma alteração para refrescar o ataque. Resultado, a bola passou a estar mais tempo no meio campo do Chaves e as consequências foram terríveis.

Aos 69 minutos, um livre pela direita batido por Grimaldo só parou no fundo das redes após cabeceamento de Mitroglou, num desvio leve mas precioso.

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Coube ao Chaves voltar à carga, mas já sem o discernimento do primeiro tempo. Lançados no encontro, João Mário, aos 74 minutos, com um cabeceamento ao lado, e Vukcevic, aos 78, com um remate ao lado numa situação privilegiada, procuraram o empate. 

Mas o jogo já estava mais do que favorável para a equipa da Luz, que acabaria por matar o encontro. Aos 83 minutos Grimaldo bateu um livre perigoso que sobrou para Pizzi e o transmontano de Bragança atirou para o fundo das redes depois de aparecer completamente sozinho.

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O resultado não ficou mais avolumado porque António Filipe voltou a aparecer para evitar o golo de Carrillo, completamente isolado já aos 89 minutos. 

Com este resultado, o Glorioso regressa à liderança isolada da Liga NOS, com 16 pontos, 13 golos marcados e 4 sofridos.

Está igualado o recorde de 15 vitórias consecutivas fora de casa, que reporta a 1972, quando os encarnados eram orientados por Jimmy Hagan.

O SL Benfica alinhou de início com Ederson; Nélson Semedo, Lisandro, Lindelof e Grimaldo; Fejsa, André Horta (Celis, 75’), Pizzi e Salvio (Cervi, 60’); Mitroglou e Gonçalo Guedes (Carrillo, 86’).

 

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Benfica tenta recuperar a liderança em Chaves

por João Silva, em 24.09.16

Desp. Chaves e Benfica defrontam-se este sábado, às 18h15, em jogo da sexta jornada da Liga. Em Trás-Montes estarão frente a frente as duas únicas equipas que ainda não conhecem o sabor da derrota no campeonato esta temporada. 

O Benfica, apesar das muitas ausências por lesão, tem sabido responder às exigências. Há alternativas às principais figuras na Luz e são essas escolhas de Rui Vitória que contribuíram para a equipa encarnada ter alcançado a liderança na última jornada. Agora perdeu-a, porque os adversários diretos jogaram primeiro, mas tem em Trás-os-Montes a possibilidade de a recuperar. E é fora do seu estádio que tem sido mais forte: três triunfos, contra uma vitória e um empate em casa.

O Desp. Chaves é uma das surpresas desta Liga. Regressado da segunda divisão, o clube mudou de treinador - foi buscar Jorge Simão ao Paços de Ferreira - construiu uma equipa mais madura e tem surpreendido no campeonato. Começou bem, está em sexto lugar e ainda não perdeu.

Como afirmou Rui Vitória na antevisão à partida “O Chaves é uma equipa que está a trabalhar bem e reforçou-se com critério. Formaram uma equipa bem estruturada e bem pensada. Começaram bem o Campeonato e têm jogadores com experiência e grande vontade de competir. Vai ser difícil, mas vamos para ganhar, só pensamos nisso, seja em casa ou fora”, dizendo ainda que no Benfica “não estamos preocupados com recordes, mas sim com o próximo jogo. É isso que nos foca”, relativamente à possibilidade de conquistar a 15.ª vitória fora de portas.

#CarregaBenfica

#RumoAo36

 

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A caminhada do Real Madrid de 16 triunfos seguidos na Liga espanhola terminou na quarta-feira, situação que o deixou em 15º na lista das maiores séries vitoriosas de sempre na Europa, liderada pelo Benfica.

