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Esta será a quarta vez que Porto e Benfica se encontram nesta época, estando ainda agendado novo frente a frente, na última jornada do campeonato, novamente no Dragão.

Nos três anteriores duelos, venceu sempre a equipa que jogou em casa. O Porto ganhou no Dragão na 1.ª mão das meias-finais da Taça de Portugal (1-0), embora esse resultado não tenha feito mossa no Benfica, que na Luz teve capacidade para dar a volta à eliminatória (3-1). Antes, já o Benfica tinha superado (2-0) o Porto na Liga, em Lisboa.

Com quatro títulos, o Benfica é o conjunto com mais êxito na Taça da Liga, competição que cumpre a sua sétima edição. Em 30 jogos, soma 23 triunfos e apenas uma derrota, frente ao Vitória de Setúbal – também sofreu uma eliminação contra o Sporting de Braga, mas no desempate por grandes penalidades.

O FC Porto, por seu turno, em 25 jogos apresenta um saldo de 14 vitórias, cinco empates e seis derrotas, duas delas nos dois únicos embates realizados com o Benfica.

Quanto ao FC Porto, não tem mais por que lutar e, por isso, ao contrário do que sucedeu anteriormente, tem de encarar como única prioridade a competição que em alturas anteriores secundarizou. É uma oportunidade para atenuar a má época que fez. Por essa razão, deverá apresentar-se mais perto da sua máxima força.

Para o Benfica, embore aspire a uma presença na final, há competições mais importantes no pensamento, especialmente a proximidade da segunda mão das meias-finais da Liga Europa, em Turim, na ponta final de uma época desgastante, e por isso é natural que Jorge Jesus apresente uma equipa sem vários titulares habituais.

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O Benfica foi Campeão Nacional de futebol de 2013/2014 e fica a devê-lo a todos os Benfiquistas, TODOS sem excepção.

É isto que é o Benfica!!!

Uma lição para o presente, retirada do passado e que serve como afirmação para o futuro.

Nunca nos poderemos esquecer que somos todos diferentes, mas simplesmente, somos todos iguais numa coisa - Amamos o Benfica!

O momento em que sentimos que fazemos parte da mesma comunhão, esse é o nosso momento "Glorioso"!

Jamais nos poderemos esquecer que a luta continua e temos que viver em função dessa luta e dessa crença.

Os tempos que se avizinham não serão fáceis, mas creio que todos estamos dispostos a "combater" ao lado de um simbolo: SLB!

Para a história ficará os feitos de um conjunto de homens, que pela sua dedicação e amor ao clube, sempre iremos respeitar.

Alguns erros foram cometidos, sem dúvida,  mas ninguém poderá dizer que é dono da verdade eterna e definitiva.

Acima de tudo, existe uma realidade indesmentível - o Sport Lisboa e Benfica é afinal o que nos une, mesmo perante aqueles que não acreditaram!

No final, a única certeza que temos, é que de todos rezará a história!

É ISSO QUE NOS FAZ SER DO BENFICA! ATÉ MORRER!!!

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Da coragem

por João Silva, em 25.04.14

Somos merecidamente campeões nacionais pela 33ª vez. Não fazendo o balanço da época, mas apenas do campeonato, importa fazer duas ou três considerações que, pela justiça, não posso esquecer.

Olho para este campeonato como aquele que se conquistou sob o signo da coragem. A coragem de um presidente que, contra quase todos, decidiu pelas suas convicções e não pelas encomendas externas e internas manter um treinador que se ficara pelo “quase” na época anterior. Ter a coragem de saber que uma convicção não é uma teimosia é um mérito. Ter a capacidade de não “emprenhar pelos ouvidos” (peço desculpa pelo plebeísmo, mas não estamos em tempos de floreados linguísticos) numa terra de alcoviteiras é um acto de coragem. Luís Filipe Vieira teve esse mérito. Jorge Jesus teve, além da coragem de enfrentar de peito feito as facas que já não lhe eram apenas espetadas nas costas, o talento de conseguir impor, pela qualidade, uma ideia de jogo, uma metodologia de treino e um conceito de futebol. Luís Filipe Vieira e Jorge Jesus vivem e não precisam de se colocar em bicos de pés para que se saiba que vivem. Outros há que, ou porque “já foram algo” ou porque “aspiram a ser algo” no mundo do Benfica, fazem prova de vida nos momentos em que as coisas não correm bem. Note-se que não falo dos que exercem a crítica desinteressada, genuína, justificada e apaixonada. Essa crítica é essencial no nosso Benfica. Falo dos que ao sabor dos resultados, dos interesses pessoais ou das passageiras tendências de opinião surgem, sempre e apenas nos momentos de ausência de vitória, a cavalgar a derrota, para que, como anões de salto alto, a multidão benfiquista se lembre da existência deles.

