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A marca Benfica foi distinguida como a melhor de 2015 pela revista Meios e Publicidade, uma distinção que teve em conta a atração de patrocinadores e os resultados económicos do último ano.

Enquanto os outros clubes assistem ao êxodo de patrocinadores, o SL Benfica conseguiu atrair a Emirates para um contrato de patrocínio de oito milhões de euros por época, o dobro do valor do último contrato, afirmou a publicação.

É a 21ª marca de futebol mais valiosa do mundo, segundo a BrandFinance, e praticamente duplicou o seu volume de negócios em cinco anos, acrescentou de seguida.

Já o canal Benfica TV foi escolhido como o melhor canal desportivo do presente ano, tendo ultrapassado a Sport TV, canal especializado em desporto em Portugal, a nível de audiências. A aposta em ligas mediáticas como a inglesa ou a italiana foram realçadas pela Meios e Publicidade.

Tem vindo a conquistar subscritores e audiências, havendo dias em que já ultrapassa a Sport TV. Para além dos jogos do Benfica em casa, reforçou a oferta de futebol com a liga inglesa, a francesa e a italiana, estas últimas conquistadas este ano.

 

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Liga dos Campeões: Astana 2-2 SL Benfica

por João Silva, em 26.11.15

O Benfica garantiu o direito de estar entre a "nata" do futebol europeu, ao beneficiar da derrota do Galatasaray frente ao Atlético de Madrid, depois de ter empatado fora com o Astana a duas bolas. É o regresso dos bicampeões europeus aos oitavos-de-final da maior prova de clubes do futebol europeu.

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O empate no Astana Arena foi crucial, num jogo muito complicado que voltou a evidenciar algumas fragilidades deste Benfica de Rui Vitória. Sem Luisão, lesionado, e Gaitán, castigado, o técnico resolveu fazer uma mini-revolução no onze. Lisandro López ocupou a vaga de Luisão, Pizzi a de Gaitán e o miúdo Renato Sanches a de Talisca no meio-campo, fazendo assim a sua estreia a titular no Benfica e logo na Champions. Jonas e Jiménez também voltaram ao onze.

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O Benfica sentiu algumas dificuldades para se adaptar ao sintético do Astana Arena. A formação cazaque ia surpreendendo o Benfica, ora com bolas longas para Kabananga, ora com jogadas rápidas de contra-ataque. Twumasi falhou o primeiro aos 18 minutos mas aos 19, o jogador nascido no Gana não perdoou e fez o 1-0, de cabeça, após centro de Kabananga na esquerda. Foi o 15º jogador a estrear-se e a marcar no mesmo jogo na Champions. Aos 31 os cazaques fizeram ao 2-0, agora por Anicic. Soava o alarme nas hostes "encarnadas", mas a dupla atacante tratou de minimizar os estragos antes do intervalo: aos 41 minutos Jonas centrou na direita e Raul Jiménez desviou ao primeiro poste, de cabeça, batendo assim Eric pela primeira vez. Era o 1º golo do mexicano na prova, que voltou assim aos golos, três meses depois do último tento, marcado ao Moreirense.

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Rui Vitória conseguiu equilibrar a equipa para a segunda parte, fazendo acertos na defesa mas também no meio-campo. Os "encarnados" passaram a não dar espaço aos avançados cazaques que foram perdendo fulgor com o passar do tempo. Já com André Almeida e Talisca em campo, nos lugares de Sílvio e Samaris, o Benfica vai conseguir evitar a derrota aos 70 minutos, num desvio com a canela de Raúl Jiménez, após centro de André Almeida.

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O técnico do Benfica "percebeu" que a qualificação poderia passar por um empate e retirou Jonas do campo, fazendo entrar Cristante para segurar o jogo e o ponto, que daria a qualificação ao Benfica. Tudo seria confirmado quatro horas depois, com a comitiva em pleno voo de regresso para Lisboa, quando o Atlético bateu o Galatasaray.

