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Aproveitando a paragem dos campeonatos para os compromissos das seleções nacionais, o Maisfutebol voltou a fazer as contas ao rendimento dos jogadores emprestados pelos três grandes do futebol português.

Numa altura em que já começa a ser possível projectar a próxima pré-temporada, a performance de vários jogadores cedidos em 2015/16 pode valer uma oportunidade de mostrar serviço na casa mãe. Há vários exemplos, nos três clubes, de empréstimos bem sucedidos, mas também os há de jogadores que, por um motivo ou por outro, não apresentaram o rendimento que seria esperado e, a pouco mais de um mês do final da época, já só uma ponta final de sonho evitará o rótulo de fracasso ao empréstimo desta temporada.

Vejamos então os jogadores do Benfica.

Marcos Valente, central cedido ao Desp. Aves, é o jogador que somou mais minutos esta época, entre os emprestados do Benfica. Aproveitando a autêntica maratona que é a II Liga portuguesa, o jovem de 22 anos, contratado ao Penafiel em 2013 e ainda sem qualquer minuto na equipa principal, foi titular em praticamente todos os jogos da época e é um esteio da defesa avense. É difícil que venha a ter oportunidades no conjunto de Rui Vitória, mas ganhou muita rodagem esta época.

 No escalão principal, o empréstimo de Pelé ao Paços de Ferreira revelou-se aposta ganha. Já são mais de dois mil minutos de competição, divididos por 27 jogos. O médio apontou ainda três golos e é titular indiscutível. Tem feito por merecer uma oportunidade na próxima pré-temporada.

No geral, os jogadores que o Benfica colocou que mais golos apontaram foram Nelson Oliveira e Lolo Plá, ambos com nove. O português está mesmo na época mais produtiva da carreira. O espanhol cedido ao Cadiz (II Divisão B de Espanha) também tem nove golos, mas dificilmente merecerá atenção maior dos responsáveis encarnados. Depois, se nos reportarmos aos atletas que competem em primeiras divisões europeias, o goleador máximo é o austríaco Friesenbichler, que soma oito golos pelo Áustria Viena. Um a mais do que Rui Fonte, do Sp. Braga, o homem em maior destaque pela Liga portuguesa, neste aspecto particular.

Dos vários jogadores que o Benfica colocou no mercado de inverno, tem sido Djuricic, agora no Anderlecht, o que melhor tem aproveitado a nova oportunidade. O sérvio parece ter guia de marcha da luz, mas o bom rendimento (já soma 7 jogos desde que chegou) pode ajudar os encarnados a encaixar algum dinheiro.

Fábio Cardoso está a aprender na Mata Real e tem-se conseguido afirmar no onze de uma das boas equipas da Liga e Bebé já atingiu a marca dos 30 jogos pelo Rayo Vallecano.

Jonathan Rodríguez, até por ter sido uma esperança na época transata, será a principal desilusão. O avançado uruguaio cedido ao Deportivo ainda busca o primeiro golo da época, tendo já atuado em 15 encontros (723 minutos). Ligeiramente melhor mas também sem brilhar tem estado Derley, com quatro golos repartidos por 1320 minutos. Mas o caso mais preocupante é mesmo o do guarda-redes internacional sub-21 Bruno Varela que ainda não tem qualquer minuto no Valladolid. Dos emprestados de janeiro, João Teixeira tem tido o início mais complicado: apenas 90 minutos disputados e já um cartão vermelho no currículo.

 

RELATÓRIO FINAL

PORTUGAL

Jhon Murillo (Tondela): 19 jogos/1268 minutos (3 golos)

Romário Baldé (Tondela): 21 jogos/1331 minutos (2 golos)

Fábio Cardoso (Paços de Ferreira): 22 jogos/1869 minutos (1 golo)

Pelé (Paços de Ferreira): 27 jogos/2178 minutos (3 golos)

Rui Fonte (Sp. Braga): 27 jogos/1535 minutos (7 golos)

Marcos Valente (D. Aves): 35 jogos/3230 minutos

Harramiz (Farense): 34 jogos/2798 minutos (4 golos)

