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A três jornadas do final do campeonato, o Benfica tem pela frente três finais para jogar, sendo a primeira já esta sexta-feira com o Vitória de Guimarães.

O Jogo de hoje é crucial nas aspirações da revalidação do título nacional. A conquista dos três pontos permite ao Benfica aumentar a vantagem pontual sobre o segundo classificado, que no sábado se desloca ao estádio do Dragão para defrontar o FC Porto numa deslocação de alto risco.

O técnico do Benfica reconhece que o Vitória de Guimarães "é uma equipa que tradicionalmente cria problemas" aos encarnados, mas salienta que "quer respeitar o adversário, mas que o Benfica quer muito ganhar o jogo".

O emblema minhoto chega a Luz sem grandes objectivos no campeonato, tendo a manutenção garantida, mas estando longe dos lugares que dão acesso às competições europeias, o que deixa Rui Vitória na dúvida que equipa vai defrontar, se "uma equipa descontraída e que sem objectivos podem perder o foco", ou se vai ser "uma equipa onde os jogadores querem mostrar a qualidade que têm".

Aos jogadores do Benfica pede-se que entrem concentrados, joguem nos limites, focados em alcançar um único objectivo: A vitória!!!

Apoio nas bancadas não vai faltar, serão cerca de 60 mil os adeptos do Benfica a puxar pela equipa.
 
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Rui Gomes da Silva fez o balanço da 31ª jornada da I Liga na crónica que assina no jornal A Bola, onde destacou a vitória do Benfica sobre o Rio Ave… sem esquecer as ‘farpas’ ao ‘velho rival’. “Um Benfica inteligente, sobretudo na intensidade que imprimiu ao jogo, e na maneira como encostou o adversário ao seu meio-campo, de onde raramente saiu (talvez não quisesse, face ao que estava em jogo), que aproveitou bem as substituições, numa leitura perfeita das necessidades da equipa, nesses momentos. O que, para quem “não é treinador”, não é mau de todo” atirou, em referência às provocações de Jorge Jesus a Rui Vitória.

O vice-presidente ‘encarnado’ rejeita que a equipa tenha tido a “estrelinha da sorte” para levar de vencido os vila-condenses, virando as atenções para “os mais variados tipos de jogos psicológicos, uns com mais ruído do que outros – quase tão grande como aquele que fizeram com a garantia de participação na Liga dos Campeões na próxima época – numa clara e inegável tentativa de desestabilizar a equipa do Benfica”.

Ai se fosse o Benfica a jogar contra um adversário que se apresentasse sem dez (!) dos seus jogadores titulares… cairia, estou certo, o Carmo e a Trindade e lá voltaria ao Facebook a tese do defraudar da “verdade desportiva” (a deles, claro)”, escreveu, a propósito das poupanças do União da Madeira em Alvalade.

Esses mesmos que, curiosamente, querem o vídeoárbitro, mas não conseguem justificar como ganharam na jornada anterior (a ideia de pôr alguém – que não consegue explicar nada – a explicar que não houve fora de jogo, num fora de jogo escandaloso, foi de gargalhada)”, rematou Rui Gomes da Silva.

 

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Num Estádio dos Arcos pintado de vermelho o Benfica partiu em busca de mais três pontos, e conseguiu-o! Mais três pontos… e faltam três finais!

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Entrada fortíssima do Bicampeão, com Jardel, logo no primeiro minuto, a tirar as medidas à baliza de Cássio. Canto cobrado por Gaitán, com o central brasileiro a cabecear certeiro e Pedrinho, em cima da linha de golo, a desviar por cima da trave.
As equipas encaixaram, ambas em pressão alta, com poucos espaços para jogar, não obstante a intensidade e a entrega dos jogadores.
Aos 15’, Renato Sanches remata ao lado do poste, movimento repetido aos 32’ por Gaitán, com Cássio a controlar ambas as investidas.