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29 jogos – Benfica (Portugal) 1971/73
A série do Benfica que ainda é recorde no plano europeu começou no final de uma temporada em que se sagraria campeão e continuou na seguinte, com as "águias" a vencerem o título em 1972/73 sem perder – algo que nunca acontecera em Portugal. O treinador inglês Jimmy Hagan era o líder de uma equipa que contava com Eusébio. "Ele gostava de disciplina. Os jogadores pensavam que os seus treinos eram muito duros, mas a equipa começou rapidamente a ganhar jogos e vimos que tudo valia a pena. Ele deu-nos uma força extra e essa foi a razão porque ganhámos três campeonatos seguidos", recordeu em tempos o "Pantera Negra".

28 – Dinamo Zagreb (Croácia) 2006/07
Eduardo, Luka Modrić e Vedran Ćorluka foram peças-chave na fantástica sequência do Dínamo na Croácia, iniciada com uns 5-1 sobre o Istra em Novembro de 2006 que seria terminada apenas com uma derrota por 4-3 na visita ao Varteks (actual Varaždin), em Setembro de 2007. Na véspera deste jogo, o treinador Branko Ivanković afirmou: "Temos uma grande equipa. Vamos vencer pela 29ª vez seguida e assim igualar o recorde do Benfica de modo a que esta geração do Dínamo fique na história do futebol mundial."

25 – Celtic (Escócia) 2003/04
O Celtic atingiu um novo máximo nas ilhas britânicas de 25 jogos seguidos a ganhar no campeonato entre Agosto de 2003 e Fevereiro de 2004, apontando 86 golos no percurso, numa formação orientada por Martin O'Neill e que conquistou a "dobradinha" na Escócia na última temporada de Henrik Larsson ao serviço do emblema de Glasgow.

25 – Dinamo Tirana (Albânia) 1951/52
O Dínamo fez história durante a série de quatro títulos nacionais seguidos, iniciados em 1950, o ano da fundação, até 1953. Iniciou-se frente ao Puna, a 18 de Abril de 1951, na 17ª jornada, e terminou a 1 de Junho do ano seguinte, quando empatou 0-0 ante o mesmo adversário.

24 – Crvena zvezda (Sérvia) 2015/16

Entre o empate 1-1 em casa frente ao Radnički Niš, a 21 de Julho de 2015 e o 0-0 em Vojvodina, a 2 de Abril de 2016, o Estrela Vermelha de Miodrag Božović venceu tudo e todas, com a sua sequência de 24 jogos rumo ao título a incluir vitórias em casa e fora ante o rival de Belgrado, o Partizan. 

23 – Malmö (Suécia) 1949/50
Depois de ser campeão sueco em 1948/49 com cinco vitórias nas últimas cinco jornadas da temporada, o Malmö manteve o ritmo na temporada seguinte iniciado com uma vitória por 2-0 na visita ao Elfsborg, a 31 de Julho de 1949. Somariam triunfos até um 3-3 na casa do AIK, a 14 de Maio de 1950.

22 – Käpäz (Azerbaijão) 1997/98
O conjunto orientado de Mehman Allahverdiyev de 1997/98 continua a ser a única a ganhar o campeonato sem derrotas, e, durante dez meses, até 23 de Setembro de 1998 ninguém lhe tirou pontos. Diga-se, no entanto, que dois dos 22 jogos ganhos pelo Käpäz o foram na secretaria.

22 – PSV Eindhoven (Holanda) 1987/88

Depois de somar vitórias nas cinco últimas jornadas em 1986/87, o PSV mostrou-se imparável na época seguinte, apesar de ter perdido Ruud Gullit para o AC Milan no Verão. Hans van Breukelen, Ronald Koeman, Eric Gerets, Berry van Aerle, Jan Heintze, Ivan Nielsen, Søren Lerby, Gerald Vanenburg, Wim Kieft e o veterano Willy van de Kerkhof brilhavam sob o comando do estreante treinador Guus Hiddink. Um empate 2-2 com o Twente a 16 de Janeiro de 1988 terminaria essa série, mas o PSV acabaria por vencer sem problemas a "dobradinha" e ainda sagrar-se campeão da Europa.