Carlos Ponck (Paços de Ferreira): 6 jogos/293 minutos*

João Teixeira (V. Guimarães): 2 jogos/61 minutos (1 cartão vermelho)*

Victor Andrade (V. Guimarães): 6 jogos/238 minutos*

ESTRANGEIRO

Jonathan Rodríguez (Deportivo Corunha, Espanha): 15 jogos/723 minutos

Sidnei (Deportivo Corunha, Espanha): 25 jogos/2186 minutos

Bebé (Rayo Vallecano, Espanha): 30 jogos/1918 minutos (3 golos)

Bruno Varela (Valladolid, Espanha): 0 jogos

Lolo Plá (Cádiz, Espanha): 26 jogos/1657 minutos (9 golos)

Nélson Oliveira (Nottingham Forest, Inglaterra): 29 jogos/2078 minutos (9 golos)

Ola John (Reading, Inglaterra): 27 jogos/1148 minutos (3 golos)

Hélder Costa (AS Mónaco, França): 23 jogos/1306 minutos (4 golos)

Candeias (FC Metz, França): 21 jogos/1553 minutos (1 golo)

Diego Lopes (Kayserispor, Turquia): 21 jogos/1245 minutos (3 golos)

Derley (Kayserispor, Turquia): 18 jogos/1321 minutos (4 golos)

Marçal (Gaziantepspor, Turquia): 19 jogos/1548 minutos (1 golo)

Hany Mukhtar (Red Bull Salzburgo, Áustria): 11 jogos/216 minutos (1 golo)

Kevin Friesenbichler (Áustria Viena, Áustria): 27 jogos/1146 minutos (8 golos)

Rúben Amorim (Al Wakrah, Qatar): 12 jogos/1029 minutos (2 golos)

César (Flamengo, Brasil): 4 jogos/360 minutos**

Luis Felipe (Rio Claro, Brasil): 8 jogos/720 minutos**

Gianni Rodríguez (Peñarol, Uruguai): 7 jogos/516 minutos

Jorge Rojas (Cerro Porteño, Paraguai): 11 jogos/517 minutos (1 golo)*

Djuricic (Anderlecht, Bélgica): 7 jogos/745 minutos*

Bryan Cristante (Palermo, Itália), 4 jogos/94 minutos*

Luis Fariña (Rayo Vallecano, Espanha), 7 jogos/454 minutos*

 

*- Emprestado em janeiro

**-Calendário sul-americano

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Avião da Fly Emirates com imagem do Benfica

por João Silva, em 29.03.16

A companhia aérea Fly Emirates, patrocinadora do Benfica, decidiu colocar a imagem de seis jogadores do plantel (Júlio César, Jonas, Gaitán, Luisão, Sálvio e Samaris) num Boeing 777, que servirá para dar apoio ao Benfica quando realizar as suas viagens pela Europa.

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O avião mais "glorioso" do mundo. Lindo!

 

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Mitroglou fica até 2020

por João Silva, em 23.03.16

Mitroglou.jpg

Segundo o jornal O Jogo, o empresário de Mitroglou esteve reunido com Luís Filipe Vieira, nos últimos dias para acertou detalhes do contrato. Deste modo, o Benfica deverá avançar para a compra do passe do atleta que vem marcando vários golos de águia ao peito.

Na Luz, Mitroglou vai ganhar 1,7 milhões de euros por ano. O Benfica paga cerca de sete milhões de euros aos ingleses. Esta operação deverá ser realizada em três momentos: três milhões até 15 de julho deste ano, dois milhões até 31 de julho de 2017 e mais dois milhões até 31 de janeiro de 2018.

A ser verdade, é claramente uma boa decisão a contratação de Mitroglou, jogador que vem alinhando na Luz por empréstimo dos ingleses do Fulham.

 

 

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Uma daquelas vitórias que pode valer um título. O Benfica venceu no Estádio do Bessa ao cair do pano, mais propriamente no minuto 92, quando o empate já parecia uma evidência. Mas os campeões também vivem de momentos como este.

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Sem Fejsa, Gaitán, Luisão, Júlio César e Nuno Santos lesionados e Jardel e Mitroglou a cumprir castigo, foi um onze com várias alterações, e em todas as linhas, que subiu ao relvado do Estádio do Bessa.

Ederson na baliza, com Nélson Semedo e Eliseu nas laterais, com a zona central entregue e Lindelöf e a Samaris adaptado. No meio do terreno André Almeida, Renato Sanches, Pizzi e Salvio, com Jonas e Raúl na ofensiva mais direta.

