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Luka Jovic a caminho da Luz

por João Silva, em 29.01.16

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O avançado sérvio de 18 anos, Luka Jovic, deve chegar nos próximos dias a Portugal para assinar contrato pelo Benfica por cinco épocas e meia. Em declarações à imprensa desportiva, o jovem jogador sérvio revelou que está mesmo a caminho do Benfica e que já sabe que a concorrência por um lugar na frente de ataque vai ser feroz devido à qualidade de jogadores como Jonas, Jiménez e Mitroglou. "O Benfica tem três grandes avançados; Jonas, Jiménez e Mitroglou. São grandes jogadores e goleadores. O Jonas tem feito muitos golos. Quero aprender muito com ele", afirmou Luka Jovic. "Com a qualidade deles, sei que não será fácil para mim jogar", acrescentou o antigo jogador do Estrela Vermelha que adiantou ainda que tem Falcao como um exemplo. Questionado sobre o técnico do Benfica, Jovic assumiu que não conhece Rui Vitória, mas que já ouviu dizer que é treinador que aposta em jovens jogadores, o que será benéfico para a sua carreira. "Rui Vitória? É conhecido por apostar em jovens jogadores? Isso é muito bom para mim. Pode representar mais oportunidades", confessou Jovic. Sobre o Benfica, o Luka Jovic revelou que pediu informações ao internacional Fejsa, que está na Luz há três temporadas, e que o médio só disse maravilhas do clube e da cidade. "Tive oportunidade de falar com ele sobre o Benfica. Disse-me só maravilhas e tudo de bom sobre o clube", atirou Luka Jovic.

Segundo a imprensa sérvia, o clube de Belgrado vai receber 600 mil euros pelos 30% dos direitos desportivos que ainda detinha, uma vez que o restante do passe pertencia ao empresário Pini Zahavi.

Desta forma, o Benfica deverá pagar uma verba a rondar os 2,5 milhões de euros pela totalidade dos direitos sobre Jovic, considerado uma das maiores promessas do futebol sérvio na atualidade.

 

 

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Taça da Liga: Moreirense 1-6 SL Benfica

por João Silva, em 27.01.16

Uma boa exibição em Moreira de Cónegos, com grandes jogadas individuais e com um jogo muito vistoso. O Benfica atravessa a sua melhor fase da época até ao momento e deu provas que continua em fase ascendente. 

Face ao último ‘onze’, Rui Vitória repetiu apenas três jogadores: Jardel, Samaris e Renato Sanches. Mas a grande novidade foi mesmo Gaitán, que não era titular há praticamente um mês, uma das duas estrelas da partida.

Além do argentino, o brasileiro Talisca também mostrou a Rui Vitória que está no plantel para ser chamado mais vezes. O número 30 do Benfica foi responsável por abrir o marcador, de grande penalidade.

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Dois minutos depois, Talisca bisou, com um toque de magia de Nico Gaitán. Além de assistir, Nico também marcou. E que grande golo. Num grande trabalho do argentino na área do Moreirense, tirou dois adversários do caminho, sentou Nilson e atirou para o fundo das redes.

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Com três golos sofridos, o Moreirense não deitou a toalha ao chão e reagiu logo de seguida, reduzindo o marcador para 1-3 através de um trabalho individual de Iuri Medeiros, que correu até à baliza de Ederson Moraes, fugiu de Jardel, e marcou.

Este golo podia ter dado alento à equipa da casa, mas Raúl Jiménez tratou de aumentar a vantagem, fazendo um chapéu a Nilson. André ainda fez o corte, mas o árbitro considerou que a bola já tinha entrado.

Cinco golos em 30 minutos. Um início frenético e recheado de bons momentos de futebol. 

Se o começo foi muito bom, a parte final também não desiludiu. Aos 83 minutos, Talisca achou que ainda havia espaço e tempo para mais um e o brasileiro encheu o pé para fazer voar a bola sobre a área e fazer o ‘hat-trick’. Gaitán também achou que deveria fazer um mais neste seu regresso e, com a ajuda de Gonçalo Guedes, selou o marcador em Moreira de Cónegos. Uma grande noite para os dois jogadores.

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O jogo ficou ainda marcado pelo excelente ambiente nas bancadas do Parque Desportivo Comendador Joaquim de Almeida Freitas, onde os adeptos encarnados gritaram os nomes de Eusébio e Miklos Fehér.

