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O Benfica viajou esta sexta-feira à noite até ao estádio Municipal de Aveiro onde, frente ao 16.º classificado Tondela, abriu a 9.ª jornada da Liga NOS… e com números que não deixam contestação, face a uns adeptos incansáveis!

Com duas alterações no onze face à equipa inicial do dérbi, a grande novidade foi a inclusão de Clésio (em estreia absoluta na equipa principal) na lateral, com Eliseu a não ser opção, surgindo Talisca no meio, no lugar de André Almeida.

Numa partida histórica para ambas as formações, uma vez que esta foi a primeira vez que se defrontaram, o SL Benfica entrou praticamente a vencer.

Minuto três! Gaitán cruza na esquerda, com conta, peso e medida, com Jonas, de cabeça, a responder da melhor maneira a mais uma – a 6.ª - assistência do argentino. Estava feito o 0-1.

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 E não foi preciso muito mais para se festejar o segundo golo das “águias”! Corria o 11.º minuto da partida e Marcos Berger, num alívio infeliz, introduz o esférico na própria baliza… sem hipóteses para Matt Jones.

Em cima do apito para o descanso (42’), mais um golo para os “encarnados”, desta feita com o jovem de apenas 18 anos, Gonçalo Guedes, (lançado por Jonas) na cara do guarda-redes Cláudio Ramos (entrou para o lugar do lesionado Matt Jones) a fazer o gosto ao pé (ao ângulo), assinar o seu segundo golo na I Liga e a colocar o SL Benfica a vencer, por 0-3 ao cabo dos primeiros 45 minutos.

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Na segunda metade, com uma vantagem confortável e face aos próximos compromissos, Rui Vitória geriu a equipa.

Saídas de Clésio, devido a fadiga muscular, Gaitán e Jonas... E mais uma estreia a registar! Renato Sanches foi a jogo, aos 75’, com o SL Benfica a mostrar mais uma vez que é na Formação que está o futuro.

A fechar, o quarto golo! Carcela, aos (81’), em jogada individual, flete para a zona central e remata cruzado para o 0-4.

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Vitória justa, com mérito e qualidade, num desafio que as "águias" tornaram fácil face à postura ambiciosa e concretizadora!

O SL Benfica alinhou de início com Júlio César; Clésio (André Almeida, 63’), Luisão, Jardel e Sílvio; Samaris, Talisca, Gaitán (Carcela, 70’) e Gonçalo Guedes; Jonas (Renato Sanches, 75’) e Raúl.

 

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Sorteio da Taça da Liga 2015/16

por João Silva, em 28.10.15

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O sorteio da terceira fase da Taça da Liga 2015/16 realizou-se nesta quarta-feira ao início da tarde na sede da Liga, já com os clubes chamados «grandes» do futebol português.

Refira-se que, devido a imposições regulamentares, Benfica, FC Porto, Sporting e Sp. Braga (os quatro primeiros classificados da Liga na época passada) só podem cruzar-se a partir das meias-finais, pelo que ficaram colocados em grupos distintos.

As regras estipulam também que o vencedor do grupo A recebe em casa o vencedor do grupo C. Já o vencedor do Grupo B, recebe o vencedor do grupo D. Ora, em caso de apuramento dos quatro «cabeças de série», o FC Porto e Benfica jogam as meias-finais em casa e recebem Sporting e Sp. Braga, respetivamente.


Este é o alinhamento dos grupos:
 

GRUPO A FC Porto Marítimo Feirense Famalicão
GRUPO B Benfica Nacional Moreirense Oriental
GRUPO C Sporting Paços Ferreira Arouca Portimonense
GRUPO D Sp. Braga Belenenses Rio Ave Leixões



JORNADAS (E DATAS)

1.ª jornada (29 e 30 de dezembro)
FC Porto-Marítimo
Famalicão-Feirense
Benfica-Nacional
Oriental-Moreirense
Sporting-Paços Ferreira
Portimonense-Arouca
Sp. Braga-Belenenses
Leixões-Rio Ave

2.ª jornada (19, 20 e 21 de janeiro)
Famalicão-FC Porto
Feirense-Marítimo
Oriental-Benfica
Moreirense-Nacional
Portimonense-Sporting
Arouca-Paços Ferreira
Leixões-Sp. Braga
Rio Ave-Belenenses

3.ª jornada (26, 27 e 28 de janeiro)
Feirense-FC Porto
Marítimo-Famalicão
Moreirense-Benfica
Nacional-Oriental
Arouca-Sporting
Paços-Portimonense
Rio Ave-Sp. Braga
Belenenses-Leixões

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Entrada forte do Benfica com ascendente até aos dez minutos iniciais, mas a partir daí tudo mudou, pois Teo Gutierrez marca o primeiro golo (com alguma sorte à mistura – Júlio César defendeu contra os pés do colombiano) e coloca os “leões” em vantagem.