E foi um Benfica à procura dos três pontos que entrou em campo, apostando preferencialmente no seu flanco direito – com Nélson Semedo a destacar-se mais que Salvio – e em vários livres conquistados nessa zona do relvado. Seria um desses lances, por exemplo, a abrir caminho para uma vistosa bicicleta de Raúl Jiménez, para defesa de Mika.

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As melhores oportunidades pertenceram ao Benfica, mas em número reduzido para o que costuma ser a produção habitual da equipa de Rui Vitória. A ocasião mais flagrante, na etapa inicial, surgiu por intermédio de Pizzi, já após a meia-hora, com um remate ligeiramente ao lado.

Segunda metade a começar com um Boavista atrevido a chamar Ederson a mostrar serviço. Primeiro Rúben Ribeiro, com um grande remate para defesa a dois tempos; depois Renato Santos a fazer o esférico rasar o poste.

Rui Vitória mexe no xadrez tático, tira Salvio e coloca Carcela, com as laterais a ganharem uma nova dinâmica e o Benfica a carregar, mas sempre com os axadrezados à espreita.

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Jogo marcado pela intensidade, muita pressão, luta e oportunidades.

Nos últimos 15 minutos, já com Talisca e Jovic em campo, o jogo partiu por completo e não houve tática que resistisse com as duas equipas a jogarem mais com o coração do que com a cabeça.

O golo poderia ter surgido em qualquer uma das balizas… e surgiu mesmo! Já em tempo de compensação, Eliseu descobre Carcela, com o marroquino, de cabeça, a servir Jonas que, de primeira remata para o triunfo! 

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Com este resultado, o Benfica reassume a liderança isolada do campeonato.

O Benfica alinhou de início com Ederson; Nélson Semedo (Talisca, 74’), Lindelöf, Samaris e Eliseu; André Almeida, Renato Sanches, Pizzi (Jovic, 84’) e Salvio (Carcela, 53’); Jonas e Raúl.

 

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Antevisão ao jogo com o Boavista

por João Silva, em 20.03.16

Boavista-Benfica.jpg

O Benfica joga mais uma final rumo ao Tricampeonato. Quando faltam disputar oito jornadas até ao fim do campeonato, todos os pontos são decisivos, sabendo já que os rivais directos venceram as suas partidas nesta jornada.

Para o jogo no Bessa é certo que Rui Vitória não vai poder contar com Jardel e Mitroglou que completaram, no jogo com o Tondela, uma série de cinco cartões amarelos. Face às ausências, o técnico terá de mexer na equipa.

Para o lugar de Jardel, no centro da defesa, a adaptação de Samaris é uma solução já que o grego deu boa conta do recado na Rússia, frente ao Zenit. Também é possível a recuperação de Lisandro López. Por seu lado, para substituir Mitroglou, no centro do ataque, Raúl Jiménez parece ser o principal candidato, havendo ainda a possibilidade de ser Talisca o escolhido para fazer dupla com Jonas. Quem estará de regresso ao meio-campo será Renato Sanches que não jogou frente ao Tondela. 

O Boavista ocupa a 16.ª posição, com 24 pontos, e ganhou uma posição à Académica na luta pela permanência. Na última jornada o Boavista surpreendeu ao vencer, nos Barreiros, o Marítimo, por 0-3. Anderson Carvalho e Zé Manuel (dois golos) foram os marcadores. O Boavista não vencia por três golos de diferença fora de casa no Campeonato desde 2004, frente à U. Leiria. 

Rui Vitória na conferência de imprensa alertou «Vai ser um jogo difícil. Um Boavista-Benfica é sempre tradicionalmente difícil. Sabemos que vamos ter um jogo complicado, mas que não foge à linha do que temos encontrado. É uma equipa que se bate muito bem, que vem de uma vitória fora num campo difícil, o do Marítimo, e que vai jogar ante o seu público. Mas o nosso único pensamento é ir ao Bessa ganhar, mostrando o nosso valor, continuando o nosso percurso e com respeito pelo adversário. Acreditamos no nosso valor.»

