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Já está definido o início e o fim da época 2016/17 do futebol português.

O arranque está marcado para dia 7 de agosto com a Supertaça e o final para dia 28 de maio, dia em que se disputará a final da Taça de Portugal.

Já a Liga que começa na semana seguinte à Supertaça terminará a 21 de maio.

De acordo com o calendário revelado pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF) está prevista uma jornada do campeonato a meio da semana. Será a 15.ª e será jogada a 21 ou 22 de dezembro, sendo que a 19.ª está marcada para 28 de janeiro de 2017, mas tem uma segunda data (11 de fevereiro) para as equipas que disputem a final da Taça da Liga a 29 de janeiro.

Por sua vez, a II Liga arrancará no fim de semana da Supertaça, mas terminará no mesmo dia da Liga principal.

Os primeiros jogos da Taça da Liga, com equipas da II Liga, estão também já marcados para 31 de julho, naqueles que serão os primeiros compromissos dos clubes profissionais, arrancando a fase de grupos a 30 de novembro e as meias-finais definidas a 25 e 26 de janeiro.

Quanto ao Campeonato de Portugal, a primeira fase vai decorrer entre 21 de agosto e 29 de janeiro e a segunda entre 12 de fevereiro e 14 de maio, estando ainda os jogos do play-off marcados para 27 e 31 de maio ou a 2 de junho, caso alguma das equipas dispute a final da Taça de Portugal.

 

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Em período de férias, a SAD do tricampeão em sintonia com Rui Vitória, tem muitas tarefas por resolver.

Muitos são os jogadores emprestados com contracto que é necessário avaliar, sobre quem terá oportunidade de fazer a pré-época com a equipa principal, e sobre quem será encaminhado para outros clubes.

A ideia é negociar a título definitivo muitos dos activos e realizar dinheiro, assegurando sempre baixa cláusula de recompra e percentagem no passe, para o caso de terem sucesso e voltarem a interessar ao Benfica.

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Com as equipas a recomeçarem os trabalhos no final do mês ou início de julho, as diferentes situações carecem de solução o mais célere possível, ainda que muitas diligências estejam já a ser tomadas há algum tempo.

 

 

 

 

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A Sétima

por João Silva, em 20.05.16

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O Benfica, detentor da Taça da Liga de futebol, persegue esta sexta-feira a sétima vitória na prova, em nove edições, ao defrontar na final uma equipa do Marítimo que procura desforrar-se da derrota sofrida no ano passado.

A equipa de Rui Vitória procura reeditar em Coimbra o sucesso da última época, na qual se impôs no jogo decisivo aos madeirenses, por 2-1, e juntar a Taça da Liga ao título nacional, conquistado no domingo passado e que proporcionou um tri que lhe escapava há 39 anos.

O Benfica, que apenas deixou escapar o troféu em 2008, na edição inaugural, para o Vitória de Setúbal, e em 2013, para o Braga, venceu por 2-0 na Madeira há menos de duas semanas em jogo da penúltima jornada da I Liga, no qual ficou reduzido a 10 jogadores aos 37 minutos, devido à expulsão de Renato Sanches.

Renato Sanches, que falhou a última partida do campeonato devido a essa expulsão e já com transferência milionária acertada para o Bayern Munique, deve regressar ao onze do Benfica frente ao Marítimo, que na primeira volta da I Liga foi goleado no Estádio da Luz, por 6-0.

O estádio Cidade de Coimbra espera casa cheia. Uma “maré vermelha” que tem acompanhado o Benfica ao longo de toda a temporada.
 
Rui Vitória em conferência de imprensa afirmou que quer vencer o Marítimo “É uma Final e quando surge esta palavra, o foco tem que estar ainda mais ligado. É uma Final que tem tudo o que queremos: festa e harmonia, mas é uma Final que queremos ganhar. Representamos este Clube, Quem representa este Clube, quem fez o percurso que nós fizemos, quer terminar a época em beleza
 

Lista de convocados:

Guarda-redes: Ederson, Paulo Lopes e Miguel Santos;

Defesas: Lisandro, Grimaldo, Luisão, Lindelöf, Eliseu, Sílvio, Jardel, André Almeida e Nélson Semedo;

Médios: Fejsa, Samaris, Gaitán, Salvio, Gonçalo Guedes, Pizzi, Taarabt, Talisca, Carcela e Renato Sanches.

Avançados: Raúl, Mitroglou, Jonas e Luka Jovic.

Carrega Benfica!!!