A perder, o Benfica tentou reagir mas a única coisa que conseguiu foi uns tímidos ataques que não deram em nada, pois a defesa do Sporting resolvia com facilidade todas as iniciativas dos “encarnados”.

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Aos 20 minutos, nova iniciativa de ataque do Sporting e novo golo, desta vez por intermédio de Islam Slimani, que cabeceou para o fundo das redes, depois de um cruzamento de Jefferson.

Com o segundo golo leonino, o Benfica ficou muito nervoso e começou a perder muitas bolas no meio-campo, situação que o Sporting aproveitava para lançar “venenosos” contra-ataques.

Aos 36 minutos, o Sporting materializava o seu grande ascendente com o 3º golo, apontado por Bryan Ruiz.

Pouco depois, o árbitro Carlos Xistra apitou para o intervalo.

Na segunda parte, o Benfica tentou dar a volta aos acontecimentos, com a entrada de Fejsa para o lugar de Eliseu, mas a estratégia não deu resultado, pois o sérvio viu o cartão amarelo logo aos 46 minutos e um quarto-de-hora depois já estava a pedir a substituição devido a um problema muscular.

Entrou Pizzi para o lugar de Fejsa, mas nada melhorou, já que o Benfica continuava com dificuldades em chegar ao último reduto leonino, e o Sporting defendia bem a larga vantagem.

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Um dos últimos lances (atraso de Luisão para a sua própria baliza, que estava deserta, obrigando Júlio César a um sprint vigoroso) mostrou bem aquilo que foi o derby durante os 90 minutos: um Benfica nervoso e a cometer muitos erros, perante um Sporting calmo e muito eficaz.

Nos últimos 10 minutos, Nico Gaitán e Mitroglou caíram dentro da grande área, mas o árbitro mandou seguir com o lance em ambas as situações, pois na primeira considerou “carga de ombro” de João Pereira e na segunda entendeu que o grego simulou a queda e por isso viu cartão amarelo.

 

 

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O regresso do treinador Jorge Jesus ao Estádio da Luz, por um dia e ao comando dos eternos rivais, domina o ambiente em vésperas de mais um Benfica-Sporting para a I Liga de futebol, no domingo.

Mais do que o momento atual dos dois plantéis, este ano é decididamente o que se passa à margem do jogo no relvado que domina as atenções - não só o regresso do carismático técnico do último bicampeonato dos 'encarnados', como também as polémicas e ameaças de processo, como as caixas com ofertas aos árbitros na Luz e a alegada apropriação de 'software' confidencial.

Pelo processo que o Benfica lhe pretende mover, a pedir 14 milhões de euros de indemnização, e pela transferência 'proibida' para o Sporting no último verão, entendida como 'traição', Jorge Jesus tem todos os focos concentrados nele, até porque as coisas não lhe estão a correr totalmente bem no novo clube, em termos de resultados europeus.

Após seis anos aos comandos dos Benfica, coroados com três títulos nacionais no total, Jorge Jesus saiu em clara crispação com a estrutura do que chamou de 'a sua casa' e acabou por assumir um 'amor de juventude' com o Sporting, que levou logo ao sucesso na Supertaça.

Só isso bastava para inflamar os ânimos neste primeiro jogo na Luz depois da transferência e acentuar o 'alto risco' do embate. Não é decididamente nada certo que os adeptos do Benfica o recebam minimamente bem e isso pode ser o rastilho para problemas no campo e fora do estádio.

Os dirigentes de Benfica e Sporting também não ajudaram nas últimas semanas a um clima de paz entre os dois emblemas e os dias têm sido férteis em ataques e picardias, de variados quadrantes.