O Futebol português ficou marcado por muitos dos embates entre as duas equipas no estádio do Bessa, 52 no total. O Benfica leva vantagem com 22 vitórias, 19 empates e 11 derrotas (76 golos marcados frente a 47 sofridos). O último jogo teve lugar na época passada, com uma vitória por 0-1, com golo de Eliseu. Nesta época, na primeira volta, o Benfica venceu o Boavista por 2-0 no Estádio da Luz, com golos de Gonçalo Guedes e Mehdi Carcela.

#CarregaBenfica  #RumoAo35

 

 

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Road to Milano.jpg

Não será fácil, mas nesta altura da prova não há jogos fáceis.

Calhou ao Benfica, na sorte da Liga dos Campeões, o Bayern de Munique. E o primeiro jogo dos quartos-de-final vai ser na Alemanha, a 5 de Abril e a segunda mão no dia 13 do mesmo mês.

A formação germânica é favorita - como seria face a qualquer adversário nos "quartos" com exceção do FC Barcelona -, pelo passado face ao conjunto da Luz, mas, sobretudo, pelo presente.

Nas últimas quatro temporadas, o Bayern chegou sempre às "meias", conseguindo o título em 2012/13, um ano depois de ter sido finalista vencido, e "caído" nessa fase em 2013/14 (Real Madrid) e 2014/15 (FC Barcelona).

Robben, Lewandowski, Thomas Müller, Neuer, Ribéry, Douglas Costa, Vidal, Alaba, Lahm ou Thiago Alcântara são algumas das estrelas que Pep Guardiola tem ao seu dispor.

Terá que ser uma noite perfeita do Benfica em Munique para a equipa poder alimentar a esperança no jogo da Luz.

 

O quadro completo dos jogos é: 

Wolfsburgo – Real Madrid;

Bayern Munique – Benfica; 

FC Barcelona – Atlético de Madrid; 

Paris Saint-Germain – Manchester City.

 

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O Benfica reassumiu a liderança do campeonato com autoridade e chegou aos setenta golos na Liga com mais uma goleada.

Foi com tranquilidade que a equipa de Rui Vitória venceu o Tondela, último classificado na Liga, com apenas treze pontos e que visitava pela primeira vez o Estádio da Luz. Jonas bisou na partida e volta a destacar-se na corrida à Bota de Ouro europeia, com 28 golos, à frente de Cristiano Ronaldo (27), Gonzalo Higuaín (27) ou Luis Suárez (26).

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Na ausência de Renato Sanches, Rui Vitória colocou Talisca, fez descansar André Almeida e Samaris, abrindo espaço para as entradas de Nélson Semedo e Fejsa, mas a equipa manteve-se sempre fiel aos seus princípios. O Benfica manteve o futebol inclinado para a baliza adversária, com processos simples, a proporcionarem muitas oportunidades junto da baliza do Tondela. Na marcação de um pontapé de canto, aos dez minutos, chegou ao primeiro golo. Cruzamento de Gaitán a colocar a bola na zona de grande penalidade onde surgiu Jardel a cabecear para as redes do Tondela.

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Estava aberto o caminho para a liderança diante de uma defesa verde e amarela que estava em desequilíbrio desde o início do jogo. Uma triangulação, entre Pizzi, Talisca e Gaitán permitiu ao argentino novo cruzamento teleguiado, exactamente para o mesmo sítio do primeiro, desta vez para Jonas, que só precisou de puxar atrás o pé esquerdo para fazer o segundo da noite. Tudo muito fácil diante de um Tondela perdido em campo que não conseguia fazer mais de dois passes sem perder a bola.

Sem fazer uma exibição exuberante, o Benfica tinha o jogo completamente sob controlo. Ederson chegou ao intervalo sem fazer uma defesa.

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O Tondela ainda procurou surpreender no arranque da segunda parte, mas com escassos argumentos. Rui Vitória mexeu na equipa e isso repercutiu-se na qualidade de jogo da equipa. Sucediam-se várias oportunidades para dilatar a vantagem, com o Benfica a chegar facilmente à área. O terceiro golo surge num lançamento lateral, com um primeiro desvio de Jardel e o segundo, decisivo, de Jonas. O objectivo estava mais do que alcançado a vinte minutos do final.