 

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Acabou-se o tabu. jorge jesus já tinha dado a entender que ia ficar no sporting e as dúvidas acabaram, com o técnico a renovar por mais uma época, até 2019, o contrato que o liga ao sporting. O novo vínculo, à imagem do anterior, não contempla cláusula de rescisão, mas garante ao treinador uma melhoria salarial, passando a receber mais um milhão de euros brutos por temporada, ou seja, seis milhões no total, em vez dos cinco do contrato anterior. Limpos, já depois de deduzidos os impostos, o técnico vai embolsar cerca de 2,7 milhões/ano, 220 mil euros por mês.

 

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A festa do futebol

por João Silva, em 19.05.16

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O futebol desperta emoções, aquilo a que chamamos paixão. E é em nome dessa paixão que, ano após ano, milhares de pessoas saem para as ruas, invadem praças, fazem soar as buzinas dos seus carros, mal soa o apito final do campeonato.

Pelo terceiro ano consecutivo, os adeptos do Benfica repetiram a festa.

Desta vez, libertando, a plenos pulmões, a muita tensão acumulada ao longo das últimas jornadas do campeonato mais renhido e competitivo dos últimos anos. Mas, no fundo, com a mesma paixão e ardor com que foram gritando o nome do seu clube em todos os jogos de uma época que começou cheia de dúvidas e incertezas, mas que terminou em glória.

 

O TRICAMPEÃO VOLTOU!!!

 

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A anatomia de um justo 35

por João Silva, em 18.05.16

"Queremos o tri e a tua ambição, bem-vindo a casa, Rui." Palavras de Luís Filipe Vieira a 15 de junho de 2015, quando Rui Vitória foi apresentado como treinador, com a pesada responsabilidade de substituir Jorge Jesus, que trocou a Luz por Alvalade depois de dois campeonatos consecutivos e seis épocas no clube.

O 35, o tricampeonato conquistado (39 anos depois), foi um sonho que a determinada altura pareceu uma miragem. Entre a oitava e a 13.ª jornada, a diferença pontual para o Sporting chegou a ser de sete pontos. Tudo foi colocado em causa e Rui Vitória esteve com um pé na rua. As provocações vindas de Alvalade eram uma constante e os críticos pediam mudanças a Luís Filipe Vieira.

Mas Vieira não mudou. Manteve a confiança no "seu" treinador e a balança começou a equilibrar-se à 14.ª jornada, quando o Sporting perdeu com o U. Madeira e a diferença baixou para cinco pontos, que passaram a dois à 18.ª ronda, após o empate dos leões em Arouca. A viragem definitiva aconteceu à 25.ª jornada, com uma vitória (1-0) em Alvalade, no único clássico ganho por Vitória neste campeonato. O Benfica passou a líder isolado com dois pontos de vantagem. Situação que se manteve até ao final da Liga, em que o Benfica festejou o 35. º título, o quinto sob a presidência de Luís Filipe Vieira.

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Há nesta conquista muitos méritos. Ao presidente a escolha, a confiança no treinador e a visão de ter contratado jogadores determinantes. Mas porventura a maior fatia tem de ser atribuída a Rui Vitória, o treinador e responsável pelas (muitas) apostas em jovens.

Renato Sanches é o rosto dessa aposta. Um jovem médio que foi essencial na recuperação e na extensão do jogo do Benfica dentro do campo. O culminar de uma grande época valeu-lhe uma transferência para o poderoso Bayern de Munique. Lindelöf foi outro caso de sucesso, central que fez esquecer Luisão e Lisandro e que vai estar no Europeu. Noutro patamar, Nélson Semedo e Gonçalo Guedes, que a determinada altura foram primeiras escolhas e chamados à seleção por Fernando Santos.

Rui Vitória significou uma mudança de paradigma, ao apostar nos talentos made in Seixal, algo que Jesus sempre desdenhou - com Vitória os miúdos não tiveram de nascer dez vezes. E as apostas foram ganhas. Até na baliza, quando Júlio César se lesionou e Ederson foi lançado em Alvalade.
Depois, claro, poder contar com uma dupla atacante como Jonas e Mitroglou (52 dos 88 golos do Benfica no campeonato) e ter no banco Jiménez, ajudou muito. Tal como foi fundamental a segurança de Jardel na defesa, a geometria de Fejsa no meio-campo, a explosão de Pizzi e a magia de Gaitán.

Rui Vitória foi campeão vencendo só um clássico. Mas os números do 35.º título do Benfica não deixam margem para questionar a justiça da conquista: a equipa bateu o recorde absoluto de pontos no campeonato português (88), que pertencia a José Mourinho (2002-03, 86); marcou 88 golos (52 em casa), superando os 86 da época anterior com Jesus; somou 12 vitórias consecutivas (entre a 23.ª e a 34.ª jornada) e empatou apenas uma vez. Só não foi a melhor defesa, um registo que ficou na posse do Sporting - 21 contra 22 do Benfica.