O Benfica conseguiu com uma exibição de encher o olho, marcar presença nas meias-finais da Taça da Liga e fica à espera do embate entre o Rio Ave e o SC Braga para conhecer o seu adversário.

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O Benfica alinhou de início com Ederson; Nélson Semedo, Lindelof, Lisandro e Sílvio (62’, Grimaldo); Samaris (70’, André Almeida), Renato Sanches (54’, Carcela), Gonçalo Guedes, Gaitán e Talisca; Raúl.

 

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O Benfica, comandante do grupo B, precisa de pelo menos empatar hoje à noite em Moreira de Cónegos, para se qualificar para as meias-finais da Taça da Liga, em encontro da terceira jornada da fase de grupos.

A segunda jornada do Grupo B deixou os encarnados em posição privilegiada de atingir os seus objetivos. Há uma semana, o Benfica venceu, por 1-0, no reduto do Oriental, tendo o Moreirense empatado (0-0) com o Nacional no dia seguinte. A conjugação destes dois resultados permitiu ao conjunto de Rui Vitória isolar-se na liderança do grupo.

Em Moreira de Cónegos, o Moreirense ainda tem uma palavra a dizer na luta pelo apuramento, uma vez que recebe os 'encarnados', e uma vitória garantirá a qualificação para as meias-finais.

Mesmo com uma equipa previsivelmente composta por 'segundas linhas', o Benfica é claro favorito para o embate da terceira e última jornada da fase de grupos, até porque venceu sete dos oito jogos realizados em Moreira de Cónegos -- em todas as competições -, tendo empatado apenas um.

Rui Vitória convocou 19 jogadores para a viagem até ao Norte do Pais.

Guarda-redes – Ederson e Paulo Lopes;

Defesas – Lisandro, Grimaldo, Lindelof, Eliseu, Sílvio, Jardel, André Almeida e Nélson Semedo;

Médios – Samaris, Gaitán, Gonçalo Guedes, Talisca, Carcela e Renato Sanches;

Avançados – Raúl, Mitroglou e Jonas.

#CarregaBenfica

 

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O triunfo frente ao Arouca, começou a ser desenhado com o remate certeiro mais rápido da temporada, aos três minutos. Além disso, sublinhou a influência que ganha este novo Pizzi no conjunto, sem amarras à linha e com liberdade para pisar outros terrenos, até bem distantes do ponto de partida.

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A reação dos homens de Lito sem bola durou, pois, três minutos, até Pizzi, vindo lá de trás, aproveitar o corredor deixado aberto pelos rivais. Lançamento lateral de Eliseu para a área, bola afastada, Renato a voltar a cabecear lá para dentro, agora com Jonas a pensar mais rápido que todos e a servir atrasado para Pizzi, que decidido bateu Bracalli.

O Arouca não acusou o golo, chegou-se à frente. Entrava outra vez bem pelos flancos, mas depois faltava-lhe presença na área.

Mais do que um golo cedo, o Benfica marcou o segundo antes dos vinte minutos. Pontapé de canto para Pizzi, bola larguíssima a procurar um toque-a-assistir ainda longe da baliza, na direção do segundo poste. Lisandro saltou, e colocou na pequena área, com Mitroglou a finalizar de calcanhar, num pormenor de belo efeito.

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A segunda parte começou com os mesmos sinais. Pizzi a desmarcar Jonas, e este a rematar ligeiramente ao lado. No entanto, os visitantes subiram linhas, ignorando o resultado. Como se tudo começasse outra vez. A entrada de Maurides ajudou a chegar mais perto do Júlio César, com o ponta de lança em jogadas sucessivas a criar perigo. Era o melhor momento do Arouca.

Apesar dos esforços dos homens de Vidigal, o terceiro golo iria mesmo acontecer, já com Nico Gaitán em campo – entrou para o lugar de Pizzi, cujos esforços podiam tranquilamente ser geridos, aos 66 minutos. Uma série de ressaltos colocou Mitroglou e Jonas lado a lado, a só terem de fechar a jogada, com o grego e o brasileiro a empurrarem-se mutuamente para ver quem dava o toque final. Nessa luta particular, ganhou Jonas.

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O quarto andou perto, com Mitroglou, por exemplo, a chegar a passar Bracalli com um chapéu, e a bola a ser cortada depois por Velázquez, que só à sua conta salvou dois golos esta noite. E, logo depois, por Talisca - entrado para o lugar de Samaris -, que ainda acertou no guarda-redes, depois de combinação fantástica com Gaitán.