A fechar e depois de tantas tentativas, Mitroglou passou entre os centrais em «sprint» e bateu Cláudio Ramos pela quarta vez. Um golo festejado pelo grego sem camisola, o que o afasta do jogo do Bessa, tal como Jardel.

Benfica_Tondela_1.jpg

A fechar o jogo, o golo de honra do Tondela, marcado por Nathan, a concluir um rápido contra-ataque conduzido por Luís Alberto.

O Benfica alinhou com Ederson; Nélson Semedo, Lindelöf, Jardel, Eliseu; Fejsa (Samaris, 69’), Talisca (Salvio, 54’), Pizzi, Gaitán (Gonçalo Guedes, 57’); Jonas e Mitroglou.

Uma última nota para enaltecer o facto de terem estado, numa segunda-feira à noite, 51.314 espectadores no Estádio da Luz. Somos ENORMES!!! 

Carrega Benfica, faltam oito finais rumo ao TRInta e cinco!

 

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Antevisão ao jogo com o Tondela

por João Silva, em 14.03.16

Tondela_Benfica_Jonas.JPG

Depois de conquistar a liderança do campeonato em Alvalade, o Benfica recebe no Estádio da Luz, o “lanterna vermelha”, o Tondela, equipa que, em dez anos, saltou dos Distritais para a Primeira Liga, onde chegou esta época após ter conquistado o título de campeão da II Liga em 2014/15.

A formação da AF de Viseu tornou-se no 70.º emblema a integrar o escalão máximo do Futebol luso e por isso mesmo não existe nenhum registo histórico de confrontos entre Tondela e Benfica no Estádio da Luz.

Na antevisão ao encontro, realizada este domingo, Rui Vitória perspetivou um desafio complicado… mas para ganhar!

É um Benfica que tem vindo a ter um rendimento muito bom em várias jornadas mas não posso dizer que é o melhor. É um Benfica que tem vindo a ter um rendimento objetivamente bom, a ganhar e a marcar. Sobre o jogo prevejo que seja naturalmente complicado. O Tondela está na última posição mas tem a ambição de roubar pontos na Luz. Pelo que tenho visto, têm qualidade. Já roubaram pontos a equipas que estão no topo. Vai ser difícil, mas sempre com a ambição que nos caracteriza que é ganhar mais um jogo para o Benfica”, começou por dizer o treinador.

Olhamos para cada jogo. Faltam nove finais e é uma a uma, ou seja, as finais são focadas naquele jogo. O próximo é o que importa, é o que interessa. Vamos com a ambição em alta. Temos a noção que os jogos são apertados mas temos a noção do que estamos a fazer. Há muita coisa aqui em jogo… mas prefiro estar cansado por estar a ganhar do que não ter jogos de maior exigência. Sabemos o que nos espera e estamos com uma vontade muito grande. Primeiro, enfrentar as nove finais e ganhar cada uma e estar pronto para lutar”, argumentou.

O Tondela ocupa a última posição da tabela, com três vitórias, quatro empates e 18 derrotas (21 golos marcados e 43 sofridos).

Na última jornada o Tondela perdeu, em casa, diante do Arouca, por 0-1. Petit o é terceiro treinador da equipa esta época, após as passagens de Vítor Paneira e Rui Bento.

Em termos de jogadores o destaque vai para o avançado Nathan Júnior que soma nove golos na Liga NOS. A jogar fora de casa soma dois triunfos e dois empates. Uma destas igualdades teve lugar em Alvalade frente ao Sporting (2-2).

Na primeira volta o Benfica venceu, fora, por 0-4. Os golos foram apontados por Jonas, Gonçalo Guedes e Carcela, num jogo que contou com um autogolo.

 

 

 

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New York Times elogia adeptos do Benfica

por João Silva, em 13.03.16

Adeptos do Benfica na russia.jpg

 

O New York Times escreveu um artigo, onde estão algumas palavras dedicadas aos adeptos do Benfica, depois do comportamento destes no encontro relativo à segunda mão dos oitavos de final da Champions, com o Zenit.

 

Se existisse um prémio para adeptos do ano, os seguidores do Benfica teriam de ser candidatos, escreveu o jornalista Rob Hughes.

Cerca de 445 adeptos do Benfica fizeram muitos quilómetros para enfrentar o frio num jogo da Liga dos Campeões”, destacou ainda o repórter do New York Times.

