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Beira-Mar 1 - SL Benfica 3

por João Silva, em 29.11.10

Este sim, é o Benfica Campeão Nacional.
Uma vitória bem conseguida, com uma das melhores exibições da época, se não mesmo, a melhor.
A jogar num campo difícil, onde a equipa da casa não tinha ainda perdido, os jogadores do Benfica entraram com grande atitude, determinados a apagar a má imagem deixada no último jogo para a Champions.
As novidades foram o regresso de Rúben Amorim e "Tacuara" como titular na frente de ataque com Saviola e, Carlos Martins no lugar de Aimar, a equipa mostrou uma boa dínamica, assemelhando-se um pouco ao que nos habitou na época passada.
O Benfica entrou forte, empurrando o Beira-Mar em muitos períodos do jogo, para seu meio-campo, mas não se traduzia em golos, tendo Saviola inclusivé enviado um bola à trave, até que ao cair da primeira parte, o árbrito marca uma penalidade sobre Cardozo, que o mesmo converteu exemplarmente.

 

 

 

 

Na segunda parte o Beira-Mar ainda criou algumas dificuldades, disposto a discutir o resultado, mas Cardozo que estava endiabrado, deitou por terra as aspirações do adversário, marcando o segundo golo com grande classe, a mostrar o goleador que é e, ainda "inventou" o lance para assistir Saviola para o terceiro do Benfica.

 


Três importantes pontos conquistados, numa jornada em que tinhamos a possibilidade de reduzir dois pontos para o líder e aumentar a vantagem na consolidação do segundo lugar. Melhor era impossível.

Uma última nota para os adeptos que se deslocaram a Aveiro, a mostrar que temos os melhores adeptos do Mundo, apoio do príncipio ao fim, esta vitória também é deles!

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Cardozo de regresso

por João Silva, em 24.11.10

 

 

 

Esta noite, em Telavive, o internacional paraguaio volta à acção e inicia o ataque a um recorde que está na posse de um sueco... Mats Magnusson tem 84 golos em jogos oficiais pelo clube da Luz e é o melhor marcador estrangeiro da história do Benfica. Oscar Cardozo está a apenas três golos de igualar o avançado sueco que fez furor nos anos 80 e 90 ao serviço dos encarnados.

 

Faltam também três remates certeiros para o paraguaio igualar José Águas, mítico goleador dos encarnados no auge do Benfica no Velho Continente, como sexto melhor marcador de sempre do clube em competições europeias.

O número três será, por tudo isto, mágico para Cardozo, que se conseguir o seu quinto hat trick ao serviço do Benfica cimentará ainda mais o seu lugar na história do clube. Ainda assim, o internacional paraguaio fez questão ontem, em Telavive, de vincar a sua humildade quando questionado sobre a sua grande importância na equipa de Jorge Jesus. "Não sou estrela e não me sinto como tal. Os meus colegas podem fazer as mesmas coisas que eu e os que têm sido chamados têm merecido", fez questão de dizer.

 

Quase dois meses depois da lesão que sofreu frente ao Schalke 04, em Gelsenkirchen, Cardozo assumiu que está "a trabalhar bem", mas deixou nas mãos do técnico a possibilidade de jogar. "Se for chamado vou tentar jogar bem, se ficar no banco não há problema, resta-me esperar mais algum tempo para entrar na equipa", disse, reconhecendo que fisicamente "ainda não" está na forma ideal, embora já não sinta dores.

 

Por causa da lesão, o número 7 da Luz perdeu oito jogos, dos quais a equipa perdeu dois. Da bancada viu aquilo que diz ter sido "o bom trabalho" dos seus companheiros, recusando a ideia de que sem ele a equipa tem mais dificuldades em vencer. "Todos os que estão neste plantel têm o mesmo pensamento: de ganhar e ajudar o Benfica", frisou o avançado que enfrentou nos últimos dois meses a sua única paragem por lesão desde que chegou à Luz no Verão de 2007.

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5.ª (decisiva) jornada da Champions League

por João Silva, em 23.11.10

 

Uma vitória no terreno do Hapoel Telavive FC permite atingir nove pontos, ficando a depender apenas de nós próprios na última jornada da Liga dos Campeões o acesso aos oitavos-de-final.

Ficamos à espera do resultado na Alemanha, entre alemães e franceses.

Tudo (ainda) é possível… até ser 1.º classificado.

Vamos pela 2.ª vez a Israel, com estreia em Telavive, depois de Jerusalém onde eliminámos, em 26 de Agosto de 1998, o FC Beitar. Bom prenúncio!

Estou optimista para este jogo, com empenho e ambição os jogadores do Benfica, conseguirão alcançar um resultado positivo.

O regresso de Cardozo também é um motivo de confiança e tenho esperança que consiga fazer valer os seus dotes de goleador.

O “Glorioso” tem de estar na Liga dos Campeões, pois é entre os “Grandes da Europa” que deve estar o “Maior de Portugal”.

Nós Benfica, somos, uma parte da Liga dos Campeões!