19 – Bayern München (Alemanha) 2013/14
18 – FH (Islândia) 2004/05
17 – Olympiacos (Grécia) 200506, 2015/16
17 – Internazionale Milano (Itália) 2006/07
17 – Steaua Bucureşti (Roménia) 1988
17 – Dinamo Bucureşti (Roménia) 1988
16
– Real Madrid (Espanha) 2016–17
16
 – Barcelona (Espanha) 2010/11
16 – APOEL (Chipre) 2008/09
16
 – Valur Reykjavík (Islândia) 1978
15 – Bangor City (País de Gales) 2010
15 – Sparta Praha (República Checa) 1999/2000
15
 – Benfica (Portugal) 1963
15 – Real Madrid (Espanha) 1960/61

 

Fonte: pt.uefa.com

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O Benfica defende este sábado a liderança da I Liga de futebol, num jogo em que visita a única equipa que, à sua semelhança, se mantém invicta no campeonato, o recém-promovido Desportivo de Chaves.

No jogo da sexta jornada, o tricampeão deverá continuar sem um dos seus maiores trunfos, o goleador brasileiro Jonas, bem como sem o avançado mexicano Raúl Jiménez, o central brasileiro Jardel, o médio grego Samaris ou o português Rafa.

As muitas lesões não impediram, no entanto, o Benfica de subir à liderança, depois de vencer o difícil jogo em casa com o Sporting de Braga e beneficiar da derrota do Sporting no terreno do Rio Ave.

A visita ao sexto classificado, que antecede a deslocação a Nápoles para a Liga dos Campeões, simboliza o confronto entre os dois únicos clubes que ainda não perderam na Liga: o Benfica tem quatro vitórias e um empate e o Chaves duas vitórias e três empates.

Será também o regresso de um ‘grande’ a Chaves, após o clube ter garantido o regresso ao escalão principal 17 anos depois da última presença. Os flavienses receberam pela última vez o Benfica em 1998, num jogo que terminou com a vitória das "Águias" por 4-0.

A equipa de Rui Vitória tem estado sublime fora de casa e falta apenas um jogo para que seja igualada a maior sequência da história do futebol português no que diz respeito a triunfos na condição de visitante.

A série atual é de 14 vitórias e já vem desde a época passada. A seguir ao empate a zero na Madeira, frente ao União, seguiram-se 11 triunfos até final da temporada, aos quais se somam os três até ao momento na edição atual.

Só há, na história dos registos do campeonato português, uma sequência melhor: foi entre abril de 1972, num triunfo por um a zero em casa do Leixões, e fevereiro de 1973, num dois a zero no Restelo, era Jimmy Hagan o treinador.

 

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No Benfica desde os oito anos de idade, Gonçalo Guedes viu o centro de estágios crescer e fazer dez anos. No aniversário do Caixa Futebol Campus, o camisola 20 realçou o trabalho da academia. “As condições de luxo favorecem a nossa evolução. Não há desculpas para não evoluirmos. Os frutos que o centro de estágios está a dar estão à vista e são devido às condições que aqui temos”. Gonçalo Guedes é um dos jogadores que fez o ‘salto’ da equipa B para o plantel principal. 

Gonçalo Guedes espera ser um exemplo para todos os jovens da academia do Benfica, e que todo o seu trabalho sirva como forma de mostrar aos mais jovens que trabalhar no Seixal compensa. “Eles olham para mim e veem alguém que já passou por tudo o que eles estão a passar. Isso é importante porque é um incentivo. Espero ser um exemplo. Comecei aonde eles estão e nunca deixei de acreditar. Têm de pensar o mesmo, que é possível chegar longe, à equipa A"

Aos 19 anos, o jovem avançado é um dos jogadores que começou na academia em tenra idade e que agora joga na principal equipa do Benfica.