Destaque para a intenção do Benfica em levar o antigo treinador à barra - já deu entrada um pedido no Tribunal do Barreiro - e exigir-lhe uma indemnização de 14 milhões de euros pelos contactos mantidos com um funcionário do Sporting ainda durante a vigência do anterior contrato e pela apropriação de 'software' confidencial do clube. 

Quanto ao Sporting, desencadeou a polémica das ofertas de jantares a árbitros na Luz e no Seixal, na já famosa caixa com a imagem de Eusébio e a que Bruno de Carvalho, o líder do Sporting, chamou de 'caixas douradas', por analogia com a investigação que ficou conhecida por 'apito dourado'.

Para acicatar os ânimos, o Sporting chega à oitava jornada da I Liga de futebol à frente do rival, o que não tem sido frequente nos últimos anos. Com 17 pontos, os 'leões' estão igualados com o FC Porto e têm mais cinco pontos do que as 'águias', que, no entanto, têm um jogo a menos (com o União da Madeira, no Funchal).

Melhor, está o Benfica, na Europa, batendo-se bem pela qualificação no seu grupo da Liga dos Campeões, enquanto o Sporting falhou o acesso à 'Champions' e está mesmo com dificuldades inesperadas na Liga Europa.

Ambos jogaram esta semana, o Benfica na quarta-feira em Istambul, com o Galatasaray, e o Sporting na quinta-feira, em casa, contra o Skenderbeu, da Albânia, com muito mais desgaste para o campeão nacional.

Em teoria, o Benfica teve mais um dia para descansar, mas teve de colocar o 'prego a fundo' na Turquia, onde acabaria por perder por 2-1, e desgastou-se com a sempre cansativa viagem longa.

Já o Sporting, não só não teve de deslocar-se ao estrangeiro esta semana, como se deu ao luxo de jogar com os albaneses com uma equipa B, suficiente no entanto para uma clara vitória por 5-1, sempre moralizadora.

O Benfica, agora com Rui Vitória, tem mostrado resiliência, ostentando o melhor ataque do campeonato e registando um muito interessante triunfo em Madrid, sobre o Atlético. E pode sempre contar com o tradicional 'inferno' da Luz, o apoio intenso dos adeptos.

Nélson Semedo, titular no início da época, está lesionado e é a principal 'baixa' do lado do Benfica, que no entanto conta já com Sílvio como opção. Do lado do Sporting, a mais mediática das 'baixas' é o criativo peruano Carrillo, que continua a não ser opção para Jesus, enquanto durar o 'braço de ferro' em redor da renovação de contrato.

O encontro entre Benfica e Sporting, da oitava jornada da I Liga portuguesa de futebol, está marcado para domingo, pelas 17:00, no Estádio da Luz, em Lisboa, com arbitragem de Carlos Xistra (Castelo Branco).

Fonte: Lusa/SOL

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Liga dos Campeões: Galatasaray 2-1 SL Benfica

por João Silva, em 22.10.15

Com seis pontos, fruto da vitória caseira frente ao Astana e da posterior vitória no Vicente Calderón, frente ao Atlético de Madrid, o Benfica entrou em campo na liderança do Grupo C com o objetivo de assegurar o mais rapidamente possível um lugar nos oitavos-de-final da prova.

E o inicio do jogo não poderia ser melhor, falta dura sobre Jonas, marcação de livre e Gaitán surge isolado na cara do guardião turco a colocar, com muita classe e qualidade técnica. 

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Mas a vantagem durou pouco! Aos 18’, grande penalidade, com André Almeida a desviar a bola com a mão na pequena área.

Na conversão, Selçuk Ínan, rematou de forma irrepreensível e sem hipótese para a igualdade a uma bola.

A reviravolta no marcador chegaria aos 33’, através de Lukas Podolski, com o alemão a surgir nas costas da defesa benfiquista e a atirar sem hipótese entre as pernas de Júlio César.

Ao intervalo, 2-1 favorável aos turcos, depois de uns primeiros 45’ “apagados” da equipa de Rui Vitória que, depois de estar em vantagem, mostrou algumas dificuldades em encontrar-se e construir.

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O descanso fez bem ao grupo e os “encarnados” surgiram com uma postura mais intensa e dinâmica.