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Fanfarrão também rima com leão

por João Silva, em 10.11.10

O dirigente leonino Rogério Alves riu-se da derrota do Benfica perante o fcporto.
"O Benfica fanfarrão levou um banho de humildade. Para alguém da minha idade é sempre bom ver o Benfica naquelas aflições. Não escondo a alegria desportiva"

 


Declarações de quem confiava numa vitória certa e limpinha do clube do coração frente ao Vitória de Guimarães, para se chegar ao Benfica na classificação.
Só por estas declarações quero deixar um forte agradecimento ao Vitória de Guimarães!!!

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FCPorto 0 - SLBenfica 2 de 1991

por João Silva, em 06.11.10

Um dos mais fantásticos jogos de toda a História do Sport Lisboa e Benfica!

Uma partida decisiva, onde o Benfica ao vencer, descolou definitivamente para a conquista do título.
Alinharam pelo Glorioso: Neno, Paulo Madeira, Ricardo Gomes, William, Veloso, Jonas Thern, Paulo Sousa, Vítor Paneira, Valdo, Pacheco e Rui Águas, enquanto que pelo Porto, jogavam: Vítor Baía, João Pinto, Fernando Couto, Aloísio, Paulo Pereira André, Semedo, Jorge Couto, Vlk, Domingos e Kostadinov.

 

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Milagre da multiplicação à moda do Porto

por João Silva, em 05.11.10

 

A actual classificação não está assente na verdade desportiva, mas sim nos erros capitais das arbitragens que continuam a beneficiar o clube do “sistema”.
As contas são simples – os sete pontos que o FC Porto (25) possui de vantagem em relação ao Benfica (18) estão assentes em benefícios que teve nas primeiras jornadas e em claros prejuízos que o Campeão Nacional sofreu no arranque da época.
Ao todo podemos contar SETE! pontos em que o FC Porto foi claramente beneficiado.

 

OS “MILAGRES” DA CALCULADORA AZUL:

 

1.ª JORNADA: NAVAL – FC PORTO, 0-1 (+2 PONTOS)
PAULO BAPTISTA (PORTALEGRE)
82’ – Jonathas (Naval) joga a bola involuntariamente com a mão em plena grande área. Pénalti mal assinaldo.

 

3.ª JORNADA: RIOAVE – FC PORTO, 0-2 (+2 PONTOS)
JORGE SOUSA (PORTO)
22’ – No golo inaugural de Hulk ficou claramente uma falta por assinalar de Falcao, em posição de fora-de-jogo, que afastou Milhazes (Rio Ave). Golo mal validado.
38’ – Num lance escandaloso na área do FC Porto, Álvaro Pereira fez duas falta à margem das leis. Penálti por assinalar.

 

4.ª JORNADA: FC PORTO – SP. BRAGA, 3-2 (+2 PONTOS)
PEDRO PROENÇA (LISBOA)
90’ – Belluschi desviou na grande área Paulo César (Sp. Braga) de poder jogar a bola convenientemente e rematá-la para a baliza. Pénalti por assinalar.

 

5.ª JORNADA: NACIONAL – FC PORTO, 0-2
BRUNO PAIXÃO (SETÚBAL)
21’ – Rolando toca de forma liberada com a mão na bola dentro da grande área. Penálti por assinalar.


7.ª JORNADA: V. GUIMARÃES – FC PORTO, 1-1 (+1 PONTO)
CARLOS XISTRA (CASTELO BRANCO)
54’ – Fucile agarra a camisola de Edgar (Guimarães) ostensivamente em plena grande área e fá-lo cair. Penálti por assinalar.

 

9.ª JORNADA: ACADÉMICA – FC PORTO, 0-1
DUARTE GOMES (LISBOA)
74’ – Hélder Cabral (Académica) foge do contacto com a bola na área,com esta a tocar involuntariamente no braço. Penálti mal assinalado.

 

As contas são claras: só em benefícios directos o FC Porto soma mais sete pontos (os mesmos que possui a mais que o Benfica) do que verdadeiramente merecia. A calculadora azul está a trabalhar e a operar o milagre da multiplicação. Mais um sério aviso para o “clássico” do próximo domingo.

 

Fonte: Jornal "O Benfica"

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SL Benfica 4 - Lyon 3 (Champions League)

por João Silva, em 03.11.10

Cumprido o objectivo principal: Vencer e conquistar os três pontos!
O Benfica precisava de vencer este jogo, de forma a manter-se na luta pelo apuramento para a fase seguinte, continuando a depender de nós próprios.
Este jogo teve dois períodos distintos: Os primeiros 75 minutos de sonho, em que poucos acreditariam que o Benfica pudesse estar a vencer por quatro a zero; e os últimos 15 minutos, que arriscavam-se a tornar-se um pesadelo, com a equipa a sofrer três golos.

 

 

Fábio Coentrão rubricou uma exibição de luxo, sendo um dos mais interventivos na partida, culminando com a marcação de dois golos, sendo um deles um hino ao futebol.

 

 

Carlos Martins que entrou para a posição de Aimar, rubricou mais uma exibição de luxo, dos seus pés sairam as quatro assistências para os golos.
Kardec marcou um belo golo de cabeça, bem como Javi Garcia.
Não fosse aqueles últimos 15 minutos e teria o Benfica ficado em vantagem com o Lyon no confronto directo.