O objetivo dos "oitavos" da Champions chega a uma jornada do fim da fase de grupos, sendo que o Benfica ainda pode garantir o primeiro lugar do Grupo C e evitar alguns "tubarões" no sorteio. Com mais ou menos dificuldades, a "águia" lá vai trilhando o seu caminho na elite do futebol europeu, algo que vinha a falhar nas últimas épocas.

 

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Youth League: Águias voltam a golear o Astana

por João Silva, em 25.11.15

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Depois da goleada por 8x0 no encontro da primeira volta, o Benfica voltou a ser muito mais forte que o Astana, vencendo por 5x0 no jogo da 5ª jornada da UEFA Youth League.

A equipa encarnada alinhou com F. Duarte, Azemović, F. Ferreira, Y. Ribeiro, P. Rodrigues, Banjaqui, G. Rodrigues, Martin, J. Pereira, Buta, J. Gomes.

José Gomes abriu o marcador aos 28 minutos, a passe de Buta, e bisou aos 72, na marca de grande penalidade. No minuto seguinte foi Assylkhanuly quem marcou um autogolo e aumentou a contagem para o Benfica.

Aos 90 e aos 90+3 minutos, quem bisou foi Ricardo Araújo, que entrou ao intervalo e que selou o marcador em 5-0.

O Benfica cimentou assim o primeiro lugar do grupo C da prova, com cinco vitórias em cinco jogos, tendo até ao momento marcado 28 golos e sofrido apenas dois.

Na última jornada as águias recebem o Atlético de Madrid.

 

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A viagem do Benfica ao Cazaquistão, onde irá defrontar o Astana, na quinta jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões, trará aos ‘encarnados’ dificuldades muito maiores do que ‘apenas’ o adversário em campo.

Apesar de ser, teoricamente, a equipa mais fraca do grupo C, a verdade é que, em casa, o Astana conseguiu garantir o empate frente ao Galatasaray – 2-2 – e ao Atlético de Madrid – 0-0.

Os méritos desportivos são impossíveis de pôr em causa, mas dois factores de peso têm jogado a favor dos cazaques, factores esses que, agora, o Benfica irá enfrentar: o relvado sintético e o frio extremo.

Começando pelo que ao terreno de jogo diz respeito, o Benfica não tem sido propriamente feliz quando joga em sintéticos. No passado recente, surgem na memória duas experiências negativas: em 2012/2013, quando os ‘encarnados’ foram à Rússia foi a Moscovo perder por 1-0 com o Spartak, e na última época, frente ao Boavista, onde, apesar de ter vencido no Bessa, Rúben Amorim contraiu uma grave lesão que o deixou de fora durante grande parte da temporada.

Quanto ao frio, se os números arrepiam, muito pior deve ser passar por eles. No Cazaquistão, espera-se que, à hora do jogo – 21 horas locais, 15 horas em Portugal – estejam entre os dois e os quatro graus negativos. Ainda assim, ligeiramente melhor do que os 15 graus negativos que se têm feito sentir nos últimos dias.

 

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Taça de Portugal: Sporting 2-1(ap) SL Benfica

por João Silva, em 22.11.15

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Depois da Supertaça e da Liga, chegou a vez da Taça de Portugal ver novamente os leões a sorrir. Para a história fica esse inédito registo histórico para o clube de Alvalade nos últimos 60 anos e, naturalmente, o resultado final: 2-1, após prolongamento.

Rui Vitória tentou inverter o ciclo negativo e mudou a tática do Benfica para mais um ‘round’ contra Jorge Jesus. Mitroglou ainda devolveu a crença ao Benfica, com um golo madrugador logo aos sete minutos, na primeira ocasião de golo dos bicampeões, deixando o Benfica na liderança do marcador em Alvalade. Todavia, o melhor que conseguiu foi um empate no tempo regulamentar e perder apenas no tempo extra. 

Fica assim sentenciado o adeus prematuro do Benfica na Taça de Portugal.

 

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Olhando para os últimos 50 anos de história da competição, é possível verificar que não é frequente que as duas equipas se encontrem, em particular nos últimos anos. A última vez que aconteceu até nem foi há tanto tempo - em 2013/14, vitória do Benfica, mas antes disso só em 2007/08. Ao todo, foram 17 encontros em 50 temporadas. Outra coisa de salientar, é o facto que os derbys lisboetas na Taça de Portugal têm tido muitos golos, e até algumas goleadas.