Nesta diferença entre a convicção e o interesse, a crítica genuína e o ‘bota-abaixismo’, vai a diferença entre a coragem e a cobardia. Esta vitória no campeonato deve-se à coragem.

 

Pedro F. Ferreira

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SL Benfica 2-1 Juventus

por João Silva, em 25.04.14

Em jogo, nada mais nada menos que a 1.ª mão das meias-finais da Liga Europa, com o Sport Lisboa e Benfica a receber a Velha Senhora de Itália, a Juventus.
Com mais uma Final à vista, o Campeão Nacional entrou com tudo – repita-se, mesmo com tudo! – e não podia ter sonhado um começo melhor.
Dois minutos decorridos, canto na esquerda, Sulejmani cruza e, no coração da área, surge o “goleador” Garay que, nas alturas, não deu hipóteses a Buffon. Estava feito o primeiro golo, o Benfica entrava na partida a vencer, e primeira grande explosão de alegria na Catedral.

Ao intervalo, 1-0 para o Benfica, com o Glorioso a ser sempre mais perigoso, a ter mais oportunidade… a ser mais equipa!
Reatar e desafio mais equilibrado, com as duas equipas a olharem-se nos olhos. Aos 55’, nota para uma grande defesa de Artur, a cabeceamento de Pogba.
No mesmo minuto lance polémico na Catedral: grande penalidade, sem sombra para qualquer dúvida, sobre Enzo Perez. O árbitro não marcou… porque não quis marcar!
A precisar de povoar o meio-campo, face ao atrevimento dos italianos e ao desgaste dos seus pupilos, Jorge Jesus colocou André Almeida no terreno, em detrimento de Sulejmani; para refrescar o ataque, entrou Lima para o lugar de Cardozo.
As alterações não surtiram o efeito desejado e com a Juventus a crescer o golo acabou por surgir: minuto 72 e Tévez fez o empate a uma bola.
O Benfica foi buscar forças à camisola que veste e Lima, com um remate poderosíssimo, faz o 2-1 e coloca o Glorioso novamente em vantagem.
Até final, destaque para um par de preciosas intervenções de Artur a fechar todos os caminhos para a sua baliza.
Nota para uma Arbitragem má, muito má, sem critério ou identidade, no fundo, sem qualidade, e em claro prejuízo do Benfica.
Dentro de uma semana, na próxima quinta-feira, dia 1 de Maio, o Sport Lisboa e Benfica viaja até Turim, onde vai disputar a 2.ª mão destas meias-finais. Está tudo em aberto e há ainda 90 minutos para disputar.
O Sport Lisboa e Benfica alinhou com o seguinte onze inicial: Artur Moraes; Maxi Pereira, Garay, Luisão e Siqueira; André Gomes (Ivan Cavaleiro, 82’), Enzo Perez, Sulejmani (André Almeida, 60’) e Markovic; Cardozo (Lima, 62’) e Rodrigo.