 

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O ano da conquista do tricampeonato, 39 anos depois da última ocasião em que a Luz tinha comemorado tal feito, foi também aquele em que a SAD do Benfica registou resultados positivos pelo terceiro exercício consecutivo. Fecha as contas relativas à temporada 2015-16 com um recorde de receitas (211,9 milhões da SAD e 236,6 milhões do grupo SLB) e regista o maior resultado líquido da história da SAD, com ganhos de 20,4 milhões de euros. Os prémios obtidos pelo desempenho na Liga dos Campeões, competição na qual a equipa de Rui Vitória atingiu os quartos-de-final, tendo sido eliminada pelo Bayern Munique, “tiveram um incremento muito significativo” e foram “o maior contributo” para este desfecho, sublinhou Domingos Soares de Oliveira, administrador da SAD benfiquista, em declarações aos jornalistas.

As receitas da Liga dos Campeões foram o maior contributo, apesar de termos crescido em todos os canais da nossa actividade. O segundo aspecto é o crescimento dos resultados: a SAD apresentou lucro líquido superior a 20 milhões de euros, e isso permite-nos ter um crescimento muito significativo nos capitais próprios, com capitais próprios positivos [de 20,9 milhões de euros]. O terceiro aspecto é o crescimento das receitas internacionais: o Benfica tem hoje mais de 60% das suas receitas no mercado internacional. É dinheiro que o Benfica traz de fora para Portugal”, enunciou Domingos Soares de Oliveira, em declarações aos jornalistas.

No exercício 2015-16 a SAD do Benfica registou ainda um aumento de 25,8 milhões de euros no passivo consolidado, que passou a cifrar-se em 455,5 milhões de euros. “Esta variação é essencialmente explicada pelo aumento dos compromissos com fornecedores e outros credores, face aos investimentos realizados na aquisição de direitos de atletas, que permitiram reforçar o valor do activo da Benfica SAD”, pode ler-se no comunicado enviado pela sociedade à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Com a conquista do campeonato e da Taça da Liga e a presença nos quartos-de-final da Liga dos Campeões, o Benfica registou um crescimento de 3,1% nos gastos com pessoal, que atingiram os 61,4 milhões de euros – uma subida explicada pelo aumento da componente variável (ou seja, o pagamento de prémios de desempenho decorrentes dos bons resultados desportivos).

A temporada 2015-16 também marcou, em termos financeiros, a redução da dependência da SAD do Benfica relativamente à banca. A dívida bancária conheceu uma diminuição de quase 50 milhões de euros. “Uma parte da dívida que tínhamos com o sistema financeiro nacional foi substituída por [dívida] obrigacionista. É uma tendência que eu acredito que vai manter-se ao longo dos próximos anos, no sentido de reduzirmos a dependência da banca nacional", notou Domingos Soares de Oliveira.

O posicionamento do Benfica no mercado de transferências é que não vai mudar. “No nosso modelo, para além das três receitas tradicionais (bilhética, patrocínios e direitos televisivos), criámos uma quarta componente que é a detrading de jogadores. Para nós, um bocadinho à imagem daquilo que o FC Porto fez durante alguns anos, é muito importante podermos realizar mais-valias com a venda de jogadores”, admitiu o administrador da SAD do Benfica. Em 2015-16 os rendimentos obtidos em transacção de jogadores atingiram os 81,9 milhões de euros, “sendo de destacar os ganhos obtidos com as transferências de Renato Sanches, Gaitán, Ivan Cavaleiro e Lima”, acrescenta o comunicado à CMVM.

Para pagarmos bons salários e fazermos os investimentos que estamos a fazer neste momento, em termos de infra-estruturas, é muito importante que a transacção de jogadores se mantenha”, sublinhou Domingos Soares de Oliveira, rejeitando porém qualquer necessidade de vender em Janeiro: “Não é preciso. Nós fazemos a planificação das nossas necessidades de tesouraria com bastante antecedência relativamente a cada ano, e não temos nenhuma necessidade específica de vender jogadores em Janeiro.”

Fonte: Publico.pt

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