Nesses 17 encontros, foram apontados uns incríveis 71 golos: mais de quatro golos por cada jogo. Só nos últimos três encontros, por exemplo - e naturalmente retirando da conta os golos na marcação de grandes penalidades - registaram-se 21 golos. Sete golos por jogo.

As últimas cinco décadas, revela um impressionante equilíbrio: nove vitórias para o Benfica e oito para o Sporting. Vendo apenas a última década, porém, a vantagem benfiquista é mais clara: cinco vitórias 'encarnadas' contra duas vitórias dos 'leões'. 

No capítulo das goleadas, há também equilíbrio. Os 'encarnados' registaram o maior triunfo, com um 5-0 em 1985/86, mas o Sporting pode gabar-se de um 3-0 em 1982/83 e de um 4-1 na final de 1970/71.

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#CarregaBenfica

#RumoAoJamor 

 

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Para o jogo de sábado em Alvalade, a contar para a quarta ronda da Taça de Portugal, José Augusto diz que a receita dos ‘encarnados’ tem que vir de uma “revolta interior” e do muito que o treinador Rui Vitória possa transmitir.

Tem muito a ver com aquilo que o treinador possa transmitir, possa galvanizar e possa no seu sistema tático”, salientou o ex-internacional, que em 1962/63 esteve numa das poucas vitórias do Benfica no terreno do leão para a Taça de Portugal (1-0).

José Augusto considera que as ausências de Nelson Semedo e Salvio, lesionados, fragilizam o Benfica, mas entende que é possível vencer em Alvalade.

Já provámos também, em outras alturas, que fomos lá e ganhámos. Tenho mais vitórias sobre o Sporting, do que o Sporting sobre mim. E, mesmo depois, como treinador, ganhei uma Taça de Portugal ao Sporting (1969/70)”, lembrou.

O ‘magriço’ divide as probabilidades em 50 por cento para cada lado, num confronto em que alerta para a pressão alta da equipa de Jorge Jesus e a expetativa de que o Benfica “não cometa os erros que cometeu” anteriormente.

O que o Sporting nos fez este ano, pode ser que nós também o possamos fazer”, desejou o antigo médio.

 

#CarregaBenfica #RumoAoJamor

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Jardel reconhece, em entrevista ao jornal A Bola, que após duas derrotas com o Sporting, os jogadores ficaram “muito chateados”, evitando outras palavras, porém diz que o objetivo é retificar os erros e alcançar outro resultado.

Não vencemos e ficámos muito chateados, para não dizer outras palavras. Internamente, jogadores e demais equipa técnica, só temos de ver o que falhou para que não volte a acontecer. Temos de ver o que errámos nos últimos dois desafios”, começou por dizer.

Jardel assume que um derby “mexe sempre um bocadinho mais” com os jogadores, mas diz que a culpa também é da imprensa. A verdade é que o central diz que o foco deve estar todo no trabalho e ver o que é preciso “fazer para conquistar a vitória”.

Sobre Rui Vitória, o defesa desfaz-se em elogios e acrescenta que a equipa tem vindo a crescer.

O mister é fora de série. Tem ideias inovadores, é muito experiente e deixa-nos muito mais à vontade. Juntando isso tudo e as suas características tem tudo para dar certo. É o que já está a acontecer. A equipa tem vindo a crescer jogo a jogo, tem tudo para dar certo”, frisou com confiança.

Sobre o campeonato, Jardel assume o desejo de conquistar o tri e lembra que os rivais “não vão ganhar todos os jogos”, pelo que o Benfica irá recuperar da distância pontual atual.

 

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Será que ao terceiro derby entre Sporting e Benfica, e mais especificamente, entre Jorge Jesus e Rui Vitória, existirão alterações ao que se tem passado? Será que a superioridade demonstrada pelo conjunto verde e branco vai continuar no próximo jogo a contar para a Taça de Portugal? Esta é uma resposta a que os adeptos dos dois clubes quererão claramente respostas opostas.