Já perto do fim, Renato deu sinais de cansaço, mas lá se aguentou, permitindo a Rui Vitória gerir os seus pontas de lança, tirando Mitroglou por Jiménez.

O Arouca, já nos descontos, acabou por fazer o seu golo, pelo inevitável Velázquez. Lisandro com culpas, logo depois de alguns cortes fantásticos por parte do argentino.

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Esta vitória permite ao Benfica subir provisoriamente ao primeiro lugar do campeonato, com 46 pontos, mais um que o Sporting, embora os leões tenham menos um jogo.

 

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Gaitán está de volta aos relvados

por João Silva, em 22.01.16

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Segundo avança o jornal "Record", Gaitán deverá ser opção para Rui Vitória no jogo com o Arouca. O dia de hoje será determinante para as equipas médica e técnica terem uma resposta em relação à disponibilidade do argentino, que está a responder de forma muito positiva ao traumatismo no joelho esquerdo, que o colocou de baixa desde o jogo com o V. Guimarães, a 3 de janeiro.

Na Luz, todo o cuidado é pouco, no que diz respeito a possíveis recaídas, já que foi um problema no joelho esquerdo que afastou o camisola 10 após o desafio com o At. Madrid, da Liga dos Campeões, a 8 de dezembro. Nessa altura, uma entorse remeteu o extremo para o departamento médico. Em Guimarães, o jogador voltou a sentir problemas na mesma zona.

No primeiro jogo de 2016, Gaitán entrou em campo com uma proteção no joelho e acabou por ser assistido, após um lance, mas acabou por ficar em campo até aos 68 minutos, os únicos que fez no espaço de um mês e meio.

Também por isso, o regresso deverá acontecer com cuidado, pelo que é até possível que Gaitán só volte no decorrer do encontro, de forma a ganhar ritmo. Sendo peça indiscutível na equipa, a verdade é que as opções encontradas por Rui Vitória têm correspondido, pelo que não há grandes motivos para acelerar a reintegração do camisola 10.

Isto apesar de a vontade do argentino ser muita. Na semana passada chegou mesmo a desabafar nas redes sociais que tinha saudades de jogar.

 

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Taça da Liga: Oriental 0-1 SL Benfica

por João Silva, em 20.01.16

O Benfica deslocou-se ao Campo do Oriental (Engenheiro Carlos Salema) que se encheu para receber o Campeão Nacional e detentor do troféu. Um estádio bem composto e feliz por voltar a receber um clube grande.

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Muitas mexidas no onze de Rui Vitória que, da equipa titular que jogou na Amoreira, apenas manteve Lisandro López e Carcela. Djuricic, que não era titular desde maio de 2014, e Nélson Semedo – recuperado de uma lesão, regressaram ao onze.
A diferença entre as duas equipas estava patente no papel e nas divisões em que jogam, mas nada disso se viu na primeira parte e muito por culpa do Benfica.

O relvado não ajudou, a pressão alta do Oriental também não, mas exigia-se um pouco mais aos encarnados nos primeiros 45 minutos, mesmo com um onze alternativo.
O Benfica demorou a perceber que perante um relvado irregular o seu jogo não poderia ser de pé para pé, mas sim em processos mais simples. Depois também faltou velocidade para desequilibrar uma equipa do Oriental que se mostrou muito bem organizada sob as ordens de João Barbosa.

O primeiro lance de perigo na partida surgiu aos cinco minutos num pontapé em jeito de Fernando a sair ligeiramente por cima. E demoraram dez minutos até a formação de Rui Vitória conseguir rematar à baliza de Mota, mas a bola saiu muito por cima depois de um tiro de Mitroglou.

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Pouco depois o Oriental dispôs da melhor oportunidade de jogo. Talisca facilitou à entrada da área, Fernando roubou-lhe a bola, isolou-se e tentou fintar Ederson, mas aí o brasileiro, com uma grande intervenção, negou o golo. O encontro foi para o intervalo a zeros.

Ao intervalo, Rui Vitória tirou Gonçalo Guedes para fazer entrar Pizzi, de modo a poder ter alguém para pautar o jogo dos encarnados.
Mas foi a formação de Marvila a entrar melhor na etapa complementar, mostrando que a garra e a vontade continuavam lá, apesar do acumular de minutos.
Aos 53’, mais uma grande defesa de Ederson a evitar o golo do Oriental. Rui Vitória fez entrar Jiménez e, mais tarde, Renato Sanches para tentar apertar o cerco ao adversário. Pouco depois, aos 74 minutos, chegou finalmente o golo do Benfica. Cruzamento de Pizzi com a bola a sobrar para Talisca que, à entrada da área, disparou colocado para o 1-0 (74’).