 

OS MAIORES ADEPTOS DO MUNDO!

 

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O que falta jogar na corrida ao título?

por João Silva, em 11.03.16

campeonato_nacional.png

Depois de na última jornada em que os quatro primeiros jogaram entre si é tempo de fazer contas às partidas que ainda faltam e avaliar o calendário dos três candidatos ao título: Benfica, Sporting e FC Porto.

Se em teoria o calendário do líder e bicampeão Benfica parece mais favorável, os "encarnados" não podem descuidar-se, pois estão apenas com dois pontos de vantagem sobre o Sporting. Do lado dos perseguidores, que ainda se defrontarão no Estádio do Dragão, a agenda parece mais complicada, mas longe de afastar, desde já, qualquer um da corrida à vitória na I Liga.

 

Benfica
O bicampeão nacional e actual líder do campeonato apenas depende de si para chegar ao terceiro título consecutivo, o que não acontece desde a segunda metade dos anos setenta. Se este facto, por si só, sustenta a teoria de que o Benfica tem o calendário mais fácil, no papel as coisas também parecem mais favoráveis aos "encarnados": não perderam quaisquer pontos, na primeira volta, contra os adversários que restam até ao fim do campeonato.

Jogos mais complicados: Sp. Braga (casa), Rio Ave (fora) e V. Guimarães (casa).

O que falta jogar:

Tondela (casa) Primeira volta: 4-0

Boavista (fora) Primeira volta: 2-0

Sp. Braga (casa) primeira volta: 2-0

Académica (fora) primeira volta: 3-0

V. Setúbal (casa) Primeira volta: 4-2

Rio Ave (fora) Primeira volta: 3-1

V. Guimarães (casa) Primeira volta: 1-0

Marítimo (fora) Primeira volta: 6-0

Nacional (casa) Primeira volta: 4-0

 

Sporting

Se a derrota e a perda da liderança para o rival Benfica marcam de forma bastante negativa a entrada dos "leões" na recta final do campeonato, a verdade é que convém enfrentar a próxima partida, na casa do Estoril, com a máxima concentração. Na primeira volta, com os adversários que ainda terão de defrontar, os leões apenas deixaram três pontos no terreno do U. Madeira. Contudo, as deslocações ao FC Porto e a Braga são suficientes para que os verdes e brancos se mantenham completamente focados.

Jogos mais complicados: Estoril (fora), FC Porto (fora) e Sp. Braga (fora).

O que falta jogar:

Estoril (fora) Primeira volta: 1-0

Arouca (casa) Primeira volta: 1-0

Belenenses (fora) Primeira volta: 1-0

Marítimo (casa) Primeira volta: 1-0

Moreirense (fora) Primeira volta: 3-1

U. madeira (casa) Primeira volta: 0-1

FC Porto (fora) Primeira volta: 2-0

V. Setúbal (casa) Primeira volta: 6-0

Sp.Braga (fora) Primeira volta: 3-2

 

FC Porto
A seis pontos do líder Benfica, os dragões são tudo menos uma carta fora do baralho para o que resta da I Liga. É de recordar que, além da luta pelo título, ficar em segundo ou em terceiro não é o mesmo em termos de qualificação para as competições europeias. Os dragões têm deslocações complicadas, mas ainda recebem o Sporting, com hipótese de vingar a derrota sofrida na primeira volta, num jogo que pode ser decisivo para o desfecho do campeonato.

Jogos mais complicados: P. Ferreira (fora), Sporting (casa) e Rio Ave (fora).

O que falta jogar:

U. Madeira (casa) Primeira volta: 4-0

V.Setúbal (fora) Primeira volta: 2-0

Tondela (casa) Primeira volta: 1-0

P. Ferreira (fora) Primeira volta: 2-1

Nacional (casa) Primeira volta: 2-1

Académica (fora) Primeira volta: 3-1

Sporting (casa) Primeira volta: 0-2

Rio Ave (fora) Primeira volta: 1-1

Boavista (casa) Primeira volta: 5-0

 

Embora aparentemente o Benfica tenha o calendário mais favorável, NADA ESTÁ GANHO. São nove finais rumo ao TRInta e cinco!

CARREGA BENFICA

 

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um passado de glória um futuro de vitória benfica


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