O jogo espevitou e as oportunidades de golo começaram a surgir nas duas balizas, com Jonas, Gaitán e Raúl em evidência nas hostes benfiquistas, enquanto à guarda das redes do Glorioso estava um Júlio César enorme e a negar tudo o que havia para negar!

Apesar da muita vontade, o resultado não se alterava e Rui Vitória tirou Eliseu, Gonçalo Guedes e Sílivio, colocando em campo Pizzi, Victor Andrade e Mitroglou alterando o xadrez tático da equipa, no tudo por tudo em Istambul.

O Benfica arriscou, manteve-se por cima do jogo, lutou até ao fim, mas o resultado não mais se alterou, vingando a tradição de as “águias” nunca conseguirem vencer na Turquia. 

O SL Benfica alinhou de início com Júlio César; Sílvio (Mitroglou, 81’), Luisão, Jardel e Eliseu (Pizzi, 66’); Samaris, André Almeida, Gaitán e Gonçalo Guedes (Victor Andrade, 75’); Jonas e Raúl.

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Na outra partida do Grupo C, no Vicente Calderón, o Atlético de Madrid venceu o FC Astana (4-0). Com estes resultados, o SL Benfica mantém-se na liderança, em ex-áqueo com os “colchoneros” (seis pontos), seguidos de Galatasaray (4 pontos) e FC Astana (um ponto).

 

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Taça de Portugal: Vianense 1-2 SL Benfica

por João Silva, em 17.10.15

O Benfica venceu o Vianense na 3.ª eliminatória da Taça de Portugal. Carcela estreou-se a marcar e Jardel resolveu.

Ao contrário do Vianense – que entrou com todos os jogadores operacionais –, o Benfica chegou ao estádio Cidade de Barcelos com quatro baixas por lesão: Jonas, Ederson, Nélson Semedo e Salvio.  

Primeiros 45 minutos com um ritmo baixo, apesar da ameaça de Talisca logo aos 12 segundos de jogo. Servido por Fejsa, o brasileiro surgiu na cara de Jonas mas o guarda-redes do Vianense impediu o primeiro da noite.

Aos 37’ grande golo de Carcela! Lançamento lateral de Sílvio, com a bola a sobrar para o marroquino que rematou de primeira e fez a sua estreia a marcar de “águia ao peito”.

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O empate chegou quando faltava pouco menos de 15 minutos para terminar o encontro (78’). Coulibaly, na passada e de fora da área, rematou colocado para o 1-1 sem qualquer hipótese para Júlio César.

Quando já todos esperavam que o encontro fosse a prolongamento, o Benfica ganhou novamente vantagem. No último minuto (89’) Jardel cabeceou, após canto de Pizzi, para o 1-2. Contas fechadas e garantida a passagem à próxima eliminatória da Taça da Portugal.

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Rui Vitória fez alinhar o seguinte onze inicial: Júlio César; Silvio, Luisão, Jardel, Eliseu (55’ Victor Andrade); Fejsa, Pizzi, Carcela (92’ João Teixeira); Nuno Santos, Talisca (67’ Raúl), Mitroglou.

Rumo ao Jamor!

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O Benfica entra hoje em ação na presente edição da Taça de Portugal em futebol, defrontando, no estádio Cidade de Barcelos, o Vianense, em encontro da terceira eliminatória da prova.

Rui Vitória vai efectuar algumas alterações no atual bicampeão português, com destaque para a chamada do médio marroquino Taarabt, jogador que esteve afastado devido a um processo disciplinar, bem como de Lisandro Lopez, Cristante, João Teixeira, Djuricic e Victor Andrade.

O Benfica vai defrontar um Vianense que ocupa a oitava e penúltima posição da série A do Campeonato Nacional de Seniores, naquela que será a sexta vez que os dois clubes se defrontam, sempre para a Taça e com os cinco anteriores embates a serem ganhos pelo Benfica.

A lotação do Estádio Cidade de Barcelos ainda não se esgotou e os responsáveis pelo Vianense apontam para uma presença de público na ordem dos 10 mil espectadores, onde estão incluídos os 1.200 ingressos que seguiram diretamente para a Luz. Ainda existem pelo menos dois mil ingressos disponíveis para os indecisos de última hora, que podem ajudar a compor ainda mais as bancadas, já por si em festa, do Estádio Cidade de Barcelos.

Carrega Benfica

Rumo ao Jamor!