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Primeira metade morna em termos de oportunidades de golo, com o intervalo a chegar e o nulo a manter-se.
Segunda parte a começar com o Benfica a impor o ritmo, com o coletivo a crescer. Gaitán (53’), Jonas (54’) e Mitroglou (55’) tiveram soberanas oportunidades para inaugurar o marcador mas a bola teimava em não entrar…
Jogo de nervos em Vila do Conde! Os comandados de Pedro Martins baixaram as linhas e o Benfica começou a carregar com tudo.
Minuto 73’ e loucura nas bancadas do Estádio dos Arcos. Cruzamento largo para a área, André Vilas Boas alivia de forma defeituosa com o esférico a beijar a trave e a ser devolvida… Raúl, recém-entrado no desafio, surge oportuno e cabeceia para o 0-1.

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Três pontos... faltam três Finais!

Com este resultado, o Benfica recupera a  líderança isolada da classificação geral, com 79 pontos, com 81 golos marcados e 21 sofridos!

O SL Benfica alinhou de início com Ederson; André Almeida, Lindelöf, Jardel, Eliseu; Fejsa, Renato Sanches, Gaitán, Pizzi (Salvio, 58’); Jonas (Samaris, 85') e Mitroglou (Raúl, 67’).


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O Benfica garante o bronze na UEFA Futsal Cup

por João Silva, em 24.04.16

O Benfica conquistou o terceiro lugar na UEFA Futsal Cup ao derrotar nas grandes penalidades os italianos do Pescara.

A equipa de Joel Rocha esteve a perder por 2-0, mas nos últimos três minutos recuperou e conseguiu o empate já a jogar em 5x4.

Ré e Bruno Coelho marcaram os golos que permitiram ao Benfica disputar, nos penáltis, o terceiro lugar.

Juanjo defendeu dois e Patías e Bruno Coelho converteram os do Benfica, dando a vitória e a conquista do bronze nesta competição.

 

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Antevisão ao jogo com o Rio Ave

por João Silva, em 24.04.16

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Quando faltam quatro finais para o final do campeonato, esta visita ao Rio Ave é talvez o obstáculo com maior grau de dificuldade para o Benfica, que vem de oito vitórias consecutivas na Liga e se for feliz em Vila do Conde, como se espera, fica bem mais perto do título.

Como afirmou Rui Vitória na antevisão ao encontro, realizada no Estádio da Luz: «A equipa está preparada, vai ser um jogo difícil como têm sido todos e a equipa tem-se mostrado preparada para todos. Agora, sabemos o que vamos encontrar e da nossa responsabilidade. O Rio Ave tem qualidade, joga bem, vai-nos causar problemas, tem vindo a melhorar, está a lutar pela Europa e tem uma grande dose de experiência. Mas vamos a Vila do Conde para ganhar. Se amanhã é decisivo? Todos os jogos têm sido decisivos desde o início da época. Demos conta do recado e vamos dar amanha também, sempre com grande afinco».

A equipa de Pedro Martins tem antes de mais objetivos europeus e ocupa o sexto lugar, em igualdade com o Arouca. Vem de um empate frente a esse adversário direto, no quarto jogo sem sofrer golos. Um bom argumento para quem recebe o ataque mais concretizador da Liga.

Para o Bicampeão, há só um objetivo em mente: A conquista dos três pontos.

Carrega Benfica, rumo ao TRInta e cinco!!!

 

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O Benfica regressou a casa após a quarta-feira europeia com o Bayern de Munique. Tal como nesse dia, também nesta segunda-feira voltou a ver-se um Estádio da Luz muito bem composto (54.855 espectadores) e com uma excelente atmosfera em torno da equipa.

Primeira bola de jogo e golo de André Claro. Estavam decorridos somente 14 segundos. Respondeu o Benfica com um rolo compressor impressionante de 25 minutos.

Com a cabeça colocada no golo e na “remontada”, as “águias” empurraram o V. Setúbal para a própria área e colecionaram oportunidades. Mitroglou, com dois cabeceamentos aos sete e aos 12 minutos, esteve perto de ser feliz. De permeio, Jardel obrigou, igualmente de cabeça, Ricardo a uma estirada impressionante.