Do lado sportinguista, Jorge Jesus tem feito aquilo que era seu timbre, focar-se quase apenas e só nas provas nacionais e por isso, é de prever que demonstrará o mesmo trabalho de casa que o tem mantido cem por cento vitorioso nos dois anteriores jogos frente ao Benfica. Jorge Jesus já era um treinador que demonstrava uma boa preparação e um bom trabalho de casa quando os adversários são nas provas internas e a juntar ao conhecimento que ainda possui das dinâmicas de alguns dos jogadores encarnados, é de prever que não será por aí que o resultado possa não ser positivo. O único risco que o lado sportinguista poderá ‘sofrer’ é de algum excesso de confiança dadas as condições em que venceu o Benfica nos últimos jogos.

Do lado benfiquista, Rui Vitória, para lá do desejo sempre presente que um clube grande tem em vencer as suas partidas e ainda mais quando são clássicos, há que afastar o bloqueio que é não vencer nem Jorge Jesus nem o Sporting esta época. Como?, será a questão a colocar. E as respostas não são muitas. Aliás, passarão por dois cenários: manter as suas dinâmicas de jogo e que Jorge Jesus já as conhece e que têm sido insuficientes; ou alterar algo e ir pelo factor surpresa.

Pessoalmente, irei pelo primeiro cenário, não sabendo se as dinâmicas individuais chegarão para se sobrepor às dinâmicas colectivas entre o Benfica e o Sporting. Acredito que Rui Vitória vá manter muito daquilo que foi o Benfica no papel antes dos jogos entre o Benfica e Sporting. Que irá manter a mesma disposição e tentar ir pelas dinâmicas e autonomias de alguns atletas. Jorge Jesus sabe que se por um lado isso é uma vantagem para ele, também saberá que a repetição das mesmas dinâmicas a determinado ponto fará do Benfica uma equipa mais coesa e eficiente. Resta saber se quando isso acontecer será antes, durante ou após os jogos que vão opondo os dois clubes.

Do ponto vista mais institucional, é relevante referir que uma das equipas ficará sem o 2.º ou 3.º objectivo da época como sendo possível de alcançar. Se no início da época desportiva a Liga dos Campeões era uma prioridade para ambos os clubes, o fazer carreira e dinheiro claro está, a partir de uma determinada altura, a Taça de Portugal passou a ser o 2.º objectivo explícito do Sporting e talvez o 3.º do Benfica, após a Liga interna e passar a fase de grupos da Liga dos Campeões. A Taça de Portugal não é a cereja em cima do bolo para nenhum dos clubes, mas quando lá mais para a frente os outros objectivos começarem a ficar mais nublados, a Taça de Portugal será sempre recordada…

Por Rui Lança, especialista em coaching sapodesporto@sapo.pt

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Raúl Jiménez não se arrepende de ter optado pelo Benfica em detrimento do West Ham. Com apenas um golo em 13 jogos, o internacional mexicano, em entrevista a A BOLA, deixa a promessa aos adeptos: «Os golos vão aparecer a qualquer momento».


«O Benfica é um clube de grande importância que está sempre na Champions e a lutar por títulos, a fazer as coisas bem. É o bicampeão de Portugal. Portanto foi um passo em frente, para ter mais minutos e tentar que isso me traga os golos», salientou o avançado.

«Havia uma oferta do West Ham também, tive vários dias para pensar nas duas opções e no final escolhi o Benfica porque senti que era o clube que podia dar-me o que precisava. É o melhor clube de Portugal e pode ajudar-me muito a continuar a melhorar e a crescer como futebolista», projetou Jiménez.

Com um golo em 13 jogos, seis como titular, acredita o mexicano que a sorte irá mudar.

«Penso que já fiz bons jogos, mas sendo um avançado é importante marcar golos. É o que tenho de fazer mas não vou perder a calma, sei que com confiança e tranquilidade os golos vão aparecer a qualquer momento», afiançou.

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um passado de glória um futuro de vitória benfica




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