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Entrar em 2013 a todo o gás

por João Silva, em 14.12.12

O Benfica vai ter pouco tempo para comer as passas, pois serão cinco jogos em quinze dias (ou perto disso, já que alguns jogos podem sofrer ainda alterações).

É o caso do jogo com o Moreirense, da segunda jornada da Taça da Liga, marcado para 30 de dezembro, que pode ser antecipado para o dia anterior ou dois dias antes. O regresso à Liga está marcado para 6 de janeiro, no Estoril, e aqui não deve haver alterações. É que três dias depois o Benfica recebe a Académica, novamente para a Taça da Liga, antes do «clássico» com o F.C. Porto, para já marcado para 13 de janeiro.

E se o Benfica vencer o Desportivo das Aves até terá de fazer, provavelmente, sete jogos em três semanas. É que os quartos de final da Taça de Portugal estão marcados para 16 de janeiro. A 15ª jornada da Liga, que contempla uma visita das «águias» a Moreira de Cónegos, está marcada para dia 20.


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Sporting 1 - SL Benfica 3

por João Silva, em 11.12.12

O Benfica deu uma autêntica demonstração de classe na deslocação a Alvalade, onde assumiu assim, a liderança do Campeonato Nacional, ao vencer o Sporting por 1-3.

 Com Luisão e Enzo Perez a não recuperarem das suas lesões, Jorge Jesus chamou Jardel para fazer companhia a Garay no centro da defesa, enquanto, André Gomes voltou a preencher o lugar de número oito no meio-campo, tal como em Barcelona. Salvio, por seu lado, surgiu nas alas.

Os primeiros dez minutos foram dominados territorialmente pela equipa comandada por Jorge Jesus, parecendo que estava a jogar em casa. O adversário, ciente da superioridade teórica do Benfica, entrou com uma atitude competitiva muito elevada, apostando essencialmente em saídas rápidas para o ataque, apesar de não ter incomodado praticamente a baliza de Artur. A verdade é que se colocou em vantagem aos 30 minutos, através de um remate de Wolfswinkel.

O Benfica intensificou o seu futebol mais elaborado – 57% posse de bola ao intervalo – e as oportunidades de golo começaram a surgir de forma clara. Lima, aos 33 minutos, deu o primeiro sinal de perigo.

O outro avançado da equipa, Óscar Cardozo, surgiu também em cena e esteve muito perto de facturar num remate disferido aos 39 minutos. Rui Patrício negou o golo ao paraguaio com uma defesa junto ao relvado. Antes do intervalo, aos 42’, Cardozo também podia ter marcado num cabeceamento.

Na segunda parte o Benfica entrou muito forte, com a equipa a estar mais incisiva no objectivo de chegar à baliza contrária e conseguir dar a volta ao resultado.

Depois de Lima ter ameaçado aos 51 minutos, o Benfica chegou finalmente à igualdade. Após um cruzamento de Ola John, Cardozo surgiu na área para cabecear com êxito, ainda que a bola tenha batido no jogador Rojo antes de entrar (57’).  Estava consumado o empate.

O Benfica prosseguiu com o seu assalto à baliza da equipa da casa, criando inúmeras oportunidades para marcar, tal como são os exemplos dos remates de Maxi Pereira (60’), Salvio (65’ e 78’), Garay (65’) e Ola John (70’). 

O golo era uma questão de tempo e acabou por surgir através de uma grande penalidade. O holandês Boulahrouz substituiu o guarda-redes Rui Patrício e evitou o golo “encarnado” com uma defesa com o braço. O jogador contrário foi naturalmente expulso e Cardozo não perdoou na cobrança do castigo máximo (80’). Estava feito o 1-2!

 

Mas o Benfica não se ficou por aqui e consolidou a vantagem com um grande golo de cabeça de Cardozo (85’).

 

A equipa da Luz cumpriu, assim, a sua missão e somou mais três pontos na Liga.

 

O Sport Lisboa e Benfica alinhou com a seguinte equipa: Artur , Maxi Pereira, Garay, Jardel e Melgarejo; Matic, André Gomes, Ola John (Gaitán, 81’) e Salvio (André Almeida, 87’); Cardozo (Rodrigo, 90’) e Lima.

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Contagem decrescente para o dérbi lisboeta

por João Silva, em 09.12.12

Nunca, como agora, tinha havido uma diferença pontual tão grande a separar os rivais Sporting e Benfica no primeiro dérbi da época.

Leões e águias defrontam-se amanhã, à 11ª jornada - arranque do segundo terço da I Liga -, com 15 pontos de diferença na tabela, pertencendo a vantagem ao Benfica.