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Por esta altura só dava Benfica. Mais de 75 por cento de posse de bola, circulação rápida do esférico, assertividade no passe. Aplaudiam os Benfiquistas nas bancadas. Os comandados por Quim Machado pareciam adormecidos, mas aproveitaram um momento dormente da defesa da casa para voltar a levar perigo até Ederson. O cabeceamento de André Claro aos 14 minutos saiu um tudo-nada ao lado.

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Ao susto infligido respondeu o Benfica com a reviravolta no marcador. Decorria o minuto 19 quando Eliseu centrou, Gaitán desviou de cabeça e Jonas encostou para o 1-1. Quatro minutos depois mais um golo Benfiquista. Gaitán marcou o pontapé de canto e Jardel cabeceou a contar. Festa na Luz!

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Na frente do marcador, o Benfica optou por baixar o ritmo de jogo, controlou a partida com bola apesar da subida das linhas notada no lado sadino. Todavia, o 3-1 esteve perto aos 41’. Pizzi isolado preferiu tirar um “chapéu” a Ricardo, Frederico Venâncio afastou em cima da linha de golo.

Do intervalo veio o 2-1 e um Benfica que parecia interessado em fixar o resultado num “score” mais tranquilo para evitar sustos como o da primeira parte. Foi sol de pouca dura. O V. Setúbal, melhor disposto em campo, teve mais posse de bola que tivera nos primeiros 45 minutos e aproximou-se com perigo da área Benfiquista através de Arnold e de André Claro.

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Tentou sacudir o Benfica aos 63 minutos através do cabeceamento de Fejsa. Respondeu Ricardo com uma bela intervenção. Apesar de estar na frente do marcador, o conjunto da casa não estava concentrado nas transições ofensivas e defensivas. Ora perdia bolas desnecessárias a atacar, ora dava demasiado espaço aos sadinos para subirem com perigo.

Até final o resultado manteve-se e assim as “águias” continuam a liderar a tabela classificativa. 

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O Sport Lisboa e Benfica alinhou com Ederson; Nélson Semedo, Lindelöf, Jardel, Eliseu; Fejsa (Samaris, 69’), Renato Sanches, Gaitán (Carcela, 61’), Pizzi; Jonas e Mitroglou (Raúl Jiménez, 80’).

Fonte: SLBenfica.pt

 

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Guardiola: «O Benfica é uma super equipa»

por João Silva, em 14.04.16

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Na conferência de imprensa, Guardiola analisou a partida frente ao Benfica, depois de ter garantido a qualificação do Bayern Munique para as meias-finais da prova de clubes mais importante da UEFA. "É a Liga dos Campeões, não podemos esperar que não seja um jogo equilibrado. Tentámos controlar, ter a bola e resolver a eliminatória, mas, a Liga dos Campeões é sempre a Liga dos Campeões. Esta Liga dos Campeões não é fácil. Estamos satisfeitos, fizemos um jogo estavél, jogámos o que queríamos, criámos muitas chances. Como sabem, jogámos sempre sem a nossa linha defensiva habitual, tanto na primeira mão como neste jogo, mas estamos onde queremos estar e queremos passar à final". 

O técnico elogiou ainda a equipa do Benfica. “O Mitroglou não esperava que não jogasse. O Gaitán vi que estava em dúvida. Nesta competição precisas do plantel todo para lutar contra estas grandes equipas. Para mim o Benfica é uma super equipa, com Gaitán e Mitroglou é muito mais forte. Nesse sentido tivemos um pouco de sorte"

Desafiado a contar se apreciara algum jogador do Benfica, em particular, Guardiola começou por lembrar que "os jogadores portugueses são muito caros" e elogiou os extremos. Falou de Pizzi, Gonçalo Guedes e ainda de Renato Sanches e Semedo. "Mas o que mais me impressionou foi a forma como souberam organizar-se enquanto equipa".