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Aos 87' mais uma oportunidade para o médio brasileiro, com a bola a bater na trave da baliza de Mota.

Acabava a resistência de um Oriental que merece uma nota de destaque pela atitude que demonstrou até aqui, atendendo ao penúltimo lugar que ocupa na Segunda Liga.

Com este resultado, o Benfica sobe ao primeiro lugar do Grupo B com seis pontos, seguido do Moreirense (com três) que defronta hoje o Nacional.

Para a semana, na terceira fase da competição, ficam-se a conhecer as equipas que avançam para as meias-finais, o Benfica joga em casa do Moreirense, em Moreira de Cónegos.

Rui Vitória fez alinhar o seguinte onze: Ederson; Nélson Semedo, Lisandro López, Lindelof e Sílvio; Samaris; Gonçalo Guedes (45’ Pizzi), Talisca e Carcela (59’ Raúl); Djuricic (72’ Renato Sanches) e Mitroglou.

 

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Pizzi foi o autor do golo da vitória do Benfica frente ao Estoril, em jogo da 18ª jornada da I Liga. O médio destacou a atitude da equipa para virar o resultado e também o apoio dos adeptos

Ansiedade: "Primeiro, acho que há que dar os parabéns a toda a equipa. Entramos bem no jogo, tivemos a infelicidade de sofrer um golo mas a equipa manteve-se calma, criou oportunidades e entramos bem na segunda parte, com vontade de dar a volta ao resultado. Conseguimos e há que agradecer a estes adeptos maravilhosos, que fizeram deste estádio um estádio da Luz"

Mensagem ao intervalo: "Como já disse, entramos bem no jogo, assim como na segunda parte, todos a puxar para o mesmo lado, o apoio dos adeptos foi muito bom. Entramos com raça e com vontade de dar a volta. Com um futebol bem jogado, conseguimos dar a volta e levar os três pontos".

Resultado do Sporting: "O importante era o Benfica ganhar, independentemente dos resultados das outras equipas. O nosso objetivo é sempre ganhar, três pontos mais na luta pelo nosso objetivo".

Bom momento da equipa: "O nosso objetivo, como já disse, é entrar em todos os jogos para ganhar, fazer as coisas bem e praticar bom futebol. Sabemos que este é um campo complicado mas jogamos bem, tivemos personalidade e conseguimos virar o jogo".

O Benfica venceu o Estoril por 2-1 e colocou-se a dois pontos do Sporting, líder da I Liga.

 

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Bancadas bem preenchidas no estádio António Coimbra da Mota. Adeptos Benfiquistas em maioria a criarem o ambiente de um mini-Estádio da Luz.

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Apostando na mesma equipa que rendeu duas goleadas nas duas jornadas anteriores, frente ao Marítimo (6-0) e Nacional (1-4), Rui Vitória teve, desta vez, que sofrer frente ao Estoril. Mas tudo poderia ter sido diferente se o ataque do Benfica tivesse sido mais eficaz nos primeiros instantes da partida.

Entre os oito e os nove minutos, foram três as soberanas oportunidades criadas pelas "águias", uma delas com o poste a evitar mais um golo de Jonas. Era o resultado de uma entrada determinada dos “encarnados”, que sofreram um duro revés pouco depois, fruto de uma maior eficácia da equipa da casa. No primeiro lance ofensivo dos “canarinhos”, Anderson Luís cruzou da direita para a área, onde o inevitável Léo Bonatini antecipou-se a Lisandro e rematou para golo.

Começava mal o jogo para o conjunto de Rui Vitória, que passou a acusar alguma intranquilidade e precipitação colectiva e individual. Mesmo assim, procurou responder prontamente à desvantagem, mas, mais uma vez, faltou inspiração atacante, nomeadamente a Jiménez, que desaproveitou um brinde da defesa estorilista, permitindo a defesa de Kieszek, quando se encontrava isolado, aos 14’.

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Apesar de ter mais posse de bola, a verdade é que as “águias” sentiam dificuldades nas transições defensivas e não raras vezes o contra-ataque da formação da casa punha os da Luz em sentido. Com o passar dos minutos, o Benfica subiu as linhas, optou por uma pressão alta na primeira zona de construção do Estoril, que perdeu capacidade ofensiva.