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Decisivo!

por João Silva, em 02.11.10

 

Hoje na Catedral, defronte do Lyon, o Benfica só pode jogar para a vitória, se possível vencer por dois golos de diferença, pois a diferença de golos, devido ao facto do Hapoel Telavive FC ainda não ter pontuado, pode ser decisiva para apurar os dois clubes que seguem para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões.
Hoje só com  um Benfica à Benfica, ou seja, com Raça, Querer e Ambição, se puderá aspirar alcançar esse objectivo.
Os adeptos terão um papel fundamental, temos de vencer para continuar nesta competição, e por isso os jogadores precisam de toda a ajuda, cabe aos adeptos também fazer a sua parte, apoiando e empurrando a equipa para a vitória!

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Totós submissos

por João Silva, em 01.11.10

 

 

Quando, em 2005, Dias da Cunha e Luís Filipe Vieira assinaram um manifesto com vista à regeneração do futebol português, abriu-se uma janela de esperança num novo tempo, num tempo a partir do qual os jogos pudessem passar a ser decididos no relvado, exclusivamente pelo talento dos jogadores e pela argúcia dos técnicos. Mais do que o texto em causa, o entendimento entre os dois grandes clubes do arco da respeitabilidade era, por si só, um passo de gigante no derrube de uma ordem já na altura decrépita. O então presidente do clube de Alvalade denunciara corajosamente os rostos do “sistema”, atribuindo a menção a Valentim Loureiro e Pinto da Costa, antes mesmo do processo “Apito Dourado” ter vindo a público.
Sabia bem do que falava, como mais tarde se veio a verificar, e ouvir.
Com o presidente portista detido para interrogatórios (depois de uma mal explicada fuga para Espanha), com os rivais lisboetas sentados á mesa, o chamado “sistema” vivia os seus piores dias. O futebol português esperava, enfim, poder respirar o ar puro da verdade, da justiça e do desportivismo.
Os seus mais malignos cancros pareciam estar prestes a ser extraídos. Era a oportunidade histórica para uma enérgica e radical limpeza, para uma varridela que afastasse para longe a corrupção, o tráfico de influências e os resultados adulterados.

Nada disto viria a acontecer. Em larga medida por culpa de um sistema de justiça assustadoramente incapaz, mas também devido aos caminhos que o Sporting (potencial aliado nessa importante batalha) escolheu encetar daí em diante.
Envolvido por um denso manto de contestação, Dias da Cunha viu-se obrigado a desistir. Mais do que nos resultados desportivos, não duvido que a origem da animosidade dos sócios tenha residido no tal manifesto. A maioria deles não se revia numa política que pusesse o Sporting de braço dado com o seu histórico rival. Interessava-lhes, no fundo, acima de tudo, ver o Benfica perder, e desse ponto de vista afundar do barco de Pinto da Costa não parecia uma boa ideia. Se as escutas do “Apito Dourado” envolvessem o Benfica, a atitude do mundo sportinguista teria sido seguramente bem diferente. Mas era o FC Porto e Pinto da Costa que estavam em tribunal. Eram aqueles que – não interessava como – tinham impedido o Benfica de festejar vários campeonatos. Era o seguro de vida do antibenfiquismo que estava em equação.
Quatro títulos do FC Porto, dois títulos do Benfica, e zero títulos do Sporting depois, percebem-se, com clareza, os resultados concretos dessa postura tão pouco leonina.
Quando vemos sportinguistas fazer coro com a estratégia de silenciamento das escutas e de tudo o que elas nos mostram, percebemos que jamais será possível contar com aquela gente para qualquer combate sério. Nem as boas intenções de alguns dos seus responsáveis (como foi o caso de Dias da Cunha) chegam para derrubar uma ideia por lá cristalizada, segundo a qual o Benfica foi, é, e sempre será, o único alvo a abater – transformando,por consequência, o FC Porto, mais num privilegiado parceiro do que num antagonista ou rival.
Quando, depois de tudo o que se passou, e de tudo o que se ouviu, vemos José Eduardo Bettencourt receber, de braços abertos, Pinto da Costa na tribuna de honra de Alvalade, perdemos de vez o respeito por um clube que, em bicos de pés, tantas vezes se afirma como baluarte da honorabilidade.

Quando assistimos à transferência de Moutinho para o Dragão, e sobretudo observamos a complacência com que a mesma foi acolhida entre os adeptos, entendemos por fim o grau de subserviência de um Sporting decadente face a um FC Porto revitalizado nas águas da impunidade e da mistificação.
Este Sporting até pode ser divertido para muita gente. A nós não nos serve para nada, e esperar dali algum apoio para a suprema luta pela verdade no desporto português será como esperar que cresçam dentes a uma galinha.
Diverte o sistema, sem qualquer outra utilidade!

 

Fonte: Adaptação de um texto publicado no jornal "O Benfica"

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Video: Benfica ADN

por João Silva, em 01.11.10

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um passado de glória um futuro de vitória benfica

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