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Rui Vitória agradeceu o apoio incansável dos milhares de Benfiquistas que estiveram no Estádio da Luz, no jogo que terminou com o empate com o Bayern de Munique (2-2) e a consequente despedida da Liga dos Campeões.

Hoje o Benfica deixou uma marca clara da sua dimensão, uma dimensão também europeia. Que continuemos assim, todos juntos, e quero que os adeptos continuem a jogar connosco”, disse o treinador do SL Benfica no final do encontro, na zona de entrevistas rápidas.

Quero dar os parabéns aos meus jogadores pela forma como encararam esta eliminatória. Disputámo-la até ao limite. E depois quero agradecer também aos nossos adeptos que foram fantásticos no apoio que nos deram”, fez questão de salientar.

Rui Vitória mostrou-se naturalmente triste com a despedida da Liga dos Campeões mas orgulhoso de uma equipa que teve um percurso brilhante na competição.

Foi um jogo muito disputado e equilibrado, com uma equipa poderosa. Mas nós trabalhámos muito bem, disputámos o jogo até ao final e estivemos muito organizados e dedicados. A eliminatória esteve disputada até ao final. Estamos tristes com o resultado mas felizes com esta postura”, concluiu.

Fonte: SLBenfica.pt

 

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O Benfica sai da Liga do Campeões de uma forma digna, de cabeça erguida, depois de ter feito tremer o colosso alemão. 

Voltou o Benfica das grandes noites europeias. Voltou e com ele trouxe a crença de uma possível presença numa meia-final da Liga dos Campeões. Jiménez ainda deu esperanças ao Benfica, mas Vidal e Muller roubaram o sonho benfiquista. 

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O Bayern Munique corrigiu erros do primeiro jogo e fez valer o seu poderio, arrancando um empate a duas bolas na Luz para seguir em frente, depois da vitória por 1-0 na primeira mão. Do lado do Benfica, fica a promessa de tentar repetir o feito na próxima época e, quem sabe, com outro desfecho.

Sem Jonas, sem Gaitán e também sem Mitroglou, Rui Vitória apostou no moralizado Jiménez e ganhou, lançou Salvio a titular mas perdeu essa aposta. E deu a titularidade a Carcela, no lugar de Gaitán. Guardiola, que já tinha expressado imenso respeito pelo Benfica, deixou Lewandowski no banco e reforçou o meio-campo com Thiago Alcântara, a fazer um tridente com Xabi Alonso e Vidal. A ideia era ter mais bola, não dar espaço para o contra-ataque do Benfica.

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A formação alemã jogava em campo largo, com Douglas Costa e Ribéry muito encostados nas linhas e com o tridente do meio-campo a trabalhar, com variações rápidas de flanco para desposicionar a defensiva "encarnada". Para fazer frente a este sistema, Rui Vitória montou uma equipa que jogava com a defesa subida, muito próxima dos médios, o que retirava espaço ao Bayern para atacar. O perigo surgia quando os bávaros conseguiam mudar a bola de flanco com rapidez, colocando os extremos em um contra um frente aos laterais do Benfica.

Com dificuldades em contra-atacar, face ao pressing alemão, o Benfica raramente conseguiu sair. E quando o fez, com poucos toques e processos simples, marcou. Um centro largo de Eliseu apanhou Jiménez em correria na área. Ganhou aos centrais e a Neuer e fez a Luz tremer de esperança, aos 27 minutos.

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A eliminatória estava empatada e as "meias" à distância de um golo, que voltou a cair na decisão de Jiménez aos 31 minutos, mas o remate do mexicano parou nas mãos de Neuer. Crescia a esperança nas hostes benfiquistas, as bancadas fervilhavam e os jogadores acreditavam que era possível, até porque o Bayern estava muito nervoso e tinha dificuldades em chegar à baliza de Éderson.