O cerco à área adversária ia dando golo de Jonas num cabeceamento perigoso aos 41 minutos. Ao intervalo, o Benfica saía a perder.

Para a segunda metade, Rui Vitória trocou Jiménez por Mitroglou e foi bem-sucedido. Depois de uma primeira ameaça do grego, aos 49’, o ponta-de-lança empatou o encontro, aos 52’. Um cruzamento atrasado de André Almeida foi transformado em golo por Mitroglou, num remate à meia-volta, com a bola a tocar ainda em Diogo Amado e a trair Kieszek.

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Um golo que premiava a avalanche atacante dos lisboetas nos instantes iniciais do reatamento. A pressão “encarnada” anunciava o segundo golo e ele surgiu mesmo aos 68’, após Jonas assistir Pizzi que bateu o guarda-redes “canarinho” pela segunda vez, com um remate rasteiro cruzado. Instantes antes, no lance mais caricato do encontro, os benfiquistas já tinham reclamado o segundo, quando Kieszek retirou uma bola que poderá ter ultrapassado a linha de baliza.

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O Estoril raramente conseguia estender o seu jogo pelo campo e só aos 70’ fez entrar o guarda-redes Júlio César em acção, pela primeira vez em toda a partida (a segunda foi já nos descontos).

A vitória foi plenamente justificada pelo Benfica, essencialmente por aquilo que fez no segundo tempo, e a equipa da Luz voltou a depender de si própria para poder festejar o título.

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O Benfica começou com Júlio César; André Almeida, Lisandro, Jardel, Eliseu; Fejsa, Renato Sanches, Pizzi (Talisca, 88’), Carcela (Gonçalo Guedes, 90'+5); Jonas e Raúl Jiménez (Mitroglou, 45’).

 #RumoAo35

 

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Antevisão do jogo com o Estoril

por João Silva, em 16.01.16

Estoril-Benfica.png

O Benfica pode ficar hoje a dois pontos do Sporting, líder da I Liga de futebol, caso vença em casa do Estoril-Praia, em jogo da 18.ª jornada da prova, a primeira da segunda volta. Segundos classificados com menos cinco pontos do que os 'leões', os ‘encarnados’ podem assim tirar proveito do resultado surpreendente de sexta-feira, quando o Sporting cedeu um empate 2-2 em casa diante do Tondela, lanterna-vermelha do campeonato.

O Benfica visita a Amoreira no melhor período da temporada. No campeonato, as águias somam quatro vitórias consecutivas e andam com pé quente. Nos últimos dois jogos marcaram 10 golos. Ainda assim, fora de portas o Benfica não consegue por vezes ser tão eficaz como nos jogos na Luz. Dos oito encontros, a equipa de Rui Vitória já perdeu dois e empatou outro. Os encarnados são atualmente vice-líderes do campeonato, com 40 pontos, os mesmos que o FC Porto e agora a cinco do primeiro, o Sporting.

Para Rui Vitória «É um jogo contra uma boa equipa. Na primeira volta sentimos dificuldades para vencer. É revelador do valor do Estoril. Temos consciência de que é um adversário difícil. Não há outro caminho que não seja pensar em ganhar. As características do adversário são boas mas acreditamos muito em nós, e vamos lá para ganhar. Prevemos que esteja um estádio cheio de benfiquistas e que isso nos ajude a mais uma vitória».

Esta jornada é a oportunidade do Benfica, em caso de vitória, voltar a depender dele próprio para conquistar o tão desejado TRICampeonato.

#CarregaBenfica

#RumoAo35

 

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A aposta do Benfica na formação de jovens jogadores para o futuro esteve em destaque no portal oficial da UEFA, que elogiou a mudança de estratégio do emblema 'encarnado' considerando-a uma 'aposta acertada'.

"A equipa portuguesa apostou forte esta época em jogadores formados no clube e essa confiança está a dar frutos, com a ascensão de jogadores como Renato Sanches", pode ler-se no referido artigo da UEFA. Para além do jovem médio 'encarnado', a UEFA destacou ainda os nomes de Victor Andrade, Victor Lindelöf, Nuno Santos, Gonçalo Guedes, João Teixeira e Nélson Semedo, mas também de André Gomes, João Cancelo, Ivan Cavaleiro ou Bernardo Silva.

No referido artigo, a UEFA considera ainda que Rui Vitória teve um papel 'vital' para que esta nova estratégia no Benfica fosse implementada.

 

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um passado de glória um futuro de vitória benfica




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