 

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Factos e figuras deste 35º Título

por João Silva, em 17.05.16

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Após seis épocas de consulado de Jorge Jesus como treinador do Benfica, o presidente Luís Filipe Vieira escolheu Rui Vitória para orientar a equipa que tinha acabado de se sagrar bicampeã nacional. Vindo de quatro temporadas ao serviço do Vitória de Guimarães, o técnico de 46 anos regressava à Luz dez anos depois para uma tarefa que se adivinhava bastante complicada."Se fosse fácil não era para mim", foi uma das primeiras frases marcantes de Rui Vitória, que tinha como primeiro grande desafio conquistar os jogadores, habituados a uma personalidade forte e marcante como Jesus.

Inicialmente as coisas não podiam ter corrido pior. Uma pré-temporada pelos Estados Unidos e México sem qualquer vitória e um arranque oficial com a derrota na Supertaça diante do Sporting, orientado pelo seu antecessor na Luz, deixavam antever o regresso do Benfica a um período de obscurantismo. As polémicas geradas pela saída de Jesus para Alvalade, com processos em tribunal, não lhe facilitaram a vida, tendo também ele sido alvo do técnico leonino, a quem apenas respondeu uma vez de forma veemente, que também coincidiu com um momento de viragem na Luz. As primeiras oito jornadas do campeonato foram marcadas pelas derrotas com Arouca, FC Porto e o Sporting. Pelo meio uma vitória em Madrid com o Atlético para a Liga dos Campeões, que deu margem ao treinador para continuar o seu trabalho.

No entanto, a eliminação da Taça de Portugal em Alvalade devido à terceira derrota com o Sporting em apenas três meses, deixou Rui Vitória na corda bamba. Os rumores que a sua continuidade estava por um fio e o descontentamento dos adeptos adensaram as nuvens negras na Luz. Só que é então que se dá o momento de viragem. Com sete pontos de atraso para o líder Sporting, o campeonato parecia perdido, mas a a vitória em Braga à 11.ª jornada, que marcou a entrada do jovem Renato Sanches no onze e a passagem de Pizzi para a ala direita redimensionaram a equipa, que entrou numa série de vitórias consecutivas, apenas interrompidas por um empate fora com o U. Madeira e a derrota caseira com o FC Porto. Em março acabou por surgir o prémio para uma equipa que marcava muitos golos e se revelava muito consistente. Em Alvalade, o Benfica enfrentava o Sporting de Jesus. E à quarta foi de vez: um golo de Mitroglou permitiu aos encarnados consumarem uma recuperação fantástica, chegando à liderança com nove jornadas por disputar.

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A conquista do tricampeonato voltava a ser possível. Pela primeira vez o Benfica dependia apenas de si, mas o caminho não foi fácil, pois Rui Vitória teve de lidar com lesões de vários jogadores importantes como Júlio César, Luisão, Fejsa e Gaitán, mas foi a oportunidade para aparecerem, por exemplo, Ederson e Lindelöf, entre outros. Na fase decisiva da época, ainda teve de competir na Champions: ultrapassou o Zenit e lutou taco-a-taco com o Bayern Munique nos quartos-de-final, mas manteve-se firme no campeonato, vencendo todos os jogos, aguentando a pressão leonina, até chegar à tão desejada festa do tricampeonato, algo que não era alcançado na Luz há 31 anos. Uma conquista que tem quase tudo de Rui Vitória, treinador que soube ultrapassar uma montanha de dificuldades até chegar à glória.

Os 32 golos que Jonas marcou ao longo da Liga, são a marca de um jogador que acabou por ser a alma de todo o futebol ofensivo do Benfica. E não foram apenas os golos que apontou - que lhe valeram estar na lutar pela Bota de Ouro, troféu para o melhor marcador dos campeonatos europeus -, foram também as doze assistências para remates certeiros dos companheiros e ainda a forma como baralhou as defesas adversárias. Espalhou talento pelos relvados portugueses e mostrou que aos 32 anos está no auge da sua carreira. Esta terá sido a sua melhor época de sempre, o que lhe valeu até o regresso à seleção brasileira, para a qual há muito havia sido riscado.

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Formou com Mitroglou uma dupla terrível, que representou 52 golos no campeonato. As características que diferenciam Jonas do internacional grego acabaram por ser a chave para um ataque tão avassalador que atingiu os 88 remates certeiros na Liga. Contudo, Jonas acabou por ser um elo de ligação com outros elementos da equipa, sobretudo com Gaitán e Pizzi, jogadores criativos nas alas com quem demonstrou um entendimento quase de olhos fechados...