Aos poucos a equipa bávara assentou ideias, arrumou-se em campo e Vidal aproveitou uma bola afastada por Éderson para encher o pé esquerdo de fora da área e fazer um golaço, ainda antes do intervalo. Pouco tempo depois de iniciar a segunda parte, após canto estudado, Javi Martinez deixou Thomas Muller na cara do golo. O avançado não perdoou e deu a "machadada final" na eliminatória.

Talisca deu alguma justiça ao resultado, fazendo o 2-2 de livre direto, ele que tinha saltado do banco, tal como Gonçalo Guedes, o homem que ganhou a falta. Falta essa que devia ter sancionado de outra forma, já que Javi Martinez (viu amarelo) travou o extremo quando este ia isolado.

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O mesmo Talisca ainda assustou Neuer, tal como Jovic, mas o resultado acabou por espelhar o que se passou em campo. O Bayern também poderia ter vencido na Luz mas o poste negou o golo a Douglas Costa e Éderson evitou o tento de Lewandowski, com este já isolado.

O Benfica mostrou que é possível uma equipa portuguesa jogar olhos nos olhos com um colosso alemão como é o Bayern. Mesmo desfalcado das três principais unidades atacantes e ainda do seu capitão, a equipa de Rui Vitória fez a Luz relembrar as grandes noites europeias do Benfica. Os adeptos agradeceram com uma enorme ovação nos minutos finais do jogo.

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O SL Benfica alinhou com: Ederson; André Almeida, Jardel, Lindelöf e Eliseu (88’ Jovic); Fejsa, Renato Sanches, Salvio (68’ Talisca), Carcela e Pizzi (58’ Gonçalo Guedes); Raúl.

 

 

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Antevisão do jogo com o Bayern Munique

por João Silva, em 13.04.16

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Embora o Bayern Munique seja uma das equipas mais fortes da Europa, o Benfica numa noite 'sim' pode conseguir passar a eliminatória. No futebol as coisas acontecem.

Rui Vitória precisa de uma equipa perfeita, compacta e de um grande espírito colectivo dos seus jogadores para conseguir a reviravolta na eliminatória, frente a uma equipa alemã que entra em campo com vantagem de um golo, em consequência da vitória por 1-0, na Allianz Arena.

A ausência de Jonas, é o dado mais relevante nas escolhas do treinador do Benfica. O avançado cumpre castigo e entre Talisca a Jiménez é provável que a aposta recaia sobre o brasileiro. Gaitán poderá constituir a outra grande baixa no onze encarnado.O argentino está em dúvida, devido a uma lesão muscular, e só perto da hora da partida é que Rui Vitória saberá se pode utilizar o jogador. Caso Gaitán não recupere, Carcela deverá ser o seu substituto, num onze ao qual regressa Fejsa.

O Bayern Munique trouxe para Lisboa 20 futebolistas, numa lista em que Pep Guardiola não conta com os lesionados Boateng, Robben, Badstuber e Benatia.
À saída da Alemanha os jogadores do Bayern Munique revelaram estar confiantes para o jogo da segunda mão dos quartos de final da Liga dos Campeões, com o capitão Philipp Lahm a salientar que os bávaros vão a Lisboa “para ganhar”.

Como afirmou o treinador do Benfica «Temos de jogar nos limites da organização defensiva, porque sabemos que vamos encontrar uma das melhores equipas do mundo, candidata a ganhar esta competição, que joga em casa e fora da mesma maneira e vai causar-nos problemas. Mas também temos de ser atrevidos do ponto de vista ofensivo. Apesar de termos trazido a eliminatória para cá, continua a ser muito difícil ». Rui Vitória acredita que o Benfica tem capacidade para discutir a eliminatória, ainda que frisando o «poderio» do adversário germânico.

Os cerca de 60 mil adeptos nas bancadas a puxar pela equipa do Benfica, poderão ser um factor decisivo nesta tarefa, que como sabemos, não será nada fácil, mas a esperança é a última a morrer.

Carrega Benfica!!!

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