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O nevoeiro beneficiou o zbording

por João Silva, em 04.10.15
Na próxima jornada já não passa de primeiro para o terceiro lugar!!!

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Nevoeiro adia União da Madeira-Benfica

por João Silva, em 04.10.15

O encontro entre o União da Madeira e o Benfica foi adiado devido ao denso nevoeiro que se fez sentir na tarde deste domingo no Estádio da Choupana, na Madeira.

Depois de a equipa de arbitragem ter adiado o início do jogo - marcado para as 16h - fazendo um compasso de espera para perceber se as condições no estádio se alteravam, a partida ficou mesmo sem efeito.

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O Benfica foi até Madrid vencer o Atlético por 2-1, em jogo da 2ª jornada do Grupo C da Liga dos Campeões. Gaitán e Gonçalo Guedes foram os marcadores deste triunfo histórico já que o Atlético de Simeone nunca tinha perdido em casa para as competições Europeias.

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Para este jogo com os espanhóis, Rui Vitória apostou em Raúl Jiménez para fazer dupla com Jonas na frente. André Almeida continuou no meio, ao lado de Samaris. No lado “colchonero”, Simeone continuou a apostar em Jackson, apesar de todas as críticas pelos poucos golos marcados.

A primeira parte foi frenética, cheia de oportunidades de parte a parte, embora com algum ascendente dos espanhóis. Pertenceu a Jonas o primeiro remate do encontro, numa jogada individual, aos sete minutos. A resposta do Atlético veio logo a seguir, com Gabi num livre e Tiago num remate em que pediu penálti (mão na bola de André Almeida) a estarem pertos do golo.

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Aos 14 minutos, Correa viu Jardel negar-lhe o golo com um grande corte. A resposta da equipa de Rui Vitória foi imediata: Eliseu lançou Gonçalo Guedes que tirou Oblak do caminho e rematou para a baliza. Valeu Filipe Luís a cortar a bola em cima da linha de golo.

Mas aos 23 minutos, Júlio César e companhia nada podiam fazer para travar o 1-0 da turma espanhola. Óliver cruzou para a área, Griezmann deu de primeira para Correia que, também de primeira, rematou forte, fazendo o 1-0. Um golo que embalou o Atlético que esteve perto do 2-0 aos 25, num remate de Griezmann contra Jardel e num remate de Jackson ao poste. O mesmo Jackson podia ter marcado aos 30 minutos mas o seu remate foi contra o corpo de Júlio César que evitou males maiores.

O Benfica vai chegar ao empate aos 37 minutos. Nélson Semedo cruzou tenso, a defensiva merengue cortou mal a bola que sobrou para Gaitan rematar de primeira e bater Oblak, antigo guarda-redes do Benfica.

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Mesmo a terminar o primeiro tempo, o Benfica podia ter feito o 2-1 mas Jonas e Gaitán não conseguiram desviar o centro de Eliseu.

Na entrada do segundo tempo e no primeiro lance de perigo, o Benfica chegou ao 2-1 e deu a cambalhota no marcador. Jonas trocou com Gaitán ainda no meio-campo do Benfica, o brasileiro lançou o extremo argentino que correu vários metros até descobrir Gonçalo Guedes na área. O extremo luso aproveitou o corte falhado de Filipe Luís para bater Obklak pela segunda vez.

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Gonçalo Guedes tornou-se no mais novo jogador de sempre a marcar na Champions pelo Benfica

Diego Simeone foi obrigado a arriscar mais, colocando Torres, Saul e Vietto em campo para os lugares de Óliver, Griezmann e Correa. Respondeu Rui Vitória com as entradas de Pizzi, Mitroglou e Fesja para os lugares de Jonas, Samaris e Raúl Jiménez.
Com o passar do tempo, os nervos foram tomando conta da equipa colchonera, que iam fazendo as coisas mais com o coração do que com a cabeça. Apenas em lances de bola parada o Atlético Madrid criava perigo. O Benfica foi aguentando o ímpeto atacante da turma espanhola, quebrando os ritmos de jogo quando era preciso, até ao apito final do árbitro Gianluca Rocchi de Itália.

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Rui "vitória" deixa o Benfica com seis pontos e na liderança do Grupo C, com mais três que o Atlético de Madrid e mais cinco que o Galatasaray.

 

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