Um fosso que constitui recorde absoluto entre ambos os clubes à primeira volta do campeonato português.

Nos últimos anos, apenas por uma vez se verificou uma situação minimamente comparável, quando o Benfica, lançado para o título nacional, que acabaria por conquistar em 2009/10, se deslocou a Alvalade com onze pontos de vantagem sobre o anfitrião. Nesse encontro, disputado na época de estreia de Jorge Jesus ao comando das águias, estas arrancaram um empate a zero no reduto verde e branco, numa partida bastante tática que deixava o Sporting (de Carlos Carvalhal) com o objetivo do título mais perto da miragem do que de uma possibilidade real. Do onze inicial leonino dessa partida, apenas Rui Patrício, Carriço e Adrien se mantêm no clube, enquanto que do lado contrário continuam Maxi, Aimar e Cardozo.

Incidindo a análise apenas no período iniciado em 1995/96, ou seja, desde que entrou em vigor o sistema de três pontos por vitória, as equipas defrontaram-se sempre bastante próximas na tabela, excetuando o caso específico da época 2009/10.

Num total de 17 partidas, apenas quatro foram ganhas pelo emblema que, à data desse confronto (na primeira volta), estava à frente na classificação. Tal apenas sucedeu em 2011/12 (Benfica ganhou e manteve-se à frente), em 2005/06 (idem, mas em relação ao Sporting), em 2003/04 (Sporting) e em 1998/99 (Benfica).

Em todos os outros 13 desafios, ou houve empates (cinco) ou ganhou a equipa que estava atrás na tabela. Nos últimos anos, o domínio tem sido encarnado, uma vez que não perdeu nenhum dos seis dérbis da primeira volta desde 2006/07. Por curiosidade, a última vitória dos leões no primeiro dérbi da época ocorreu em 2005/06, quando Luís Loureiro e Liedson faturaram para o Sporting de Peseiro, e Simão para o Benfica de Koeman.

Recuando um pouco no tempo, verificaram-se significativas distâncias pontuais no dérbi lisboeta da primeira volta em 1988/89, quando o Sporting visitou a Luz a seis pontos (equivalentes a dez no sistema atual) e perdeu por 2-0, e em dezembro de 1986, quando as águias tinham cinco de avanço (sete no sistema de três pontos por vitória) e visitaram Alvalade cheias de confiança. Dessa vez, no entanto, a surpresa foi grande... talvez a maior da história dos dérbis: o Sporting venceu por 7-1.


Jorge Jesus em antevisão ao jogo de segunda-feira, com o Sporting, afirmou que considera que vai ser uma partida complicada, independentemente da situação classificativa dos dois clubes. 


«Não esperava que o Sporting tivesse tantos pontos de desvantagem nesta passada. Entendo que o Sporting, além do passado desportivo, tem bons jogadores. Além disso, em jogos destes, não é a classificação que dá mais ou menos favoritismo a uma equipa. Espero um Sporting mais tranquilo emocionalmente e confiante porque vai defrontar o Benfica. Acho mesmo que o jogo com o Sporting vai ser dos mais difíceis em Portugal»



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O Benfica tem hoje um duro teste quanto à capacidade em manter a liderança no Campeonato, em clássico da 14.ª jornada da 1.ª fase. A deslocação ao reduto do FCPorto, que disputa o 200.º jogo no Dragão Caixa (partidas referentes às várias modalidades), não se afigura nada fácil para os encarnados, que nunca venceram no pavilhão que substituiu o velhinho Américo de Sá.

 

Para além das três derrotas no playoff da Liga em 2008/09, as águias registaram seis desaires no mesmo pavilhão, depois de a federação voltar a organizar o Campeonato. São nove derrotas [ver quadro] que influenciaram o desenrolar da história dos últimos quatro campeonatos conquistados pelo FCPorto.

 

Mas mesmo que a história não diga tudo, o FCPorto tem outros argumentos para se escudar, pois o seu sistema é muito eficaz para os finalizadores de 1.ª linha, como Pedro Spínola, Wilson Davyes ou Gilberto Duarte, e na transição rápida, que faz disparar o contra-ataque.

 

Quanto ao Benfica, tem pautado o seu jogo através de uma boa organização atacante, liderada por Carlos Carneiro, que rende muitos golos à 2.ª linha, com José Costa, David Tavares e Dario Andrade para fazer a diferença. A chave do jogo passará igualmente pela defesa, com os guardiões Hugo Laurentino (FCPorto) e Vicente Álamo (Benfica) a serem protagonistas. O espanhol tem levado a melhor, depois das duas vitórias das águias sobre os dragões esta época. Mas no Dragão Caixa tudo muda de figura...

 

Fonte: Record

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