A Jonas faltaram dois golos para superar os 33 do sueco Magnusson (1989/90) e tornar-se o melhor marcador estrangeiro de sempre do Benfica num só campeonato. Mas o avançado brasileiro, a cumprir a segunda época na Luz, pode gabar-se de ser o melhor artilheiro do clube da Luz em campeonatos no século XXI.

Há um Benfica antes e e outro bem diferente depois de Renato Sanches entrar no onze. A equipa de Rui Vitória era previsível, com pouca dinâmica na organização ofensiva e estava órfã de alguém que ligasse os setores. A entrada do miúdo de 18 anos revolucionou o Benfica e catapultou-o para uma consistência que poucos imaginariam possível. A viragem dá-se em Braga, à 11.ª jornada, num jogo em que uma derrota colocaria a equipa a dez pontos da liderança e o treinador com o lugar em perigo.Renato_Sanches.jpg

Mas Renato Sanches, o jogador "selvagem", como lhe chamou Rui Vitória, acabou por ser a peça que faltava para equilibrar o Benfica e dar-lhe a dinâmica necessária para que arrancasse para uma recuperação sensacional. A forma como impôs o seu físico a meio-campo, como carregou a equipa às costas com as suas mudanças de velocidade com a bola sempre controlada deram uma nova alma ao Benfica.

Renato Sanches personifica ainda o sucesso da mudança de paradigma defendido por Luís Filipe Vieira, que procurou esta época uma maior aposta nos jogadores formados internamente. Alguns foram lançados, mas o médio, que até começou a temporada na equipa B, foi o expoente máximo dessa aposta. A melhor prova disso é que já assinou pelo poderoso Bayern Munique. Além da capacidade futebolística, Renato destacou-se pela força e consistência mental, decisivas para que ultrapassasse todas as polémicas que surgiram à sua volta.

Fonte: dn.pt

 

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A festa do título

por João Silva, em 17.05.16

O Benfica sagrou-se Tricampeão Nacional. São 35 títulos, o que reforça o estatuto de Clube mais titulado de Portugal.

Depois do Tricampeonato ganho no relvado, a festa saiu à rua para comemorar o 35.º título da História do Glorioso.

Em Lisboa, a festa fez-se na Praça do Marquês de Pombal, mas um pouco por todo o País e em todo o mundo houve um Benfiquista que saiu à rua com o cachecol e com a camisola do Glorioso vestida para assinalar a conquista. A "maré vermelha" fez-se sentir...

Portugal ficou “pintado de vermelho”!

A festa correu o Mundo… 

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 O TRICAMPEÃO VOLTOU!!!

 

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Jonas conquista a Bola de Prata

por João Silva, em 16.05.16

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É, sem sombra de dúvida, uma das grandes figuras do campeonato e um dos principais responsáveis pela conquista do título de campeão do Benfica. Os 32 golos apontados por Jonas permitiram-lhe arrecadar o prémio de melhor marcador e catapultaram a equipa rumo ao tricampeonato. Foi um dos imprescindíveis de Rui Vitória e ao lado de Mitroglou formou uma dupla temível para as defesas adversárias. Jogador mais utilizado na equipa, é mesmo o único que não falhou qualquer jogo do campeonato, o que demonstra a importância que teve na estratégia de Rui Vitória para levar a equipa ao título. Apresentou números que colocou a Europa em sentido e esteve perto de arrecadar a Bota d’Ouro, numa luta taco a taco com Suárez, Ronaldo e Higuaín. Não conseguiu, mas fica para a história um registo que serviu para quebrar barreiras que duravam há vários anos.

 

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O Benfica venceu o Oliveirense por 5-3 e conquistou a Liga Europeia de hóquei em patins.

Diogo Rafael (2), Jordi Adroher e Carlos Nicolía (2) marcaram os golos do Benfica.

O Benfica conquista pela segunda vez este troféu, sucedendo assim aos espanhóis do Barcelona.

Pedro Nunes, treinador do Benfica, era um homem orgulhoso e feliz com a conquista da Liga Europeia.

«É uma sensação de orgulho, satisfação, de uma alegria imensa e também o sentimento de que cumprimos com o que tínhamos preparado para esta `final four`», disse Pedro Nunes, vincando:
«Estas conquistas não surgem hoje, é um trabalho que temos vindo a desenvolver, não serei o mais feliz, mas serei certamente uma das pessoas mais felizes do mundo.»

Atribuindo sobretudo mérito aos jogadores, o treinador do Benfica fez ainda questão de elogiar a organização da final four.

«Festejar em casa um título europeu, perante os nossos adeptos fantásticos, com esta organização, que na minha perspectiva esteve a nível muito elevado em relação a edições anteriores, é fantástico e não podia querer melhor»

 

VIVA O BENFICA!!!

 

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um passado de glória um futuro de vitória benfica




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