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Depois de cumprido o principal objectivo, a conquista do campeonato nacional, segue-se o desafio de chegar a mais uma final europeia. Para tal, será necessário que o Benfica consiga ultrapassar a Juventus nas meias-finais da Liga Europa.
O Benfica enfrenta o campeão italiano com algumas baixas que limitam, de alguma forma, os planos de Jorge Jesus, principalmente nas alas. Nico Gaitán, um dos indiscutíveis durante a época, não está disponível para defrontar a Juventus, nem Salvio, que, depois de meses ausente, estava a recuperar o seu espaço e a ganhar importância, mas que uma fractura do braço esquerdo colocou fora de acção para o que resta da época. Markovic e Sulejmani deverão ser as opções naturais para essas posições.Também o meio-campo irá sofrer alterações com a indisponibilidade de Fejsa, sendo que André Gomes já mostrou que faz uma boa parelha com Enzo Pérez no sector intermediário.
Como afirmou Jorge Jesus, esta será a primeira parte de um confronto entre as duas equipas melhores da Liga Europa. A Juventus tem uma vertente forte de táctica. Os jogadores italianos pensam muito bem esta área do jogo. Vai ser um duelo bonito com as duas equipas mais fortes da Liga Europa.
Neste primeiro encontro na Luz, será decisivo a equipa do Benfica não sofrer golos e sair em vantagem na eliminatória, para encarar o segundo jogo em Turim de uma forma mais confortável.

 

Carrega Benfica!!!

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VIDEO: Campeão Nacional 2013/2014

por João Silva, em 23.04.14

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"No passado domingo começámos a reescrever a história do ano passado, na próxima quinta-feira temos de continuar a fazê-lo.

Não temos de ter medo de falhar, mas temos de ter a ambição de estar ao nível da nossa história, e estes jogadores e esta equipa técnica estão ao nível da nossa história.

Todos tiveram oportunidade de ver as manifestações do passado domingo, e é fácil perceber que o Benfica está para lá do País, tem uma dimensão global. O Benfica ultrapassa largamente as fronteiras de Portugal. É uma marca, uma referência, é uma bandeira de um País a precisar de razões para celebrar, e o Benfica foi tudo isso no domingo".

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Com a conquista do 33.º título de Campeão Nacional, o Sport Lisboa e Benfica reforça o estatuto de Clube português com mais títulos e troféus oficiais em Portugal. São 91 títulos e 28 troféus, um palmarés vastíssimo e ímpar em terras lusas: 119 conquistas!

 

Confira aqui o palmarés do Futebol Sénior

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Campeões com todo o mérito!

por João Silva, em 20.04.14

 

Parabéns Luis Filipe Vieira, Parabéns Jorge Jesus e Parabéns a todos os jogadores deste plantel fantástico!

Obrigado!!!

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Taça de Portugal: SL Benfica 3-1 FC Porto

por João Silva, em 17.04.14
Vitória épica!

O Benfica começou a partida da melhor forma, Chegando cedo à vantagem no marcador. Aos 16 minutos, Gaitán cruzou com peso e medida para Salvio, que com uma cabeçada igualou o resultado da primeira mão. Primeiro grande momento de alegria nas bancadas da Luz.

Mas a expulsão de Siqueira, que viu dois amarelos em três minutos deu a volta aos planos de Jorge Jesus.
o Benfica recuou as linhas, André Almeida entrou para o lugar de Cardozo e apostou no contra-ataque. Mas o porto apesar de ter maior posse de bola não conseguiu levar perigo para a baliza de Artur até ao intervalo.
Na segunda parte, mesmo em desvantagem numérica, o Benfica entrou melhor. Mas contra a corrente de jogo, surgiu o golo portista, um rasgo individual de Varela, aos 52 minutos. O porto ficava na frente da eliminatória de novo, obrigando o Benfica a marcar mais dois golos.
Os jogadores do Benfica acreditaram sempre que era possível dar a volta à eliminatória e a reviravolta começou a surgir. Primeiro por Salvio, que irrompeu pela direita e sofreu falta de Reyes dentro da grande área. Chamado a marcar, Enzo Perez não deu hipóteses a Fabiano e colocou o Benfica a vencer por 2-1.

Depois, a 10 minutos do fim, André Gomes tornou-se no novo herói benfiquista ao fazer a bola passar por cima de Fernando e a rematar sem hipótese para Fabiano.

Explosão de alegria no "inferno da luz", estava sentenciada a eliminação do porto.

Uma vitória incontestável da melhor equipa em campo e que mais fez por merecer estar no Jamor.

O Sport Lisboa e Benfica alinhou com o seguinte onze: Artur Moraes; Maxi Pereira, Garay, Jardel, Siqueira; André Gomes, Enzo Perez, Gaitán (Markovic, 90’+6), Salvio; Cardozo (André Almeida, 35’) e Rodrigo (Lima, 66’).

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um passado de glória um futuro de vitória benfica




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